OFERTA FORMATIVA

Ref. 294C45/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128287/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 5 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)

Formador

Margarida Isabel Durães Rodrigues Cruz

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar, para proporcionar uma aprendizagem globalizante aos alunos de cada ano de escolaridade, refletindo as suas propostas, os seus interesses e as suas preferências; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.

Conteúdos

Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) - Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) - O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); - As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Características dos alunos dos 1.º e 2.º CEB e metodologias (5h) - Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos - Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo - Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e gestão de comportamento. Módulo 3 - Competência comunicativa: Oralidade (10h) - Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de distintos textos orais; atividades práticas com áudio/vídeo autêntico; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. - Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas preparatórias de apresentação/debate; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 - Competência comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) - Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com distintos tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. - Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, disciplinares ou interdisciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 - Mediação (5h) -no contexto das línguas -nos documentos de referência: PA e AE -na prática letiva: exemplos de atividades Módulo 6 - CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 - Competência intercultural (5h) - Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa; -Identificar e analisar picturebooks adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural; -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes; -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0B rewster, J., Ellis G. & Girard, D. (2002). The Primary English Teacher's Guide (New Edition). Harlow: Pearson Education Limited.

Anexo(s)




536

Ref. 297C47/A2 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131577/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 5 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 110

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Português (1.º ciclo), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Desenvolver práticas de ensino-aprendizagem baseadas em conhecimentos científicos e didáticos no âmbito dos domínios patentes nas Aprendizagens Essenciais da disciplina de Português; - Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento, de forma articulada, dos domínios da Oralidade, Leitura, Educação Literária, Escrita e Gramática; - Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias integradas nas áreas críticas do Português; - Refletir sobre os contributos da disciplina para o exercício de uma cidadania ativa.

Conteúdos

Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 Oralidade e Educação Literária (1.º e 2.º anos) (5h) estratégias para: i) a compreensão de noções elementares de diferentes géneros literários; ii) a compreensão e fruição de diferentes experiências literárias; iii) a construção de um bom leitor: clube de leitura; apresentações orais?(exposição, reconto, tomada de posição) Módulo 3 Educação Literária e Leitura (3.º e 4.º anos) (5h) estratégias para: i) compreensão de diferentes tipos de texto; ii) as diferentes finalidades de leitura para a construção de um bom leitor: projeto de leitura; dramatizações; textos orais com diferentes finalidades (planificação e produção) Módulo 4 Escrita (5h) estratégias para: i) oficinas de escrita; ii) técnicas de escrita criativa (desbloqueadores de criatividade, modelos de escrita): diário de escrita, texto coletivo; oficina de escrita, plano esquemático, técnicas de revisão linguística; guião de autorrevisão Módulo 5 Oralidade (5h) estratégias para: i) o processo de escuta; ii) a produção discursiva planificada, espontânea e interativa; iii) retórica da oralidade (postura corporal, expressão facial,clareza, volume e tom de voz): guiões de apoio à oralidade; workshop sobre performance; técnicas de anotação; rádio escolar; clube de debate Módulo 6 Leitura e Gramática (1.º e 2.º anos) (5h) estratégias para a organização de um laboratório gramatical: desenvolvimento da consciência fonológica a nível da estrutura sonora e (orto)gráfica da palavra; lexical; sintática; e textual: portefólio, oficina da palavra; construção de um photostory Módulo 7 Leitura Escrita e Gramática (3.º e 4.º anos) (5h) estratégias para a organização de um laboratório gramatical: desenvolvimento da consciência morfológica; lexical; sintática; textual; e discursiva: workshop de ortografia; campeonato de gramática; ebook de texto criativo Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0ME. (1997). Sim-Sim, I., Duarte, I.; Ferraz, M.J. A língua materna na educação básica: competências nucleares e níveis de desempenho.

Anexo(s)




542

Ref. 339C18/A4 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133212/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 5 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: Online / Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Esta oficina destina-se a educadores e professores do ensino básico, secundário e profissional, com o objetivo de capacitar para a integração da Inteligência Artificial (IA) nos recursos educativos digitais, promovendo inovação e eficácia pedagógica numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.

Objetivos

- Compreender os fundamentos da IA e a sua aplicação na educação. - Identificar ferramentas e tecnologias de IA aplicáveis ao ensino. - Desenvolver competências práticas para criar recursos personalizados com IA. - Avaliar os desafios e as implicações éticas da IA no contexto educativo. - Conceber e implementar em contexto de sala de aula e na dimensão profissional, atividades e projetos que integrem IA nos recursos educativos.

Conteúdos

Módulo 1: Introdução à IA na Educação (3h online síncronas) Conceitos e evolução da IA. Exemplos de aplicação da IA na aprendizagem. Ética e Desafios: Privacidade e ética. Impactos na relação professor-aluno. Módulo 2: Ferramentas de IA em Recursos Educativos (3h online síncronas + 3 h presenciais) Plataformas e softwares educativos Integração de chatbots e análise de dados. Módulo 3: Desenvolvimento de Recursos com IA (3h presenciais) Conceção, planificação de conteúdos personalizados. Design de experiências de aprendizagem interativas. Módulo 4: Apresentação e discussão, em grande, grupo do Projeto Prático de implementação da IA em contexto de sala de aula. Avaliação final da Ação. (3 horas online síncronas)

Metodologias

As sessões presenciais serão desenvolvidas numa perspetiva teórica- prática. Para cada sessão serão disponibilizados: Documentação e recursos específicos, bem como propostas de aplicabilidade e experimentação, tanto individualmente como em grupo. Será ainda promovida a partilha de experiências e conhecimentos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o“Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação decada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais enão presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos/tarefas realizadas nas sessões (35%) -Trabalho de aplicação de conteúdos - Projeto Prático (45%) - Reflexão final crítica acerca dos conteúdos e atividades desenvolvidos bem no impacto do mesmo na sua prática letiva e nas aprendizagens dos alunos (20%)

Modelo

Respostas ao Questionário aplicado aos formandos no final da Ação, relatório do formador e do CFAECAN

Bibliografia

Orientações Éticas para Educadores sobre a Utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem (2022). Comissão Europeia. Oliveira, L. e Pinto, M. (2023). A Inteligência Artificial na Educação - ameaças e oportunidades para o ensino-aprendizagem. Escola Superior de Media Artes e Design. Politécnico do Porto. Plano de ação para a implementação da Inteligência Artificial nas escolas (2024). Disponível em: https://bibliotubers.com/plano-de-acao-para-a-implementacao-da-57271. foBIA. Guia para a IA generativa na educação e na pesquisa (2024). UNESCO.

Anexo(s)


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”


Ref. 279C12/A3 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132902/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 5 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: None

Formador

Zélia Maria Lopes Marques

Destinatários

Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

As Declarações Internacionais e as Convenções constataram a interdependência entre o Direito à Educação e o Direito à Inclusão. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, apresenta um conjunto de dimensões que têm como premissa uma nova visão para a educação, uma visão humanista, com base nos direitos humanos e na dignidade, na justiça social, na inclusão, na proteção, na diversidade cultural, linguística e étnica, bem como na responsabilidade e prestação de contas, entre todos, tendo como objetivo “não deixar ninguém para trás” (Unesco, 2017, p. 7). Na sequência da evolução registada a nível internacional, foram publicados em Portugal, um conjunto de documentos estruturantes e orientadores das políticas educativas, que invocam uma mudança de paradigma. Atualmente, a escola é convocada para dar resposta a todos os alunos, adotando princípios ajustados às necessidades e potencialidades de cada um, pelo que a mesma deve organizar-se para a diversidade. A Perturbação do Espetro de Autismo é uma perturbação do neurodesenvolvimento, cuja prevalência tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos. Implica alterações em diversas áreas do desenvolvimento, tais como: a interação, a comunicação, comportamentos e interesses restritos. A designação de Espetro foi atribuída pela variabilidade dos sintomas desde as formas mais leves até às formas mais graves. Os docentes deparam-se diariamente com imensos desafios, para responder eficazmente às necessidades das crianças e jovens com Perturbação do Espetro de Autismo o que justifica capacitar e dotar estes profissionais de formação específica nesta área.

Objetivos

Objetivos a atingir - Abordar o quadro teórico que sustenta as políticas públicas no que respeita à inclusão e equidade; - Evidenciar características do diagnóstico de PEA - Identificar as especificidades e comorbilidades associadas - Identificar sinais de alerta de PEA - Adquirir competências para realizar processos de encaminhamento de crianças/jovens com sinais de PEA - Conhecer instrumentos de rastreio e diagnóstico e abordagens de intervenção - Planear e delinear estratégias práticas de intervenção nas diversas áreas - Promover a articulação entre os diversos intervenientes - Refletir sobre as práticas pedagógicas, promovendo a partilha de experiências no âmbito da PEA

Conteúdos

Módulo 1 – O Quadro conceptual e normativo de referência na resposta a crianças e jovens com Perturbação do Espetro Breve abordagem aos documentos atuais com impacto na Educação Inclusiva no mundo e em Portugal . Quadro normativo de referência: convergência, congruência e interdependência das políticas educativas (Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, Decreto-Lei n.º 54/2018, na sua redação atual, Decreto-Lei n.º 55/2018, Aprendizagens essenciais e Estratégia de Educação para a Cidadania ). Diferentes contributos da investigação nas formas de ensinar e aprender na resposta à diversidade dos alunos e ao seu sucesso e progressão Abordagem multinível - medidas de suporte à aprendizagem: universais, seletivas e adicionais Desenho Universal para Aprendizagem DUA: objetivos, estratégias de ensino, materiais e recursos e avaliação. Módulo 2 - PEA: da Teoria à Prática ( 9 horas - 3 horas presenciais + 6 horas online síncronas) Evolução Histórica da PEA Critérios de diagnóstico (DSM-V). Etiologia, Comorbilidades, Prevalência; Normas clínicas do SNS Sinais de alerta e instrumentos de rastreio e diagnóstico Desenvolvimento social, comunicativo e cognitivo Mitos vs Verdade PEA Modelos e Programas de Intervenção na PEA (6 horas Teacch, Son-Rise, ABA, D.I.R, Denver, PECS Terapias complementares Módulo 3 - Práticas pedagógicas e estratégias de intervenção com crianças e jovens com PEA em sala de aula e noutros contextos: da Planificação à operacionalização, monitorização e avaliação. (10 horas - 7 horas online síncronas+3 horas presenciais) Intervir precocemente na PEA _ Ação dos diferentes intervenientes A criança/jovem com PEA em contexto escolar Opções pedagógicas e estratégias de intervenção O recurso à comunicação aumentativa e alternativa Construção e adaptação de materiais de intervenção na PEA Importância do envolvimento parental A importância do trabalho colaborativo e da articulação dos diversos intervenientes Transição entre ciclos

Metodologias

Presencial Trabalho autónomo Metodologia de cariz teórico-prática, com recurso a dinâmicas que promovam o envolvimento dos participantes em atividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre os temas propostos, com vista à otimização e concretização dos objetivos delineados A Ação de formação em regime de frequência blearning, nomeadamente: apresentação de conteúdos e conceitos, partilha de experiências, trabalhos individuais e em grupo e reflexão e debate de ideias. No desenvolvimento do trabalho autónomo pretende-se que os formandos/as planeiem e apliquem os conhecimentos adquiridos nas sessões presenciais e online síncronas, junto das crianças/alunos nos diferentes contextos de intervenção. Apresentação ao grande grupo, reflexão e debate.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos/tarefas realizadas nas sessões (35%) - Trabalho de aplicação de conteúdos (45%) - Reflexão final crítica acerca dos conteúdos e atividades desenvolvidos bem no impacto do mesmo na sua prática letiva e nas aprendizagens dos alunos (20%)

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em: Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECD iLibrary (oecd-ilibrary.org) Dge. 2018. Para uma Educação Inclusiva - Manual de Apoio à Prática. Disponível em: https://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pd Acesso 28/10/2024 Lima, C. (2012). Perturbação do Espetro do Autismo. Manual prático de intervenção. Lisboa: Lidel - Edições Técnicas. Lima, C. (2015). Perturbações do Neurodesenvolvimento. Manual de orientações diagnósticas e estratégias de intervenção. Lisboa: Lidel – Edições Técnicas. OCDE (2022), Review of Inclusive Education in Portugal, Reviews of National Policies for Education, OECD. Disponível em: https://www.oecd-ilibrary.org/sites/a9c95902-en/index.html?itemId=/content/publication/a9c95902-en#section-d1e1094 UNESCO (2015). Declaração de Incheon. Fórum Mundial de Educação (FME 2015). Coreia do Sul. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000243278_por Acesso 28/10/2024

Anexo(s)



Ref. 299C49/A2 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131585/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: b-learning

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Patrícia Margarida Anselmo da Silva Breites

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 110

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina …, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

• Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); • Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; • Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; • Repensar as práticas de ensino nos diferentes domínios de estudo do meio; • Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias de ensino diferenciadas na área curricular de estudo do meio.

Conteúdos

Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - História (5h) Factos e as datas relevantes da História de Portugal, destacando: a formação de Portugal, a época da expansão marítima, o período Filipino e a Restauração com recurso a fontes documentais. Construção de frisos cronológicos. Módulo 3 - História (5h) Implantação da República e o 25 de Abril com recurso a fontes documentais. Módulo 4 (5h) Seres Vivos: Identificar as características específicas dos animais e plantas; relacionar fatores do ambiente com as condições indispensáveis à vida dos seres vivos; a influência das modificações ambientais nos ecossistemas e na vida dos seres vivos. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 5 (5h) Corpo Humano: Conhecer os sistemas digestivo, respiratório, circulatório, excretor e reprodutivo; modificações biológicas e comportamentais na adolescência; hábitos quotidianos e estilos de vida saudáveis. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 6 - (5h) Reconhecer fenómenos naturais (sismos, vulcões, erosão…) como manifestações da dinâmica e da estrutura interna da Terra e como agentes modificadores da paisagem; Identificação de vários tipos de rochas e solos e diversos tipos de utilização. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 7- (5h) Evolução tecnológica; Propriedades dos materiais: comportamento da luz; eletricidade: eletricidade estática, bons e maus condutores da corrente elétrica, circuito elétrico simples; mecânica; impulsão; magnetismo. Módulo Final - (2,5 horas) - Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final - Obrigatórios e presenciais O módulo ministrado em 3.º lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva. Formação a Distância: Demonstração da distribuição da carga horária pelas diversas tarefas A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Rede Nacional de Clubes de Ciência Viva. Disponível em https://clubes.cienciaviva.pt/

Anexo(s)




545

Ref. 329C100/A1 Prevista

Registo de acreditação: DGAE/1389/2024

Modalidade: Jornada

Duração: 6,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)

Formador

Inês Raquel Ferreira Guilherme Rainho Guiomar

Destinatários

Assistente operacional, Encarregado operacional, Assistente técnico, Chefe de serviços de administração escolar, Coordenador técnico, Outra

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Com a introdução do decreto-lei n.º 54 de 2018, e após alguns anos de implementação, continuam a colocar-se desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas políticas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola inclusiva. Os assistentes operacionais são, nesta legislação, recursos humanos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão. O desempenho das suas funções requer que interajam na escola, tanto com os professores como com os alunos e encarregados de educação, de uma forma responsável e assertiva. Cada vez mais urge capacitar os assistentes operacionais de ferramentas capazes de melhorar o ambiente escolar, ajudando a criar climas de confiança e bem-estar, com interações positivas junto dos alunos e pessoal docente.

Objetivos

1. Contribuir para a melhoria da qualidade de intervenção dos AO numa escola que se pretende inclusiva; 2. Dar a conhecer os princípios da educação inclusiva; 3. Esclarecer as funções específicas dos AO numa escola inclusiva; 4. Compreender a importância de manter a confidencialidade das informações dos alunos e entender as questões de privacidade relacionadas com a educação inclusiva; 5. Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção; 6. Desenvolver habilidades de comunicação para interagir positivamente com alunos de diferentes idades, nacionalidades e diferentes níveis de competências; 7. Analisar cenários que requerem a intervenção do AO.

Conteúdos

1. A escola inclusiva: 1.1. Princípios da educação inclusiva; 1.2. A diversidade numa escola inclusiva; 1.3. Ambientes acolhedores e seguros. 2. Contributo dos AO para o desenvolvimento de uma escola inclusiva: 2.1. Modos de ação e de intervenção: estratégias e recursos facilitadores; 2.2. Atitudes facilitadoras da comunicação; 2.3. Técnicas de assistência que respeitem a autonomia e a dignidade dos alunos; 2.4. Diretrizes éticas para a interação com alunos e manuseio de informações sensíveis. 3. Cenários que requerem a intervenção do AO.

Metodologias

Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta aos objetivos definidos anteriormente. Metodologias ativa, momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados através da apresentação de temas, reflexão e debate.

Avaliação

Avaliação qualitativa

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Bibliografia

Toolkit for Inclusive Schools (https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools.htm) Inclusive Schooling (http://www.wholeschooling.net/InclTchingWeb/SLC/11/11txt.html) Embracing Diversity: Toolkit for Creating Inclusive, Learning-Friendly Environments (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/137522e.pdf) Decreto-Lei nº 54/2018, 6 julho.Amaral, I., Saramago, A., Gonçalves, A., Nunes, C. & Duarte, F. (2004). Avaliação e Intervenção em Multideficiência. Ministério da Educação. Direcção Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular. Carvalho, A. F., & Onofre, C. T. (2007). Aprender a Olhar para o Outro: Inclusão da Criança com Perturbação do Espectro Autista na Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC - Ministério da Educação.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 01-04-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
2 01-04-2026 (Quarta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial


574

Ref. 326C58/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128760/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: Online/Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)

Formador

Mário Nelson Teixeira da Costa

Joaquim Francisco Couto Silva

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Educação Física, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Operacionalizar e estruturar as AE em Educação Física ao longo do 2.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), promovendo a recuperação de aprendizagens entre ciclos; - Usar múltiplas formas de avaliação formativa e de feedback em Educação Física, de acordo com as necessidades e perfil de cada aluno; - Desenvolver uma avaliação para a aprendizagem em Educação Física, diversificando métodos e instrumentos, numa lógica de compromisso e autorregulação.

Conteúdos

Módulo(M) 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. M2 - Jogos e Jogos Desportivos Coletivos (JDC) (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular dos Jogos de Invasão; Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos de Jogos, Andebol, Basquetebol e Futebol; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito dos Jogos e dos JDC abordados. M3 - Jogos, JDC e Outras (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular dos Jogos com rede; Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos de Jogos, Voleibol e Desportos de Raquetas; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito dos Jogos, Voleibol, Desportos de Raquetas. M4 - Atletismo (5 h= 2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular no âmbito das diferentes formas de deslocamento (Atletismo); Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Atletismo; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens desta matéria. M5 - Patinagem e Outras (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular no âmbito das diferentes formas de deslocamento (Patinagem e Percursos na natureza); Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos da Patinagem e dos Percursos da natureza (Orientação); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito destas matérias. M6 - Atividades Rítmicas Expressivas (5 h=2 h online+3 h presencias) Interpretar e desenvolver formas de expressão de acordo com os motivos das composições musicais Dança, Danças Tradicionais e Sociais; Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para as diferentes Danças; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens destas matérias. Módulo Final (2,5 h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais Os módulos opcionais (do módulo 2 ao módulo 6) são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 17 são em sala e 8 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série - n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGECURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt

Anexo(s)




593

Ref. 278C60/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128277/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)

Formador

Maria Helena Pirona Ramos Rodrigues

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 300,310 e 320

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 300,310 e 320. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 300,310 e 320. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) das disciplinas de Português e de Literatura Portuguesa, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - O lugar da gramática no ensino do Português (3.º CEB e ES - 5h) Abordagem dos principais marcos do desenvolvimento linguístico (lexical, fonológico, morfológico e sintático): o Dicionário Terminológico O ensino da gramática no contexto da didática do português e dos documentos de referência para a disciplina de Português O processo de transposição didática no ensino da gramática, envolvendo as competências de leitura, escrita, de compreensão oral e expressão oral. Módulo 3 - A inferência na análise textual (3.º CEB e ES – 5h) Tipos de inferências As inferências na compreensão de textos escritos (ler, compreender e inferir) Trabalho experimental: textos de tipologias variadas; estrutura de questionários e tipos de perguntas. Módulo 4 - A argumentação: compreensão do oral, leitura e escrita (3.º CEB e ES – 5h) O papel de Aristóteles na conceção da argumentação Tipologia de argumentos A argumentação nos atos oral e escrito nas aulas de Português e de Literatura Portuguesa. Módulo 5 - O ensino e a aprendizagem do texto poético (3.º CEB e ES – 5h) A poesia ensina-se? Códigos poéticos: fónico-rítmico; estilístico; semântico-pragmático Estratégias de ensino da poesia. Módulo 6 - O ensino e a aprendizagem do texto narrativo (3.º CEB e ES – 5h) A compreensão leitora em textos narrativos Estratégias de ensino do texto narrativo Desenvolvimento de técnicas de aperfeiçoamento de escrita de texto narrativo (produção e revisão de texto narrativo). Módulo 7 - O lugar da leitura nas aulas de Português e de Literatura Portuguesa (3.º CEB/ES – 5h) Dinâmicas de leitura e de audição (tipologias textuais das Aprendizagens Essenciais) Avaliação da leitura. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina

Metodologias

A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais. O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade. Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos omínios/temas abordados

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Dicionário Terminológico - https://dt.dge.mec.pt/index.php?id=n318

Anexo(s)




594

Ref. 345C57/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128572/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: None

Formador

Carla Cristina Miguel Crisóstomo

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 510

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Física e Química, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

• Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); • Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; • Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; • Promover o ensino prático e experimental com recurso a diferentes materiais.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Ondas e Eletromagnetismo: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais/laboratoriais com recurso a novas tecnologias em alternativa aos equipamentos existentes nos laboratórios. Módulo 3 - Eletricidade e Fenómenos Elétricos: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos eletricidade e magnetismo. Planificação de atividades experimentais de eletricidade e fenómenos elétricos. Modulo 4 - Energia, fenómenos térmicos e radiação: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos associados ao tema. Transição energética e a utilização sustentável de recursos. Planificação de atividades experimentais sobre fenómenos térmicos e radiação. Módulo 5 - Luz e Som: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais com materiais e equipamentos de baixo custo. Módulo 6 - Reações químicas: implicações na sustentabilidade (5 horas) Abordagens de reações químicas à microescala e com recurso a reagentes alternativos. Os novos materiais e os desafios da sociedade Atual. Novas tecnologias no ensino das ciências experimentais: IA / Programas de análise da estrutura molecular. Planificação de procedimentos experimentais que garantam a sustentabilidade social, económica e ambiental. Módulo 7 - Clima, Alterações climáticas e Desenvolvimento Sustentável: interpretação com base na Física e na Química (5 horas) A importância da Física e da Química na análise das alterações climáticas. Propostas de articulação interdisciplinar. Planificação de atividades práticas e experimentais. Módulo 8 - Manuseamento e descarte de reagentes de laboratório. (5 horas) Segurança e Gestão de Resíduos no Laboratório (antes, durante e após as aulas laboratoriais). Seleção de reagentes (questão económica e ambiental). Boas práticas na proteção do ambiente e na sustentabilidade do Planeta Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais Os módulos opcionais (do módulo 2 ao módulo 6) são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos, planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 15 são em sala e 10 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série- n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em:https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Jacinto, Vitor (2017). Laboratório de eletricidade e magnetismo: uma abordagem prática de alguns conceitos de eletricidade e de magnetismo na sala de aula. FCT Universidade Nova de Lisboa. https://run.unl.pt/bitstream/10362/29906/1/Jacinto_2017.pdf Pinto, Vitor (2011). Actividades elementares sobre som e luz. Tese de mestrado da Universidade da Beira Interior https://ubibliorum.ubi.pt/bitstream/10400.6/2496/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20-%20Actividades%20elementares%20sobre%20som%20e%20luz.pdf

Anexo(s)




609

Ref. 266C101/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132701/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Tatiana Luísa Pinho Fernandes Pereira

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça

Enquadramento

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente No contexto dos programas de promoção do sucesso escolar, tem sido dado particular destaque aos programas de tutoria e mentoria, enquanto estratégia a privilegiar no âmbito da promoção do sucesso escolar e inclusão. Tratam-se de medidas devidamente enquadradas e reguladas, mas para as quais é essencial a formação de docentes nesta área, capacitando- os para uma intervenção diferenciada e diferenciadora, que reduza clivagens no acesso ao conhecimento e que desenvolva competências de autorregulação junto das nossas crianças e jovens. Para além da robustez de conhecimentos subjacentes a este tipo de medidas, importa treinar os recursos humanos das escolas para uma implementação intencional e estruturada destas medidas, com técnicas e estratégias de planificação, implementação e avaliação, validadas cientificamente

Objetivos

Esta formação pretende: i) dotar os participantes de noções básicas relativas ao apoio tutorial e programas de mentoria ii) treinar competências específicas no que respeita à planificação, gestão e implementação de programas de apoio tutorial iii) treinar competências específicas no que respeita à planificação, gestão e implementação de programas de mentoria entre pares iv) desenvolver o espírito crítico nos participantes e a adoção de uma postura promotora da inclusão no espaço escolar

Conteúdos

Este curso focará os seguintes conteúdos: i) Inclusão em contexto escolar: princípios básicos ii) Enquadramento legal para o apoio tutorial e programas de mentoria iii) Definição de conceitos centrais no âmbito das medidas de tutoria e mentoria entre pares (princípios teóricos, intervenientes e modalidades de organização) iv) Estruturação de projetos de tutoria e mentoria v) Estratégias de promoção da autorregulação em contexto de tutoria e mentoria vi) Estudos de caso

Metodologias

Ação desenhada para uma modalidade de ensino à distância, em e-learning. - Total de 25 horas, das quais 10h são assincronas. - Para além da metodologia expositiva, prevê-se o recurso a dinâmicas de grupo, por via do recurso às salas de trabalho do zoom; estudos de caso; partilhas de boas práticas, bem como ao recurso a programas como Padlet, fomentando a aprendizagem colaborativa. - Além das sessões on-line, prevê-se o recurso a dinâmicas no âmbito do moodle do CFAE. De igual modo, poderão ser agendados momentos individuais para esclarecimento de dúvidas entre formandos e formadora, sempre que pertinente e necessário.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos desenvolvidos pelos formandos, bem como a elaboração de um trabalho final individual (em formato multimédia) por parte dos formandos. Excelente (de 9 a 10 valores) Muito Bom (de 8 a 8,9 valores) Bom (de 6,5 a 7,9 valores) Regular (de 5 a 6,4 valores) Insuficiente (de 1 a 4,9 valores) Na avaliação dos formandos serão tidos em conta três indicadores: - participação no decurso da ação, interesse demonstrado, dinâmica colaborativa (40%) - no decurso da ação serão propostas três questões-reflexão ao longo da formação (30%), - Reflexão final, versando as principais aprendizagens efetuadas e o impacto na sua formação pessoal e profissional (30%)

Bibliografia

DuBois, D., Portillo, N., Rhodes, J., Silverthorn, N. & Valentine, J. (2011).How Effective Are Mentoring Programs for Youth? A Systematic Assessment of the Evidences. Psychological Science in the Public Interest. 12 (2) 57–91. Nuñez, J., Rosário, P., Vallejo, G. Gonzalez-Pienda, J. (2013). A longitudinal assessment of the effectiveness of a school- based mentoring program in middle school. Contemporary Educational Psychology (38). 11-21. Santos, L. (2012). Tutoria centrada nos processos de Auto-regulação dos alunos do 3ºciclo do Ensino Básico. Universidade do Minho – Instituto de Educação. Silva, E. & Freire, T. (2014). Programas de mentoria e promoção do desenvolvimento positivo de adolescentes. Revista Portuguesa de Educação, 27(1), pp. 157-176.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 16-04-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
2 23-04-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 30-04-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online assíncrona
4 14-05-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 22-05-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 29-05-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online assíncrona
7 05-06-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
8 12-06-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Online assíncrona

Ref. 404C103/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138802/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: None

Formador

Paula da Conceição Rodrigues Ribeiro

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Numa área em permanente evolução, marcada pela emergência de novas ferramentas, normativos e debates éticos, impõe-se uma formação contínua que permita aos professores bibliotecários manter-se atualizados, críticos e intervenientes. A biblioteca escolar, como espaço de mediação do conhecimento, tem um papel central na dinamização depráticas pedagógicas inovadoras, que potenciem o uso ético e criativo da IAGen por professores e aluno. Este curso pressupõe a criação de um ambiente de aprendizagem focado na atualização de conhecimentos,aprofundamento da prática pedagógica e reforço da atuação da biblioteca escolar no apoio à integração da IAGen.

Objetivos

1. Atualizar conhecimentos sobre ferramentas de IAGen e enquadramentos éticos e legais relevantes para o contextoeducativo; 2. Desenvolver e partilhar recursos, atividades e estratégias pedagógicas que integrem IAGen, promovendo a literaciamediática e algorítmica; 3. Reforçar o papel da biblioteca escolar como espaço formativo e colaborativo, potenciador de inovação curricular emetodológica

Conteúdos

Módulo 1 – Atualizações e enquadramento ético-pedagógico da IAGen (4h) - Novidades tecnológicas e tendências em IAGen - Referenciais nacionais e internacionais: UNESCO, UE, OCDE - Desafios éticos e oportunidades para a escola e a biblioteca escolar Módulo 2 – Criação de recursos e planificação de atividades com IAGen (6h) - Ferramentas com IAGen e sua aplicação em práticas de ensino e aprendizagem - Desenvolvimento de recursos (tutoriais, quizzes, vídeos, infografias, chatbots, guias de utilização...) - Planificação de sessões dinamizadas pela biblioteca escolar para alunos e docentes Módulo 3 – Partilha de práticas e articulação curricular (5h) - Apresentação e feedback colaborativo sobre os recursos e planos desenvolvidos - Estratégias para a articulação com docentes de diferentes áreas disciplinares - Construção de repositório partilhado de ferramentas e recursos

Metodologias

A ação combina momentos síncronos e assíncronos em ambiente e-learning, privilegiando metodologias ativas,colaborativas e práticas: - Sessões síncronas com caráter "hands-on", com exploração orientada de ferramentas de IAGen, criação de recursos e - Partilha de dinâmicas de mediação pedagógica. - Trabalho autónomo e colaborativo em ambiente assíncrono (criação de recursos e partilhas em fóruns). - Partilha de práticas entre pares, com feedback construtivo, num ambiente de coaprendizagem. - Aprendizagem baseada em projetos, com desenvolvimento de produtos utilizáveis em contexto real de biblioteca escolar.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a escala de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais daavaliação contínua. A avaliação baseia-se na participação ativa dos formandos nas sessões síncronas e assíncronas, no cumprimento dastarefas propostas dentro dos prazos previamente estipulados e na qualidade dos trabalhos realizados. Os formandosserão avaliados pela apresentação dos trabalhos da componente autónoma, bem como através do relatório críticoindividual final. - Participação nas sessões e fóruns (20%) - Qualidade e aplicabilidade dos recursos produzidos (40%) - Apresentação e reflexão crítica sobre os produtos desenvolvidos (40%)

Bibliografia

Cox, A. (2024). Developing a library strategic response to artificial intelligence. International Federation of LibraryAssociations and Institutions. https://www.ifla.org/g/ai/developing-a-library-strategic-response-to-artificial-intelligence/ Comissão Europeia, Direção-Geral da Educação, da Juventude, do Desporto e da Cultura (2022). Orientações éticas paraeducadores sobre a utilização de inteligência artificial (IA) e de dados no ensino e na aprendizagem. Serviço dasPublicações da União Europeia. https://data.europa.eu/doi/10.2766/07 Pereira, S., Pinto, M., Madureira, E. (2023). Referencial de Educação para os media: educação pré- escolar, ensino básicoe ensino secundário. Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_documentos/referencial-epm-versaoatualizada- dez2023_11dez.pdf UNESCO (2024b). AI competency framework for teachers. United Nations Educational, Scientific and CulturalOrganization. https://doi.org/10.54675/ZJTE2084 UNESCO. (2024c). Guia para a IA generativa na educação e na pesquisa. Organização das Nações Unidas para aEducação, a Ciência e a Cultura. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000390241?posInSet=1&queryId=22823384-45e1-4f83-904d-2090773ab18c

Anexo(s)



Ref. 329C100/A2 Prevista

Registo de acreditação: DGAE/1389/2024

Modalidade: Jornada

Duração: 6,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Destinatários

Assistente operacional, Encarregado operacional, Assistente técnico, Chefe de serviços de administração escolar, Coordenador técnico, Outra

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Com a introdução do decreto-lei n.º 54 de 2018, e após alguns anos de implementação, continuam a colocar-se desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas políticas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola inclusiva. Os assistentes operacionais são, nesta legislação, recursos humanos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão. O desempenho das suas funções requer que interajam na escola, tanto com os professores como com os alunos e encarregados de educação, de uma forma responsável e assertiva. Cada vez mais urge capacitar os assistentes operacionais de ferramentas capazes de melhorar o ambiente escolar, ajudando a criar climas de confiança e bem-estar, com interações positivas junto dos alunos e pessoal docente.

