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AEDD 2025-2026 - Avaliação Externa do Desempenho Docente da dimensão científica e pedagógica
O processo referente à AEDD desenvolve-se através desta Plataforma do CFAECAN, desde a submissão do Requerimento para solicitar a Observação de Aulas.
Consulta o Manual de apoio a avaliados e avaliadores e a legislação específica e um conjunto de documentação de apoio.
Em caso de dúvida contactar os Serviços Administrativos do AE/EnA e/ou o CFAE.
Inscrições AQUI


DIVULGAÇÃO
O Papel dos Assistentes Operacionais na promoção de uma escola mais inclusiva
Assistente operacional, Encarregado operacional, Assistente técnico, Chefe de serviços de administração escolar, Coordenador técnico, Outra
Jornada
6.0 horas
Presencial
Assistente operacional, Encarregado operacional, Assistente técnico, Chefe de serviços de administração escolar, Coordenador técnico, Outra
Com a introdução do decreto-lei n.º 54 de 2018, e após alguns anos de implementação, continuam a colocar-se desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao ...
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Ref. 329C106/A1 Inscrições abertas até 27-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DAGE/1389/2024
Modalidade: Jornada
Duração: 6.0 horas
Início: 01-04-2026
Fim: 01-04-2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)
Destinatários
Assistente operacional, Encarregado operacional, Assistente técnico, Chefe de serviços de administração escolar, Coordenador técnico, Outra
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Com a introdução do decreto-lei n.º 54 de 2018, e após alguns anos de implementação, continuam a colocar-se desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas políticas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola inclusiva. Os assistentes operacionais são, nesta legislação, recursos humanos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão. O desempenho das suas funções requer que interajam na escola, tanto com os professores como com os alunos e encarregados de educação, de uma forma responsável e assertiva. Cada vez mais urge capacitar os assistentes operacionais de ferramentas capazes de melhorar o ambiente escolar, ajudando a criar climas de confiança e bem-estar, com interações positivas junto dos alunos e pessoal docente.
Objetivos
1. Contribuir para a melhoria da qualidade de intervenção dos AO numa escola que se pretende inclusiva; 2. Dar a conhecer os princípios da educação inclusiva; 3. Esclarecer as funções específicas dos AO numa escola inclusiva; 4. Compreender a importância de manter a confidencialidade das informações dos alunos e entender as questões de privacidade relacionadas com a educação inclusiva; 5. Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção; 6. Desenvolver habilidades de comunicação para interagir positivamente com alunos de diferentes idades, nacionalidades e diferentes níveis de competências; 7. Analisar cenários que requerem a intervenção do AO.
Conteúdos
1. A escola inclusiva: 1.1. Princípios da educação inclusiva; 1.2. A diversidade numa escola inclusiva; 1.3. Ambientes acolhedores e seguros. 2. Contributo dos AO para o desenvolvimento de uma escola inclusiva: 2.1. Modos de ação e de intervenção: estratégias e recursos facilitadores; 2.2. Atitudes facilitadoras da comunicação; 2.3. Técnicas de assistência que respeitem a autonomia e a dignidade dos alunos; 2.4. Diretrizes éticas para a interação com alunos e manuseio de informações sensíveis. 3. Cenários que requerem a intervenção do AO.
Metodologias
Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta aos objetivos definidos anteriormente. Metodologias ativa, momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados através da apresentação de temas, reflexão e debate.
Avaliação
Avaliação qualitativa
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Bibliografia
Toolkit for Inclusive Schools (https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools.htm) Inclusive Schooling (http://www.wholeschooling.net/InclTchingWeb/SLC/11/11txt.html) Embracing Diversity: Toolkit for Creating Inclusive, Learning-Friendly Environments (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/137522e.pdf) Decreto-Lei nº 54/2018, 6 julho.Amaral, I., Saramago, A., Gonçalves, A., Nunes, C. & Duarte, F. (2004). Avaliação e Intervenção em Multideficiência. Ministério da Educação. Direcção Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular. Carvalho, A. F., & Onofre, C. T. (2007). Aprender a Olhar para o Outro: Inclusão da Criança com Perturbação do Espectro Autista na Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC - Ministério da Educação.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Bem me quero – promoção de bem-estar docente
Docentes de qualquer ciclo de ensino, com prioridade para os docentes do Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto.
