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Um excelente ano letivo 2026/2027
Neste início do ano letivo 2026/2027, desejamos a todos os docentes e não docentes das escolas associadas ao CFAECAN um excelente ano, marcado pelo otimismo, pela confiança, pela colaboração e pelo compromisso com a Educação.
O CFAECAN continuará empenhado na promoção de uma formação contínua de qualidade, relevante e contextualizada, construída em estreita articulação com os AE/EnA e atenta às necessidades dos seus profissionais e aos desafios que se colocam às escolas e aos seus territórios.
O Plano de Formação 2026/2027, cuja 1.ª fase de inscrições abrirá a partir de 14/09, tem como ponto de partida e fio condutor, uma formação que valoriza a reflexão sobre as práticas, a partilha de experiências, a colaboração e a construção conjunta de respostas, contribuindo deste modo para o desenvolvimento pessoal e profissional, para a transformação e melhoria das práticas educativas e, consequentemente, para a qualidade das aprendizagens e para o sucesso e bem-estar dos alunos.
Que, ao longo deste novo ano letivo, continuemos a nossa caminhada conjunta para uma Educação de Qualidade e cada vez mais Inclusiva!
A Diretora do CFAECAN
Manuela Faustino Prata
IMPORTANTE
ATUALIZAÇÃO DE DADOS NA PLATAFORMA DE FORMAÇÃO POR MUDANÇA DE AGRUPAMENTO
Solicitamos aos docentes que, no ano escolar de 2026/2027, mudaram de Agrupamento de Escolas que procedam à atualização dessa informação na plataforma, s.f.f. . Devem também atualizar os restantes dados, nomeadamente o email, caso tenha sido alterado. Deste modo evitaremos constrangimentos, nomeadamente no processo de inscrição e seleção para ações de formação.
Obrigada e para qualquer questão pode contactar o CFAECAN
Avalie as suas Competências Digitais com a Academia Portugal Digital
A Academia Portugal Digital disponibiliza uma ferramenta de autoavaliação que permite aos docentes conhecer, analisar e refletir sobre o seu nível de competências digitais, com base no DigComp — o quadro europeu de referência para as competências digitais.
O teste abrange cinco áreas de competência e possibilita:
Identificar o seu nível atual de proficiência digital;
Reconhecer pontos fortes e áreas a desenvolver;
Apoiar o seu desenvolvimento profissional;
Promover uma integração mais eficaz do digital nas práticas pedagógicas.
Participe e descubra o seu nível de COMPETÊNCIAS DIGITIAS (AQUI)


DIVULGAÇÃO
O Papel dos Assistentes Operacionais na promoção de uma escola mais inclusiva
AE Cister - Assistente operacional, Encarregado operacional, Assistente técnico, Chefe de serviços de administração escolar, Coordenador técnico, Outra
Jornada
6,0 horas
Presencial
Assistente operacional, Encarregado operacional, Assistente técnico, Chefe de serviços de administração escolar, Coordenador técnico, Outra
Com a introdução do decreto-lei n.º 54 de 2018, e após alguns anos de implementação, continuam a colocar-se desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao ...
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Ref. 329C100/A1 Inscrições abertas até 7 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1389/2024
Modalidade: Jornada
Duração: 6,0 horas
Início: 8 de Setembro de 2026
Fim: 8 de Setembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Quinta das Freitas CEERIA
Formador
Inês Raquel Ferreira Guilherme Rainho Guiomar
Destinatários
Assistente operacional, Encarregado operacional, Assistente técnico, Chefe de serviços de administração escolar, Coordenador técnico, Outra
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Com a introdução do decreto-lei n.º 54 de 2018, e após alguns anos de implementação, continuam a colocar-se desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas políticas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola inclusiva. Os assistentes operacionais são, nesta legislação, recursos humanos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão. O desempenho das suas funções requer que interajam na escola, tanto com os professores como com os alunos e encarregados de educação, de uma forma responsável e assertiva. Cada vez mais urge capacitar os assistentes operacionais de ferramentas capazes de melhorar o ambiente escolar, ajudando a criar climas de confiança e bem-estar, com interações positivas junto dos alunos e pessoal docente.
Objetivos
1. Contribuir para a melhoria da qualidade de intervenção dos AO numa escola que se pretende inclusiva; 2. Dar a conhecer os princípios da educação inclusiva; 3. Esclarecer as funções específicas dos AO numa escola inclusiva; 4. Compreender a importância de manter a confidencialidade das informações dos alunos e entender as questões de privacidade relacionadas com a educação inclusiva; 5. Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção; 6. Desenvolver habilidades de comunicação para interagir positivamente com alunos de diferentes idades, nacionalidades e diferentes níveis de competências; 7. Analisar cenários que requerem a intervenção do AO.
Conteúdos
1. A escola inclusiva: 1.1. Princípios da educação inclusiva; 1.2. A diversidade numa escola inclusiva; 1.3. Ambientes acolhedores e seguros. 2. Contributo dos AO para o desenvolvimento de uma escola inclusiva: 2.1. Modos de ação e de intervenção: estratégias e recursos facilitadores; 2.2. Atitudes facilitadoras da comunicação; 2.3. Técnicas de assistência que respeitem a autonomia e a dignidade dos alunos; 2.4. Diretrizes éticas para a interação com alunos e manuseio de informações sensíveis. 3. Cenários que requerem a intervenção do AO.
Metodologias
Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta aos objetivos definidos anteriormente. Metodologias ativa, momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados através da apresentação de temas, reflexão e debate.
Avaliação
Avaliação qualitativa
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Bibliografia
Toolkit for Inclusive Schools (https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools.htm) Inclusive Schooling (http://www.wholeschooling.net/InclTchingWeb/SLC/11/11txt.html) Embracing Diversity: Toolkit for Creating Inclusive, Learning-Friendly Environments (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/137522e.pdf) Decreto-Lei nº 54/2018, 6 julho.Amaral, I., Saramago, A., Gonçalves, A., Nunes, C. & Duarte, F. (2004). Avaliação e Intervenção em Multideficiência. Ministério da Educação. Direcção Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular. Carvalho, A. F., & Onofre, C. T. (2007). Aprender a Olhar para o Outro: Inclusão da Criança com Perturbação do Espectro Autista na Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC - Ministério da Educação.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
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