Objetivos

1. Contribuir para a melhoria da qualidade de intervenção dos AO numa escola que se pretende inclusiva; 2. Dar a conhecer os princípios da educação inclusiva; 3. Esclarecer as funções específicas dos AO numa escola inclusiva; 4. Compreender a importância de manter a confidencialidade das informações dos alunos e entender as questões de privacidade relacionadas com a educação inclusiva; 5. Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção; 6. Desenvolver habilidades de comunicação para interagir positivamente com alunos de diferentes idades, nacionalidades e diferentes níveis de competências; 7. Analisar cenários que requerem a intervenção do AO.

Conteúdos

1. A escola inclusiva: 1.1. Princípios da educação inclusiva; 1.2. A diversidade numa escola inclusiva; 1.3. Ambientes acolhedores e seguros. 2. Contributo dos AO para o desenvolvimento de uma escola inclusiva: 2.1. Modos de ação e de intervenção: estratégias e recursos facilitadores; 2.2. Atitudes facilitadoras da comunicação; 2.3. Técnicas de assistência que respeitem a autonomia e a dignidade dos alunos; 2.4. Diretrizes éticas para a interação com alunos e manuseio de informações sensíveis. 3. Cenários que requerem a intervenção do AO.

Metodologias

Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta aos objetivos definidos anteriormente. Metodologias ativa, momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados através da apresentação de temas, reflexão e debate.

Avaliação

Avaliação qualitativa

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Bibliografia

Toolkit for Inclusive Schools (https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools.htm) Inclusive Schooling (http://www.wholeschooling.net/InclTchingWeb/SLC/11/11txt.html) Embracing Diversity: Toolkit for Creating Inclusive, Learning-Friendly Environments (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/137522e.pdf) Decreto-Lei nº 54/2018, 6 julho.Amaral, I., Saramago, A., Gonçalves, A., Nunes, C. & Duarte, F. (2004). Avaliação e Intervenção em Multideficiência. Ministério da Educação. Direcção Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular. Carvalho, A. F., & Onofre, C. T. (2007). Aprender a Olhar para o Outro: Inclusão da Criança com Perturbação do Espectro Autista na Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC - Ministério da Educação.

Anexo(s)



Ref. 412C104/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138360/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 24 de Novembro de 2026

Regime: e-learning

Local: None

Destinatários

Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

No contexto da mais recente investigação científica interdisciplinar sobe a obra de Almada Negreiros foram desenvolvidas múltiplas ferramentas pedagógicas de aplicação acessível e versátil. O que foi feito a partir da obra plástica do referido autor modernista reflectiu-se em múltiplos autores portugueses e internacionais no âmbito do abstraccionismo geométrico. Apresentaremos conteúdos das disciplinas de EV e Matemática que são directamente relacionáveis com uma selecção de obras de vários autores, particularmente significativos neste contexto. As obras serão elencadas com os respectivos conteúdos, bem com as possíveis abordagens pedagógicas em sala de aula.

Objetivos

Incrementar referentes visuais no âmbito da abstracção geométrica, mas também manifestações artísticas. Aprofundar capacidades e estratégias de interpretação da obra de arte. Aprender, criar e partilhar novos recursos e ferramentas pedagógicas para a sala de aula. Apresentar ou reforçar conhecimentos na prática do desenho. Aprofundar capacidades e estratégias pedagógicas. Avaliar os resultados individuais obtidos pela formação.

Conteúdos

EV - 2º ciclo: noções básicas de geometria, com a construção de polígonos regulares, ou a divisão de rectas em partes iguais; a distinção da posição de rectas nos espaço e posição relativa de objectos e as noções de património artístico e cultural; a utilização de materiais de desenho técnico na análise de noções de escala, mas também de ângulos, circunferências tangentes, ovais e arcos. 3º ciclo: reconhecer e representar princípios formais de simetria; perceber a noção de composição em diferentes produções plásticas; decompor um objecto simples, identificando os seus constituintes formais; e desenvolver acções orientadas para a investigação e para actividades de projecto. Matemática - 2º ciclo: casos de igualdade de triângulos, soma dos ângulos internos de um triângulo; polígonos inscritos numa circunferência; isometrias do plano; mediatriz de um segmento de recta. 3º ciclo: teorema de Tales e casos de semelhança de triângulos; teorema de Pitágoras; fórmula fundamental da trigonometria, e razões de ângulos conhecidos. Referentes culturais e artísticos incluem a azulejaria e calçada portuguesa; Almada Negreiros; Jorge Pinheiro, Fernando Lanhas, Artur Rosa, Ângelo de Sousa; Nadir Afonso; José Escada, entre outros; mas também a Arte egípcia; arquitectura gótica; Kazimir Malevich; Joseph Albers; Piet Mondrian; Max Bill; M.C. Escher; Victor Vasarely; Heather Hansen; Richard Lohse; Bart van der Leck; Vladimir Tatlin; Constantin Brancusi; Mario Merz; Olafur Eliasson, entre outros.

Metodologias

As sessões serão teórico-práticas. Consistem numa explicação inicial em que o formador contextualiza as obras de arte a abordar, bem como os conteúdos programáticos (de ambas as disciplinas) a relacionar com a obra. Seguem-se os exemplos práticos de como aplicar pedagogicamente os conteúdos às obras em foco: 1) demonstração; 2) experimentação, aplicação e desenvolvimento de recursos pedagógicos; 3) registo individual da metodologia para aplicação com os alunos.

Avaliação

A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e assiduidade dos formandos em cada uma das sessões efetuadas, tendo como base os seguintes itens de avaliação: Participação; realização das tarefas nas sessões; assiduidade; pontualidade; Trabalhos realizados na ação incluindo a planificação e os materiais didáticos; Reflexão crítica final de acordo com o documento orientador fornecido pelo formador, onde dêem conta da mais-valia desta ação para o seu desenvolvimento profissional e melhoria das práticas. A escala de avaliação é compreendida entre 1 a 10 valores, sendo que a aprovação na oficina de formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.

Bibliografia

AMWELL, Lynn: Mathematics and Art: A cultural history, Princeton: Princeton University Press, 2016.HICKMAN, Miranda B., The Geometry of Modernism, Austin, The University of Texas Press, 2005.PALMEIRIM, Simão (coord. Dossier temático Geometria e Arte): Convocarte nº2, nº3, Lisboa: FBAUL, 2016. 2015.PALMEIRIM, Simão: “Art based research: Oscilação, ambivalência e surpresa”, Investigação em Artes. A Oscilação dos Métodos, Lisboa: Ed. do Centro de Filosofia da FLUL, 2015.PALMEIRIM, Simão; FREITAS, Pedro (coord.): https://gulbenkian.pt/almada-comecar/

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-10-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online síncrona
2 15-10-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online síncrona
3 20-10-2026 (Terça-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online síncrona
4 22-10-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:00 1:30 Online assíncrona
5 28-10-2026 (Quarta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online assíncrona
6 29-10-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online síncrona
7 04-11-2026 (Quarta-feira) 19:00 - 20:00 1:00 Online assíncrona
8 05-11-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online síncrona
9 11-11-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online síncrona
10 19-11-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 20:15 2:00 Online síncrona
11 25-11-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online assíncrona
12 26-11-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 20:15 2:00 Online síncrona

Ref. 266C102/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132701/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça

Enquadramento

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente No contexto dos programas de promoção do sucesso escolar, tem sido dado particular destaque aos programas de tutoria e mentoria, enquanto estratégia a privilegiar no âmbito da promoção do sucesso escolar e inclusão. Tratam-se de medidas devidamente enquadradas e reguladas, mas para as quais é essencial a formação de docentes nesta área, capacitando- os para uma intervenção diferenciada e diferenciadora, que reduza clivagens no acesso ao conhecimento e que desenvolva competências de autorregulação junto das nossas crianças e jovens. Para além da robustez de conhecimentos subjacentes a este tipo de medidas, importa treinar os recursos humanos das escolas para uma implementação intencional e estruturada destas medidas, com técnicas e estratégias de planificação, implementação e avaliação, validadas cientificamente

Objetivos

Esta formação pretende: i) dotar os participantes de noções básicas relativas ao apoio tutorial e programas de mentoria ii) treinar competências específicas no que respeita à planificação, gestão e implementação de programas de apoio tutorial iii) treinar competências específicas no que respeita à planificação, gestão e implementação de programas de mentoria entre pares iv) desenvolver o espírito crítico nos participantes e a adoção de uma postura promotora da inclusão no espaço escolar

Conteúdos

Este curso focará os seguintes conteúdos: i) Inclusão em contexto escolar: princípios básicos ii) Enquadramento legal para o apoio tutorial e programas de mentoria iii) Definição de conceitos centrais no âmbito das medidas de tutoria e mentoria entre pares (princípios teóricos, intervenientes e modalidades de organização) iv) Estruturação de projetos de tutoria e mentoria v) Estratégias de promoção da autorregulação em contexto de tutoria e mentoria vi) Estudos de caso

Metodologias

Ação desenhada para uma modalidade de ensino à distância, em e-learning. - Total de 25 horas, das quais 10h são assincronas. - Para além da metodologia expositiva, prevê-se o recurso a dinâmicas de grupo, por via do recurso às salas de trabalho do zoom; estudos de caso; partilhas de boas práticas, bem como ao recurso a programas como Padlet, fomentando a aprendizagem colaborativa. - Além das sessões on-line, prevê-se o recurso a dinâmicas no âmbito do moodle do CFAE. De igual modo, poderão ser agendados momentos individuais para esclarecimento de dúvidas entre formandos e formadora, sempre que pertinente e necessário.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos desenvolvidos pelos formandos, bem como a elaboração de um trabalho final individual (em formato multimédia) por parte dos formandos. Excelente (de 9 a 10 valores) Muito Bom (de 8 a 8,9 valores) Bom (de 6,5 a 7,9 valores) Regular (de 5 a 6,4 valores) Insuficiente (de 1 a 4,9 valores) Na avaliação dos formandos serão tidos em conta três indicadores: - participação no decurso da ação, interesse demonstrado, dinâmica colaborativa (40%) - no decurso da ação serão propostas três questões-reflexão ao longo da formação (30%), - Reflexão final, versando as principais aprendizagens efetuadas e o impacto na sua formação pessoal e profissional (30%)

Bibliografia

DuBois, D., Portillo, N., Rhodes, J., Silverthorn, N. & Valentine, J. (2011).How Effective Are Mentoring Programs for Youth? A Systematic Assessment of the Evidences. Psychological Science in the Public Interest. 12 (2) 57–91. Nuñez, J., Rosário, P., Vallejo, G. Gonzalez-Pienda, J. (2013). A longitudinal assessment of the effectiveness of a school- based mentoring program in middle school. Contemporary Educational Psychology (38). 11-21. Santos, L. (2012). Tutoria centrada nos processos de Auto-regulação dos alunos do 3ºciclo do Ensino Básico. Universidade do Minho – Instituto de Educação. Silva, E. & Freire, T. (2014). Programas de mentoria e promoção do desenvolvimento positivo de adolescentes. Revista Portuguesa de Educação, 27(1), pp. 157-176.

Anexo(s)



Ref. 395C94/A2 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138030/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A formação CANVA EDU: Ferramentas Visuais com Impacto na Aprendizagem surge da necessidade crescente dos docentes incorporarem recursos digitais inovadores e pedagógicos nas suas práticas. O Canva, através da sua versão educativa Canva for Education, destaca-se como uma plataforma intuitiva e acessível, oferecendo uma vasta biblioteca de modelos educativos, elementos gráficos, vídeos, ícones, fotografias e layouts, permitindo a criação de materiais de elevada qualidade sem exigir competências técnicas avançadas. O Canva integra ainda ferramentas de Inteligência Artificial que potenciam a criação de conteúdos. Entre estas encontram-se a geração automática de textos, a reformulação de materiais, a produção de imagens a partir de descrições, a elaboração de planos e apresentações e a organização de recursos com o apoio de assistentes inteligentes. A integração com modelos de linguagem permite adaptar, simplificar ou aprofundar conteúdos de forma rápida, promovendo uma maior personalização dos materiais e aumento da produtividade. A plataforma oferece também funcionalidades colaborativas que facilitam a utilização em equipa entre docentes e alunos. É possível partilhar projetos, comentar, editar simultaneamente e integrar materiais diretamente em ambientes virtuais de aprendizagem. A exportação em múltiplos formatos permite utilizar os recursos em sala de aula, em comunicação interna e em plataformas LMS.

Objetivos

• Explorar e aplicar os diversos recursos gráficos, multimédia e modelos educativos disponíveis na versão EDU do Canva; • Utilizar funcionalidades de Inteligência Artificial e modelos de linguagem (LLM) para gerar, adaptar e personalizar conteúdos educativos; • Desenvolver competências na criação de planos, apresentações, fichas, infográficos e outros recursos pedagógicos digitais; • Fomentar a utilização colaborativa da plataforma, promovendo o trabalho colaborativo entre docentes e alunos; • Integrar os materiais criados no Canva em ambientes virtuais de aprendizagem (AVA/LMS) e em contextos de comunicação escolar; • Incentivar práticas pedagógicas inovadoras, dinâmicas e visualmente apelativas, alinhadas com os desafios da educação contemporânea.

Conteúdos

Duração total: 10 sessões (5 síncronas de 3 horas e 5 assíncronas de 2 horas) Módulo 1 Introdução ao Canva EDU e Recursos Visuais • Sessão 1 (síncrona, 3h): Apresentação da versão EDU, navegação na plataforma, biblioteca de modelos e elementos gráficos; princípios básicos de design. • Sessão 2 (assíncrona, 2h): Exercícios práticos de exploração de recursos, criação de pequenos materiais visuais e estudo autónomo de layouts e templates. Módulo 2 Criação de Conteúdos Pedagógicos e Multimédia • Sessão 3 (síncrona, 3h): Desenvolvimento de planos, apresentações, fichas e infográficos; inserção e manipulação de multimédia. • Sessão 4 (assíncrona, 2h): Criação autónoma de conteúdos educativos; aplicação das boas práticas de design e personalização de materiais. Módulo 3 Inteligência Artificial no Canva • Sessão 5 (síncrona, 3h): Exploração das ferramentas de IA; geração automática de textos, criação de imagens a partir de descrições; utilização de assistentes inteligentes. • Sessão 6 (assíncrona, 2h): Exercícios práticos de utilização da IA para criação e adaptação de materiais educativos. Módulo 4 Colaboração, Integração e Aplicação em Contextos Educativos • Sessão 7 (síncrona, 3h): Funcionalidades colaborativas, partilha de projetos, comentários e edição simultânea; integração em AVA/LMS. • Sessão 8 (assíncrona, 2h): Desenvolvimento autónomo de recursos colaborativos; exercícios de integração em plataformas educativas. • Sessão 9 (síncrona, 3h): Planificação de aulas utilizando os recursos criados; discussão de práticas pedagógicas inovadoras. • Sessão 10 (assíncrona, 2h): Reflexão final e aplicação prática; avaliação dos materiais criados.

Metodologias

O curso, decorrerá em regime e-Learning, (15 h síncronas e 10 h assíncronas) através do Moodle e do Zoom para dinamizar as sessões e planificar as atividades, apoiar a criação e utilização de recursos digitais e visuais em contexto educativo, bem como a reflexão acerca da integração curricular e a transversalidade destas temáticas na prática pedagógica. Atividades teóricas: explicação de conceitos pedagógicos e de design visual através de exemplos e demonstrações na plataforma Canva; discussão de princípios de organização de conteúdos, análise de boas práticas e reflexão sobre estratégias de utilização de recursos digitais em sala de aula. Atividades práticas: aprendizagem experiencial, através da criação de materiais educativos no Canva, exploração das ferramentas de Inteligência Artificial e aplicação direta dos conteúdos em exercícios simulados; aprendizagem cooperativa, onde o trabalho colaborativo com acompanhamento do formador. Apresentação final dos trabalhos produzidos, com reflexão crítica sobre o processo e os resultados obtidos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho e uma reflexão final de cada um dos formandos.

Modelo

A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.

Bibliografia

Ministério da Educação Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julho. https://www.dge.mec.pt/perfil-dos-alunos Ministério da Educação Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (PDF). https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfCanva. (2024). Teaching tools and free resources fo educators. https://www.canva.com/education/teaching-resources/Yilmaz, S. (2024). Using Canva for Education application with elementary school students. Electronic Turkish Studies Journal, 19(2), 123-145. Fonseca, M. J. (2023). Que referências para implementar a IA em educação 2023/2024? Cuadernos de Educación y Desarrollo, 15(3), 1-15. Lopes, A., & Pereira, C. (2024). Inteligência artificial na educação: Um auxiliar ou um problema? Lusíada. Educação, 32(1), 45-62.

Anexo(s)



Ref. 417C108/A1 Prevista

Registo de acreditação: ACD 33-2025-27

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A crescente presença da Inteligência Artificial (IA) em diferentes áreas da sociedade tem vindo a transformar também os contextos educativos. Em particular, o desenvolvimento recente de ferramentas de IA generativa abre novas possibilidades para a criação de recursos educativos, apoio à aprendizagem e inovação pedagógica. Ao mesmo tempo, a utilização destas tecnologias levanta questões importantes relacionadas com a fiabilidade da informação, ética, proteção de dados, autoria e uso responsável da tecnologia. Neste contexto, torna-se fundamental promover momentos de reflexão e de desenvolvimento profissional que permitam aos docentes compreender as potencialidades e os riscos associados à utilização da IA generativa na educação. A presente ação pretende também promover a partilha de práticas pedagógicas já desenvolvidas em sala de aula que de certa forma traduzem os impactos da frequência de ações de formação promovidas pelo CFAECAN, permitindo aos docentes conhecer exemplos concretos de atividades realizadas com recurso à IA e aplicadas em contexto de sala de aula.

Objetivos

Promover a reflexão sobre o uso da Inteligência Artificial em contexto educativo, analisando as suas potencialidades e riscos e partilhando práticas pedagógicas desenvolvidas em contexto de formação e de sala de aula. Objetivos específicos Compreender o conceito de inteligência artificial e, em particular, de IA generativa. Identificar potencialidades da utilização da IA em contextos de ensino e aprendizagem. Refletir sobre os riscos e desafios associados à utilização da IA na educação. Conhecer exemplos de práticas pedagógicas com recurso à IA desenvolvidas por docentes. Promover a partilha de experiências e reflexão colaborativa entre os participantes

Conteúdos

1. Apresentação dos objetivos da ACD 2. Partilha de práticas pedagógicas de sucesso que envolvem o recurso a inteligência Artificial Apresentação de atividades desenvolvidas em contexto de sala de aula, por docentes que frequentaram Ações de Formação no âmbito IA Reflexão acerca dos desafio, oportunidades e impactos na prática pedagógica e nas aprendizagens dos alunos. 3. Debate e reflexão final Identificar a diversidade de Ferramentas de IA aplicáveis em contexto educativo Potencialidades da IA generativa no ensino: Apoio à criação de recursos pedagógicos; Diferenciação pedagógica e personalização da aprendizagem; Apoio à avaliação e feedback aos alunos; Desenvolvimento de competências digitais Riscos e desafios da utilização da IA na educação: Fiabilidade da informação; Questões éticas e de autoria; Proteção de dados e privacidade; Uso responsável da IA pelos alunos

Metodologias

A ação desenvolver-se-á através de uma metodologia participativa que combina momentos de exposição dialogada, apresentação de exemplos práticos e partilha de experiências pedagógicas. Serão privilegiados momentos de reflexão conjunta e de discussão entre os participantes sobre as possibilidades de utilização da inteligência artificial em contexto educativo.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos

Anexo(s)


Observações

Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethicalguidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-parautilizacao-da-inteligencia-artificial https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-emanalise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20 230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissaoeuropeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial. UNESCO – Artificial Intelligence and Education https://www.unesco.org/en/artificial-intelligence/education



724

Ref. 227C42/A2 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125487/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: Presencial

Local: None

Formador

Sandrine Cordeiro

Destinatários

Educadores de Infância e Professores do Grupo 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Grupo 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

As Expressões Artísticas manifestam-se como instrumento fundamental no processo das aprendizagens, contribuindo para o desenvolvimento do sentido estético, crítico e criativo do ser humano. Contribuem, de igual modo, para o desenvolvimento cognitivo, a expressão das emoções, o estímulo da capacidade imaginativa, da perceção e do domínio motor, fortalecendo o progresso pessoal e social do indivíduo. Verifica-se, por isso, importante a prática e a reflexão contínuas nestas áreas, através da capacitação de docentes e da criação de recursos facilitadores das práticas por forma a encontrar estratégias para a implementação do desenvolvimento das competências criativas e artísticas dos alunos e, ser uma medida de apoio ao sucesso educativo, numa perspetiva transdisciplinar do desenvolvimento curricular.

Objetivos

Pretende-se, com esta oficina, oferecer aos professores possibilidades de atualização, debate, experimentação e partilha sobre as visões contemporâneas da arte e as suas possíveis aplicações no contexto educativo, por forma a: - Integrar, nas práticas usuais, estratégias intencionais de estimulação das competências na área da expressão dramática/teatro; - Explorar técnicas de expressão dramática e, identificar objetivos subjacentes à sua utilização, através da partilha de ideias e práticas; - Elaborar um portfólio de materiais para a intervenção estruturada utilizando as técnicas aprendidas; - Entender a Expressão Dramática e o Teatro enquanto práticas experimentais, criativas e multidisciplinares; - Promover a expressão emocional e criativa dos participantes; - Melhorar a comunicação e as habilidades de expressão verbal e não-verbal; - Estimular a confiança e a autoestima dos participantes; - Proporcionar um ambiente de trabalho mais colaborativo e inclusivo; - Enquadrar as aprendizagens e experimentação no âmbito das disciplinas e, numa perspetiva transdisciplinar do desenvolvimento curricular.

Conteúdos

EXPRESSÃO DRAMÁTICA – TEATRO - Ver, Estar, Ser e Agir Jogos teatrais: - Exercícios de aquecimento; - Exercícios de corpo e voz; - Jogos para o fortalecimento das dinâmicas de grupo; - Jogos dramáticos; - Exercícios de relaxamento. O texto, a personagem e a cena: - O texto e a sua adaptação para cena; - A construção de texto a partir de exercícios; - Personagens: construção e interpretação; - Criação de cenas. Reflexão e discussão: - Partilhar experiências; - Incentivar a reflexão e discussão de ideias. MATERIAIS E CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE ESPAÇO: Espaço amplo, com cadeiras suficientes para o número de participantes, papel e material de escrita.

Metodologias

PRESENCIAL: 1. Enquadramento da temática; 2. Enquadramento teórico assente na prática; 3. Realização dos exercícios propostos em grupo; 4. Planificação e realização de um projeto de experimentação com o grupo; 5. Partilha e reflexão crítica a partir das propostas apresentadas. TRABALHO AUTÓNOMO: 1. Planificação de uma atividade e Implementação da(s) atividade(s) em contexto educativo grupo/turma; 2. Apresentação e reflexão crítica com enfoque na(s) atividade(s) implementadas no contexto educativo.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação será contínua e formativa. A classificação final a atribuir aos formandos resultará dos seguintes parâmetros e critérios de classificação: 1. Participação nas sessões (25%); 2. Portefólio com a recolha dos trabalhos realizados ao longo da oficina, complementado com um plano de ação e avaliação (50%); 3. Apresentação de evidências da utilização dos recursos produzidos em contexto educativo com enfoque no desenvolvimento curricular (25%).

Bibliografia

Boal, Agusto (2008). Jogos para Atores e Não-Atores. Civilização Brasileira. Melo, Maria do Céu de (2005). A expressão dramática: À procura de percursos. Lisboa: Livros Horizonte. Stanislavski, Constantin (2020). Preparação do Papel pelo do Ator. Bicho do Mato. Da Silva, Dulce Ferreira, Levi Leonido Fernandes Da Silva e Elsa Morgado. Simões, Joaquina Carlota Mila. Guerreiro, Alexandra Maria Caeiro.

Anexo(s)


Observações

Sandrine Cordeiro desenvolve trabalho artístico desde 1994 em diferentes áreas de expressão artística e é docente desde 2003. Habilitações académicas: - Título de Especialista em Teatro, 2023; - Mestrado em Teatro, 2012; - Profissionalização em Serviço, 2010; - Pós-graduação em História da Arte Contemporânea, 2001; - Licenciatura em Artes Plásticas, 2000. Formadora: - CAP_IEFP n.º EDF 14172/2001 DC - CCP n.º CCPFC/RFO-37751/17 - EFormadora: FEe-f712678/2021


Ref. 411C105/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138973/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 3 de Novembro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: Presencial

Local: None

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente A aquisição de conhecimentos elementares de socorrismo pode ajudar a salvar vidas, a diminuir o sofrimento e a evitar possíveis complicações futuras de saúde, dai a importância de se saber atuar numa situação inesperada, seja ela um acidente ou case se trate de uma doença súbita, que requer cuidados ao nível do estado de saúde da vítima. É neste contexto que qualquer docente deve procurar adquirir as noções fundamentais dos primeiros socorros.

Objetivos

Compreender os atributos, prioridades e responsabilidades de um socorrista;Compreender como é organizado e coordenado o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM); Executar de forma autónoma cuidados imediatos e adequados de primeiros socorros;Realizar o exame da vítima (exame primário e exame secundário);Identificar uma situação de paragem cardiorrespiratória e executar as manobras de Suporte Básico de Vida;Responder eficazmente a uma situação súbita (hemorragia, intoxicação, engasgamento, queimaduras, traumatismo crânio-encefálico (TCE), traumatismo vertebro-medular (TVM), ortotraumatologia, convulsão, Diabetes Mellitus, dificuldades respiratórias) permitindo a estabilização da vítima até à chegada dos meios de Emergência Médica.

Conteúdos

•Princípios gerais de socorrismo;Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM);Caixa de Primeiros Socorros;Noções básicas sobre a anatomia e fisiologia do sistema circulatório humano;Noções básicas sobre hemorragias;Noções básicas sobre Diabetes Mellitus;Atuação prática em casos de Diabetes Mellitus (hipoglicémia e hiperglicemia);Noções básicas sobre a anatomia e fisiologia do sistema respiratório humano;Atuação prática em casos de dificuldade respiratória provocada por uma crise asmática;Atuação prática em casos de crise convulsiva, provocada por uma epilepsia, trauma ou hipertermia;Exame Primário da Vítima;Exame Secundário da Vítima;Suporte Básico de Vida (SBV);Noções básicas sobre a pele e suas lesões (feridas e queimaduras);Atuação prática em casos de feridas e queimaduras;Noções básicas de acidentes musculosqueléticos (entorses e fraturas);Atuação prática em casos de Traumatismo Crânio-Encefálico (TCE), Traumatismo Vertebro-Medular (TVM) e artotraumatologia;Estabilização em vários cenários de trauma.

Metodologias

•Sessões teóricas e sessões práticas; •Acompanhamento da componente prática a realizar em contexto escolar pelos próprios formandos; •Apresentação de filmes pedagógicos; •Realização de atividades teórico-práticas individuais e/ou em grupo.

Avaliação

A classificação quantitativa dos formandos será na escala de 1 a 10. Terá em conta a assiduidade, a participação, o trabalho desenvolvido no contexto da formação e, ainda, o relatório final.

Bibliografia

Manuais de formação do INEM Manual de primeiros socorros-DGE

Anexo(s)



Ref. 308C64/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138356/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 28 de Novembro de 2026

Fim: 30 de Janeiro de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister/Online

Destinatários

Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O trabalho colaborativo e ambientes de trabalho multidisciplinares do professor e a comunidade escolar são essenciais para uma educação inclusiva. A criação de projetos e dinâmicas ativas, de interesse de necessidade para os alunos, os professores e a comunidade escolar incentiva um aprendizagem a partir da experiência. A arte, a cultura e o património podem ser consideradas ferramentas que de forma criativa, criem uma adaptação curricular em conjunto com as competências e habilidades do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Pelo que a prática e desenvolvimento do professor nestas dinâmicas procurando estratégias de trabalho diferenciado dos alunos, apoia o desenvolvimento da sua autonomia, de responsabilidade e de reflexão no seu próprio processo de aprendizagem.

Objetivos

No final da formação, os participantes deverão ser capazes de:  Criar, aplicar e avaliar projetos de educação inclusiva dentro do curriculum, através da arte, da cultura, o património e as plataformas digitais.   Implementar dinâmicas pedagógicas multidisciplinares, com a comunidade escolar em conjunto com o aluno como ferramentas de aprendizagem.  Desenvolver as competências e habilidades do aluno a partir de um trabalho diferenciado do aluno. Acompanhamento, monitorização e autoavaliação.