ACD
6.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Na linha das recomendações do Grupo de Peritos sobre Bem-Estar na Escola da Comissão Europeia, tem sido amplamente reconhecida a necessidade de promover condições que favoreçam o bem-estar docente enquanto dimensão central da qualidade educativa. Neste contexto, o autoconhecimento surge como uma ferramenta ...
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Ref. 398C96/A1 Inscrições abertas até 01-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD 24 - 2025/2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 13-04-2026
Fim: 27-04-2026
Regime: Presencial
Local: EBS de São Martinho do Porto
Formador
Maria João Ferreira Antunes
Silvia Alexandra da Silva Neves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de São Martinho e CFAECAN
Enquadramento
Na linha das recomendações do Grupo de Peritos sobre Bem-Estar na Escola da Comissão Europeia, tem sido amplamente reconhecida a necessidade de promover condições que favoreçam o bem-estar docente enquanto dimensão central da qualidade educativa. Neste contexto, o autoconhecimento surge como uma ferramenta estruturante, permitindo aos profissionais de educação compreenderem melhor os seus processos internos, limites, valores e motivações, com impacto direto na qualidade do desempenho profissional, no envolvimento com a comunidade escolar e na motivação para o exercício da docência.
Objetivos
Sensibilizar para a importância do autocuidado e regulação emocional na prática docente. Potenciar a motivação dos docentes através de ferramentas de autoconhecimento e bem-estar.
Conteúdos
Conceito de bem-estar docente. Identidade profissional docente: percurso pessoal, as crenças, os valores e as representações sobre a docência. Autoconhecimento enquanto competência profissional: compreensão dos processos internos, motivações, limites e emoções. Consciência e gestão emocional no contexto educativo: estratégias de autorregulação, autocuidado e prevenção do esgotamento profissional. Plano pessoal de bem-estar docente: estratégias individuais e coletivas de desenvolvimento pessoal e profissional
Metodologias
A ação privilegia uma abordagem reflexiva e experiencial, promovendo a integração entre desenvolvimento pessoal, bem-estar profissional e qualidade educativa.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das 6 horas. A Avaliação da ação é efetuada através de um questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Comissão Europeia. (2021). Wellbeing and mental health at school: Guidelines for education policymakers, school leaders, teachers and educators. Luxemburgo: Publications Office of the European Union. Contributo Científico OPP – Locais de Trabalho Mais Saudáveis e Produtivos – A Importância do Bem-Estar Organizacional, publicado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses. Day, C. (2004). A paixão pelo ensino. Porto: Porto Editora. Deci, E. L., & Ryan, R. M. (2000). Intrinsic and extrinsic motivations. Psychological Inquiry, 11(4), 227–268. Esteve, J. M. (1999). O mal-estar docente. Lisboa: McGraw-Hill. Goleman, D. (2006). Inteligência Social – a nova ciência do relacionamento Humano. (1a edição).Temas e Debates. Lisboa Goleman, D. (2010). Inteligência Emocional. Porto Editora. Jennings, P. A. (2015). Mindfulness for teachers. New York: W. W. Norton & Company. Nóvoa, A. (1992). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote. Seligman, M. (2002). Authentic hapiness: using the new positive psychology to realize your potential for lasting fulfillment. New York: Free Press. Seligman, M. (2012). A Vida que Floresce. (2a edição). Editora Estrelapolar. Lisboa. Schön, D. A. (1983). The reflective practitioner. New York: Basic Books.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Conhecer para incluir: Cultura, história e educação Roma/ ciganas
Educadores de Infância e Professores de todos os grupos de recrutamento dos AE Associados
ACD
6.0 horas
b-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Prioridade para docentes dos AE de Cister. Será garantida a representatividade de docentes de todos os AE/EnA que têm alunos da cultura Roma/ ciganas
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Ref. 402C95/A1 Inscrições abertas até 17-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD 25 - 2025/2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 22-04-2026
Fim: 29-04-2026
Regime: b-learning