Conteúdos

Parte I. Planificação 1.Definição de objetivos para a inclusão e sucesso escolar em construção, comunicação e colaboração com uma equipa multidisciplinar (pessoal docente, pessoal técnico e encarregados de educação). 2.Conhecer o aluno, a diversidade dos alunos e a construção de percursos diferenciados. Identificação de recursos nascêssemos as motivações, interesses e curiosidade para o desenvolvimento do trabalho autónomo do aluno. Parte II. Criação e integração 3.Metodologias ativas, participativas e inclusivas internacionais. Criação e desenvolvimento de projetos interdisciplinares, junto com dinâmicas pedagógicas através da arte, da cultura, o património e as plataformas digitais.  4. Integração de projetos com o curriculum escolar. Aprendizagem a partir da experiência, da troca de conhecimento, do jogo, a interação com a comunidade escolar e a localidade. 5.Identificação das competências, habilidades e potencialidades do aluno. Implementação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.   Parte III. Monitorização e avaliação 6.Dialogo intercultural e consciência social. Respeito, equidade, igualdade, gestão de conflitos e resolução de problemas.    7.Acompanhamento, monitorização e avaliação. Trabalho diferenciado do aluno.

Metodologias

Metodologia participativa e ativa com dinâmicas de grupo.  Aprendizagem a partir da experiência, da prática, da reflexão e do team building.

Avaliação

Formativa, através da participação, trabalho em equipa e pensamento critico nos exercícios realizados nas sessões presenciais . Registo audiovisual do processo de realização do projeto final através de uma plataforma digital. Criatividade, comunicação e utilização digital e tecnológica. Autoavaliação individual e grupal do processo, autonomia, desempenho e do produto final

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

CNE. (2021). Estado da Educação 2020. Portugal: CNE. Disponível em: https://www.cnedu.pt/pt/noticias/cne/1617-estado-educacao-2019 Costa, J., & Couvaneiro, J. (2019). Conhecimentos vs. Competências: Uma Dicotomia Disparada na Educação. Lisboa:Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho da Presidência do Conselho de Ministros, Educação. Diário da República n.º 129/2018, Série I de 2018- 07-06, páginas 2918 2928 (Educação Inclusiva)Monteiro, R. (Coord.). (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania”. Lisboa: DGE.UNESCO. (2016). Education 2030: Incheon Declaration and Framework for Action for the implementation of Sustainable Development Goal 4: Ensure inclusive and equitable quality education and promote lifelong learning opportunities for all. Republic of Korea: UNESCO.

Anexo(s)


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, apresente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 16-01-2027 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 16-01-2027 (Sábado) 14:00 - 16:00 2:00 Presencial
3 19-01-2027 (Terça-feira) 18:30 - 21:15 2:45 Online síncrona
4 26-01-2027 (Terça-feira) 18:30 - 21:15 2:45 Online síncrona
5 02-02-2027 (Terça-feira) 18:30 - 21:15 2:45 Online síncrona
6 08-02-2027 (Segunda-feira) 18:30 - 21:15 2:45 Online síncrona
7 13-02-2027 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
8 13-02-2027 (Sábado) 14:00 - 16:00 2:00 Presencial

Ref. 413C106/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138267/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 2 de Dezembro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A formação de professores no âmbito das práticas de avaliação formativa é essencial para promover uma abordagem pedagógica centrada na aprendizagem contínua e no desenvolvimento dos alunos. Esta formação permite aos docentes utilizar a avaliação como uma ferramenta de diagnóstico, acompanhamento e intervenção, facilitando a planificação de estratégias de ensino mais adequadas às necessidades dos alunos. Ao dominar práticas como o feedback de qualidade, a autoavaliação e a coavaliação, os professores fomentam o envolvimento e coresponsabilização dos vários intervenientes no processo, promovendo a autonomia e o pensamento crítico dos alunos e contribuindo para um ambiente de aprendizagem mais inclusivo, reflexivo e eficaz.

Objetivos

- Compreender os princípios e fundamentos teóricos da avaliação formativa no contexto educativo - Desenvolver competências para planear e aplicar estratégias de avaliação formativa adaptadas às necessidades dos alunos - Melhorar a capacidade de utilizar o feedback como instrumento de regulação da aprendizagem e de promoção do sucesso escolar - Fomentar práticas de autoavaliação e coavaliação que incentivem a participação ativa e a responsabilidade dos alunos no seu percurso formativo - Refletir criticamente sobre a própria prática avaliativa, promovendo uma cultura de melhoria contínua

Conteúdos

Módulo 1 - Fundamentos da Avaliação Formativa Módulo 2 -Técnicas e Instrumentos de Recolha de Informação Módulo 3 - O Feedback como Ferramenta de Aprendizagem Módulo 4 - Autoavaliação e Coavaliação Módulo 5 - Práticas de Diferenciação Pedagógica

Metodologias

Sessões teórico-práticas: - leitura orientada de textos teóricos e normativos; - reflexão individual sobre práticas de avaliação; - trabalho colaborativo para construção de materiais de apoio às práticas de avaliação formativa; - elaboração de uma sequência de aprendizagem com avaliação formativa incorporada

Avaliação

Relatório individual avaliado e classificado em conformidade com o Regulamento Jurídico da Formação Contínua e outros documentos enquadradores da avaliação e classificação da formação contínua, expressos na escala qualitativa e quantitativa definida pelo CCPFC.

Bibliografia

Black, P., & Wiliam, D. (1998). Inside the Black Box: Raising Standards Through Classroom Assessment. London: King's CollegeBrookhart, S. M. (2008). How to Give Effective Feedback to Your Students. Alexandria, VA: ASCD.Perrenoud, P. (1999). Avaliação: da Excelência à Regulação das Aprendizagens Entre Duas Lógicas. Porto: Porto EditoraSadler, D. R. (1989). Formative Assessment and the Design of Instructional Systems. Instructional Science, 18(2), 119-144Brookhart, S. M. (2008). How to Give Effective Feedback to Your Students. Alexandria, VA: ASCD.



Ref. 265C39/A1 Prevista

Registo de acreditação: ACD 19 - 2024/2025

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 4 de Dezembro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)

Formador

Ana Rita Almeida Barreto

Destinatários

Pessoal docente e não docente que intervém nos projetos financiados (Centros Tecnológicos Especializados – PRR, Programa de Recuperação das Aprendizagens, cursos profissionais, educação e formação de

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça

Enquadramento

Num cenário global cada vez mais complexo e regulado, é imperativo que organizações e indivíduos tenham um profundo conhecimento dos sistemas e metodologias que garantem a conformidade e a integridade. A implementação eficaz do Sistema de Gestão e Controlo Interno (SGCI) e a prevenção de riscos são fundamentais para assegurar a transparência e a ética nas operações, especialmente quando se trata da gestão de fundos públicos e de programas financiadores como o PRR, Pessoas2030, e ERASMUS+. A presente formação visa capacitar os participantes com conhecimentos essenciais para a aplicação das orientações da tutela e dos financiadores, transformando-as em práticas auditáveis e procedimentos concretos. Ao focar-se em temas cruciais como o enquadramento legal, ferramentas de autoavaliação, e políticas antifraude, a formação prepara os profissionais para enfrentar os desafios da prevenção, deteção e correção de irregularidades. O presente curso visa dotar os participantes do conhecimento das obrigações associadas ao sistema de gestão de controlo interno (SGCI), metodologias de gestão do risco e prevenção, no cumprimento das orientações da tutela e dos programas financiadores (PRR, Pessoas2030, ERASMUS+, etc), traduzindo-as em práticas e procedimentos auditáveis de demonstração à conformidade e a uma cultura de ética e integridade.

Objetivos

O presente curso visa dotar os participantes do conhecimento das obrigações associadas ao sistema de gestão de controlo interno (SGCI), metodologias de gestão do risco e prevenção, no cumprimento das orientações da tutela e dos programas financiadores (PRR, Pessoas2030, ERASMUS+, etc), traduzindo-as em práticas e procedimentos auditáveis de demonstração à conformidade e a uma cultura de ética e integridade.

Conteúdos

1. Enquadramento legal, obrigações e responsabilidade | 2h Manual e Orientações Técnicas PRR Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC) Regime Geral da Prevenção da Corrupção (RGPC) Sistema de Gestão e Controlo Interno (SGCI) Estudo de caso: o código da contratação pública na elegibilidade da despesa 2. Ferramenta de Autoavaliação | 1h Apresentação da ferramenta de autoavaliação e metodologia de aplicação Estudo de caso: matriz de autoavaliação 3. Política Antifraude: Pilar da Prevenção, Deteção, Correção | 1h Metodologia de Gestão e avaliação do Risco Recursos Humanos: qualificações, funções e responsabilidades Mecanismos de monitorização, análise de dados e reporte Instrumentos do Sistema de Gestão e Controlo Interno Mecanismos de controlo financeiro Metodologia para tratamento de denúncias e de irregularidades Medidas de mitigação e prevenção Código de Ética e Integridade

Metodologias

Método pedagógico afirmativo com análise de casos.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação

Anexo(s)


Observações

 [1] Monitor de Educação e Formação 2023 relatório  Manual e 15 Orientações Técnicas da Estrutura de Missão «Recuperar Portugal»  Despacho n.º 7833/2023 (Estratégia Nacional Antifraude no âmbito da Prevenção e Combate à Fraude na aplicação dos Fundos do Orçamento da União Europeia para o período de 2023-2027)  Resolução do Conselho de Ministros n.º 37/2021, de 6 de abril, (Estratégia Nacional Anticorrupção 2020-2024);  Decreto-Lei n.º 109-E/2021, de 9 de dezembro, (Mecanismo Nacional de Anticorrupção (MENAC) e estabeleceu o regime geral da prevenção da corrupção (RGPC));  Lei n.º 93/2021, de 20 de dezembro (Regime geral de proteção de denunciantes de infrações (RGPDI), transpondo a Diretiva (UE) 2019/1937 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de outubro de 2019, respeitante à proteção das pessoas que denunciam violações do direito da União;  Decreto-Lei nº 109 E/21 de 9 de dezembro - Regime geral da prevenção da corrupção (RGPC) - Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto, assegura a execução, na ordem jurídica nacional, do Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento e do Conselho, de 27 de abril de 2016, relativo à proteção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados;  ESESIF - Ferramenta de avaliação do risco – guia de aplicação  Guia nº 1/2023 do MENAC dos instrumentos do RGPC  Normas Internacionais ISO: ISO 31000 - Risk management – Guidelines; ISO 37001 Anti-bribery management systems; ISO 37002:2021 Whistleblowing management systems; ISO 21001 Educational organizations — Management systems for educational organizations; ISO 19011 Guidelines for auditing management systems  Normas Globais de Auditoria Interna 2024 – The Institute of Internal Auditors  COSO Enterprise Risk Management—Integrated Framework, COSO Internal Control—Integrated Framework  Union Anti-Fraud Programme (UAFP): gestão da integridade e sistema de informação  OLAF – EU anti-fraude office: relatório e recomendações PIF  COCOF Guidelines for determining financial corrections to be made to expenditure co-financed by the Structural Funds of the Cohesion Fund for non-compliance with the rules on public procurement

Pessoal docente e não docente que intervém nos projetos financiados (Centros Tecnológicos Especializados – PRR, Programa de Recuperação das Aprendizagens, cursos profissionais, educação e formação de adultos, Qualifica do Pessoas 2030) e nos órgãos de gestão, como o Conselho Administrativo.



482

Ref. 342C40/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133232/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 50,0 horas

Início: 4 de Dezembro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Ao continuo investimento na formação profissional dos jovens, nos últimos anos, através dos programas europeus, adicionam-se os recursos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que procura mitigar o impacto económico e social da crise pandémica, promovendo a convergência económica e a resiliência das economias da União Europeia, bem como os recentes instrumentos do financiamento do Portugal 2030 – Pessoas 2030, em complemento das oportunidades do programa ERASMUS+, que reforçam a estratégia de crescimento sustentável, em resposta aos desafios da dupla transição para uma sociedade mais ecológica e digital. O conjunto de reformas e de investimentos alocados aos estados-membros, mediante o princípio da convergência, para instituir a European Education Area, ao longo da próxima década, implica a capacidade de execução simultânea dos diversos projetos, assegurando a boa utilização dos fundos, em especial no que se refere à salvaguarda e prevenção da fraude, corrupção, conflito de interesses e de duplo financiamento, traduzido em vasto pacote legislativo e regulamentar aplicado aos fundos europeus. Neste sentido, pretende-se que as Escolas, beneficiárias dos projetos financiados possuam um robusto elenco de práticas e procedimentos, com a correspondente formação do pessoal docente e não docente envolvido nestes processos, traduzido num sistema de gestão de controlo interno que previna, detete e corrija eventuais irregularidades, e que internalize procedimentos de avaliação, gestão e mitigação de risco, adotando medidas de prevenção à fraude, corrupção, conflitos de interesses e duplo financiamento, em salvaguarda aos interesses financeiros da União Europeia.

Objetivos

- Capacitar diretores e equipas de administração escolar para a gestão do risco e prevenção no cumprimento das orientações da tutela e dos programas financiados (PRR, Pessoas2030, ERASMUS+, etc); - Aprofundar conhecimentos e instrumentos necessários à definição, implementação e melhoria de um sistema de gestão de controlo interno (SGCI); - Fomentar práticas e procedimentos auditáveis de demonstração à conformidade e a uma cultura de ética e integridade; Implementar instrumentos e metodologias validadas por critérios recomendados pelas organizações europeias e internacionais; - Construir ferramentas de autoavaliação e instrumentos de demonstração da conformidade.

Conteúdos

Conteúdos da ação 1. Enquadramento | 3h+2h Enquadramento legal (comunitário e nacional) Orientações Técnicas da Estrutura de Missão «Recuperar Portugal» O Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC) e o Regime Geral da Prevenção da Corrupção (RGPC) A estrutura do Sistema de Gestão e Controlo Interno (SGCI) As prioridades contra a fraude, corrupção e irregularidades: aplicação do código da contratação pública e formalidade documental 2. Autoavaliação | 3h+2h Apresentação da ferramenta de autoavaliação e metodologia de aplicação Instrumentos de suporte à gestão dos projetos: planeamento, monitorização, reporte 3. Plano de Melhorias: Pilar da Prevenção | 8h+6h Gestão do Risco: Metodologia de Gestão e avaliação do Risco Manual de Gestão do Risco Enquadramento do fenómeno da corrupção e prática de infrações conexas Fatores específicos que favorecem a corrupção nas organizações do Estado Os princípios da atividade administrativa Crimes cometidos no exercício de funções públicas Programa de Cumprimento Normativo e Responsáveis Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas - Dimensão preventiva da estratégia anticorrupção - Construção de uma matriz de identificação e gestão risco - Estrutura e conteúdo do PPR; Código de Ética e Conduta - Âmbito e finalidade - Estrutura e conteúdo Canais de Denúncia e o Regime Geral de Proteção de Denunciantes de Infrações A importância crucial da formação e comunicação na organização Recursos Humanos: Funções e Responsabilidades Acolhimento e integração Gestão de competências Equipa de Gestão do Risco Gestão documental Gestão da comunicação Gestão dos objetivos Código da Contratação Pública 4. Plano de Melhorias: Pilar da Deteção | 10h+7h Mecanismos de monitorização, análise de dados e reporte Metodologia para tratamento de denúncias de irregularidades Pista de Auditoria: Metodologia para a realização de auditorias - Programa; Fases de uma auditoria; Responsabilidade do auditor; Comunicação, Comportamentos e Atitudes Realização de uma auditoria simulada em contexto real Preparação da auditoria – Análise documental; Preparação de Checklist Elaboração do plano de auditoria Realização da auditoria Elaboração do relatório de auditoria e análise técnica e comportamental da auditoria realizada. 5. Plano de Melhorias: Pilar da Correção | 6h+3h Comunicação e Reporte de irregularidades graves Metodologias de “Correção” recuperação de montantes indevidamente pagos aplicação de sanções acompanhamento de processos administrativos ou judiciais respeitantes a irregularidades ou fraude aplicação dos impedimentos e condicionantes legais Gestão de Não Conformidades e Ações Corretivas. Política Antifraude

Metodologias

Sessões síncronas teórico-práticas: - análise de casos; prática simulada; discussão e reflexão conjunta. Sessões assíncronas teórico-práticas: - prática em contexto de trabalho; elaboração de planos de ação; construção de instrumentos de autoavaliação.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, tendo por base: Participação:20% Trabalho produzido em contexto da Ação de Formação na construção do Plano de Melhoria/Plano Estratégico: 60% Reflexão Critica final: 20%

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 18/2008 Código da Contratação Pública (CCP) Lei n.º 30/2021 de 21 de maio, medidas especiais de contratação pública Regulamento UE 2021/241, do Parlamento Europeu e do Conselho de 12 de fevereiro (Mecanismo de Recuperação e Resiliência)Manual e 15 Orientações Técnicas da Estrutura de Missão «Recuperar Portugal»Lei n.º 30/2021 de 21 de maio, medidas especiais de contratação pública Regulamento UE 2021/241, do Parlamento Europeu e do Conselho de 12 de fevereiro (Mecanismo de Recuperação e Resiliência)Despacho n.º 7833/2023 (Estratégia Nacional Antifraude no âmbito da Prevenção e Combate à Fraude na aplicação dos Fundos do Orçamento da União Europeia para o período de 2023-2027)

Anexo(s)


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, apresente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”



606

Ref. 251C51/A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128266/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 6 de Dezembro de 2026

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)

Formador

Margarida Isabel Durães Rodrigues Cruz

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar tendo por base as diversas áreas de competência e domínios das aprendizagens essenciais de inglês, refletindo a voz dos alunos; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Características dos alunos dos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário e metodologias (5h) -Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos -Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo -Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e comportamento. Módulo 3 – Competência comunicativa: Oralidade (10h) -Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de diferentes tipos de textos orais; atividades práticas com áudios/vídeos autênticos; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. -Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas de preparação para apresentações/debates; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 – Competência Comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) -Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com diferentes tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. -Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, (inter)disciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 – Mediação (5h) -No contexto das línguas -Nos documentos de referência: PA e AE -Na prática letiva - Exemplos de atividades. Módulo 6 – CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 – Competência Intercultural (5h) -Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa -Identificar e analisar textos literários adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo. O sistema de gestão de aprendizagem que vai ser utilizado no desenvolvimento da formação é o Zoom, por nos parecer o software mais adequado ao desenvolvimento de formação em regime de ensino a distância. Nas sessões síncronas a assiduidade será comprovada pelo acesso e permanência na sala Zoom criada para o efeito. A avaliação contemplará também a interação entre formador e formandos, a realização e discussão de tarefas e o trabalho final.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Modelo

Resposta ao questionário de Avaliação da Formação pelos formandos no final da Ação. Relatório do Formador e do CFAECAN

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais Short, K, Day, D. & Schroeder, J. (2016). Teaching Globally. Reading the World Through Literature. Portland: Stenhouse Publishers.

Anexo(s)




538

Ref. 429A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139461/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 5 de Janeiro de 2027

Fim: 30 de Julho de 2027

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça

Destinatários

Educadores de Infância e Professores do grupo de recrutamento 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do grupo de recrutamento 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) tem assumido um papel determinante na promoção da leitura e na democratização do acesso à informação e ao conhecimento, afirmando-se como uma estrutura essencial para a concretização da equidade, um princípio central da escola pública. Neste contexto, a criação e a dinamização de bibliotecas escolares desde o pré-escolar, com especial enfoque no 1.º ciclo do ensino básico, revestem-se de particular importância. É nesse período que se iniciam as competências de literacia e se consolidam práticas de leitura que podem marcar todo o percurso escolar. É neste enquadramento que se justifica a realização desta ação de formação, centrada na apropriação da biblioteca escolar como recurso educativo essencial. Pretende-se que os educadores e professores reconheçam o seu potencial enquanto espaço de aprendizagem ativa, onde se promovem práticas intencionais, sistemáticas e colaborativas que favorecem aprendizagens significativas, diversificadas e inclusivas. Este percurso formativo tem como objetivo potenciar o uso pedagógico da biblioteca escolar e maximizar o seu contributo para o desenvolvimento da leitura, da escrita e da literacia da informação, desde os primeiros anos de escolaridade.

Objetivos

1. Refletir sobre o papel da biblioteca escolar no contexto educativo e a sua integração nas práticas pedagógicas. 2. Explorar estratégias e atividades a desenvolver na e com a biblioteca escolar. 3. Conceber propostas pedagógicas promotoras de competências de leitura, escrita e pesquisa, utilizando os recursos da biblioteca escolar.

Conteúdos

Sessão 1 (3 h) - A biblioteca ao serviço do ensino e da aprendizagem - A biblioteca escolar como espaço de aprendizagem. - Desenvolvimento de competências de leitura, de escrita e de oralidade. - Articulação com o professor bibliotecário e formas de colaboração. - Serviço de biblioteca: potencialidades. - Uso da biblioteca escolar. - Diversas formas de utilização do espaço e dos recursos no quotidiano letivo. - O Roteiro para uso da biblioteca escolar: um recurso orientador para a planificação e dinamização de atividades. Sessão 2 (3 h) - A leitura para além da sala de aula - Empréstimo domiciliário. - Incremento do acesso equitativo aos livros e à leitura. - Estratégias para envolver as famílias e promover a leitura em casa. - Leitura recreativa. - A leitura por prazer como prática regular. - Estratégias para incentivar a leitura por prazer. Sessão 3 (3 h) - Leitura e escrita - Leitura e escrita. - Jogos e dinâmicas para desenvolver competências linguísticas. - Exemplos práticos adaptados ao Pré-Escolar e 1.º ciclo. Sessão 4 (3 h) - Leitura orientada - Leitura orientada. - Importância para o desenvolvimento da competência leitora. - Exemplos práticos da articulação entre a biblioteca escolar e a sala de aula. Sessão 5 (3 h) - Leitura e currículo - A importância da leitura informativa - O ensino do Estudo do Meio com a biblioteca. - Exemplos práticos. - Encerramento e avaliação da formação - Reflexões e ideias sobre a aplicação dos conteúdos nas práticas pedagógicas. - Avaliação da formação.

Metodologias

Este curso tem a duração de 15 horas presenciais, repartidas por 5 sessões. Em cada sessão há momentos com um caráter sobretudo expositivo, complementados com variados exercícios práticos, apoiados na exploração, individual ou em grupo, do Roteiro para uso da biblioteca escolar e outros recursos adequados. Nos momentos de trabalho individual e em grupo, promover-se-á a reflexão crítica e a discussão, assim como a realização de propostas integradoras de carácter prático, com ligação aos contextos de cada escola/agrupamento e às experiências dos formandos no contexto do seu trabalho.

Avaliação

Avaliação contínua. Participação dos formandos nas atividades a desenvolver ao longo das sessões. Avaliação dos trabalhos produzidos pelos formandos individualmente ou em grupo. Relatórios individuais dos formandos. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos, e os critérios definidos pela DGE.

Modelo

Avaliação contínua. Participação dos formandos nas atividades a desenvolver ao longo das sessões. Avaliação dos trabalhos produzidos pelos formandos individualmente ou em grupo. Relatórios individuais dos formandos. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos, e os critérios definidos pela DGE.

Bibliografia

PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. (2021). Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Bibliotecas Escolares: Presentes para o futuro. Disponível em https://rbe.mec.pt/np4/file/890/qe__21.27.pdfPORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Roteiro para o uso da biblioteca escolar. Disponível em https://www.rbe.mec.pt/np4/file/601/roteiro_be.pdfPORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Aprender com a biblioteca escolar. Disponível em https://www.rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=99&fileName=referencial_2017.pdf

Anexo(s)



Ref. 435A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140625/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 5 de Janeiro de 2027

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Online / Escola Secundária D. Inês de Castro

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A saúde mental constitui um eixo central das políticas educativas e de saúde pública, sendo determinante para o sucesso educativo, o bem-estar e o desenvolvimento integral dos alunos. Esta ação enquadra-se no Programa Nacional de Promoção da Saúde Mental e do Bem-Estar (2023–2030) da Direção-Geral da Saúde, que reforça a importância da prevenção, intervenção precoce e literacia em saúde mental em contexto escolar. A evidência científica indica que muitas perturbações mentais surgem antes dos 18 anos, com impacto no desempenho, absentismo e abandono escolar. Em Portugal, o estudo HBSC evidencia níveis significativos de stress, ansiedade e mal-estar psicológico entre adolescentes, reforçando a necessidade de intervenção estruturada. Neste contexto, a escola assume um papel central na promoção do bem-estar emocional, na identificação precoce de sinais de risco e na redução do estigma. A Ordem dos Psicólogos Portugueses destaca a importância de capacitar docentes para a promoção da saúde mental e o desenvolvimento de competências socioemocionais. A ação articula-se com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, valorizando a literacia em saúde mental. Pretende dotar os docentes de conhecimentos e estratégias baseadas na evidência para promover ambientes inclusivos, seguros e saudáveis, através da compreensão dos desafios da saúde mental, identificação de sinais de alerta e implementação de práticas pedagógicas promotoras de bem-estar.

Objetivos

Capacitar os docentes para promover a saúde mental e o bem-estar das crianças e jovens em contexto escolar, contribuindo para ambientes educativos inclusivos e promotores de desenvolvimento socioemocional. No final da ação os formandos deverão ser capazes de: ● compreender os conceitos fundamentais associados à saúde mental na infância e adolescência ● identificar fatores de risco e fatores de proteção associados ao bem-estar psicológico ● reconhecer sinais de alerta relacionados com dificuldades emocionais e comportamentais ● desenvolver estratégias pedagógicas promotoras de saúde mental em contexto de sala de aula ● aplicar metodologias de promoção de competências socioemocionais ● refletir sobre o papel da escola na prevenção e intervenção precoce ● promover a articulação entre escola, família e serviços especializados.

Conteúdos

Módulo 1 – Saúde mental na infância e adolescência ● Conceito de saúde mental e enquadramento atual ● Desenvolvimento socioemocional na infância e adolescência ● Principais desafios contemporâneos relacionados com o bem-estar psicológico ● Impacto da saúde mental no sucesso educativo Análise e reflexãode documentos orientadores Módulo 2 – Fatores de risco e fatores de proteção ● Fatores de risco e proteção no desenvolvimento infantil e juvenil ● Influência dos contextos familiar, escolar e social ● Relações interpessoais e clima escolar ● Bullying e cyberbullying ● Importância das redes de apoio Estudo de casos e identificação de fatores em contexto escolar Módulo 3 – Sinais de alerta e identificação precoce ● Ansiedade, depressão e stress em idade escolar ● Alterações emocionais e comportamentais ● Sinais de alerta e indicadores precoces ● Papel dos docentes na deteção e encaminhamento Análise de situações práticas e reflexão orientada Módulo 4 – Promoção do bem-estar e competências socioemocionais ● Educação socioemocional em contexto escolar ● Autorregulação emocional, resiliência e autoestima ● Estratégias pedagógicas promotoras de bem-estar ● Integração de práticas em sala de aula Conceção de atividades e exploração de recursos pedagógicos Módulo 5 – Intervenção e articulação em contexto escolar ● Estratégias de intervenção pedagógica em contexto escolar ● Níveis de intervenção: prevenção universal, seletiva e indicada ● Trabalho colaborativo com psicólogos e equipas multidisciplinares ● Articulação escola–família e com serviços da comunidade educativa ● Circuitos de referenciação e apoio especializado ● Construção de ambientes educativos seguros, inclusivos e promotores de saúde mental Estudo de caso integrado e partilha de boas práticas

Metodologias

A ação privilegiará uma abordagem participativa e reflexiva, articulando momentos de enquadramento teórico com atividades práticas. Serão utilizadas metodologias como: ● exposições dialogadas ● análise e discussão de estudos de caso ● partilha de experiências profissionais ● exploração de recursos pedagógicos ● reflexão crítica sobre práticas educativas e estratégias de promoção da saúde mental em contexto escolar

Avaliação

Em conformidade com o Despacho nº4 595/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: Excelente: de 9 a 10 valores; Muito Bom : de 8 a 8,9 valores ; Bom: de 6,5 a 7,9 valores; Regular : de 5 a 6,4 valores e. Insuficiente: de 1 a 4,9 valores. A Classificação final de cada formando resulta dos seguintes critérios e ponderações: ● Participação nas sessões – 30% Considera-se o envolvimento ativo nas sessões online, a participação nas atividades propostas e a interação nos momentos de discussão e reflexão. ● Qualidade das produções e reflexões realizadas ao longo da formação – 30% Inclui a realização, qualidade e pertinência das tarefas propostas, bem como a sua submissão atempada na plataforma Moodle. ● Relatório reflexivo individual final – 40% Documento individual onde o formando evidência: - as aprendizagens realizadas ao longo da ação; - as implicações para a prática pedagógica, - estratégias de promoção da saúde mental em contexto escolar A certificação da ação exige a frequência mínima de dois terços da carga horária da ação

Bibliografia

Direção-Geral da Saúde. (2023). Programa nacional de promoção da saúde mental e do bem-estar (2023–2030). https://www.dgs.ptOrdem dos Psicólogos Portugueses. (2023). Literacia em saúde psicológica e promoção do bem-estar em contexto escolar. https://www.ordemdospsicologos.pt; Ordem dos Psicólogos Portugueses (2023). Saúde Psicológica e Bem-Estar nas EscolasOrganização Mundial da Saúde (2021). Adolescent Mental Health.Direção-Geral da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Direção-Geral da Educação (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.OECD. (2026). Child, adolescent and youth mental health in the 21st century. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/1092c3cb-en World Health Organization. (2023). How school systems can improve health and well-being: Mental health topic brief. https://www.who.int

Anexo(s)



Ref. 433A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139487/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 5 de Janeiro de 2027

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A temática da internacionalização das Escolas, será o ponto de partida para promover a reflexão sobre o papel que a escola enfrenta na preparação dos jovens para os desafios da contemporaneidade. Urge ultrapassar a visão de matriz curricular nacional, caminhando no sentido de uma proposta pedagógica internacionalizada, que apresente novos caminhos e exponha alunos e professores a ambientes internacionais diversificados, que os capacite para trabalharem em qualquer parte do mundo em paridade com colegas de outras nacionalidades. Pretende-se sensibilizar para o papel do professor como agente promotor e facilitador desta abertura da escola ao mundo, promovendo, nos alunos, uma visão unificada e unificadora do mundo.

Objetivos

Promover, nas Escolas, uma dimensão europeia; Sensibilizar para a necessidade de elaboração de um Plano de Desenvolvimento Europeu de Escola; Criar oportunidades para o desenvolvimento de projetos de mobilidade do pessoal docente, não docente e discente; Desenvolver a consciência europeia de educação; Estimular à elaboração anual de candidaturas ao projeto Erasmus+ (KA1 e KA2); Promover a mobilidade, permitindo a criação de oportunidades, para a melhoria das competências profissionais e adoção de boas práticas; Combate ao insucesso e melhoria das médias de qualidade dos aluno;

Conteúdos

Apresentação dos formandos Levantamento de expetativas; Priorização de Áreas de Interesse dos participantes e discussão (Política de Escola; Tarefas de um Coordenador Internacional; Projetos Internacionais; internacionalização do currículo, comunicação internacional, avaliação e controlo de qualidade) Apresentação das experiências de Internacionalização dos formandos; O que significa Internacionalização? A importância de desenvolver um plano de internacionalização de escola; Objetivos da Internacionalização; Como desenhar um Plano de Internacionalização Perfil e competências de um Coordenador Internacional; Preparação do esboço de um projeto internacional; Exemplos de Programas de mobilidades durante uma semana (Professores e alunos); Gestão e Consciencialização das diferenças culturais entre povos (Cultural Iceberg); Globi Intercultural Navigator Game; Competências chave para o desenvolvimento de um Projeto Internacional; (antes, durante e depois da mobilidade); Exemplos de Cross-Curricular Activity, envolvendo várias disciplinas; Workshop- Vídeos nos Projetos Internacionais; Apresentação dos Projetos e discussão

Metodologias

A ação desenvolver-se-á em modalidade de e-learning, com 25 horas síncronas à distância, usando a plataforma da escola ou do centro de formação e ferramentas de videoconferência. As atividades físicas serão implementadas individualmente, na área de residência de cada formando, sendo depois aplicadas as várias ferramentas e estratégias digitais ensinadas para visionar, aferir qualidade e quantificar os resultados obtidos por cada um.

Avaliação

Para que o trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais, não sendo, no entanto, considerada como parâmetro da avaliação. Os formandos terão de apresentar um trabalho individual, sob forma escrita, com respetiva apresentação presencial, sobre uma Planificação de uma Mobilidade de Professores e alunos durante uma semana e respetivo acolhimento. Deste trabalho resultará uma avaliação que será ponderada com a avaliação regular realizada ao longo das sessões e resultante dos parâmetros avaliativos: participação, intervenção, interesse: (70% trabalho final +30% avaliação regular). Nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as será expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; 9 - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores. Fundamentação da adequação dos formadores propostos

Bibliografia

https://www.spps.org/cms/lib/MN01910242/Centricity/Domain/125/iceberg_model_3.pdfhttp://visao.sapo.pt/exame/2013-04-26-Internacionalizacao-A-ambicao-das-escolas-portuguesashttps://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/economistas/detalhe/portugal-um-sucesso-na-internacionalizacao-doensinoTeixeira, Henrique Diz e Sebastião (2015), Estratégias de Internacionalização, Publisher TeamMaçães, Manuel Alberto Ramos (2017), Estratégias e Processos de Internacionalização, Atual, volume 6 27/02/2020 CCPFC - Gestão de Processos

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-10-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online síncrona
2 16-10-2026 (Sexta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online assíncrona
3 29-10-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online síncrona
4 30-10-2026 (Sexta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online assíncrona
5 04-11-2026 (Quarta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online síncrona
6 05-11-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online síncrona
7 06-11-2026 (Sexta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online assíncrona
8 10-11-2026 (Terça-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online síncrona
9 11-11-2026 (Quarta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online assíncrona
10 12-11-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
11 13-11-2026 (Sexta-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online assíncrona

Ref. 430A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140490/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 5 de Janeiro de 2027

Fim: 30 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: Online

Destinatários

Professores dos Grupos 910, 920 e 930

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 910, 920 e 930. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A abordagem multissensorial/snoezelen apresenta-se como uma ferramenta pedagógica cada vez mais relevante no contexto escolar, tanto pela promoção da saúde e do bem-estar da comunidade educativa, como pela necessidade de responder à diversidade de alunos. Tal como refere Pagliano, a privação sensorial tem efeitos negativos no desenvolvimento, no bem-estar e no funcionamento humano, sendo particularmente importante criar contextos que favoreçam a estimulação sensorial. Tendo em conta que a ligação do ser humano ao mundo se inicia pelos sentidos e que as experiências sensoriais enriquecem a compreensão de si e da realidade envolvente, a abordagem multissensorial constitui-se, em ambiente escolar, como uma mais-valia que amplia as possibilidades de conhecimento e de relação com o meio. Aplicada à prática pedagógica, esta abordagem promove uma intervenção centrada na pessoa, em que o professor assume o papel de facilitador da descoberta. Neste enquadramento, cabe ao docente proporcionar ambientes seguros, exploratórios e não diretivos, criando oportunidades de aprendizagem que valorizem as potencialidades e preferências de cada aluno, sem reduzir sua identidade às dificuldades que possam apresentar.

Objetivos

- Ampliar estratégias pedagógicas através da estimulação multissensorial. - Promover práticas inclusivas que valorizam a diversidade sensorial e cognitiva dos alunos. - Conhecer os fundamentos da estimulação multissensorial/Snoezelen. - Adquirir conhecimentos básicos em estimulação multissensorial/Snoezelen. - Capacitando os professores para adaptar ambientes, recursos e atividades no âmbito da abordagem multissensorial. - Reconhecer a importância da abordagem multissensorial como forma de potenciar a aprendizagem.

Conteúdos

Os conteúdos da ação podem subdividir-se em três partes, de acordo com as abordagens a realizar com os formandos. Parte 1: Introdução e abordagem teórica (6 horas) - Introdução à estimulação multissensorial/snoezelen – contexto histórico. - Conceito e comunicação em intervenção multissensorial/snoezelen. - Áreas de intervenção. - Eixos de acompanhamento. - Modalidades sensoriais. - Materiais e Atividades. Parte 2: Exploração prática de uma sala snoezelen (6 horas) - Snoezelen em contexto escolar – desafios e potencialidades. - Histórias sensoriais. - Perfil sensorial – aplicação prática. - Fases de uma sessão snoezelen. - Modelos de sessão snoezelen – planificação. - Prática em contexto de sala snoezelen. Parte 3 - Reflexão individual sobre aplicação aos contextos (3 horas) O formandos realizam um reflexão individual e uma planificação sumária sobre como potenciar as salas aos respetivos contextos de intervenção.

Metodologias

Tal como na organização dos conteúdos, as metodologias apresentam variações em função do foco de cada uma das partes complementares da ação: . Parte 1: Atividades de apresentação e debate do enquadramento conceptual e científico das salas Snoezelen, a realizar em regime a distância síncrono, complementadas com atividades de exploração de recursos bibliográficos e documentais em diferentes formatos a realizar em modo assíncrono; - Parte 2: Exploração prática, em regime presencial, de uma sala Snolezelen com realização de práticas simuladas sobre os procedimentos básicos para a sua utilização; - Parte 3: Os formandos, em trabalho individual em regime a distância assíncrono realizam uma reflexão sobre as potencialidades das salas Snolezelen para os respetivos contextos de intervenção que partilham com o grupo-turma.

Avaliação

Os formandos serão avaliados na escala de 1 a 10 tendo em conta: - A sua participação e contributos para o debate (pertinência e qualidade das intervenções); - O seu desempenho ao nível das práticas operacionais de utilização das salas Snolezelen; - No final, cada formando deverá elaborar uma reflexão crítica sobre as aprendizagens/conhecimentos realizados e a sua experiência educativa, elencando as dificuldades e constrangimentos (pessoais, físicos, humanos e materiais) que sente na sua prática educativa e propor medidas, recursos, etc., que visem melhorar as estratégias de inclusão nas suas escolas.)

Bibliografia

Ayres, A. J. (1972a). Types of sensory integrative dysfunction among disabled learners. American Journal of OccupationalTherapy.Bogdashina, O. (2007). Percepción Sensorial en el Autismo y Sindrome de Asperger- Experiencias sensoriales diferentes,mundos perceptivos diferentes. Autismo Ávila, Ávila.Chan, S., Yueng Fung, M., Wai Tong, Ch. y Thompson, D. (2005). The clinical effectiveness of a multisensory therapy onclients with developmental disability. Research in Developmental Disabilities.Frohlich, A. (1993). La stimulation basale. Édition SZH/SPC;Haggar, L. E., & Hutchinson, R. B. (1991). Snoezelen: An approach to the provision of a leisure resource for people withprofound and multiple handicaps. Mental Handicap.

Anexo(s)



Ref. 285A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128476/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 5 de Janeiro de 2027

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O desenvolvimento da competência digital das UO é uma dimensão fundamental na qualidade do trabalho de ensino e aprendizagem realizado nas escolas. Existem referenciais europeus que enquadram o desenvolvimento digital das escolas: o DigCompEdu enquadra a necessária competência digital dos docentes e o DigCompOrg as UO, no desenvolvimento da sua competência digital. Através destes referenciais, o propósito do curso é apoiar as escolas e os professores no seu desenvolvimento integral, através da criação de PADDE, desenvolvidos no âmbito do Plano de Capacitação Digital dos Docentes, promovido pela Direção-Geral da Educação.

Objetivos

Pretende-se apoiar as lideranças de topo e intermédias das escolas na promoção de estratégias e de ações integradoras do digital que permitam melhorar a qualidade do trabalho realizado. Na formação pretende-se que os docentes elaborem/reformulem o PADDE da sua Escola, num processo em rede e promotor de mudança organizacional. São objetivos específicos do curso: - refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos e digitais que com recurso a ferramentas e a ambientes digitais promovam a qualidade do processo educativo; - conceber/reformular um PADDE e implementar algumas ações nos contextos das escolas a partir de diagnósticos como a SELFIE for Schools e SELFIE for Teachers; - Incentivar os formandos a desenvolver trabalho colaborativo e fundacional e comunidades de prática, estimulando a reflexão, a partilha e a utilização crítica do digital em contexto educativo.

Conteúdos

1. Documentos de enquadramento das políticas educativas. 2. A competência digital de uma organização educativa e processos de mudança para a melhoria da qualidade do trabalho. 3. Envolvimento profissional: processos de liderança na era digital e desenvolvimento profissional dos professores. 4. Inovação pedagógica nas organizações educativas com recursos digitais. 5. Estratégias de diagnóstico e de reflexão nas organizações educativas para a tomada de decisão: - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - DigCompOrg e SELFIE for Schools 6. SELFIE PTK - Kit Pedagógico de apoio ao desenvolvimento digital das escolas: 6.1 Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas -Enquadramento, objetivos e dimensões de intervenção; -Desenho de ações; -Metodologias de implementação, monitorização e avaliação; -Estratégias de divulgação dos PADDE e dos seus resultados; -Processos de reflexão e reformulação dos PADDE.

Metodologias

As sessões de formação, síncronas e assíncronas, destinam-se: à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, bem como à reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à reflexão sobre inovação em educação e lideranças na era digital; à realização de atividades práticas em ambiente colaborativo, de partilha e reflexão; à abordagem a estratégias e metodologias de desenvolvimento de projetos centrados na escola; ao desenho/reformulação dos PADDE das escolas dos formandos. Nas sessões assíncronas pretende-se que os formandos promovam a discussão e reflexão sobre: os resultados dos diagnósticos; o desenho/reformulação do PADDE e sua adaptação ao contexto e necessidades da escola; os resultados previstos da sua implementação. Na última sessão os formandos apresentarão os PADDE desenvolvidos, proporcionando-se momento de partilha e reflexão conjunta no sentido de obter melhorias nos respetivos planos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended-learning-guidelines.htmComissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdfLicht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations. Disponível em: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdf

Anexo(s)



Ref. 434A1 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139724/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 5 de Janeiro de 2027

Fim: 30 de Julho de 2027

Regime: e-learning

Local: Online

Destinatários

Professores dos Grupos 100 e 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Inúmeros estudos têm revelado que ao iniciar o ensino formal, a criança já transporta consigo um manancial de conhecimentos, competências e conceções sobre a leitura e escrita. Aprendemos espontaneamente muitas e importantes coisas acerca do mundo e da vida, em convívio com os que nos são mais próximos e nos contextos de vida quotidiana. A competência da escrita, porém, apenas se aprende apoiada na intencionalidade e pelo saber de quem ensina na Escola. É esta a instituição da escrita. Acontece, porém, que se continuam a revelar níveis preocupantes de insucesso no domínio da linguagem escrita como provam os estudos para apuramento dos níveis de literacia. Parece evidente a necessidade de conjugar esforços para intervir e melhorar o ensino e a aprendizagem da linguagem escrita nos jardins de infância e nos primeiros anos de educação básica. Numa perspetiva crítica, o papel da escola tem-se preocupado apenas com o aspeto técnico (gráfico) ignorando que “por detrás das letras há uma linguagem escrita” (Vigotsky, 1988), Teberosky em “Aprendiendo a Escribir” (1992) partem precisamente da distinção entre o domínio da notação gráfica a que chamam escritura e o domínio da produção de textos, a que chamam linguagem escrita. Isso permite-lhes considerar que as crianças, antes de aprenderem a ler e a escrever na escola e, porque já têm muitos conhecimentos sociais sobre a linguagem escrita, são Letradas, antes de serem Alfabetizadas.

Objetivos

a) Conhecer e sensibilizar educadores e professores para as representações das crianças acerca da linguagem escrita, antes de saber ler e escrever; b) Conceções precoces sobre a linguagem escrita; c) Relação entre a linguagem oral e escrita; d) Sistema alfabético de escrita; e) Contextos, estratégias e atividades potencializadoras da aprendizagem da linguagem escrita; f) Aprendizagem significativa e funcional da linguagem escrita; g) Reconhecer as competências fonológicas básicas necessárias à aprendizagem da leitura e escrita; h) Diferentes metodologias para o ensino da leitura e escrita; i) O ensino da leitura e da escrita: fundamentos psicopedagógicos.

Conteúdos

a) As representações que as crianças têm acerca da leitura e escrita; b)Conceções precoces sobre a leitura e a escrita; c) As componentes da oralidade e da escrita; especificidades e interação; d)Características , opacidade e complexidade do sistema alfabético de escrita; e) Ler e escrever no sistema alfabético português; d) Atividades, contextos e dinâmicas promotoras da aprendizagem da escrita; e)A importância da consciência fonológica na aprendizagem da leitura e escrita; f)Métodos e técnicas para aprender a ler e escrever e suas implicações.

Metodologias

A ação desenvolver-se-á em modalidade de e-learning, com 25 horas síncronas e assíncronas à distância, usando a plataforma da escola ou do centro de formação e ferramentas de videoconferência. As atividades físicas serão implementadas individualmente, no contexto de sala de aula e serão, posteriormente, objeto de discussão, partilha e reflexão conjunta. Serão aplicadas as várias ferramentas e estratégias digitais para visionar, aferir qualidade e quantificar os resultados obtidos por cada um. Será criada uma plataforma digital_PADLET_ onde constarão todos os documentos, fundamentação teórica e propostas de trabalho e onde os formandos publicarão as suas produções. Desta forma, ágil, prática e intuitiva, todos os envolvidos terão acesso a todas as produções decorrentes da formação.

Avaliação

Para que o trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais, não sendo, no entanto, considerada como parâmetro da avaliação. Os formandos terão de corresponder às propostas de trabalho emanadas e apresentar um trabalho individual final, sob forma escrita, com respetiva apresentação presencial. Destes trabalhos resultará uma avaliação que será ponderada com a avaliação regular realizada ao longo das sessões e resultante dos parâmetros avaliativos: participação, intervenção, interesse: (70% trabalho final +30% avaliação regular). Nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as será expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente — de 9 a 10 valores; 9 - Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; - Bom — de 6,5 a 7,9 valores; - Regular — de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente — de 1 a 4,9 valores. Fundamentação da adequação dos formadores propostos.

Bibliografia

Rodrigues, S.V. (2011). O ensino da escrita como projeto Interdisciplinar. In Isabel Margarida Duarte& Olívia Figueiredo (org.) , Português, Língua em Ensino. Porto: Reitoria da Universidade do Porto. Pp.107-120. ISBN 978-989-8265-72-2Roldão, M.C. (2009). Estratégia de ensino. O saber e o agir do professor, Vila Nova de Gaia: Fundação Manuel de LeãoUnesco-bie. (2016). Glossário de terminologia curricular. Traduzido do inglês por Rita Brossard a partir do documento original Glossary of Currículum Terminology. Disponível em http://www.ibe.unesco. Org/sites/default/files/ressources/ibe-glossary currículum_por.pdfBATISTA, Antônio Augusto Gomes. (2012). Alfabetização, leitura e ensino de Português: desafios e perspectivas curriculares. Revista Contemporânea de Educação - Faculdade de Educação v. 6, n. 12, 2011. Disponível em: http://www.revistacontemporanea.fe.ufrj.br/index.php/contemporanea/articl e/view/1400 Acesso em jul, 2012.Carvalho, Anabela da Cruz, (2023). A Aprendizagem da Leitura, processos cognitivos-avaliação e intervenção



Ref. 239C23/A2 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-124394/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 11 de Janeiro de 2027

Fim: 15 de Julho de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré e Agrupamento de Escolas de Nazaré

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital e a inovação na educação. Para tirar partido das tecnologias digitais é essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de competências digitais “enfatizando que o verdadeiro potencial das tecnologias digitais reside na mudança de foco do processo de ensino: de processos dirigidos pelo educador para processos centrados no aprendente” (DigComEdu, 2018, p.20). Com o intuito de contribuir para a criação de condições favoráveis a práticas educativas, a Direção Geral da Educação disponibiliza um conjunto de ações de formação que permitem apoiar os professores e as escolas na criação de cenários de aprendizagem para a transição digital. A conceção destes cenários pretende ajudar a criar uma resposta aos novos desafios que se colocam à educação, à escola e aos professores do século XXI, de modo que todos os alunos alcancem as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (cf. Decreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho e Decreto-Lei 55/2018 de 6 de julho).

Objetivos

1. Promover o desenvolvimento, aprofundamento de competências digitais dos docentes, tendo em vista tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu. 2. Compreender a pertinência do desenvolvimento de práticas pedagógicas apoiadas em processos de aprendizagem ativa, no contexto atual de ensino e de aprendizagem; 3. Ser capaz de construir e desenvolver, reflexivamente, cenários de ensino e de aprendizagem inovadores, nomeadamente: - Refletir sobre os principais desafios e tecnologias emergentes com impacto sobre o ensino e a aprendizagem, sobre a prática dos professores, e sobre os alunos; - Refletir sobre o nível de proficiência digital relativamente à utilização pedagógica das TIC; Criar ou adaptar cenários de aprendizagem e utilizá-los com os alunos; Criar e desenvolver “Atividades de Aprendizagem” centradas no aluno; Experimentar uma “história de aprendizagem” ajustada ao contexto educativo; Conhecer processos de avaliação e validação das intervenções a desenvolver nas escolas e/ou nas salas de aula; Promover, nas salas de aula e nas escolas portuguesas, a reflexão crítica sobre a implementação destas práticas pedagógicas inovadoras

Conteúdos

Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0 - Apresentação e introdução à temática Conteúdos da ação de formação. Estrutura e metodologias da ação de formação. Ferramentas a explorar no decurso da ação de formação. Documentos de enquadramento das políticas educativas atuais. Módulo 1 - Identificação de parceiros e tendências: Aspetos gerais sobre o projeto Future Classroom Lab (FCL) da European Schoolnet. Toolkit do projeto Future Classroom Lab: conjunto alargado de ferramentas e recursos que orientam para a construção e implementação de Cenários de Aprendizagem (http://bit.ly/Toolkit-FCL). Identificação de parceiros para a constituição do grupo de indivíduos interessados na criação do Cenário de Aprendizagem (Conjunto de Ferramentas 1 do Toolkit FCL). Tendências a considerar para a construção de um Cenário de Aprendizagem. Módulo 2 - Aferição do nível de proficiência digital: Referenciais para aferir o nível de proficiência dos professores e da escola na utilização das TIC. Guia de referência do Modelo de Sala de Aula do Futuro (Conjunto de Ferramentas 2 do Toolkit FCL). Módulo 3 - Conceção de cenários de aprendizagem: Recursos, orientações e ferramentas para a conceção de um cenário inovador de ensino e de aprendizagem (Conjunto de Ferramentas 3 do Toolkit FCL). Descritores do Modelo para a Conceção de Cenários de Aprendizagem. Módulo 4 - Conceção de atividades de aprendizagem: Conceção de Atividades de Aprendizagem inovadoras e aliciantes para serem desenvolvidas com os alunos na sala de aula ou em outros ambientes de aprendizagem. Ferramenta Learning Designer para a construção das Atividades de Aprendizagem (Conjunto de Ferramentas 4 do Toolkit FCL). Módulo 5 - Avaliação da inovação e das atividades de aprendizagem: Orientações para a implementação e avaliação da inovação pretendida, bem como a sua validação (Conjunto de Ferramentas 5 do Toolkit FCL). Rubricas para a avaliação das Atividades de Aprendizagem. Módulo 6 - Apresentação dos trabalhos e reflexão final: Autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido - guião de autorreflexão. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação

Metodologias

Sessões presenciais/ online síncronas A oficina de formação irá decorrer na modalidade de b-Learning com a primeira e última sessão em regime presencial e as restantes em regime de sessões síncronas, com a seguinte distribuição: 25 horas de trabalho conjunto: distribuídos em 6 horas presenciais (a primeira e a última sessão) e 19 horas não presenciais síncronas; Nas sessões de trabalho em regime não presencial, o formador irá recorrer à plataforma Moodle e a sistemas de videoconferência para a apresentação dos conteúdos, exemplificação e/ou demonstração das aplicações a abordar, discussão, colaboração, reflexão e partilha com os formandos. Trabalho Autónomo: 25 horas de trabalho autónomo: para planificação, experimentação e reflexão sobre uma aplicação prática efetuada no contexto educativo do professor relativamente a algumas das atividades planificadas e recursos construídos. Será utilizada a metodologia de aprendizagem por execução de tarefas que os formandos realizam ao longo da oficina de formação.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos desenvolvidos pelos formandos, bem como a elaboração de um trabalho final individual (em formato multimédia) por parte dos formandos. Excelente (de 9 a 10 valores) Muito Bom (de 8 a 8,9 valores) Bom (de 6,5 a 7,9 valores) Regular (de 5 a 6,4 valores) Insuficiente (de 1 a 4,9 valores) Os formandos serão avaliados com os seguintes critérios: Participação e contributos demonstrados ao longo das sessões: 40% Trabalho de aplicação de conteúdos/relatório individual: 60%

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: quadro europeu de competência digital para educadores. Aveiro: UA. ME. Perfil dos Alunos para o Século XXI. Lisboa: Ministério da Educação, 2017, https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf Sítio online do projeto Future Classroom Lab https://fcl.eun.org/

Anexo(s)


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

A data de início de de fim da ação são apenas indicativas. A Calendarização definitiva será definida posteriormente pelo Formador.



495

Não existem ações.

Não existem ações.

Não existem ações.

Ref. 416C107/A2 Concluída

Registo de acreditação: ACD 32 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 16 de Julho de 2026

Fim: 16 de Julho de 2026

Regime: Presencial

Local: E.B. n.º 1 de Benedita

Formador

Marco António Moniz de Lemos

Destinatários

Educadores de infância, professores do ensino básico e secundário e professores de educação especial.

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A presente Ação de Curta Duração integra-se na dinâmica de formação contínua promovida pelo CFAECAN, centrando-se na valorização da prática docente enquanto elemento central do desenvolvimento profissional. Centra-se na partilha de práticas pedagógicas efetivamente implementadas em contexto de sala de aula, as quais resultam de: - Formação contínua frequentada pelos docentes (cursos, oficinas e ações de curta duração). - Aplicação e adaptação dessas aprendizagens ao contexto real das turmas - Processos de reflexão e reajuste pedagógico realizados pelos docentes Deste modo, a ação pretende evidenciar não apenas as práticas, mas sobretudo como a formação influenciou a mudança pedagógica, que melhorias foram introduzidas após a formação e que impacto essas alterações tiveram nas aprendizagens dos alunos Pretende-se deste modo que a ACD se assuma como um espaço de análise crítica entre formação → prática → impacto, numa perspetiva de melhoria contínua.

Objetivos

Geral: Promover a partilha de práticas entre docentes de diferentes grupos disciplinares, níveis de ensino e Agrupamentos de Escolas. Específicos:  Partilhar práticas pedagógicas aplicadas após a frequência de na formação contínua  Evidenciar alterações metodológicas introduzidas em sala de aula  Analisar impacto das práticas no envolvimento dos alunos  Identificar fatores de sucesso e dificuldades na implementação  Promover reflexão crítica entre pares  Reforçar a melhoria contínua das práticas pedagógicas

Conteúdos

Apresentação dos objetivos da ACD Partilha de práticas pedagógicas implementadas após formação contínua e seus impactos. Durante a apresentação da prática, cada docente (grupo de docentes) deverá explicitar: queformação frequentou (curso/oficina), que mudança introduziu na sua prática; como aplicou em sala de aula; que resultados observou nos alunos; que melhorias ainda considera necessárias. Debate e reflexão final

Metodologias

A ação desenvolver-se-á através de uma metodologia participativa através de: - Apresentação estruturada de práticas pelos docentes - Análise de evidências de implementação - Debate orientado - Reflexão crítica sobre impacto pedagógico - Identificação de práticas transferíveis

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos

Anexo(s)


Observações

A bibliografia consta em cada uma das partilhas realizadas

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 16-07-2026 (Quinta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial


723

Ref. 416C107/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 32 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 15 de Julho de 2026

Fim: 15 de Julho de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto

Formador

Ana Margarida Martins Nunes

Destinatários

Educadores de infância, professores do ensino básico e secundário e professores de educação especial.

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A presente Ação de Curta Duração integra-se na dinâmica de formação contínua promovida pelo CFAECAN, centrando-se na valorização da prática docente enquanto elemento central do desenvolvimento profissional. Centra-se na partilha de práticas pedagógicas efetivamente implementadas em contexto de sala de aula, as quais resultam de: - Formação contínua frequentada pelos docentes (cursos, oficinas e ações de curta duração). - Aplicação e adaptação dessas aprendizagens ao contexto real das turmas - Processos de reflexão e reajuste pedagógico realizados pelos docentes Deste modo, a ação pretende evidenciar não apenas as práticas, mas sobretudo como a formação influenciou a mudança pedagógica, que melhorias foram introduzidas após a formação e que impacto essas alterações tiveram nas aprendizagens dos alunos Pretende-se deste modo que a ACD se assuma como um espaço de análise crítica entre formação → prática → impacto, numa perspetiva de melhoria contínua.

Objetivos

Geral: Promover a partilha de práticas entre docentes de diferentes grupos disciplinares, níveis de ensino e Agrupamentos de Escolas. Específicos:  Partilhar práticas pedagógicas aplicadas após a frequência de na formação contínua  Evidenciar alterações metodológicas introduzidas em sala de aula  Analisar impacto das práticas no envolvimento dos alunos  Identificar fatores de sucesso e dificuldades na implementação  Promover reflexão crítica entre pares  Reforçar a melhoria contínua das práticas pedagógicas

Conteúdos

Apresentação dos objetivos da ACD Partilha de práticas pedagógicas implementadas após formação contínua e seus impactos. Durante a apresentação da prática, cada docente (grupo de docentes) deverá explicitar: queformação frequentou (curso/oficina), que mudança introduziu na sua prática; como aplicou em sala de aula; que resultados observou nos alunos; que melhorias ainda considera necessárias. Debate e reflexão final

Metodologias

A ação desenvolver-se-á através de uma metodologia participativa através de: - Apresentação estruturada de práticas pelos docentes - Análise de evidências de implementação - Debate orientado - Reflexão crítica sobre impacto pedagógico - Identificação de práticas transferíveis

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos

Anexo(s)


Observações

A bibliografia consta em cada uma das partilhas realizadas

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-07-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial


722

Ref. 4091 Concluída

Registo de acreditação: ASPND4- 2025/2026

Modalidade: Outro

Duração: 3,0 horas

Início: 15 de Julho de 2026

Fim: 15 de Julho de 2026

Regime: Presencial

Local: Técnicos Superiores

Destinatários

Técnicos Superiores

Entidade formadora/Parceria

ECB/Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Esta Ação integra o Plano de Formação do CFAE e surgiu no âmbito das necessidades identificadas no diagnóstico efetuado no ano transato pelo CFAE e pelas diferentes Unidades Orgânicas associadas e pelas Câmaras Municipais.

Objetivos

Promover o desenvolvimento de competências nos profissionais não docentes para a adoção de estratégias que favoreçam um ambiente escolar inclusivo, positivo e promotor do bem-estar e da participação de todos os alunos.

Avaliação

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas

Modelo

. Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-07-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial

Ref. 416T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 32 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 15 de Julho de 2026

Fim: 15 de Julho de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto

Destinatários

Educadores de infância, professores do ensino básico e secundário e professores de educação especial.

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A presente Ação de Curta Duração integra-se na dinâmica de formação contínua promovida pelo CFAECAN, centrando-se na valorização da prática docente enquanto elemento central do desenvolvimento profissional. Centra-se na partilha de práticas pedagógicas efetivamente implementadas em contexto de sala de aula, as quais resultam de: - Formação contínua frequentada pelos docentes (cursos, oficinas e ações de curta duração). - Aplicação e adaptação dessas aprendizagens ao contexto real das turmas - Processos de reflexão e reajuste pedagógico realizados pelos docentes Deste modo, a ação pretende evidenciar não apenas as práticas, mas sobretudo como a formação influenciou a mudança pedagógica, que melhorias foram introduzidas após a formação e que impacto essas alterações tiveram nas aprendizagens dos alunos Pretende-se deste modo que a ACD se assuma como um espaço de análise crítica entre formação → prática → impacto, numa perspetiva de melhoria contínua.

Objetivos

Geral: Promover a partilha de práticas entre docentes de diferentes grupos disciplinares, níveis de ensino e Agrupamentos de Escolas. Específicos:  Partilhar práticas pedagógicas aplicadas após a frequência de na formação contínua  Evidenciar alterações metodológicas introduzidas em sala de aula  Analisar impacto das práticas no envolvimento dos alunos  Identificar fatores de sucesso e dificuldades na implementação  Promover reflexão crítica entre pares  Reforçar a melhoria contínua das práticas pedagógicas

Conteúdos

Apresentação dos objetivos da ACD Partilha de práticas pedagógicas implementadas após formação contínua e seus impactos. Durante a apresentação da prática, cada docente (grupo de docentes) deverá explicitar: queformação frequentou (curso/oficina), que mudança introduziu na sua prática; como aplicou em sala de aula; que resultados observou nos alunos; que melhorias ainda considera necessárias. Debate e reflexão final

Metodologias

A ação desenvolver-se-á através de uma metodologia participativa através de: - Apresentação estruturada de práticas pelos docentes - Análise de evidências de implementação - Debate orientado - Reflexão crítica sobre impacto pedagógico - Identificação de práticas transferíveis

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos

Anexo(s)


Observações

A bibliografia consta em cada uma das partilhas realizadas


Ref. 414C98/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139024/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 8 de Julho de 2026

Fim: 9 de Julho de 2026

Regime: Presencial

Local: Panorama e Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça

Formador

Paula da Conceição Rodrigues Ribeiro

Teresa Pombo

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal de Alcobaça, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra/CESUCA/BAD – Grupo de Trabalho de Bibliotecas Itinerantes, Rede de Bibliotecas Escolares e CFAECAN

Enquadramento

A leitura é, por natureza, uma viagem, uma travessia entre mundos, tempos e culturas, uma experiência de deslocação física e simbólica que amplia o olhar e o entendimento do ser humano sobre si e sobre o outro. No atual contexto educativo, marcado por rápidas transformações tecnológicas, pela diversidade cultural e pelos desafios da globalização, a metáfora da viagem revela-se particularmente fecunda e inspiradora para promover a interdisciplinaridade, o diálogo entre linguagens e a construção de uma cidadania global, crítica e solidária. Neste Curso de Formação, "a Arte de Ler: a viagem", que se integra também na 12.ª edição do Seminário Da Arte de Ler, organizado anualmente pela Rede de Bibliotecas do concelho de Alcobaça, propõe-se explorar o conceito de "viagem" nas suas múltiplas dimensões - literária, artística, histórica, científica, filosófica e simbólica, como eixo de reflexão e de criação pedagógica. As bibliotecas escolares e municipais, enquanto espaços de mediação cultural e de aprendizagem ao longo da vida, assumem aqui um papel central: o de promover itinerários de leitura e de conhecimento que estimulem a curiosidade, a imaginação e o pensamento crítico, favorecendo práticas colaborativas entre docentes de diferentes áreas e níveis de ensino. O curso estrutura-se como espaço de reflexão crítica e produção pedagógica, visando potenciar processos de desenvolvimento profissional sustentado através da articulação entre fundamentação concetual e intervenção educativa.