Local: Online e Escola Secundária D. Inês de Castro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Cister / CFAECAN
Enquadramento
No preâmbulo do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, é assumida como prioridade governativa «a aposta numa escola inclusiva, onde todos e cada um dos alunos, independentemente da sua situação pessoal e social, encontrem respostas que lhes possibilitem a aquisição de um nível de educação e formação facilitador da sua plena inclusão social». É neste enquadramento que o AE de Cister propõe a presente ação de formação. Com efeito, nas últimas três décadas, têm-se registado em Portugal progressos significativos no que respeita à frequência e permanência das comunidades ciganas no sistema educativo. Contudo, os níveis de abandono e de insucesso escolar continuam a ser substancialmente superiores aos verificados nos restantes grupos socioculturais. A máxima “é preciso conhecer para incluir” assume-se como um princípio orientador em diversos quadrantes da sociedade, sendo particularmente relevante no contexto educativo. A escola necessita de conhecer todos os seus alunos e o seu contexto cultural e social para conseguir conceber e implementar estratégias que promovam a escolarização e o sucesso educativo. Nesta sequência, é fundamental reforçar a articulação entre a escola e a família/comunidade, assim como a formação contínua de docentes em práticas inclusivas, pilares promotores de uma educação intercultura e de uma escolarização bem-sucedida das crianças e dos jovens ciganos, em particular.
Objetivos
- Dar a conhecer a cultura e a história do povo cigano; - Promover a consciencialização sobre a importância de conhecer as mentes culturais dos alunos para aumentar seu sucesso académico; - Sensibilizar para a importância da implementação de práticas inclusivas de qualidade, focadas nos direitos humanos e valores fundamentais; - Apresentar e promover as normas europeias de educação inclusiva e antirracista, não colonial, e relacioná-las com as leis educativas portuguesas; - Refletir sobre o papel das escolas, professores/as e pessoal não docente na promoção da educação e práticas interculturais antirracistas entre crianças e famílias ciganas e não ciganas. - Reconhecer os domínios de autonomia curricular (DAC), no enquadramento do DecretoLei n.º 55/2018, de 6d e julho, como uma opção curricular potenciadora de aprendizagens significativas e integradas. - Refletir sobre os princípios e estratégias que presidem à operacionalização de um DAC. - Reconhecer o trabalho interdisciplinar/articulação curricular, tendo por referência os documentos curriculares, como uma ferramenta de inclusão.
Conteúdos
- Quadro legislativo nacional e internacional dirigido às comunidades Roma: conceitos, políticas, recomendações, documentos de referência, instrumentos. - História e cultura ciganas: contexto histórico, grupos Roma, tradições culturais, movimentos emancipatórios, genocídio, respostas sociais e económicas. - Desconstrução de estereótipos: representações sociais das comunidades Roma e seu impacto social e educativo. - Articulação curricular interdisciplinar: domínios de autonomia curricular (DAC) no contexto da legislação em vigor (princípios para o planeamento, operacionalização e avaliação).
Metodologias
Sessão 1 - Exposição, debate, reflexão. Sessão 2 - Trabalho prático: planeamento de um DAC; Partilha e considerações sobre o trabalho desenvolvido. A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação.
Modelo
Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Bibliografia: Casa-Nova, M.J. (2020). Portugueses ciganos: Exclusão social ou não-integração?. In R. Vieira, J. C. Marques, P. Silva, A.M. Vieira, & C. Margarido (Eds.), Migrações, minorias étnicas, políticas sociais e (trans)formações (pp.49-70). Ed. Afrontamento. Direção-Geral da Educação (DGE) (2019). Promover a inclusão e o sucesso educativo das comunidades ciganas – Guião para as escolas/ Promote the inclusion and educational success of Roma communities - Guide for schools. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/Educacao_Intercultural/documentos/guiao_comunidades_ciganas.pdf Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República n.º 129/2018, Série I de 2018- 07-06, páginas 2928 – 2943. Ministério da Educação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
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