Objetivos

- Promover uma reflexão interdisciplinar sobre o tema da viagem, enquanto metáfora deconhecimento, descoberta e transformação, transversal às várias áreas do saber. - Explorar a "viagem" como eixo integrador de práticas pedagógicas inovadoras, potenciando a leitura, a escrita e a expressão artística em diferentes linguagens. - Atualizar o desenvolvimento profissional dos docentes, estimulando o pensamento crítico e a criatividade face aos desafios da educação contemporânea. - Fomentar o trabalho colaborativo entre docentes de diferentes disciplinas e níveis de ensino, reforçando a dimensão cultural e humanista da escola. - Contribuir para a formação de cidadãos críticos, informados e abertos ao mundo, em consonância com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. - Valorizar o papel das bibliotecas escolares e municipais como espaços de encontro, de diálogo intercultural e de formação de leitores autónomos e conscientes.

Conteúdos

A formação, com duração total de 15 horas, integra sessões teóricas e "oficinas" práticas, asseguradas pelos formadores e especialistas convidados. - Contextualização do conceito de "viagem" na literatura, nas artes e na filosofia e educação. Aborda-se a viagem enquanto metáfora de conhecimento e transformação; percursos literários e artísticos; a viagem como eixo pedagógico interdisciplinar em todos os níveis de ensino ; e a reflexão e avaliação final das aprendizagens. A viagem como metáfora de conhecimento e de transformação - leitura da "viagem" como processo de descoberta individual e coletiva; a viagem interior e exterior; o deslocamento físico, simbólico e cognitivo na formação humana e cultural. − Viagens literárias e artísticas: percursos, autores e linguagens - exploração de obras literárias e artísticas que representam a viagem em múltiplas dimensões (mítica, histórica, geográfica, emocional, digital) e cruzamento com a pintura, o cinema, a música entre outras linguagens e áreas. − A viagem como eixo pedagógico e interdisciplinar - a leitura e a escrita enquanto itinerários de aprendizagem; articulação com as Aprendizagens Essenciais e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; integração do tema em projetos curriculares e interdisciplinares. − Da leitura à criação: oficinas de prática pedagógica - desenvolvimento de propostas educativas e artísticas que estimulem a leitura, a criatividade, o pensamento crítico e a colaboração. − Reflexão, sistematização e avaliação final - partilha de experiências, análise crítica dos contributos do Curso para os processos de ensino e aprendizagem nos diferentes níveis de ensino.

Metodologias

O Curso desenvolve-se segundo uma metodologia ativa e reflexiva, estruturada em momentos de enquadramento concetual, análise orientada de textos - alinhada com os referenciais curriculares vigentes, discussão fundamentada e trabalho colaborativo. O enquadramento e comunicações iniciais assumem caráter dialogado, promovendo a problematização crítica das perspetivas e dos conteúdos abordados. Seguem-se momentos de reflexão individual e partilha em pequenos grupos, orientados para a análise das práticas pedagógicas dos formandos dos diferentes níveis de educação e ensino e para a construção de propostas de intervenção contextualizadas. Deste modo, espera-se que esta componente mais prática e reflexiva contribua para o desenvolvimento de estratégias pedagógicas inovadoras que fomentem competências, valores e literacias múltiplas, potenciando o trabalho colaborativo e interdisciplinar. A metodologia privilegia a articulação entre fundamentação teórica e prática profissional, criando condições para processos de autoformação contextualizada e cooperada.

Avaliação

A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação da participação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%). O Relatório deverá integrar: uma análise crítica das práticas pedagógicas à luz das metodologias e leituras propostas e trabalhadas ao longo do curso; a apresentação de uma proposta pedagógica, em linha com os referenciais vigentes; uma reflexão sobre o impacto previsível nas práticas pedagógicas e nas aprendizagens dos alunos.

Modelo

- A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio,respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação da participação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%). - Questionário de satisfação, aplicado no final da Formação.

Bibliografia

Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060Martins, G. O., et al. (2017). . Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Direção Geral da Educação / Ministério da Educação. https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdSeixo, M. A. (1997). A Viagem na Literatura: Livro 1. Publicações Europa-América.Thomas, E. (2020). The Meaning of Travel: Philosophers Abroad. Oxford University Press. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quad; Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas escolares: presentes para o futuro

Anexo(s)

Cartaz

Book seminário Da arte de ler a Viagem 25/26

Programa Seminário Da Arte de Ler 2026


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-07-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 13:00 3:30 Presencial
2 08-07-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
3 09-07-2026 (Quinta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
4 09-07-2026 (Quinta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial
5 09-07-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 19:00 1:30 Presencial


714

Ref. 414C98/A2 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139024/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 8 de Julho de 2026

Fim: 9 de Julho de 2026

Regime: Presencial

Local: Panorama e Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça

Formador

Maria João Infante Serrado

Ana Paula Príncipe Cardoso

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal de Alcobaça, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra/CESUCA/BAD – Grupo de Trabalho de Bibliotecas Itinerantes, Rede de Bibliotecas Escolares e CFAECAN

Enquadramento

A leitura é, por natureza, uma viagem, uma travessia entre mundos, tempos e culturas, uma experiência de deslocação física e simbólica que amplia o olhar e o entendimento do ser humano sobre si e sobre o outro. No atual contexto educativo, marcado por rápidas transformações tecnológicas, pela diversidade cultural e pelos desafios da globalização, a metáfora da viagem revela-se particularmente fecunda e inspiradora para promover a interdisciplinaridade, o diálogo entre linguagens e a construção de uma cidadania global, crítica e solidária. Neste Curso de Formação, "a Arte de Ler: a viagem", que se integra também na 12.ª edição do Seminário Da Arte de Ler, organizado anualmente pela Rede de Bibliotecas do concelho de Alcobaça, propõe-se explorar o conceito de "viagem" nas suas múltiplas dimensões - literária, artística, histórica, científica, filosófica e simbólica, como eixo de reflexão e de criação pedagógica. As bibliotecas escolares e municipais, enquanto espaços de mediação cultural e de aprendizagem ao longo da vida, assumem aqui um papel central: o de promover itinerários de leitura e de conhecimento que estimulem a curiosidade, a imaginação e o pensamento crítico, favorecendo práticas colaborativas entre docentes de diferentes áreas e níveis de ensino. O curso estrutura-se como espaço de reflexão crítica e produção pedagógica, visando potenciar processos de desenvolvimento profissional sustentado através da articulação entre fundamentação concetual e intervenção educativa.

Objetivos

- Promover uma reflexão interdisciplinar sobre o tema da viagem, enquanto metáfora deconhecimento, descoberta e transformação, transversal às várias áreas do saber. - Explorar a "viagem" como eixo integrador de práticas pedagógicas inovadoras, potenciando a leitura, a escrita e a expressão artística em diferentes linguagens. - Atualizar o desenvolvimento profissional dos docentes, estimulando o pensamento crítico e a criatividade face aos desafios da educação contemporânea. - Fomentar o trabalho colaborativo entre docentes de diferentes disciplinas e níveis de ensino, reforçando a dimensão cultural e humanista da escola. - Contribuir para a formação de cidadãos críticos, informados e abertos ao mundo, em consonância com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. - Valorizar o papel das bibliotecas escolares e municipais como espaços de encontro, de diálogo intercultural e de formação de leitores autónomos e conscientes.

Conteúdos

A formação, com duração total de 15 horas, integra sessões teóricas e "oficinas" práticas, asseguradas pelos formadores e especialistas convidados. - Contextualização do conceito de "viagem" na literatura, nas artes e na filosofia e educação. Aborda-se a viagem enquanto metáfora de conhecimento e transformação; percursos literários e artísticos; a viagem como eixo pedagógico interdisciplinar em todos os níveis de ensino ; e a reflexão e avaliação final das aprendizagens. A viagem como metáfora de conhecimento e de transformação - leitura da "viagem" como processo de descoberta individual e coletiva; a viagem interior e exterior; o deslocamento físico, simbólico e cognitivo na formação humana e cultural. − Viagens literárias e artísticas: percursos, autores e linguagens - exploração de obras literárias e artísticas que representam a viagem em múltiplas dimensões (mítica, histórica, geográfica, emocional, digital) e cruzamento com a pintura, o cinema, a música entre outras linguagens e áreas. − A viagem como eixo pedagógico e interdisciplinar - a leitura e a escrita enquanto itinerários de aprendizagem; articulação com as Aprendizagens Essenciais e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; integração do tema em projetos curriculares e interdisciplinares. − Da leitura à criação: oficinas de prática pedagógica - desenvolvimento de propostas educativas e artísticas que estimulem a leitura, a criatividade, o pensamento crítico e a colaboração. − Reflexão, sistematização e avaliação final - partilha de experiências, análise crítica dos contributos do Curso para os processos de ensino e aprendizagem nos diferentes níveis de ensino.

Metodologias

O Curso desenvolve-se segundo uma metodologia ativa e reflexiva, estruturada em momentos de enquadramento concetual, análise orientada de textos - alinhada com os referenciais curriculares vigentes, discussão fundamentada e trabalho colaborativo. O enquadramento e comunicações iniciais assumem caráter dialogado, promovendo a problematização crítica das perspetivas e dos conteúdos abordados. Seguem-se momentos de reflexão individual e partilha em pequenos grupos, orientados para a análise das práticas pedagógicas dos formandos dos diferentes níveis de educação e ensino e para a construção de propostas de intervenção contextualizadas. Deste modo, espera-se que esta componente mais prática e reflexiva contribua para o desenvolvimento de estratégias pedagógicas inovadoras que fomentem competências, valores e literacias múltiplas, potenciando o trabalho colaborativo e interdisciplinar. A metodologia privilegia a articulação entre fundamentação teórica e prática profissional, criando condições para processos de autoformação contextualizada e cooperada.

Avaliação

A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação da participação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%). O Relatório deverá integrar: uma análise crítica das práticas pedagógicas à luz das metodologias e leituras propostas e trabalhadas ao longo do curso; a apresentação de uma proposta pedagógica, em linha com os referenciais vigentes; uma reflexão sobre o impacto previsível nas práticas pedagógicas e nas aprendizagens dos alunos.

Modelo

- A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio,respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação da participação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%). - Questionário de satisfação, aplicado no final da Formação.

Bibliografia

Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060Martins, G. O., et al. (2017). . Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Direção Geral da Educação / Ministério da Educação. https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdSeixo, M. A. (1997). A Viagem na Literatura: Livro 1. Publicações Europa-América.Thomas, E. (2020). The Meaning of Travel: Philosophers Abroad. Oxford University Press. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quad; Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas escolares: presentes para o futuro

Anexo(s)

Cartaz

Book seminário Da arte de ler a Viagem 25/26

Programa Seminário Da Arte de Ler 2026


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-07-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 13:00 3:30 Presencial
2 08-07-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
3 09-07-2026 (Quinta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
4 09-07-2026 (Quinta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial
5 09-07-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 19:00 1:30 Presencial


715

Ref. 414C98/A3 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139024/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 8 de Julho de 2026

Fim: 9 de Julho de 2026

Regime: Presencial

Local: Panorama e Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça

Formador

Paula da Conceição Rodrigues Ribeiro

Teresa Pombo

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal de Alcobaça, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra/CESUCA/BAD – Grupo de Trabalho de Bibliotecas Itinerantes, Rede de Bibliotecas Escolares e CFAECAN

Enquadramento

A leitura é, por natureza, uma viagem, uma travessia entre mundos, tempos e culturas, uma experiência de deslocação física e simbólica que amplia o olhar e o entendimento do ser humano sobre si e sobre o outro. No atual contexto educativo, marcado por rápidas transformações tecnológicas, pela diversidade cultural e pelos desafios da globalização, a metáfora da viagem revela-se particularmente fecunda e inspiradora para promover a interdisciplinaridade, o diálogo entre linguagens e a construção de uma cidadania global, crítica e solidária. Neste Curso de Formação, "a Arte de Ler: a viagem", que se integra também na 12.ª edição do Seminário Da Arte de Ler, organizado anualmente pela Rede de Bibliotecas do concelho de Alcobaça, propõe-se explorar o conceito de "viagem" nas suas múltiplas dimensões - literária, artística, histórica, científica, filosófica e simbólica, como eixo de reflexão e de criação pedagógica. As bibliotecas escolares e municipais, enquanto espaços de mediação cultural e de aprendizagem ao longo da vida, assumem aqui um papel central: o de promover itinerários de leitura e de conhecimento que estimulem a curiosidade, a imaginação e o pensamento crítico, favorecendo práticas colaborativas entre docentes de diferentes áreas e níveis de ensino. O curso estrutura-se como espaço de reflexão crítica e produção pedagógica, visando potenciar processos de desenvolvimento profissional sustentado através da articulação entre fundamentação concetual e intervenção educativa.

Objetivos

- Promover uma reflexão interdisciplinar sobre o tema da viagem, enquanto metáfora deconhecimento, descoberta e transformação, transversal às várias áreas do saber. - Explorar a "viagem" como eixo integrador de práticas pedagógicas inovadoras, potenciando a leitura, a escrita e a expressão artística em diferentes linguagens. - Atualizar o desenvolvimento profissional dos docentes, estimulando o pensamento crítico e a criatividade face aos desafios da educação contemporânea. - Fomentar o trabalho colaborativo entre docentes de diferentes disciplinas e níveis de ensino, reforçando a dimensão cultural e humanista da escola. - Contribuir para a formação de cidadãos críticos, informados e abertos ao mundo, em consonância com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. - Valorizar o papel das bibliotecas escolares e municipais como espaços de encontro, de diálogo intercultural e de formação de leitores autónomos e conscientes.

Conteúdos

A formação, com duração total de 15 horas, integra sessões teóricas e "oficinas" práticas, asseguradas pelos formadores e especialistas convidados. - Contextualização do conceito de "viagem" na literatura, nas artes e na filosofia e educação. Aborda-se a viagem enquanto metáfora de conhecimento e transformação; percursos literários e artísticos; a viagem como eixo pedagógico interdisciplinar em todos os níveis de ensino ; e a reflexão e avaliação final das aprendizagens. A viagem como metáfora de conhecimento e de transformação - leitura da "viagem" como processo de descoberta individual e coletiva; a viagem interior e exterior; o deslocamento físico, simbólico e cognitivo na formação humana e cultural. − Viagens literárias e artísticas: percursos, autores e linguagens - exploração de obras literárias e artísticas que representam a viagem em múltiplas dimensões (mítica, histórica, geográfica, emocional, digital) e cruzamento com a pintura, o cinema, a música entre outras linguagens e áreas. − A viagem como eixo pedagógico e interdisciplinar - a leitura e a escrita enquanto itinerários de aprendizagem; articulação com as Aprendizagens Essenciais e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; integração do tema em projetos curriculares e interdisciplinares. − Da leitura à criação: oficinas de prática pedagógica - desenvolvimento de propostas educativas e artísticas que estimulem a leitura, a criatividade, o pensamento crítico e a colaboração. − Reflexão, sistematização e avaliação final - partilha de experiências, análise crítica dos contributos do Curso para os processos de ensino e aprendizagem nos diferentes níveis de ensino.

Metodologias

O Curso desenvolve-se segundo uma metodologia ativa e reflexiva, estruturada em momentos de enquadramento concetual, análise orientada de textos - alinhada com os referenciais curriculares vigentes, discussão fundamentada e trabalho colaborativo. O enquadramento e comunicações iniciais assumem caráter dialogado, promovendo a problematização crítica das perspetivas e dos conteúdos abordados. Seguem-se momentos de reflexão individual e partilha em pequenos grupos, orientados para a análise das práticas pedagógicas dos formandos dos diferentes níveis de educação e ensino e para a construção de propostas de intervenção contextualizadas. Deste modo, espera-se que esta componente mais prática e reflexiva contribua para o desenvolvimento de estratégias pedagógicas inovadoras que fomentem competências, valores e literacias múltiplas, potenciando o trabalho colaborativo e interdisciplinar. A metodologia privilegia a articulação entre fundamentação teórica e prática profissional, criando condições para processos de autoformação contextualizada e cooperada.

Avaliação

A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação da participação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%). O Relatório deverá integrar: uma análise crítica das práticas pedagógicas à luz das metodologias e leituras propostas e trabalhadas ao longo do curso; a apresentação de uma proposta pedagógica, em linha com os referenciais vigentes; uma reflexão sobre o impacto previsível nas práticas pedagógicas e nas aprendizagens dos alunos.

Modelo

- A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio,respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação da participação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%). - Questionário de satisfação, aplicado no final da Formação.

Bibliografia

Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060Martins, G. O., et al. (2017). . Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Direção Geral da Educação / Ministério da Educação. https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdSeixo, M. A. (1997). A Viagem na Literatura: Livro 1. Publicações Europa-América.Thomas, E. (2020). The Meaning of Travel: Philosophers Abroad. Oxford University Press. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quad; Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas escolares: presentes para o futuro

Anexo(s)

Cartaz

Book seminário Da arte de ler a Viagem 25/26

Programa Seminário Da Arte de Ler 2026


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-07-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 13:00 3:30 Presencial
2 08-07-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
3 09-07-2026 (Quinta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
4 09-07-2026 (Quinta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial
5 09-07-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 19:00 1:30 Presencial


716

Ref. 414C98/A4 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139024/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 8 de Julho de 2026

Fim: 9 de Julho de 2026

Regime: Presencial

Local: Panorama e Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça.

Formador

Ana Paula Príncipe Cardoso

Maria João Infante Serrado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal de Alcobaça, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra/CESUCA/BAD – Grupo de Trabalho de Bibliotecas Itinerantes, Rede de Bibliotecas Escolares e CFAECAN

Enquadramento

A leitura é, por natureza, uma viagem, uma travessia entre mundos, tempos e culturas, uma experiência de deslocação física e simbólica que amplia o olhar e o entendimento do ser humano sobre si e sobre o outro. No atual contexto educativo, marcado por rápidas transformações tecnológicas, pela diversidade cultural e pelos desafios da globalização, a metáfora da viagem revela-se particularmente fecunda e inspiradora para promover a interdisciplinaridade, o diálogo entre linguagens e a construção de uma cidadania global, crítica e solidária. Neste Curso de Formação, "a Arte de Ler: a viagem", que se integra também na 12.ª edição do Seminário Da Arte de Ler, organizado anualmente pela Rede de Bibliotecas do concelho de Alcobaça, propõe-se explorar o conceito de "viagem" nas suas múltiplas dimensões - literária, artística, histórica, científica, filosófica e simbólica, como eixo de reflexão e de criação pedagógica. As bibliotecas escolares e municipais, enquanto espaços de mediação cultural e de aprendizagem ao longo da vida, assumem aqui um papel central: o de promover itinerários de leitura e de conhecimento que estimulem a curiosidade, a imaginação e o pensamento crítico, favorecendo práticas colaborativas entre docentes de diferentes áreas e níveis de ensino. O curso estrutura-se como espaço de reflexão crítica e produção pedagógica, visando potenciar processos de desenvolvimento profissional sustentado através da articulação entre fundamentação concetual e intervenção educativa.

Objetivos

- Promover uma reflexão interdisciplinar sobre o tema da viagem, enquanto metáfora deconhecimento, descoberta e transformação, transversal às várias áreas do saber. - Explorar a "viagem" como eixo integrador de práticas pedagógicas inovadoras, potenciando a leitura, a escrita e a expressão artística em diferentes linguagens. - Atualizar o desenvolvimento profissional dos docentes, estimulando o pensamento crítico e a criatividade face aos desafios da educação contemporânea. - Fomentar o trabalho colaborativo entre docentes de diferentes disciplinas e níveis de ensino, reforçando a dimensão cultural e humanista da escola. - Contribuir para a formação de cidadãos críticos, informados e abertos ao mundo, em consonância com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. - Valorizar o papel das bibliotecas escolares e municipais como espaços de encontro, de diálogo intercultural e de formação de leitores autónomos e conscientes.

Conteúdos

A formação, com duração total de 15 horas, integra sessões teóricas e "oficinas" práticas, asseguradas pelos formadores e especialistas convidados. - Contextualização do conceito de "viagem" na literatura, nas artes e na filosofia e educação. Aborda-se a viagem enquanto metáfora de conhecimento e transformação; percursos literários e artísticos; a viagem como eixo pedagógico interdisciplinar em todos os níveis de ensino ; e a reflexão e avaliação final das aprendizagens. A viagem como metáfora de conhecimento e de transformação - leitura da "viagem" como processo de descoberta individual e coletiva; a viagem interior e exterior; o deslocamento físico, simbólico e cognitivo na formação humana e cultural. − Viagens literárias e artísticas: percursos, autores e linguagens - exploração de obras literárias e artísticas que representam a viagem em múltiplas dimensões (mítica, histórica, geográfica, emocional, digital) e cruzamento com a pintura, o cinema, a música entre outras linguagens e áreas. − A viagem como eixo pedagógico e interdisciplinar - a leitura e a escrita enquanto itinerários de aprendizagem; articulação com as Aprendizagens Essenciais e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; integração do tema em projetos curriculares e interdisciplinares. − Da leitura à criação: oficinas de prática pedagógica - desenvolvimento de propostas educativas e artísticas que estimulem a leitura, a criatividade, o pensamento crítico e a colaboração. − Reflexão, sistematização e avaliação final - partilha de experiências, análise crítica dos contributos do Curso para os processos de ensino e aprendizagem nos diferentes níveis de ensino.

Metodologias

O Curso desenvolve-se segundo uma metodologia ativa e reflexiva, estruturada em momentos de enquadramento concetual, análise orientada de textos - alinhada com os referenciais curriculares vigentes, discussão fundamentada e trabalho colaborativo. O enquadramento e comunicações iniciais assumem caráter dialogado, promovendo a problematização crítica das perspetivas e dos conteúdos abordados. Seguem-se momentos de reflexão individual e partilha em pequenos grupos, orientados para a análise das práticas pedagógicas dos formandos dos diferentes níveis de educação e ensino e para a construção de propostas de intervenção contextualizadas. Deste modo, espera-se que esta componente mais prática e reflexiva contribua para o desenvolvimento de estratégias pedagógicas inovadoras que fomentem competências, valores e literacias múltiplas, potenciando o trabalho colaborativo e interdisciplinar. A metodologia privilegia a articulação entre fundamentação teórica e prática profissional, criando condições para processos de autoformação contextualizada e cooperada.

Avaliação

A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação da participação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%). O Relatório deverá integrar: uma análise crítica das práticas pedagógicas à luz das metodologias e leituras propostas e trabalhadas ao longo do curso; a apresentação de uma proposta pedagógica, em linha com os referenciais vigentes; uma reflexão sobre o impacto previsível nas práticas pedagógicas e nas aprendizagens dos alunos.

Modelo

- A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio,respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação da participação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%). - Questionário de satisfação, aplicado no final da Formação.

Bibliografia

Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060Martins, G. O., et al. (2017). . Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Direção Geral da Educação / Ministério da Educação. https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdSeixo, M. A. (1997). A Viagem na Literatura: Livro 1. Publicações Europa-América.Thomas, E. (2020). The Meaning of Travel: Philosophers Abroad. Oxford University Press. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quad; Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas escolares: presentes para o futuro

Anexo(s)

Cartaz

Book seminário Da arte de ler a Viagem 25/26

Programa Seminário Da Arte de Ler 2026


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-07-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 13:00 3:30 Presencial
2 08-07-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
3 09-07-2026 (Quinta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
4 09-07-2026 (Quinta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial
5 09-07-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 19:00 1:30 Presencial


717

Ref. 425C99/A1 Concluída

Registo de acreditação: DGAE/1623/2025

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15,0 horas

Início: 8 de Julho de 2026

Fim: 9 de Julho de 2026

Regime: Presencial

Local: Panorama/Escola Secundária D. Inês de Castro

Formador

Fabrizio Boscaglia

Sandra Amaro

Destinatários

Pessoal não docente;

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A leitura é, por natureza, uma viagem, uma travessia entre mundos, tempos e culturas, uma experiência de deslocaçãofísica e simbólica que amplia o olhar e o entendimento do ser humano sobre si e sobre o outro. No atual contexto educativo, marcado por rápidas transformações tecnológicas, pela diversidade cultural e pelos desafios da globalização, a metáfora da viagem revela-se particularmente fecunda e inspiradora para promover a interdisciplinaridade, o diálogo entrelinguagens e a construção de uma cidadania global, crítica e solidária. Neste Curso de Formação, “Da Arte de Ler… a viagem”, que se integra também na 12.ª edição do Seminário “Da Arte de Ler…”, organizado anualmente pela Rede de Bibliotecas do concelho de Alcobaça, propõe-se explorar o conceito de“viagem” nas suas múltiplas dimensões - literária, artística, histórica, científica, filosófica e simbólica – como eixo de reflexão e de criação pedagógica. As bibliotecas escolares e municipais, enquanto espaços de mediação cultural e deaprendizagem ao longo da vida, assumem aqui um papel central: o de promover itinerários de leitura e de conhecimentoque estimulem a curiosidade, a imaginação e o pensamento crítico, favorecendo práticas colaborativas entre docentes dediferentes áreas e níveis de ensino. O curso estrutura-se como espaço de reflexão crítica e produção pedagógica, visando potenciar processos dedesenvolvimento profissional sustentado através da articulação entre fundamentação concetual e intervenção educativa.

Objetivos

- Promover uma reflexão interdisciplinar sobre o tema da viagem, enquanto metáfora deconhecimento, descoberta e transformação, transversal às várias áreas do saber. - Explorar a “viagem” como eixo integrador de práticas pedagógicas inovadoras, potenciando a leitura, a escrita e a expressão artística em diferentes linguagens. - Atualizar o desenvolvimento profissional, estimulando o pensamento crítico e a criatividade face aos desafios da educação contemporânea. - Fomentar o trabalho colaborativo reforçando a dimensão cultural e humanista da escola. - Contribuir para a formação de cidadãos críticos, informados e abertos ao mundo, em consonância com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. - Valorizar o papel das bibliotecas escolares e municipais como espaços de encontro, de diálogo intercultural e de formação de leitores autónomos e conscientes.

Conteúdos

- Contextualização do conceito de “viagem” na literatura, nas artes e na filosofia e educação. Aborda-se a viagemenquanto metáfora de conhecimento e transformação; percursos literários e artísticos; a viagem como eixo pedagógicointerdisciplinar em todos os níveis de ensino ; e a reflexão e avaliação final das aprendizagens. A viagem como metáfora de conhecimento e de transformação - leitura da “viagem” como processo de descobertaindividual e coletiva; a viagem interior e exterior; o deslocamento físico, simbólico e cognitivo na formação humana ecultural. − Viagens literárias e artísticas: percursos, autores e linguagens - exploração de obras literárias e artísticas querepresentam a viagem em múltiplas dimensões (mítica, histórica, geográfica, emocional, digital) e cruzamento com apintura, o cinema, a música entre outras linguagens e áreas. − A viagem como eixo pedagógico e interdisciplinar - a leitura e a escrita enquanto itinerários de aprendizagem; articulaçãocom as Aprendizagens Essenciais e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; integração do tema emprojetos curriculares e interdisciplinares. − Da leitura à criação: oficinas de prática pedagógica - desenvolvimento de propostas educativas e artísticas queestimulem a leitura, a criatividade, o pensamento crítico e a colaboração. − Reflexão, sistematização e avaliação final - partilha de experiências, análise crítica dos contributos do Curso para osprocessos de ensino e aprendizagem nos diferentes níveis de ensino.

Metodologias

O Curso desenvolve-se segundo uma metodologia ativa e reflexiva, estruturada em momentos de enquadramentoconcetual, análise orientada de textos - alinhada com os referenciais curriculares vigentes, discussão fundamentada etrabalho colaborativo. O enquadramento e comunicações iniciais assumem caráter dialogado, promovendo a problematização crítica dasperspetivas e dos conteúdos abordados. Seguem-se momentos de reflexão individual e partilha em pequenos grupos,orientados para a análise das práticas pedagógicas dos formandos dos diferentes níveis de educação e ensino e para aconstrução de propostas de intervenção contextualizadas. Deste modo, espera-se que esta componente mais prática ereflexiva contribua para o desenvolvimento de estratégias pedagógicas inovadoras que fomentem competências, valores eliteracias múltiplas, potenciando o trabalho colaborativo e interdisciplinar. A metodologia privilegia a articulação entre fundamentação teórica e prática profissional, criando condições paraprocessos de autoformação contextualizada e cooperada.

Avaliação

A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio,respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação da participação nasatividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%). O Relatório deverá integrar: uma análise crítica das práticas pedagógicas à luz das metodologias e leituras propostas etrabalhadas ao longo do curso; a apresentação de uma proposta pedagógica, em linha com os referenciais vigentes; umareflexão sobre o impacto previsível nas práticas pedagógicas e nas aprendizagens dos alunos.

Modelo

As formadoras propostas são certificadas neste domínio e têm uma larga experiência, enquanto docentes e formadoras.

Bibliografia

Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora delviaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060 Martins, G. d’O., et al. (2017). . Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Direção Geral da Educação /Ministério da Educação.https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pd Seixo, M. A. (1997). A Viagem na Literatura: Livro 1. Publicações Europa-América. Thomas, E. (2020). The Meaning of Travel: Philosophers Abroad. Oxford University Press. Rede de Bibliotecas Escolares(2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quad; Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoríade trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57.https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060 Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas escolares: presentes para o futuro

Anexo(s)

Programa Temático


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-07-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 13:00 3:30 Presencial
2 08-07-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
3 09-07-2026 (Quinta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
4 09-07-2026 (Quinta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial
5 09-07-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 19:00 1:30 Presencial

Ref. 438/1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 34 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 8 de Julho de 2026

Fim: 8 de Julho de 2026

Regime: Presencial

Local: Panorama, Alcobaça

Formador

Maria Caetano Lopes de Gouveia Vilalobos

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça/Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A leitura é, por natureza, uma viagem, uma travessia entre mundos, tempos e culturas, uma experiência de deslocação física e simbólica que amplia o olhar e o entendimento do ser humano sobre si e sobre o outro. No atual contexto educativo, marcado por rápidas transformações tecnológicas, pela diversidade cultural e pelos desafios da globalização, a metáfora da viagem revela-se particularmente fecunda e inspiradora para promover a interdisciplinaridade, o diálogo entre linguagens e a construção de uma cidadania global, crítica e solidária. Propõe-se explorar o conceito de“viagem” nas suas múltiplas dimensões - literária, artística, histórica, científica, filosófica e simbólica – como eixo de reflexão e de criação pedagógica. As bibliotecas escolares e municipais, enquanto espaços de mediação cultural e de aprendizagem ao longo da vida, assumem aqui um papel central: o de promover itinerários de leitura e de conhecimento que estimulem a curiosidade, a imaginação e o pensamento crítico, favorecendo práticas colaborativas entre docentes de diferentes áreas e níveis de ensino.

Objetivos

- Promover uma reflexão interdisciplinar sobre o tema da viagem, enquanto metáfora deconhecimento, descoberta e transformação, transversal às várias áreas do saber. - Explorar a “viagem” como eixo integrador de práticas pedagógicas inovadoras, potenciando a leitura, a escrita e a expressão artística em diferentes linguagens. - Atualizar o desenvolvimento profissional dos docentes, estimulando o pensamento crítico e a criatividade face aos desafios da educação contemporânea. - Fomentar o trabalho colaborativo entre docentes de diferentes disciplinas e níveis de ensino, reforçando a dimensão cultural e humanista da escola. - Contribuir para a formação de cidadãos críticos, informados e abertos ao mundo, em consonância com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. - Valorizar o papel das bibliotecas escolares e municipais como espaços de encontro, de diálogo intercultural e de formação de leitores autónomos e conscientes.

Conteúdos

- Contextualização do conceito de “viagem” na literatura, nas artes e na filosofia e educação. Aborda-se a viagem enquanto metáfora de conhecimento e transformação; percursos literários e artísticos; a viagem como eixo pedagógico interdisciplinar em todos os níveis de ensino ; e a reflexão e avaliação final das aprendizagens. A viagem como metáfora de conhecimento e de transformação - leitura da “viagem” como processo de descoberta individual e coletiva; a viagem interior e exterior; o deslocamento físico, simbólico e cognitivo na formação humana e cultural. − Viagens literárias e artísticas: percursos, autores e linguagens - exploração de obras literárias e artísticas que representam a viagem em múltiplas dimensões (mítica, histórica, geográfica, emocional, digital) e cruzamento com a pintura, o cinema, a música entre outras linguagens e áreas. − A viagem como eixo pedagógico e interdisciplinar - a leitura e a escrita enquanto itinerários de aprendizagem; articulação com as Aprendizagens Essenciais e com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; integração do tema em projetos curriculares e interdisciplinares.

Metodologias

O enquadramento e comunicações iniciais assumem caráter dialogado, promovendo a problematização crítica das perspetivas e dos conteúdos abordados. Seguem-se momentos de reflexão para a análise das práticas pedagógicas dos formandos dos diferentes níveis de educação e ensino e para a construção de propostas de intervenção contextualizadas. A metodologia privilegia a articulação entre fundamentação teórica e prática profissional, criando condições para processos de autoformação contextualizada e cooperada

Modelo

- Questionário de satisfação, aplicado no final da Formação.


Observações

Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060 Martins, G. d’O., et al. (2017). . Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Direção Geral da Educação / Ministério da Educação. https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pd Seixo, M. A. (1997). A Viagem na Literatura: Livro 1. Publicações Europa-América. Thomas, E. (2020). The Meaning of Travel: Philosophers Abroad. Oxford University Press. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quad; Kaplan, C. V., García, P. D., & Szapu, E. (2025). La categoría de trayectorias educativas en clave afectiva: la metáfora del viaje. Leitura: Teoria & Prática, 43(93), 41–57. https://ltp.emnuvens.com.br/ltp/article/view/1060 Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas escolares: presentes para o futuro

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-07-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
2 08-07-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 3981 Concluída

Registo de acreditação: ACD 24 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 29 de Junho de 2026

Fim: 30 de Junho de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto

Formador

Maria João Ferreira Antunes

Silvia Alexandra da Silva Neves

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de São Martinh do Porto, Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Na linha das recomendações do Grupo de Peritos sobre Bem-Estar na Escola da Comissão Europeia, tem sido amplamente reconhecida a necessidade de promover condições que favoreçam o bem-estar docente enquanto dimensão central da qualidade educativa. Neste contexto, o autoconhecimento surge como uma ferramenta estruturante, permitindo aos profissionais de educação compreenderem melhor os seus processos internos, limites, valores e motivações, com impacto direto na qualidade do desempenho profissional, no envolvimento com a comunidade escolar e na motivação para o exercício da docência.

Objetivos

Sensibilizar para a importância do autocuidado e regulação emocional na prática docente. Potenciar a motivação dos docentes através de ferramentas de autoconhecimento e bem-estar.

Conteúdos

Conceito de bem-estar docente. Identidade profissional docente: percurso pessoal, as crenças, os valores e as representações sobre a docência. Autoconhecimento enquanto competência profissional: compreensão dos processos internos, motivações, limites e emoções. Consciência e gestão emocional no contexto educativo: estratégias de autorregulação, autocuidado e prevenção do esgotamento profissional. Plano pessoal de bem-estar docente: estratégias individuais e coletivas de desenvolvimento pessoal e profissional

Metodologias

A ação privilegia uma abordagem reflexiva e experiencial, promovendo a integração entre desenvolvimento pessoal, bem-estar profissional e qualidade educativa.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das 6 horas. A Avaliação da ação é efetuada através de um questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Comissão Europeia. (2021). Wellbeing and mental health at school: Guidelines for education policymakers, school leaders, teachers and educators. Luxemburgo: Publications Office of the European Union. Contributo Científico OPP – Locais de Trabalho Mais Saudáveis e Produtivos – A Importância do Bem-Estar Organizacional, publicado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses. Day, C. (2004). A paixão pelo ensino. Porto: Porto Editora. Deci, E. L., & Ryan, R. M. (2000). Intrinsic and extrinsic motivations. Psychological Inquiry, 11(4), 227–268. Esteve, J. M. (1999). O mal-estar docente. Lisboa: McGraw-Hill. Goleman, D. (2006). Inteligência Social – a nova ciência do relacionamento Humano. (1a edição).Temas e Debates. Lisboa Goleman, D. (2010). Inteligência Emocional. Porto Editora. Jennings, P. A. (2015). Mindfulness for teachers. New York: W. W. Norton & Company. Nóvoa, A. (1992). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote. Seligman, M. (2002). Authentic hapiness: using the new positive psychology to realize your potential for lasting fulfillment. New York: Free Press. Seligman, M. (2012). A Vida que Floresce. (2a edição). Editora Estrelapolar. Lisboa. Schön, D. A. (1983). The reflective practitioner. New York: Basic Books.

Prioridade para os docentes do Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-06-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
2 30-06-2026 (Terça-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial

Ref. 418T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 28 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 20 de Junho de 2026

Fim: 20 de Junho de 2026

Regime: Presencial

Local: Auditório Beatriz Costa, Mafra

Formador

Cristina Faria dos Santos

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré, em parceria com a OESTE em REDE e o Agrupamento de Escolas Professor Armando Lucena

Enquadramento

A presente ação assinala a década da revisão e atualização das OCEPE (2016-2026), refletindo sobre a sua maturação e impacto nas práticas pedagógicas. Num momento de transição e novos desafios educativos, importa analisar como este documento pilar se articula com o Perfil dos Alunos (PASEO) e garante os direitos de participação da criança.

Objetivos

- Refletir sobre a identidade e os fundamentos das OCEPE após 10 anos de implementação. - Analisar a articulação curricular entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º CEB. - Debater o direito à participação da criança como eixo central da prática pedagógica. - Partilhar práticas de investigação-ação que operacionalizam as orientações curriculares no quotidiano educativo.

Conteúdos

Identidade e Fundamentos: A criança como sujeito de direitos e aprendiz ativa. Convergência Curricular: As OCEPE à luz do PASEO e as competências para o século XXI. Transições e Continuidade: Estratégias de articulação entre ciclos e a ligação Creche/Jardim de Infância. Práxis e Investigação: A reflexão-ação como ferramenta de melhoria da qualidade pedagógica.

Metodologias

A ação baseia-se num modelo de Mesas Redondas Dinâmicas, privilegiando a conversa informal e o debate entre especialistas, investigadores e práticos. Promover-se-á a interação direta com o auditório para partilha de experiências e reflexão crítica sobre o "chão da escola".

Modelo

Assinatura das folhas de presença, cumprindo a totalidade das horas da ACD; Resposta dos/as formandos/as ao questionário online (google forms), após o término da ação.


Observações

MUITO IMPORTANTE_ NESTE SITE encontrará todas as informações. https://sites.google.com/aealucena.pt/10anosoepe/10-anos-de-ocepe/inscri%C3%A7%C3%B5es

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 20-06-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 20-06-2026 (Sábado) 14:30 - 16:30 2:00 Presencial

Ref. 422T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 33 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 27 de Maio de 2026

Fim: 27 de Maio de 2026

Regime: Presencial

Local: Externato Cooperativo da Benedita

Formador

Samuel Carvalho Branco

Destinatários

Professores do 3º Ciclo e do Ensino Secundário

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Externato Cooperativo da Benedita, Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A crescente complexidade e o volume de documentação pedagógica e científica exigem que os docentes dominem ferramentas capazes de otimizar o tempo de análise textual e a subsequente transposição didática. A Inteligência Artificial Generativa oferece soluções inovadoras para processar relatórios, manuais e artigos, permitindo extrair ideias-chave com rapidez. Esta ação visa capacitar os professores para utilizarem ferramentas de IA na análise de documentos complexos e na criação automatizada de apresentações visuais e dinâmicas, potenciando a eficiência do planeamento curricular e a qualidade dos recursos de sala de aula

Objetivos

- Capacitar os docentes para a integração estratégica de ferramentas de IA (como Gemini, NotebookLM, Gamma, entre outras) na análise crítica de documentos e na criação automatizada de suportes visuais pedagógicos, promovendo a produtividade e a inovação nas práticas de ensino. Objetivos Específicos: • Explorar o potencial da IA na análise, síntese e extração de dados essenciais em documentos extensos e relatórios. • Desenvolver competências na criação e curadoria de apresentações dinâmicas e interativas geradas por IA a partir de fontes textuais. • Otimizar o fluxo de trabalho docente na preparação de materiais de apoio e recursos didáticos estruturados. • Refletir sobre a integridade, a verificação de fontes (alucinações da IA) e os aspetos éticos na automação de conteúdos educativos

Conteúdos

1- IA na Análise Documental: Extração de conceitos, síntese de PDFs e criação de bases de conhecimento com Gemini e NotebookLM. Técnicas de engenharia de prompts para análise crítica de textos. 2- Da Leitura à Apresentação Visual: Automação do design e da estrutura de diapositivos. Uso prático de ferramentas como Gamma, Tome e extensões de IA para apresentações (Google Slides/PowerPoint) a partir de documentos pré-analisados. 3- Otimização e Customização curricular: Adaptação do conteúdo gerado ao nível de ensino e perfil dos alunos; curadoria e validação de dados pela perspetiva do professor. 4- Ética, Direitos de Autor e Boas Práticas: Cuidados com a privacidade de dados ao carregar documentos e mitigação de erros ou alucinações das ferramentas

Metodologias

- Sessão interativa, alternando exposição teórica com demonstração prática das ferramentas e recursos. - Realização de atividades práticas (individuais ou em pequenos grupos) utilizando plataformas de IA e de tecnologia educativa. - Espaço para partilha de experiências, discussão de dúvidas e adaptação dos exemplos às realidades específicas dos formandos. - Apoio presencial do formador, promovendo a reflexão crítica e a autonomia dos participantes. - Utilização preferencial de ferramentas de fácil acesso e com potencial de aplicabilidade imediata em contexto de sala de aula. Esta ação responde à necessidade de atualização contínua dos docentes e contribui para a democratização do acesso à inovação pedagógica em todas as áreas do ensino.

Modelo

Os critérios de avaliação dos formandos consistem na presença e na participação na ação

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 27-05-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 4231 Concluída

Registo de acreditação: ACD 33 - 2025-2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 25 de Maio de 2026

Fim: 25 de Maio de 2026

Regime: e-learning

Local: Online/Plataforma ZOOM

Formador

Maria Manuela de Jesus Faustino Prata

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A avaliação externa das escolas constitui um instrumento central de regulação, monitorização e melhoria do sistema educativo, promovido por entidades como a Inspeção-Geral da Educação e Ciência. O seu impacto vai além da dimensão institucional, refletindo-se diretamente nas práticas pedagógicas, na organização curricular e nos processos de ensino e aprendizagem desenvolvidos em sala de aula. Neste contexto, torna-se pertinente promover momentos de reflexão crítica entre docentes sobre a forma como os referenciais da avaliação externa influenciam: • a planificação pedagógica; • as metodologias de ensino; • os processos de avaliação das aprendizagens; • a construção e utilização de documentos estruturantes (Projeto Educativo, Plano de Ação, etc.). A presente ACD visa, assim, criar um espaço de partilha interpares e inter-escolas, favorecendo a análise de práticas e a construção de estratégias que potenciem a melhoria contínua e o alinhamento com os domínios e critérios da avaliação externa, sem comprometer a autonomia pedagógica e a adequação aos contextos específicos.

Objetivos

Objetivo geral: Promover a reflexão crítica e a partilha de práticas sobre o impacto da avaliação externa nas dinâmicas pedagógicas e organizacionais das escolas. Objetivos específicos: • Analisar os referenciais e domínios da avaliação externa das escolas; • Identificar impactos concretos da avaliação externa nas práticas de sala de aula; • Refletir sobre a adequação das metodologias de ensino face aos critérios de qualidade definidos; • Explorar a articulação entre documentos orientadores e práticas pedagógicas; • Partilhar experiências e estratégias entre escolas; • Desenvolver propostas de melhoria sustentadas em evidência e reflexão colaborativa.

Conteúdos

Enquadramento da avaliação externa em Portugal Reflexão sobre os domínios em análise: Autoavaliação; Liderança e Gestão; Prestação do Serviço Educativo e Resultados Partilha e reflexão inter-escolas

Metodologias

• Trabalho colaborativo em pequenos grupos • Partilha em plenário • Reflexão crítica orientada

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 25-05-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona

Ref. 4211 Concluída

Registo de acreditação: ACD 31 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 13 de Maio de 2026

Fim: 13 de Maio de 2026

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Alcobaça

Formador

Vitor André Melo Nunes

Destinatários

Educadores de Infância, professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Associação Cultural e Desportiva Maré Viva, Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça(CEERIA), em parceria com o CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A neuro diversidade faz parte da nossa comunidade, das nossas escolas, dos nossos serviços e das nossas famílias. No entanto, continua muitas vezes invisível, mal compreendida ou reduzida a estereótipos. É necessário desfazer mitos, clarificar conceitos, identificar barreiras e construir caminhos mais inclusivos. É necessário e urgente afirmar um compromisso coletivo: o de construir comunidades mais empáticas, mais competentes e mais humanas, onde cada pessoa possa existir sem ter de esconder quem é, de poder palmilhar o seu caminho e ter o seu lugar na comunidade.

Objetivos

• Como operacionalizar a Inclusão na Escola; • Perceber o papel da superproteção e sobrecarga parental na autonomia funcional de jovens adultos com dificuldade intelectual e desenvolvimental; • Reconhecer a importância do papel do professor na preparação do aluno com PCDI para a sua transição para a vida ativa; • Reconhecer o papel do CRI – Centro de Recursos para a Inclusão – CEERIA • Identificar / conhecer as saídas e/ ou alternativas que os alunos com PCDI têm depois de terminar a idade escolar.

Conteúdos

• A atitude das famílias: Protecionismo e desvalorização das competências do seu educando. • A Inclusão na escola; • A transição para a vida ativa: as saídas e/ou alternativas. O papel do CRQE – Centro de Recursos para a Qualificação e Emprego.

Metodologias

Sessão / Painel 1 _9:30 -12:30 Conferências com debate: • A atitude das famílias: Protecionismo e desvalorização das competências do seu educando. • A Inclusão na escola; Centro de Recursos para Inclusão- CEERIA - O papel da superproteção e sobrecarga parental na autonomia funcional de jovens adultos com dificuldaddes intectual e comportamental. • Debate e partilha de ideias Sessão / Painel 2_14:30-17:30 Parte teórica (2h) • A transição para a vida ativa: as saídas e/ou alternativas. O papel do CRQE – Centro de Recursos para a Qualificação e Emprego. Grupo Autorrepresentação - CEERIA " Nada sobre nós,ssem nós" Encerramento

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)

Programa


Observações

RESPONSÁVEIS: Pedro Pombo, Presidente da Direção e Goreti Peça, Diretora Geral Formador: Mestre Vítor Nunes

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 13-05-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
2 13-05-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 4241 Concluída

Registo de acreditação: ASPND 3 - 2025/2026

Modalidade: Outro

Duração: 6,0 horas

Início: 13 de Maio de 2026

Fim: 13 de Maio de 2026

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Alcobaça

Formador

Vitor André Melo Nunes

Destinatários

Não Docente

Acreditado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A neuro diversidade faz parte da nossa comunidade, das nossas escolas, dos nossos serviços e das nossas famílias. No entanto, continua muitas vezes invisível, mal compreendida ou reduzida a estereótipos. É necessário desfazer mitos, clarificar conceitos, identificar barreiras e construir caminhos mais inclusivos. É necessário e urgente afirmar um compromisso coletivo: o de construir comunidades mais empáticas, mais competentes e mais humanas, onde cada pessoa possa existir sem ter de esconder quem é, de poder palmilhar o seu caminho e ter o seu lugar na comunidade.

Objetivos

• Como operacionalizar a Inclusão na Escola; • Perceber o papel da superproteção e sobrecarga parental na autonomia funcional de jovens adultos com dificuldade intelectual e desenvolvimental; • Reconhecer a importância do papel do professor na preparação do aluno com PCDI para a sua transição para a vida ativa; • Reconhecer o papel do CRI – Centro de Recursos para a Inclusão – CEERIA • Identificar / conhecer as saídas e/ ou alternativas que os alunos com PCDI têm depois de terminar a idade escolar.

Conteúdos

• A atitude das famílias: Protecionismo e desvalorização das competências do seu educando. • A Inclusão na escola; • A transição para a vida ativa: as saídas e/ou alternativas. • O papel do CRQE – Centro de Recursos para a Qualificação e Emprego.

Metodologias

Sessão / Painel 1 Parte teórica(3h) • A atitude das famílias: Protecionismo e desvalorização das competências do seu educando. • A Inclusão na escola; Parte prática: 0h30 • Debate e partilha de ideias Sessão / Painel 2 Parte teórica (2h) • A transição para a vida ativa: as saídas e/ou alternativas. O papel do CRQE – Centro de Recursos para a Qualificação e Emprego.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 13-05-2026 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
2 13-05-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 410C96/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 26 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 8 de Maio de 2026

Fim: 8 de Maio de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Formador

Filomena Lages Miguel

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A escola do século XXI, enquanto promotora da aprendizagem e do desenvolvimento de competências, tem necessariamente de se mobilizar e readaptar para acompanhar as exigências das mudanças sociais e tecnológicas, que ocorrem a um ritmo cada vez mais acelerado. Perante uma geração de alunos que nasceu e cresceu na Era da Informação, cabe ao professor compreender e acompanhar a evolução tecnológica e social, tirando partido do potencial educativo das tecnologias disponíveis, de forma a otimizar o processo de ensino e aprendizagem. Neste contexto, a presente Ação de Curta Duração visa analisar de que modo as aplicações de realidade virtual podem ser utilizadas como estratégia pedagógica com alunos do ensino básico, tornando-os mais ativos na construção do seu próprio conhecimento através de metodologias mais envolventes e participativas.

Objetivos

• Analisar o potencial educativo da Realidade Virtual em contexto de sala de aula; • Testar aplicações que proporcionem aos utilizadores oportunidades de aprendizagem baseadas na interação com a informação; • Refletir sobre formas de integração curricular das aplicações testadas.

Conteúdos

• O conceito de Realidade Virtual e o seu potencial educativo • Exemplos de integração curricular • Equipamentos necessários: exploração do equipamento e da interface inicial • Fase de testes: experimentação de algumas das aplicações sugeridas • Reflexão final: benefícios, possibilidades e constrangimentos

Metodologias

Os participantes terão a oportunidade de explorar experiências imersivas com óculos Meta Quest 2 e 3, compreendendo o seu potencial pedagógico em contexto educativo. Através do contacto direto com aplicações e ambientes 360°, será possível perceber de que forma a realidade virtual pode enriquecer o ensino e a aprendizagem, favorecendo o envolvimento ativo dos alunos, a motivação e a interação. Serão apresentados exemplos práticos aplicáveis a diferentes áreas curriculares, promovendo novas formas de ensinar e aprender num mundo cada vez mais digital. Ao longo da sessão, os participantes terão oportunidade de: • aprender a configurar os dispositivos; • navegar nos menus principais; • ajustar definições essenciais; • experimentar aplicações educativas já instaladas ou disponíveis gratuitamente; • descobrir onde e como procurar experiências educativas e imersivas adequadas ao contexto escolar. A ação será eminentemente prática e colaborativa, permitindo o contacto direto com os equipamentos, bem como a partilha de dúvidas, experiências e ideias para utilização em sala de aula.

Modelo

Modelo de avaliação dos Formandos: A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-05-2026 (Sexta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

Ref. 222C16/A4 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-124392/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 5 de Maio de 2026

Fim: 5 de Junho de 2026

Regime: e-learning

Local: Online/Plataforma ZOOM

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.

Objetivos

Conhecer alguns dos conceitos sobre IA; Identificar diferentes tipos de IA; Conhecer diferentes aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras); Debater e refletir sobre os aspetos da IA e a Ética em contexto educativo; Identificar os grandes inconvenientes da IA; Desenvolver propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas temáticas.

Conteúdos

Módulo 1 | Introdução à IA (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 1.1 Definição e história da IA 1.2 Conceitos sobre IA 1.3 Exploração dos diferentes tipos de IA Módulo 2 | Aplicações Generativas suportadas por IA (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 2.1 O que são aplicações generativas suportadas por IA? 2.2 Exemplos de aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras). 2.3 Exploração de ferramentas IA generativas em contexto educativo. Módulo 3 | IA e a Ética (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 3.1 Introdução à Ética da IA: Exploração dos princípios éticos e morais envolvidos no desenvolvimento, implementação e uso da IA. 3.2 Quais os grandes inconvenientes da IA? 3.3 Recomendações para o seu uso em contexto educativo. Módulo 4 | Projeto Educativo envolvendo IA generativa (5 horas - 3 síncronas + 2 horas assíncronas) 4.1 Definição de objetivos do projeto educativo de IA generativa e escolha do domínio criativo. 4.2 Experimentação e iteração com a(s) ferramenta(s). 4.3 Reflexão ética e social. Módulo 5 |Avaliação e Reflexão (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 5.1. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos pelos formandos.

Metodologias

O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning com 15h síncronas e 10h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas LMS (Moodle) e de videoconferência (Zoom) para dinamizar as sessões/planificar atividades, tendo em vista a sua aplicação com crianças e jovens em contexto educativo, utilizando os conteúdos explorados nas sessões, refletindo sobre a importância da integração curricular e da transversalidade destas temáticas. Atividades teóricas: ensino dirigido/semi-dirigido (discussão de conceitos, resultados de investigação e experiências de terreno); atividades dirigidas de leitura/reflexão; discussão. Atividades práticas: aprendizagem experiencial (no terreno, o que é abordado na ação, reflexão permanente ao longo do processo); aprendizagem cooperativa (contacto entre grupos, acompanhamento por parte do formador e apresentação, pelos formandos, do trabalho desenvolvido).

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final de cada um dos formandos.

Modelo

Questionário de satisfação, aplicado no final da Formação. Seis meses após o términus, aplicação do questionário do Impacte da Formação

Bibliografia

- Supporting global cooperation on artificial intelligence, United Nations: https://www.un.org/techenvoy/content/artificial-intelligence. - Artificial Intelligence and Education, A critical view through the lens of human rights, democracy and the rule of law, Council of Europe: https://rm.coe.int/prems-092922-gbr-2517-ai-and-education-txt-16x24-web/1680a956e3. - Orientações Éticas para Educadores sobre a utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem, Comissão Europeia: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/d81a0d54-5348-11ed-92ed-01aa75ed71a1/language-en. - Artificial Intelligence and the future of education, European Commission: https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_6338. - Beijing Consensus on Artificial Intelligence and Education, UNESCO: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368303.

Anexo(s)


Observações

Critérios de seleção: 1. Docentes associados do CFAECAN - que necessitem, ainda este ano letivo, de horas de formação para a progressão na carreira; - docentes que ainda não tenham frequentado formação na área da Inteligência Artificial - restantes docentes associados do CFAECAN. 2. Em caso de vaga, podem ser admitidos docentes não associados. -Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 05-05-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
2 08-05-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
3 12-05-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 15-05-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
5 19-05-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 22-05-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
7 26-05-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
8 29-05-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
9 02-06-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
10 05-06-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona

Ref. 419T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 29-2025-2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 30 de Abril de 2026

Fim: 30 de Abril de 2026

Regime: Presencial

Local: Externato Cooperativo da Benedita

Formador

Samuel Carvalho Branco

Destinatários

Professores dos grupos 200, 210, 220. 300, 320, 330, 340

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Externato Cooperativo da Benedita, Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A rápida evolução da Inteligência Artificial Generativa oferece oportunidades ímpares para o ensino de línguas, permitindo a personalização do ensino e a redução da carga burocrática do docente. Esta ação visa capacitar os professores para utilizarem ferramentas de IA na criação de recursos didáticos multimédia (áudio, vídeo e imagem) e na otimização da avaliação, garantindo que o ensino das línguas (materna e estrangeiras) acompanhe as competências digitais do século XXI.

Objetivos

Objetivo Geral: - Capacitar os docentes para a integração estratégica de ferramentas de IA (Gemini, NotebookLM, Suno, entre outras) no ensino de línguas, promovendo a eficácia pedagógica e a criatividade. Objetivos Específicos: - Explorar o potencial da IA na diferenciação pedagógica e no nivelamento automático de textos. - Criar recursos educativos multimodais (podcasts, avatares e música) para o treino da compreensão e produção oral. - Utilizar ferramentas de produtividade para otimizar o feedback e a avaliação formativa. - Refletir sobre a ética e o plágio no uso da IA em contexto escolar.

Conteúdos

Conteúdos Programáticos 1. IA no Planeamento e Curadoria: Gemini, Brisk e NotebookLM para análise de obras literárias e nivelamento de textos. 2. Multimodalidade e Criatividade: Criação de áudio e vídeo com ElevenLabs, HeyGen e Suno; visualização de conceitos com Napkin.ai e MyLens. 3. Avaliação e Feedback: Edcafe e ferramentas de apoio à correção. 4. Ética e Boas Práticas: O papel do professor como curador crítico.

Metodologias

Metodologia - Sessão interativa, alternando exposição teórica com demonstração prática das ferramentas e recursos. - Realização de atividades práticas (individuais ou em pequenos grupos) utilizando plataformas de IA e de tecnologia educativa. - Espaço para partilha de experiências, discussão de dúvidas e adaptação dos exemplos às realidades específicas dos formandos. - Apoio presencial do formador, promovendo a reflexão crítica e a autonomia dos participantes. - Utilização preferencial de ferramentas de fácil acesso e com potencial de aplicabilidade imediata em contexto de sala de aula. Esta ação responde à necessidade de atualização contínua dos docentes e contribui para a democratização do acesso à inovação pedagógica em todas as áreas do ensino.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-04-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 402C95/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 25 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 22 de Abril de 2026

Fim: 29 de Abril de 2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro/Zoom

Formador

Maria João Infante Serrado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister / CFAECAN

Enquadramento

No preâmbulo do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, é assumida como prioridade governativa «a aposta numa escola inclusiva, onde todos e cada um dos alunos, independentemente da sua situação pessoal e social, encontrem respostas que lhes possibilitem a aquisição de um nível de educação e formação facilitador da sua plena inclusão social». É neste enquadramento que o AE de Cister propõe a presente ação de formação. Com efeito, nas últimas três décadas, têm-se registado em Portugal progressos significativos no que respeita à frequência e permanência das comunidades ciganas no sistema educativo. Contudo, os níveis de abandono e de insucesso escolar continuam a ser substancialmente superiores aos verificados nos restantes grupos socioculturais. A máxima “é preciso conhecer para incluir” assume-se como um princípio orientador em diversos quadrantes da sociedade, sendo particularmente relevante no contexto educativo. A escola necessita de conhecer todos os seus alunos e o seu contexto cultural e social para conseguir conceber e implementar estratégias que promovam a escolarização e o sucesso educativo. Nesta sequência, é fundamental reforçar a articulação entre a escola e a família/comunidade, assim como a formação contínua de docentes em práticas inclusivas, pilares promotores de uma educação intercultura e de uma escolarização bem-sucedida das crianças e dos jovens ciganos, em particular.

Objetivos

- Dar a conhecer a cultura e a história do povo cigano; - Promover a consciencialização sobre a importância de conhecer as mentes culturais dos alunos para aumentar seu sucesso académico; - Sensibilizar para a importância da implementação de práticas inclusivas de qualidade, focadas nos direitos humanos e valores fundamentais; - Apresentar e promover as normas europeias de educação inclusiva e antirracista, não colonial, e relacioná-las com as leis educativas portuguesas; - Refletir sobre o papel das escolas, professores/as e pessoal não docente na promoção da educação e práticas interculturais antirracistas entre crianças e famílias ciganas e não ciganas. - Reconhecer os domínios de autonomia curricular (DAC), no enquadramento do DecretoLei n.º 55/2018, de 6d e julho, como uma opção curricular potenciadora de aprendizagens significativas e integradas. - Refletir sobre os princípios e estratégias que presidem à operacionalização de um DAC. - Reconhecer o trabalho interdisciplinar/articulação curricular, tendo por referência os documentos curriculares, como uma ferramenta de inclusão.

Conteúdos

- Quadro legislativo nacional e internacional dirigido às comunidades Roma: conceitos, políticas, recomendações, documentos de referência, instrumentos. - História e cultura ciganas: contexto histórico, grupos Roma, tradições culturais, movimentos emancipatórios, genocídio, respostas sociais e económicas. - Desconstrução de estereótipos: representações sociais das comunidades Roma e seu impacto social e educativo. - Articulação curricular interdisciplinar: domínios de autonomia curricular (DAC) no contexto da legislação em vigor (princípios para o planeamento, operacionalização e avaliação).

Metodologias

Sessão 1 - Exposição, debate, reflexão. Sessão 2 - Trabalho prático: planeamento de um DAC; Partilha e considerações sobre o trabalho desenvolvido. A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação.

Modelo

Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

FORMADORES: Bruno Gonçalves. Licenciado em Animação Socioeducativa em 2018 pela Escola Superior de Educação de Coimbra, concluiu a Pós-Graduação em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar em 2020 na Universidade Lusófona, é formador do Conselho da Europa no âmbito da Mediação Europeia para os roma/ciganos desde 2014. É autor dos livros infantojuvenis A História do Ciganinho Chico e Conhece-me Antes de me Odiares. É dirigente associativo desde 1998, num primeiro momento enquanto fundador e 1º Presidente da Associação Cigana de Coimbra e atualmente enquanto Vice-Presidente da Letras Nómadas - Associação de Investigação e Dinamização das Comunidades Ciganas. Maria João Serrado. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas – Variante de Estudos Portugueses e Alemães pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Mestre em Literaturas Românicas Modernas e Contemporâneas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Assessora do Centro de Formação de Associação de Escolas da Rede de Cooperação e Aprendizagem, na qualidade de representante para a Autonomia e Flexibilidade Curricular da Equipa Regional do Centro, entre 1 de setembro de 2020 e 31 de agosto de 2025. Formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, desde 2013. Bibliografia: Casa-Nova, M.J. (2020). Portugueses ciganos: Exclusão social ou não-integração?. In R. Vieira, J. C. Marques, P. Silva, A.M. Vieira, & C. Margarido (Eds.), Migrações, minorias étnicas, políticas sociais e (trans)formações (pp.49-70). Ed. Afrontamento. Direção-Geral da Educação (DGE) (2019). Promover a inclusão e o sucesso educativo das comunidades ciganas – Guião para as escolas/ Promote the inclusion and educational success of Roma communities - Guide for schools. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/Educacao_Intercultural/documentos/guiao_comunidades_ciganas.pdf Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República n.º 129/2018, Série I de 2018- 07-06, páginas 2928 – 2943. Ministério da Educação.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-04-2026 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial
2 29-04-2026 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Online síncrona

Ref. 401T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 23 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 27 de Março de 2026

Fim: 27 de Março de 2026

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Alcobaça

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial, Professores Bibliotecários

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal de Alcobaça, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra/ CESUCA, Grupo de Trabalho de Bibliotecas Itinerantes (BAD)

Enquadramento

O encontro de Bibliotecas Itinerantes como "espaços" de Afetos: a paixão pela literatura, através de Inês de Castro, com a Coordenação Científica da Sra. Prof.ª Doutora Beatriz Marques, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, a realizar no Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, no dia 27/03/2026, surge no âo âmbito do Festival Alcobaça Inspira, Arte, Literatura e Paixão, Organização: FLUC (Maria Beatriz Marques); CESUCA (Margarida Anastácio) e Câmara Municipal de Alcobaça, como apoio do BAD – Grupo de Trabalho de Bibliotecas Itinerantes

Objetivos

Objetivos são, enquadrar, aprofundar, refletir e conhecer: - o tema da Leitura Itinerante na promoção da Literatura Portuguesa - relação de D. Inês de Castro (1325-1355) com os livros e os documentos - Sistema de Informação Inesiano - à descoberta da Paixão de Inês de Castro. - Bibliotecas itinerantes e humanismo digital: cultivar “hábitos bons” e afetos no ecossistema digital Pretende-se ainda -realizar visitas à Exposição das Bibliotecas Itinerantes e ao Túmulo de Inês de Castro - apresentar a obra "Pedro e Inês contado aos pequenotes", de Vanda Marques

Conteúdos

O encontro de Bibliotecas Itinerantes como "espaços" de Afetos: a paixão pela literatura surge no âo âmbito do Festival Alcobaça Inspira, Arte, Literatura e Paixão, através de Inês de Castro. a realizar nao dia 27 de março de 2026 (6.a feira), entre 10h00/17h30. tem o seguinte programa: 09h30 – Receção dos Participantes 10h00 - Abertura do Encontro e boas-vindas aos participantes: 10h30 – 11h00 - Conferência Inaugural A relação de D. Inês de Castro (1325-1355) com os livros e os documentos Maria José de Azevedo Santos, Professora Catedrática Jubilada da FLUC Moderação:Maria Beatriz Marques (FLUC) 11h30 – 11h50 - Conferência Sistema de Informação Inesiano - à descoberta da Paixão de Inês de Castro. Maria da Assunção Alarcão Júdice, Presidente da Fundação Inês de Castro Moderação: Margarida Anastácio (CESUCA) 11h50 – 12h10 - Conferência Bibliotecas itinerantes e humanismo digital: cultivar “hábitos bons” e afetos no ecossistema digital Luis Borges Gouveia, Professor Catedrático da UFP Moderação:Miguel Marques dos Santos (FLUC) 12h10 – 13h00 - Visita guiada à Exposição das Bibliotecas Itinerantes Apresentação da Curadora Celmira Monteiro (BMCoimbra) 14h30 – 15h00 - Visita guiada ao Túmulo de Inês de Castro 15h00 – 15h20 - Pedro e Inês contado aos pequenotes Vanda Furtado Marques, Autora Moderação: Celmira Monteiro (BMCoimbra) 15h20 – 15h40- Intervalo para Café 15h40 – 17h00 – Mesa Redonda – Bibliotecas Itinerantes: a paixão que nos move Apresentação dos trabalhos desenvolvidos junto da comunidade por todos os profissionais de itinerância presentes; Apresentação de vídeos com os depoimentos de leitores sobre a sua paixão pela biblioteca itinerante. Moderação: Curadora do Encontro - Carla Santos 17h00- Sessão de Encerramento Cristina Albuquerque, Vice-Reitora da UC

Metodologias

Conferências, mesas redondas, visitas, exposições e debates e exposição de trabalho e visionamntos de videos e docimentários.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)

Cartaz

Ficha da ação


Observações

Formadora: Prof.ª Dra. Maria Beatriz Pinto de Sá Moscoso Marques

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 27-03-2026 (Sexta-feira) 09:30 - 13:00 3:30 Presencial
2 27-03-2026 (Sexta-feira) 14:30 - 17:00 2:30 Presencial

Ref. 341C66/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135286/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 19 de Março de 2026

Fim: 11 de Maio de 2026

Regime: e-learning

Local: 0nline/Plataforma ZOOM

Formador

Nuno Freire de Novais da Fonseca

Destinatários

Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Perante a constante necessidade de aquisição, digitalização, preparação, modificação, manuseamento e composição de imagens para fins pedagógicos e administrativos, seja na preparação e apresentação de slides, de documentos didáticos para sala de aula, de documentação necessária em contexto administrativo, ou mesmo em contexto formativo, foram desenvolvidos múltiplos recursos pedagógicos de aplicação acessível e versátil. Percorrer-se-á um conjunto de atividade que permitirá aos formandos o conhecimento efetivo do ficheiro de imagem digital, modos de o adquirir, a capacidade de alterar formatos (consoante os requisitos), as dimensões, a resolução, a melhoria visual dos conteúdos, de os incluir e empregar em recursos pedagógicos. Percorrer-se-á um conjunto de autores contemporâneos e a sua produção artística, analisando obras de maior relevo como referência a métodos úteis ao processo criativo.

Objetivos

1. Aquisição de conhecimentos de obtenção, utilização, transformação e aplicação de imagens em conteúdos pedagógicos. 2. Aquisição de competências de composição de imagem com ferramentas digitais. 3. Aquisição de competências necessárias à adequada utilização, criação e aplicação das imagens em contexto pedagógico

Conteúdos

1. Formatos, dimensão e resolução de imagens digitais. 2. O leque de aplicações digitais de criação e manipulação de imagem disponíveis no mercado (pagas ou de utilização gratuita). 3. Processos de digitalização e aquisição de imagens. 4. Métodos e sistemas de transferência e armazenamento de ficheiros entre dispositivos. 5. Técnicas de conversão de formatos, redimensionamento e alteração de resolução de imagens digitais. 6. Metodologias de criação e composição de imagem. 7. Técnicas de manipulação (transformação, melhoramento, correção) de imagem em suporte digital. 8. Princípios de adequação e uso da imagem em diferentes recursos pedagógicos (impressos e em ecrã).

Metodologias

Apresentação e discussão de conceitos; Exercícios práticos contextualizados com as práticas quotidianas; Simulações; Trabalhos de grupo/práticas colaborativas; Dinâmicas criativas de trabalho com recurso a referentes artísticos e culturais.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e os trabalhos elaborados e apresentados pelos formandos.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Rudolf Arnheim, 1980. Arte e Percepção Visual: Uma Psicologia da Visão Criadora. Ed. Pioneira, S. Paulo. Denis A. Dondis, 1976. La sintaxis de la Imagen: Introduccion al alfabeto visual. Editorial Gustavo Gili SA, Barcelona Richard Hollis, 2010. Design Gráfico - Uma história concisa. Ed. WFM Martins Fontes. Christiane Paul, 2003. Digital Art. Thames & Hudson, wold of art. Londres Ron Brinkman, 2008. The art and Science of Digital Compositing. Ed. Morgan Kaufman, Berlington.

Anexo(s)


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, apresente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 19-03-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 19:00 1:00 Online síncrona
2 23-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
3 23-03-2026 (Segunda-feira) 20:00 - 21:00 1:00 Online assíncrona
4 30-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
5 30-03-2026 (Segunda-feira) 20:00 - 21:00 1:00 Online assíncrona
6 06-04-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
7 06-04-2026 (Segunda-feira) 20:00 - 21:00 1:00 Online assíncrona
8 13-04-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
9 13-04-2026 (Segunda-feira) 20:10 - 21:10 1:00 Online assíncrona
10 20-04-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
11 27-04-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
12 27-04-2026 (Segunda-feira) 20:00 - 21:00 1:00 Online assíncrona
13 04-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
14 04-05-2026 (Segunda-feira) 20:00 - 21:00 1:00 Online assíncrona
15 11-05-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona


605

Ref. 396C89/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 22- 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 18 de Março de 2026

Fim: 18 de Março de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça

Formador

Patrícia Margarida Anselmo da Silva Breites

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça

Enquadramento

A Ação de Curta Duração (ACD) tem como objetivo principal compartilhar aprendizagens em Inteligência Artificial adquiridas em diferentes contextos europeus, promovendo a reflexão sobre os desafios e oportunidades que essas experiências trazem à melhoria do ensino e ao desenvolvimento integral dos alunos .

Objetivos

Promover o desenvolvimento profissional dos agentes educativos, reforçando a dimensão europeia da educação e a adoção de práticas pedagógicas diferenciadoras. Partilhar experiências de mobilidade Erasmus+, resultantes da participação em cursos estruturados.

Conteúdos

Ação-Chave 1 (KA1): objetivos, tipologias de mobilidade (cursos estruturados,) e impacto no desenvolvimento profissional; Importância da mobilidade individual para o crescimento pessoal e profissional dos docentes; Partilha de práticas e plataformas de IA. Brisk Teaching; Arloop;Chalkie; Curipod; Wayground; Chat PDF; Slidesorator.

Metodologias

-Apresentação e participação na ação. Partilha de relatos pessoais e profissionais por parte dos participantes nas mobilidades, destacando boas práticas observadas e exemplos concretos de plataformas de IA. Momento de síntese e reflexão final: -Sistematização das principais ideias e aprendizagens da sessão, seguida de um espaço de reflexão conjunta, permitindo identificar caminhos de aplicação das práticas partilhadas no contexto do AE Cister e reunir contribuições dos participantes para futuras ações.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 18-03-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial

Ref. 4061 Concluída

Registo de acreditação: ACD 21 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 11 de Março de 2026

Fim: 11 de Março de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)

Formador

Maria Manuela da Silva Lourenço

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça

Enquadramento

O presente ano letivo constitui um momento particularmente relevante para o Agrupamento, uma vez que corresponde ao período de revisão e reformulação do Projeto Educativo. Este processo assume-se como uma oportunidade de reflexão estratégica sobre o caminho percorrido e, sobretudo, sobre o futuro que pretendemos construir enquanto comunidade educativa. Neste contexto, o envolvimento de todos – docentes, alunos, assistentes operacionais e técnicos, encarregados de educação e parceiros da comunidade – é fundamental. A participação ativa de todos permitirá identificar prioridades, definir objetivos comuns e delinear ações que contribuam para a melhoria contínua da qualidade educativa. Assim, pretende-se que este seja um processo participativo e colaborativo, capaz de integrar diferentes perspetivas e de orientar o Agrupamento na construção da escola que desejamos para os próximos três anos: uma escola inclusiva, exigente, inovadora e centrada no sucesso e bem-estar de todos os alunos, em conjunto Imaginarmos o Agrupamento de Escolas de Cister do Futuro.

Objetivos

Promover a reflexão estratégica sobre o funcionamento do Agrupamento, analisando práticas educativas, resultados e necessidades da comunidade escolar. Envolver toda a comunidade educativa – docentes, alunos, assistentes, encarregados de educação e parceiros – num processo participativo de construção do Projeto Educativo. Definir prioridades e metas claras para o desenvolvimento do Agrupamento nos próximos três anos. Reforçar a qualidade das aprendizagens e o sucesso educativo, promovendo práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas. Valorizar a inclusão, a equidade e o bem-estar de todos os alunos, garantindo respostas adequadas às diferentes necessidades. Fortalecer a articulação com a comunidade e parceiros locais, potenciando recursos e oportunidades educativas.

Conteúdos

Caracterização do Agrupamento e da comunidade educativa (contexto social, cultural e educativo). Princípios, valores e missão do Agrupamento. Visão estratégica para os próximos três anos. Diagnóstico da situação atual (análise de resultados escolares, práticas pedagógicas, recursos e necessidades identificadas). Definição de objetivos estratégicos e metas de melhoria. Linhas de ação e estratégias de intervenção para a promoção do sucesso educativo e da inclusão. Medidas de apoio às aprendizagens e combate ao insucesso e abandono escolar. Promoção do bem-estar, cidadania e desenvolvimento pessoal dos alunos. Articulação curricular e inovação pedagógica. Parcerias com a comunidade e envolvimento das famílias. Monitorização e avaliação do Projeto Educativo.Análise dos resultados dos inquéritos (identificação de forças, fraquezas e tendências). Brainstorming em grupos de trabalho sobre objetivos estratégicos, desafios e metas para 3 anos. Propostas concretas para o Projeto Educativo, considerando diversidade de perfis e representatividade.

Metodologias

Sessão prática e informal em grupos de trabalho. Dinâmicas colaborativas, acolhedoras e facilitadas (discussão guiada, análise SWOT, priorização de ideias). Registo de propostas para integração no Projeto Educativo

Modelo

Modelo de avaliação dos Formandos: A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.


Observações

Bibliografia Projeto Educativo atual do AE Cister. Resultados dos inquéritos de monitorização.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-03-2026 (Quarta-feira) 14:45 - 17:45 3:00 Presencial

Ref. 407T/1 Concluída

Registo de acreditação: ASPND2-2025-2026

Modalidade: Outro

Duração: 3,0 horas

Início: 11 de Março de 2026

Fim: 11 de Março de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Formador

Patrícia Margarida Anselmo da Silva Breites

Destinatários

Pessoal não docente;

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O presente ano letivo constitui um momento particularmente relevante para o Agrupamento, uma vez que corresponde ao período de revisão e reformulação do Projeto Educativo. Este processo assume-se como uma oportunidade de reflexão estratégica sobre o caminho percorrido e, sobretudo, sobre o futuro que pretendemos construir enquanto comunidade educativa. Neste contexto, o envolvimento de todos – docentes, alunos, assistentes operacionais e técnicos, encarregados de educação e parceiros da comunidade – é fundamental. A participação ativa de todos permitirá identificar prioridades, definir objetivos comuns e delinear ações que contribuam para a melhoria contínua da qualidade educativa. Assim, pretende-se que este seja um processo participativo e colaborativo, capaz de integrar diferentes perspetivas e de orientar o Agrupamento na construção da escola que desejamos para os próximos três anos: uma escola inclusiva, exigente, inovadora e centrada no sucesso e bem-estar de todos os alunos, em conjunto Imaginarmos o Agrupamento de Escolas de Cister do Futuro.

Objetivos

Promover a reflexão estratégica sobre o funcionamento do Agrupamento, analisando práticas educativas, resultados e necessidades da comunidade escolar. Envolver toda a comunidade educativa – docentes, alunos, assistentes, encarregados de educação e parceiros – num processo participativo de construção do Projeto Educativo. Definir prioridades e metas claras para o desenvolvimento do Agrupamento nos próximos três anos. Reforçar a qualidade das aprendizagens e o sucesso educativo, promovendo práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas. Valorizar a inclusão, a equidade e o bem-estar de todos os alunos, garantindo respostas adequadas às diferentes necessidades. Fortalecer a articulação com a comunidade e parceiros locais, potenciando recursos e oportunidades educativas.

Conteúdos

Caracterização do Agrupamento e da comunidade educativa (contexto social, cultural e educativo). Princípios, valores e missão do Agrupamento. Visão estratégica para os próximos três anos. Diagnóstico da situação atual (análise de resultados escolares, práticas pedagógicas, recursos e necessidades identificadas). Definição de objetivos estratégicos e metas de melhoria. Linhas de ação e estratégias de intervenção para a promoção do sucesso educativo e da inclusão. Medidas de apoio às aprendizagens e combate ao insucesso e abandono escolar. Promoção do bem-estar, cidadania e desenvolvimento pessoal dos alunos. Articulação curricular e inovação pedagógica. Parcerias com a comunidade e envolvimento das famílias. Monitorização e avaliação do Projeto Educativo.Análise dos resultados dos inquéritos (identificação de forças, fraquezas e tendências). Brainstorming em grupos de trabalho sobre objetivos estratégicos, desafios e metas para 3 anos. Caracterização do Agrupamento e da comunidade educativa (contexto social, cultural e educativo). Princípios, valores e missão do Agrupamento. Visão estratégica para os próximos três anos. Diagnóstico da situação atual (análise de resultados escolares, práticas pedagógicas, recursos e necessidades identificadas). Definição de objetivos estratégicos e metas de melhoria. Linhas de ação e estratégias de intervenção para a promoção do sucesso educativo e da inclusão. Medidas de apoio às aprendizagens e combate ao insucesso e abandono escolar. Promoção do bem-estar, cidadania e desenvolvimento pessoal dos alunos. Articulação curricular e inovação pedagógica. Parcerias com a comunidade e envolvimento das famílias. Monitorização e avaliação do Projeto Educativo.Análise dos resultados dos inquéritos (identificação de forças, fraquezas e tendências). Brainstorming em grupos de trabalho sobre objetivos estratégicos, desafios e metas para 3 anos. Propostas concretas para o Projeto Educativo, considerando diversidade de perfis e representatividade.

Metodologias

Sessão prática e informal em grupos de trabalho. Dinâmicas colaborativas, acolhedoras e facilitadas (discussão guiada, análise SWOT, priorização de ideias). Registo de propostas para integração no Projeto Educativo

Modelo

Modelo de avaliação dos Formandos: A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Bibliografia

Bibliografia Projeto Educativo atual do AE Cister. Resultados dos inquéritos de monitorização


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-03-2026 (Quarta-feira) 14:45 - 17:45 3:00 Presencial

Ref. 4051 Concluída

Registo de acreditação: ACD 20 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 10 de Março de 2026

Fim: 10 de Março de 2026

Regime: e-learning

Local: Online/Plataforma ZOOM

Formador

Maria Manuela de Jesus Faustino Prata

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial pertencentes à Bolsa de Avaliadores Externos (AvExt.) do CFAE.

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A Avaliação Externa do Desempenho docente e o exercício da Função de Avaliador(a) Externo (a) requerem um conjunto de competências e de procedimentos que importa refletir e aprofundar. Nesta perspetiva, com esta Ação de Curta Duração pretende-se: • Promover o desenvolvimento de competências de avaliação externa no âmbito do quadro nacional de referência; • Realizar uma leitura partilhada do quadro orientador dos objetivos e procedimentos; • Debater o processo de “observação de aulas” e de avaliação externa da dimensão científica e pedagógica; • Incentivar o trabalho colaborativo entre os profissionais envolvidos no processo de observação.

Objetivos

Promover o desenvolvimento de competências de avaliação externa no âmbito do quadro nacional de referência Reconhecer o enquadramento legal da função de avaliador externo Incentivar o trabalho colaborativo entre os profissionais envolvidos no processo de observação conhecer a Calenzaarização, procedimentos e documentação de apoio

Conteúdos

1. Quadro normativo da ADD: uma perspetiva global e integrada 2. A componente externa da ADD: orientações e procedimentos 2.1. Competências do avaliador externo 2.2. Observação de aulas 2.3. Instrumentos de apoio: guião de observação, parâmetros e níveis de desempenho 2.4. Procedimentos: preparação, observação, autoavaliação e classificação. 3. Documentação de apoio, procedimentos, submissão e validação na Plataforma

Metodologias

Enquadramento conceptual, reflexão e debate. Apreseentação de "situações/casos" e aplicação prática

Modelo

Modelo de avaliação dos Formandos: A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.


Observações

Critérios de seleção: 1. Avaliadores(as) Externos(as) já nomeados para exercer a função de AE, no corrente ano letivo; 2. Outros Avaliadores(as) Externos(as) que integram a Bolsa de Avaliadores (Validados pelos Diretores dos AE/ENA no SIGRHE ) e que ainda podem ainda vir a ser mobilizados para este ciclo avaliativo (2025/2026)

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-03-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona

Ref. 395C94/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138030/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 9 de Março de 2026

Fim: 29 de Abril de 2026

Regime: e-learning

Local: Online/Plataforma ZOOM

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A formação CANVA EDU: Ferramentas Visuais com Impacto na Aprendizagem surge da necessidade crescente dos docentes incorporarem recursos digitais inovadores e pedagógicos nas suas práticas. O Canva, através da sua versão educativa Canva for Education, destaca-se como uma plataforma intuitiva e acessível, oferecendo uma vasta biblioteca de modelos educativos, elementos gráficos, vídeos, ícones, fotografias e layouts, permitindo a criação de materiais de elevada qualidade sem exigir competências técnicas avançadas. O Canva integra ainda ferramentas de Inteligência Artificial que potenciam a criação de conteúdos. Entre estas encontram-se a geração automática de textos, a reformulação de materiais, a produção de imagens a partir de descrições, a elaboração de planos e apresentações e a organização de recursos com o apoio de assistentes inteligentes. A integração com modelos de linguagem permite adaptar, simplificar ou aprofundar conteúdos de forma rápida, promovendo uma maior personalização dos materiais e aumento da produtividade. A plataforma oferece também funcionalidades colaborativas que facilitam a utilização em equipa entre docentes e alunos. É possível partilhar projetos, comentar, editar simultaneamente e integrar materiais diretamente em ambientes virtuais de aprendizagem. A exportação em múltiplos formatos permite utilizar os recursos em sala de aula, em comunicação interna e em plataformas LMS.

Objetivos

• Explorar e aplicar os diversos recursos gráficos, multimédia e modelos educativos disponíveis na versão EDU do Canva; • Utilizar funcionalidades de Inteligência Artificial e modelos de linguagem (LLM) para gerar, adaptar e personalizar conteúdos educativos; • Desenvolver competências na criação de planos, apresentações, fichas, infográficos e outros recursos pedagógicos digitais; • Fomentar a utilização colaborativa da plataforma, promovendo o trabalho colaborativo entre docentes e alunos; • Integrar os materiais criados no Canva em ambientes virtuais de aprendizagem (AVA/LMS) e em contextos de comunicação escolar; • Incentivar práticas pedagógicas inovadoras, dinâmicas e visualmente apelativas, alinhadas com os desafios da educação contemporânea.

Conteúdos

Duração total: 10 sessões (5 síncronas de 3 horas e 5 assíncronas de 2 horas) Módulo 1 Introdução ao Canva EDU e Recursos Visuais • Sessão 1 (síncrona, 3h): Apresentação da versão EDU, navegação na plataforma, biblioteca de modelos e elementos gráficos; princípios básicos de design. • Sessão 2 (assíncrona, 2h): Exercícios práticos de exploração de recursos, criação de pequenos materiais visuais e estudo autónomo de layouts e templates. Módulo 2 Criação de Conteúdos Pedagógicos e Multimédia • Sessão 3 (síncrona, 3h): Desenvolvimento de planos, apresentações, fichas e infográficos; inserção e manipulação de multimédia. • Sessão 4 (assíncrona, 2h): Criação autónoma de conteúdos educativos; aplicação das boas práticas de design e personalização de materiais. Módulo 3 Inteligência Artificial no Canva • Sessão 5 (síncrona, 3h): Exploração das ferramentas de IA; geração automática de textos, criação de imagens a partir de descrições; utilização de assistentes inteligentes. • Sessão 6 (assíncrona, 2h): Exercícios práticos de utilização da IA para criação e adaptação de materiais educativos. Módulo 4 Colaboração, Integração e Aplicação em Contextos Educativos • Sessão 7 (síncrona, 3h): Funcionalidades colaborativas, partilha de projetos, comentários e edição simultânea; integração em AVA/LMS. • Sessão 8 (assíncrona, 2h): Desenvolvimento autónomo de recursos colaborativos; exercícios de integração em plataformas educativas. • Sessão 9 (síncrona, 3h): Planificação de aulas utilizando os recursos criados; discussão de práticas pedagógicas inovadoras. • Sessão 10 (assíncrona, 2h): Reflexão final e aplicação prática; avaliação dos materiais criados.

Metodologias

O curso, decorrerá em regime e-Learning, (15 h síncronas e 10 h assíncronas) através do Moodle e do Zoom para dinamizar as sessões e planificar as atividades, apoiar a criação e utilização de recursos digitais e visuais em contexto educativo, bem como a reflexão acerca da integração curricular e a transversalidade destas temáticas na prática pedagógica. Atividades teóricas: explicação de conceitos pedagógicos e de design visual através de exemplos e demonstrações na plataforma Canva; discussão de princípios de organização de conteúdos, análise de boas práticas e reflexão sobre estratégias de utilização de recursos digitais em sala de aula. Atividades práticas: aprendizagem experiencial, através da criação de materiais educativos no Canva, exploração das ferramentas de Inteligência Artificial e aplicação direta dos conteúdos em exercícios simulados; aprendizagem cooperativa, onde o trabalho colaborativo com acompanhamento do formador. Apresentação final dos trabalhos produzidos, com reflexão crítica sobre o processo e os resultados obtidos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho e uma reflexão final de cada um dos formandos.

Modelo

A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.

Bibliografia

Ministério da Educação Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julho. https://www.dge.mec.pt/perfil-dos-alunos Ministério da Educação Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (PDF). https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfCanva. (2024). Teaching tools and free resources fo educators. https://www.canva.com/education/teaching-resources/Yilmaz, S. (2024). Using Canva for Education application with elementary school students. Electronic Turkish Studies Journal, 19(2), 123-145. Fonseca, M. J. (2023). Que referências para implementar a IA em educação 2023/2024? Cuadernos de Educación y Desarrollo, 15(3), 1-15. Lopes, A., & Pereira, C. (2024). Inteligência artificial na educação: Um auxiliar ou um problema? Lusíada. Educação, 32(1), 45-62.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-03-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
2 11-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
3 23-03-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 25-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
5 13-04-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 15-04-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
7 20-04-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
8 22-04-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona
9 27-04-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
10 29-04-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online assíncrona


687

Ref. 253C30/A2 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128486/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2 de Março de 2026

Fim: 4 de Maio de 2026

Regime: b-learning

Local: Plataforma Zoom/ Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.

Objetivos

Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: - Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. - Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. - Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas: - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integraras tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.

Metodologias

Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, deforma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias. Formação a Distância: As horas de formação serão distribuídas da seguinte forma: 25 horas de trabalho conjunto distribuídos em 9 horas presenciais e 16 horas síncronas; 25 horas de trabalho autónomo - para planificação, experimentação e reflexão sobre uma aplicação prática efetuada no contexto educativo do professor.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. Serão propostas atividades/tarefas que os formandos realizam ao longo das várias sessões da oficina de formação. Todos os trabalhos produzidos pelos formandos (resoluções das tarefas ou reflexões) executados no decurso das sessões de formação ou durante o tempo destinado ao trabalho autónomo, são disponibilizados num portefólio, acessível através da disciplina Moodle a todos os formandos e formador. Os formandos planificam e implementam atividades de aprendizagem no seu contexto escolar, refletem sobre a implementação realizada e apresentam-na oralmente ao grupo de formação. No final, elaboram o seu Relatório de Reflexão Crítica Individual, submetendo-o em local próprio no Moodle da formação.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em:https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdf Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em:https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdf Fullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em:https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdf Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels.Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA.Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf

Anexo(s)


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, apresente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 02-03-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
2 09-03-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
3 16-03-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 23-03-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 13-04-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
6 20-04-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
7 27-04-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
8 04-05-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona


506

Ref. 287C48/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128405/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 23 de Fevereiro de 2026

Fim: 27 de Abril de 2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça/Plataforma ZOOM

Formador

Soraia Valy Mamade Feiteira Lourenço

Destinatários

Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) da disciplina de PLNM, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina; - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula.

Conteúdos

Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Português Língua Não Materna (PLNM): enquadramento legal, documentos curriculares, definição de conceitos (língua, cultura, L1, L2, multilinguismo, plurilinguismo, multiculturalismo, pluriculturalismo, interculturalidade, entre outros), caracterização sociolinguística e avaliação diagnóstica. Relação entre multilinguismo e interculturalidade. Processos de mediação intercultural; modelos de política multicultural. Desafios da globalização e da mediatização.(5h) Módulo 3 - Didáticas específicas na língua não materna em diferentes domínios: oralidade e interação cultural. Descrição dos constituintes e processos fonológicos em função de ferramentas fonéticas e fonológicas. Conceitos de léxico e de unidade lexicais. Conceitos de prosódia. Avaliação da oralidade: contextos, instrumentos e critérios. A prática dos géneros orais em contextos formais e informais. Relação entre língua, cultura e linguagem; processos de construção e afirmação identitária. O multilinguismo como estratégia de aprendizagem. (5h) Módulo 4 - Módulo 4 Didáticas específicas da língua não materna nos domínios da leitura e escrita. Alfabetização: abordagem de métodos de ensino/aprendizagem de leitura e escrita. Identificação de relações entre sons da fala e sua representação (orto)gráfica. Abordagem de características de diferentes tipos de textos. Estratégias de leitura com diferentes níveis de complexidade cognitiva (localização de informação, realização de inferências). Avaliação da linguagem e do conteúdo. Dinâmicas e projetos de leitura. (promoção do gosto pela leitura e contributos para o desenvolvimento da educação literária). (5h) Módulo 5 - Escrita: abordagem de formatos associados a diferentes tipos textuais e aprofundamento de técnicas de aperfeiçoamento de produção escrita. Problematização de diferentes perspetivas/modelos quanto ao desenvolvimento da linguagem escrita. Géneros textuais e funções comunicativas; tomada de consciência da diversidade de géneros textuais a partir da prática comunicativa. Estratégias e recursos no âmbito da produção e revisão de texto. (5h) Módulo 6 - Gramática e desenvolvimento das competências comunicativas (gramática em uso); as dimensões: lexical, gramatical, sociolinguística, pragmática, discursiva e estratégica (5h) Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

A oficina é constituída por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais. O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-02-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
2 02-03-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 05-03-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
4 16-03-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 23-03-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
6 13-04-2026 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
7 20-04-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Presencial
8 27-04-2026 (Segunda-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Presencial


653

Ref. 4001 Concluída

Registo de acreditação: ACD 19 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 5,0 horas

Início: 22 de Fevereiro de 2026

Fim: 22 de Fevereiro de 2026

Regime: Presencial

Local: Academia de Música de Alcobaça

Destinatários

Professores de Música/Ensino Artístico;

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Academia de Música de Alcobaça/CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A presente Ação de Curta Duração integra o plano de formação contínua da Academia de Música de Alcobaça, em articulação com o CFAE dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré, na área da Pedagogia e Didática do Instrumento. Constitui continuidade formativa do workshop “Fundamentos do Método Suzuki 1”, visando o aprofundamento metodológico aplicado à progressão técnica e musical em fase subsequente à iniciação. A ação responde à necessidade de atualização pedagógica dos docentes de instrumentos de cordas friccionadas, reforçando competências na aplicação estruturada do repertório Suzuki, na gestão da progressão técnica e na consolidação da autonomia do aluno. Insere-se na estratégia institucional de qualificação do corpo docente e de melhoria da qualidade do ensino artístico especializado, promovendo reflexão crítica, coerência metodológica e partilha de práticas pedagógicas.

Objetivos

Apresentar e discutir filosofias e estratégias pedagógicas, Experimentação de estratégias e instrumentos didáticos para as aulas de instrumento de cordas friccionadas a alunos de nível de iniciação.

Conteúdos

Filosofias de ensino do instrumento. Método Suzuki (repertório e metodologias).

Metodologias

A ação decorrerá em regime presencial, organizada em dois formatos complementares: palestras e masterclasse. As palestras seguirão uma metodologia expositivo-dialogada, centrada no aprofundamento dos fundamentos pedagógicos do Método Suzuki, análise do repertório de nível II e discussão de estratégias de progressão técnica e interpretativa. A masterclasse adotará metodologia demonstrativa e participativa, com trabalho prático com alunos, observação orientada, análise pedagógica das intervenções do formador e reflexão crítica sobre a transferência das estratégias para o contexto letivo dos participantes. A abordagem privilegia articulação entre fundamentação teórica e aplicação prática, promovendo consolidação de competências didáticas específicas.

Modelo

Preenchimento de um formulário de satisfação no final da ação.


Observações

Bibliografia: Ability Development From Age Zero - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Nurtured By Love: A New Approach to Education - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Young Children’s Talent Education and Its Method - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Kataoka, Haruko. Sensibility and Education - Salt Lake City, UT: Piano Basics Inc., 1993. Starr, William. The Suzuki Violinist: A Guide for Parents and Teachers - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. VIOLIN PART I VOL. 1 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music VIOLIN PART II VOL. 2 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music VIOLIN PART III VOL. 3 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-02-2026 (Domingo) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 22-02-2026 (Domingo) 14:00 - 15:00 1:00 Presencial

Ref. 3991 Concluída

Registo de acreditação: ACD 18 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 21 de Fevereiro de 2026

Fim: 21 de Fevereiro de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Casto, Alcobaça

Destinatários

Professores de Música/Ensino Artístico;

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Academia de Música de Alcobaça/CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A presente Ação de Curta Duração integra-se no plano de formação contínua da Academia de Música de Alcobaça, em articulação com o CFAE dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré, na área da Pedagogia e Didática do Instrumento. A sua realização justifica-se pela necessidade de atualização pedagógica dos docentes de instrumentos de cordas friccionadas, particularmente ao nível da iniciação, etapa determinante na consolidação de competências técnicas, auditivas e posturais. O aprofundamento do Método Suzuki — abordagem estruturada e internacionalmente reconhecida — permite reforçar práticas centradas no aluno, valorizando a aprendizagem por imitação, a escuta sistemática, a repetição estruturada e o envolvimento da família no processo educativo. A ação contribui para a melhoria da qualidade do ensino artístico especializado, promovendo reflexão crítica, partilha de práticas e diversificação de estratégias didáticas, em coerência com os objetivos formativos da entidade proponente.

Objetivos

Apresentar e discutir filosofias e estratégias pedagógicas, Experimentação de estratégias e instrumentos didáticos para as aulas de instrumento de cordas friccionadas a alunos de nível de iniciação.

Conteúdos

Filosofias de ensino do instrumento. Método Suzuki (repertório e metodologias).

Metodologias

A ação desenvolver-se-á em regime presencial, estruturada em dois momentos complementares: componente teórica (manhã) e componente prática (tarde). Na componente teórica serão utilizados métodos expositivo-dialogados, com apresentação dos fundamentos filosóficos e pedagógicos do Método Suzuki, análise do repertório inicial e discussão orientada sobre estratégias aplicáveis ao ensino da iniciação instrumental. Na componente prática privilegiar-se-á uma abordagem ativa e participativa, com demonstrações pedagógicas, simulação de situações de aula individual e de grupo, experimentação de estratégias didáticas pelos formandos e reflexão orientada sobre a transferência das aprendizagens para o contexto real de ensino.

Modelo

Preenchimento de um formulário de satisfação no final da ação.


Observações

Bibliografia: Ability Development From Age Zero - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Nurtured By Love: A New Approach to Education - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Young Children’s Talent Education and Its Method - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Kataoka, Haruko. Sensibility and Education - Salt Lake City, UT: Piano Basics Inc., 1993. Starr, William. The Suzuki Violinist: A Guide for Parents and Teachers - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. VIOLIN PART I VOL. 1 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music VIOLIN PART II VOL. 2 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music VIOLIN PART III VOL. 3 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-02-2026 (Domingo) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
2 22-02-2026 (Domingo) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 297C47/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131577/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 12 de Fevereiro de 2026

Fim: 16 de Abril de 2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça/Plataforma ZOOM

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 110

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Português (1.º ciclo), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Desenvolver práticas de ensino-aprendizagem baseadas em conhecimentos científicos e didáticos no âmbito dos domínios patentes nas Aprendizagens Essenciais da disciplina de Português; - Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento, de forma articulada, dos domínios da Oralidade, Leitura, Educação Literária, Escrita e Gramática; - Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias integradas nas áreas críticas do Português; - Refletir sobre os contributos da disciplina para o exercício de uma cidadania ativa.

Conteúdos

Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 Oralidade e Educação Literária (1.º e 2.º anos) (5h) estratégias para: i) a compreensão de noções elementares de diferentes géneros literários; ii) a compreensão e fruição de diferentes experiências literárias; iii) a construção de um bom leitor: clube de leitura; apresentações orais?(exposição, reconto, tomada de posição) Módulo 3 Educação Literária e Leitura (3.º e 4.º anos) (5h) estratégias para: i) compreensão de diferentes tipos de texto; ii) as diferentes finalidades de leitura para a construção de um bom leitor: projeto de leitura; dramatizações; textos orais com diferentes finalidades (planificação e produção) Módulo 4 Escrita (5h) estratégias para: i) oficinas de escrita; ii) técnicas de escrita criativa (desbloqueadores de criatividade, modelos de escrita): diário de escrita, texto coletivo; oficina de escrita, plano esquemático, técnicas de revisão linguística; guião de autorrevisão Módulo 5 Oralidade (5h) estratégias para: i) o processo de escuta; ii) a produção discursiva planificada, espontânea e interativa; iii) retórica da oralidade (postura corporal, expressão facial,clareza, volume e tom de voz): guiões de apoio à oralidade; workshop sobre performance; técnicas de anotação; rádio escolar; clube de debate Módulo 6 Leitura e Gramática (1.º e 2.º anos) (5h) estratégias para a organização de um laboratório gramatical: desenvolvimento da consciência fonológica a nível da estrutura sonora e (orto)gráfica da palavra; lexical; sintática; e textual: portefólio, oficina da palavra; construção de um photostory Módulo 7 Leitura Escrita e Gramática (3.º e 4.º anos) (5h) estratégias para a organização de um laboratório gramatical: desenvolvimento da consciência morfológica; lexical; sintática; textual; e discursiva: workshop de ortografia; campeonato de gramática; ebook de texto criativo Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0ME. (1997). Sim-Sim, I., Duarte, I.; Ferraz, M.J. A língua materna na educação básica: competências nucleares e níveis de desempenho.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 12-02-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Presencial
2 24-02-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
3 05-03-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
4 12-03-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
5 17-03-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 18-03-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
7 26-03-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
8 16-04-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Presencial


541

Ref. 260C62/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128599/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 11 de Fevereiro de 2026

Fim: 15 de Abril de 2026

Regime: b-learning

Local: Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto/Plataforma ZOOM

Formador

Ana Margarida Martins Nunes

Maria João Correia Lima

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 520

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Ciências Naturais, Biologia e Geologia, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

• Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); • Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; • Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; • Promover a familiarização dos professores com as propostas de atividades práticas/experimentais que constam dos documentos curriculares, de forma que reconheçam as suas reais potencialidades no âmbito do ensino das ciências; • Incentivar a reflexão sobre o papel essencial do professor na formação de cidadãos críticos e ativos na sociedade; • Promover a abordagem holística de problemas e desafios socioambientais.

Conteúdos

Módulo (M)1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares: (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/desenvolvimento de competências digitais dos alunos) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos M2 - Genética e intervenção biotecnológica (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: manipulação da fertilidade, controlo de natalidade das populações humanas e resolução de problemas de infertilidade - processos biotecnológicos natureza e carácter hereditário dos genes, a sua regulação e alteração, com implicações na qualidade de vida dos indivíduos e da biodiversidade genes como património evolutivo das espécies e como campo de intervenção biotecnológica Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática M3: Saúde e Alterações climáticas (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos à temática: pandemia e alterações climáticas - conceitos pandemias relacionadas com alterações climáticas fatores de risco evidências científicas ações para a redução dos riscos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática Elaboração de projeto de intervenção na comunidade para promover a saúde e reduzir os riscos das alterações climáticas M4 – Recursos Geológicos e Sustentabilidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: relação entre dinâmica litosférica e mudanças climáticas atividades antropogénicas e mudanças ambientais exploração de recursos geológicos através de tecnologias específicas contaminação de recursos geológicos e possíveis cenários de futuro, como consequência do aquecimento global e de mudanças ambientais Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M5 – Biodiversidade e Geodiversidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: conceitos básicos de biodiversidade e geodiversidade: definição, importância, níveis de organização, ameaças e estratégias de conservação áreas importantes para a conservação a nível nacional - identificação geodiversidade na sustentação da biodiversidade impactos da perda de biodiversidade e da geodiversidade Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas, de campo e experimentais Elaboração de projeto de educação ambiental. Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

Presencial - A oficina é constituída por 6 módulos (2 obrigatórios e 4 opcionais). Módulo 1 e Módulo Final – Obrigatórios e presenciais. Os dois módulos a selecionar, de entre os 4 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 7,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. O trabalho autónomo será intercalado com as sessões presenciais e online. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados. A avaliação contemplará também a interação entre formador e formandos, a realização e discussão de tarefas e o trabalho final.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Organização Mundial da Saúde (OMS): https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/climate-change-and-health Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC): https://www.ipcc.ch/

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-02-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
2 28-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
3 28-02-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
4 04-03-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 11-03-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
6 18-03-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
7 25-03-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
8 15-04-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial


532

Ref. 3921 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137987/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 11 de Fevereiro de 2026

Fim: 29 de Abril de 2026

Regime: e-learning

Local: Online/ Plataforma Zoom/Moodle

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais. Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.

Objetivos

Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo. No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais. Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.

Conteúdos

Ciberespaço e Cultura de Cibersegurança (4 horas) • Conceitos Básicos de Cibersegurança • A utilização do Ciberespaço • Engenharia Social Ciber-higiene (6 horas) • Normas e procedimentos de utilização das tecnologias da informação • Políticas Seguras nas Escolas • Práticas Seguras nas Escolas Cibersegurança em Ambientes Colaborativos (2,5 horas) • Ambientes colaborativos • Partilhas, permissões, comunicação e colaboração em rede Ética na Cibersegurança (3,5 horas) • Boas práticas e cumprimento da lei • Partilha de conteúdos e copyright • Ciberbullying Dados Pessoalmente Identificáveis e Sensíveis (6 horas) • Tipos de dados • Ciclo de dados • Estratégias de pesquisa e gestão do conhecimento

Metodologias

A formação será ministrada à distância, em formato síncrono, para permitir a discussão, troca de ideias e dinâmicas de aprendizagem com o formador e entre pares. Após a apresentação dos conceitos serão sempre apresentadas ferramentas, questões tipo, cenários de estudo, que possam servir como exemplos de aplicabilidade concretos, estruturados de acordo com os níveis de público. A formação inclui um extenso e atualizado portfolio de ferramentas já disponíveis de variados autores, e ainda uma versão inicial de materiais a utilizar pelos professores e ainda de um jogo. Cada um deles é passível de ser completado de forma mais personalizada por cada professor, no sentido de o adaptar à envolvente sócio-cultural da sua escola, o que será objeto de avaliação final.

Avaliação

A avaliação dos formandos será baseada, de acordo com o Estatuto da Carreira Docente, numa escala de 1 a 10 valores, mediante o seu desempenho nas sessões conjuntas e na avaliação individual dos trabalhos produzidos.

Modelo

A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.

Bibliografia

Centro Internet Segura, Guia para uma Internet Segura, eBook_CIS_vF2.pdf Estudo sobre a Educação para a Cibersegurança no Ensino Básico e Secundário. CNCS, 2024 https://www.cncs.gov.pt/docs/estudo-ensino-bas-sec-obcibercncs.pdf Mastering Cyber Hygiene: A Practical Guide for Individuals: A Practical Guide for Individuals. NOTION PRESS MEDIA PVT LTD, 2024. ISBN: 9798894156774 CNCS(2020), Relatório cibersegurança em Portugal: Ética & Direito, https://www.cncs.gov.pt/docs/relatorio-eticadireito2020-observatoriociberseguranca-cncs.pdf Van Puyvelde, Damien, and Aaron F. Brantly. Cybersecurity: politics, governance and conflict in cyberspace. John Wiley & Sons, 2024.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-02-2026 (Quarta-feira) 19:00 - 21:15 2:15 Online síncrona
2 25-02-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona
3 04-03-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona
4 18-03-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona
5 25-03-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona
6 15-04-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona
7 22-04-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona
8 29-04-2026 (Quarta-feira) 18:15 - 21:30 3:15 Online síncrona

Ref. 3971 Concluída

Registo de acreditação: ACD 17 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 11 de Fevereiro de 2026

Fim: 11 de Fevereiro de 2026

Regime: e-learning

Local: Online/Google Meet

Formador

Marco António Moniz de Lemos

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, professores de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas da Benedita / Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A ação enquadra-se na necessidade de capacitar os docentes na construção de instrumentos de avaliação em formato digital, alinhada com o formato da avaliação externa, para promover em ambiente escolar a sua utilização. Inserido no Programa de Digitalização para as Escolas, o Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturado de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu. Esta ação está inserida no Plano de Ação de Desenvolvimento Digital da Escola (PADDE) do Agrupamento de Escolas da Benedita, como forma de potenciar o recurso a metodologias ativas e/ou ferramentas digitais dirigidas aos alunos.

Objetivos

Promover práticas de avaliação digital com recursos à plataforma Intuitivo; Incentivar a recolha de informação sobre as aprendizagens dos alunos de forma mais eficaz e alargada, acompanhando o seu progresso; Diversificar estratégias de avaliação; Gerir a informação da escola no que concerne à avaliação.

Conteúdos

Aspetos da avaliação digital: enquadramento e benefícios; Exploração da plataforma: navegação e utilização do acervo; Criação de conteúdos: elaboração de testes, perguntas e atividades pedagógicas; Organização e gestão: utilização de pastas, subpastas e ferramentas de partilha; Análise de dados: exploração de relatórios e estatísticas de aprendizagem.

Metodologias

Metodologia teórico prática.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das 3 horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, esta deve permanecer sempre ligada ao longo de toda a sessão. Avaliação da ação é efetuada através de um questionário de satisfação a preencher pelos formandos.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-02-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona

Ref. 292C52/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128625/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 10 de Fevereiro de 2026

Fim: 14 de Abril de 2026

Regime: b-learning

Local: Plataforma ZOOM/Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça e Escola e Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto

Formador

Maria João Correia Lima

Ana Margarida Martins Nunes

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Ciências Naturais, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

• Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); • Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; • Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; • Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico e a comunicação; • Partilhar práticas e aceder a recursos didáticos de referência, adequados a um contexto específico de aprendizagem, ensino e avaliação.

Conteúdos

Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 - Rochas e Solo - materiais terrestres (10 horas) Recursos geológicos - potencialidades Rochas e minerais Distinção entre mineral e rocha e indicar exemplo de rochas de cada grupo Aplicação de rochas no quotidiano Solo Agentes biológicos e atmosféricos - importância na génese do solo Solo - conservação Sustentabilidade na agricultura e avanço científico e tecnológico Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo 3 - Água e Ar (10 horas) Água e seres vivos Disponibilidade e circulação de água na Terra - Informação Gestão sustentável da água na sua utilização, exploração e proteção - importância Atmosfera terrestre - funções Propriedades do ar e seus constituintes Atividades humanas na qualidade do ar - impactos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo 4 - Processos vitais comuns aos seres vivos - Animais (10 horas) Alimentação Riscos e benefícios dos aditivos alimentares Ciência e da tecnologia na evolução dos produtos alimentares - importância Sustentabilidade do Organismo Respiração Distinção entre respirações externa e celular Ciência e da tecnologia na identificação das principais causas das doenças respiratórias mais comuns - importância Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo 5 - Processos vitais comuns aos seres vivos - Plantas (10 horas) Fotossíntese e Respiração nas plantas Fotossíntese para a obtenção de alimento nas plantas - importância Influência de fatores que intervêm no processo fotossintético Importância das plantas na vida na Terra e medidas de conservação da floresta autóctone Relação entre os produtos da fotossíntese e a respiração celular Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema. Módulo 6 - Agressões do meio e integridade do organismo (10 horas) Ciência e tecnologia na descoberta dos microrganismos - importância Medidas de higiene que contribuam para a prevenção de doenças infeciosas Vacinas e uso adequado de antibióticos e medicamentos de venda livre - importância Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo Final - (2,5 horas) - Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos

Metodologias

O curso é constituído por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final - Obrigatórios e presenciais Os dois módulos a selecionar, de entre os 5 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 7,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados. A avaliação contemplará também a interação entre formador e formandos, a realização e discussão de tarefas e o trabalho final.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série - n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Martins, I. P., Tenreiro-Vieira, C., Vieira, R., Sá, P., Rodrigues, A. V., Teixeira, F., Couceiro, F., Veiga, M. L. & Neves, C. (2012). Avaliação do Impacte do Programa de Formação em Ensino Experimental das Ciências: Um estudo de âmbito nacional. Lisboa: Ministério da Educação e Ciência, Direção Geral de Educação (333 pp.)

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-02-2026 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
2 21-02-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
3 21-02-2026 (Sábado) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial
4 03-03-2026 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
5 10-03-2026 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
6 17-03-2026 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
7 24-03-2026 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
8 14-04-2026 (Terça-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona


531

Ref. 298C44/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131576/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 10 de Fevereiro de 2026

Fim: 24 de Março de 2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça/ZOOM

Formador

Henrique Filipe Henriques dos Santos

Destinatários

Educadores de Infância

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Com a publicação das OCEPE, (Despacho 9180/2016, de 19 de julho) e do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, foi identificada a necessidade de realizar uma reflexão alargada em torno da construção e gestão curricular e da promoção de uma educação inclusiva na educação pré-escolar. As OCEPE, documento normativo que orienta e apoia o educador de infância na construção e gestão do currículo, preconiza a sua adaptação ao contexto social, às caraterísticas das crianças e das famílias e à evolução das aprendizagens de cada criança e do grupo. São também essenciais para esta reflexão e para o desenvolvimento profissional dos educadores de infância, as exigências da contemporaneidade e o disposto no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), em articulação com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC). Importa promover uma atualização científica e didática, respondendo às necessidades manifestadas pelos educadores de infância, apoiando-os na qualidade da educação pré-escolar, tendo em vista o bem-estar, o desenvolvimento e a aprendizagem de todas as crianças. Assim, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das áreas e domínios das OCEPE, destacando-se a Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, a Matemática, o Conhecimento do Mundo, as Artes Visuais, a Música, o Jogo dramático/Teatro, a Dança e a Educação Física.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em áreas de conteúdo e domínios das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar; - Analisar o PA e as suas implicações curriculares, bem como compreender a relação entre as OCEPE e o PA, a fim de melhor gerir e implementar o currículo; - Fomentar a implementação de metodologias ativas de aprendizagem promotoras da diferenciação pedagógica, em coerência com os Fundamentos e Princípios da Pedagogia para a infância e considerando a organização do ambiente educativo as aprendizagens a promover. - Utilizar recursos e materiais pedagógicos que promovam estratégias ativas e inclusivas, em contexto educativo.

Conteúdos

Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) - Análise sobre articulação OCEPE, PA e Decreto-Lei n.º 54/2018 na gestão do currículo - Reflexão e debate sobre enquadramento das OCEPE: - Fundamentos e Princípios da Pedagogia para a Infância - implicação na ação educativa. - Potencialidades da organização do ambiente educativo no currículo e nas aprendizagens. - Intencionalidade educativa na construção e gestão do currículo numa perspetiva articulada das diferentes áreas e domínios Módulo 2 - Linguagem Oral e abordagem à Escrita (10h) - Comunicação Oral e consciência linguística - Funcionalidade da linguagem escrita e utilização em contexto - Identificação de convenções da escrita - Prazer e motivação para ler e escrever - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 3 - Matemática (10h) - Números e operações - Organização e tratamento de dados - Geometria e medida - Interesse e curiosidade pela matemática - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 4 - Educação Física (10h) - Apropriação de diferentes formas de linguagem corporal - Ação da criança sobre si própria e sobre o corpo em movimento - Ação da criança sobre os objetos - Desenvolvimento da criança nas relações sociais em situação de jogo - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 5 - Artes Visuais (10h) - Capacidades expressivas e criativas através das experimentações e produções plásticas - Elementos da comunicação visual tanto na produção e apreciação das suas produções e do que observa - Apreciação de diferentes manifestações de artes visuais, expressando a sua opinião e leitura crítica - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 6 - Música (10h) - Identificação e descrição dos sons, suas características rítmicas, melódicas, dinâmicas, tímbricas e formais - Interpretação com intencionalidade expressiva-musical - Improvisações musicais utilizando diversos recursos sonoros - Valorização da música como fator de identidade social e cultural - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 7 - Abordagem às Ciências (10h) - Processo de desenvolvimento da metodologia científica nas suas etapas - Conhecimento do mundo social - Conhecimento do mundo físico e natural - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 8 - Capacitação Digital na educação de infância (10h) - Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional - Exploração, seleção e adequação de recursos educativos digitais ao contexto de aprendizagem - Exploração de recursos digitais de apoio ao planeamento e à avaliação das aprendizagens - Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais Módulo Final - (2,5 horas) - Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados

Metodologias

Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5horas presenciais Os módulos opcionais são definidos tendo por referência as áreas e domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. O trabalho autónomo será intercalado com as sessões presenciais e online. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/atividade). Trabalho Autónomo: consolidação dos trabalhos (planificação/atividade); aplicação prática em contexto educativo dos trabalhos realizados; auscultação das crianças em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre atividades concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/atividades no âmbito de cada uma das áreas e domínios abordados.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 54/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série, n.º 129. https://afc.dge.mec.pt/docs/Legisla%c3%a7%c3%a3o/dl_55_2018_curriculo_ensino_basico_secundario.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L. e Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdfDGE Recursos educativos para a educação pré-escolar https://www.dge.mec.pt/recursos-0 Cardona, M.J., Lopes da Silva, I., Marques, L., Rodrigues, P. (2021) Planear e Avaliar na Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EInfancia/documentos/planearavaliar.pdf

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-02-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 20-02-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
3 23-02-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
4 25-02-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
5 03-03-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
6 10-03-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Online síncrona
7 17-03-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
8 24-03-2026 (Terça-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Presencial


543

Ref. 388C93/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 15 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 21 de Janeiro de 2026

Fim: 21 de Janeiro de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça

Formador

Ruben David Luís dos Santos

Destinatários

Professores dos grupos 550 e 600

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A ação prática tem como base o princípio da aprendizagem por investigação e ação, valorizando a experimentação direta do Vídeo Mapping como recurso pedagógico e artístico. A abordagem prática fomenta a aprendizagem significativa, ao permitir que os formandos aplicarem conceitos técnicos na manipulação real de superfícies e conteúdos audiovisuais, desenvolvendo autonomia e capacidade crítica para ajustar e personalizar projetos de mapeamento. Essa experiência imersiva reforça a integração entre teoria e prática, essencial para a consolidação de competências digitais e criativas, e para a preparação de docentes capazes de dinamizar processos educativos inovadores e motivadores para os alunos.

Objetivos

Executar todos os passos básicos de configuração e uso do sistema de Vídeo Mapping em ambiente escolar.​ Realizar o levantamento e a representação digital de uma superfície ou objeto simples, apta para projeção mapeada.​ Criar e ajustar conteúdos audiovisuais (imagens, animações, som) para aplicações práticas de Video Mapping.​ Aplicar os conhecimentos adquiridos na resolução de problemas práticos durante a experimentação com projeção e mapeamento.​ Refletir sobre a integração da tecnologia em práticas pedagógicas inovadoras e colaborativas, avaliando as potencialidades do Vídeo Mapping para projetos futuros.

Conteúdos

Montagem e configuração básica de um sistema de Vídeo Mapping para contexto escolar.​ Levantamento prático de medidas de uma superfície e modelação digital simplificada.​ Criação colaborativa de conteúdos audiovisuais prontos para projeção (imagens, animações ou elementos sonoros).​ Aplicação dos conteúdos criados e ajuste fino do mapping sobre a superfície real.​ Identificação e resolução de problemas técnicos durante a experimentação prática.​ Partilha, reflexão e debate sobre as experiências práticas e potenciais aplicações futuras no contexto educativo.

Metodologias

Durante a ACD o formador fará exposição de conteúdos utilizando recursos audiovisuais para introduzir conceitos, teorias e informações aos formandos. Serão demonstrados Casos de Estudos relevantes e posteriormente serão demonstrados procedimentos, enquanto os formandos observam e, posteriormente, replicam o que foi explicado. No final, os formandos irão participar na resolução de problemas através de atividades práticas individuais e em grupo.

Modelo

No final, os formandos irão avaliar o desempenho do formador e da ACD através de questionários com perguntas abertas e fechadas sobre a qualidade dos conteúdos, dos materiais e da organização.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 21-01-2026 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial

Ref. 261C17/A2 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-129879/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 19 de Janeiro de 2026

Fim: 16 de Março de 2026

Regime: e-learning

Local: Online/Plataforma ZOOM

Formador

Samuel Carvalho Branco

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A Inteligência Artificial (IA) está a revolucionar diversos setores e a educação não é exceção. Oferecer um curso de formação sobre a exploração da IA na sala de aula é crucial para preparar os professores para este novo cenário e garantir que os alunos tenham acesso a ferramentas e metodologias inovadoras. Porque é importante este curso? - Democratização do acesso à tecnologia: Muitas escolas já possuem equipamentos tecnológicos, mas os professores podem não estar familiarizados com as ferramentas de IA disponíveis. Este curso visa reduzir esta lacuna digital. - Personalização do ensino: A IA permite criar experiências de aprendizagem personalizadas, adaptando o conteúdo e o ritmo de acordo com as necessidades de cada aluno. - Desenvolvimento de competências do século XXI: A IA fomenta o desenvolvimento de competências como o pensamento crítico, a criatividade e a colaboração. - Preparação para o futuro do trabalho: A IA está a automatizar muitas tarefas e a criar novas profissões. É fundamental preparar os alunos para este novo mercado de trabalho. - Melhoria da qualidade do ensino: A IA oferece novas metodologias de ensino, como a gamificação e a realidade virtual, tornando as aulas mais atrativas e eficazes. Benefícios para os professores: - Atualização profissional. - Aumento da motivação: novas formas de ensinar e aprender. - Melhoria dos resultados dos alunos: oferecer aos alunos experiências de aprendizagem mais personalizadas e eficazes.

Objetivos

Objetivo Geral: - Dotar os professores de ferramentas e conhecimentos para integrar a Inteligência Artificial (IA), de forma eficaz e ética nas suas práticas pedagógicas, visando melhorar os processos de ensino e aprendizagem. Objetivos Específicos: - Compreender a IA: Compreender os conceitos fundamentais da IA e suas aplicações na educação. - Identificar ferramentas: Conhecer ferramentas e plataformas de IA para uso em sala de aula. - Desenvolver competências: Aprender a selecionar e utilizar ferramentas de IA adequadas aos objetivos pedagógicos. - Criar atividades: Desenvolver atividades de aprendizagem personalizadas e interativas com o auxílio da IA. - Avaliar criticamente: Analisar as vantagens e os desafios da utilização da IA na educação. - Promover a ética: Compreender a importância da ética na utilização da IA em sala de aula. Com este curso, os professores estarão equipados para transformar a sua prática pedagógica e preparar os alunos para um futuro cada vez mais digital.

Conteúdos

Módulo 1 - Chatbots (5 horas - 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) - O que são Chatbots? - O que é e como se cria um prompt? - Demonstrações práticas de como os diferentes chatbots funcionam. - Criação de um recurso educativo de utilização de chatbots que possa ser utilizado nas aulas. - Debates sobre os impactos dos chatbots na educação e os desafios éticos. Módulo 2 - Plataformas multi-recursos (5 horas - 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) - Apresentações práticas de cada ferramenta, mostrando suas funcionalidades e como podem ser utilizadas em sala de aula. - Criação de um recurso educativo de utilização de cada uma das ferramentas apresentadas. - Debates sobre os benefícios e desafios de cada ferramenta. Módulo 3 - Apresentações digitais (5 horas - 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) - Demonstrações práticas de cada ferramenta, mostrando suas funcionalidades para a criação de apresentações digitais, interativas e de avaliação formativa. - Criação de uma apresentação com cada uma das ferramentas apresentadas. - Debates sobre os benefícios e desafios de cada ferramenta. Módulo 4 - Multimédia (5 horas - 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) - Demonstrações práticas de cada ferramenta, mostrando suas funcionalidades para a criação de imagens, vídeos, legendas para vídeos, texto para fala, fala a partir de texto, músicas e letras para músicas. - Criação de um recurso com cada uma das ferramentas apresentadas. - Debates sobre os benefícios e desafios de cada ferramenta nas aulas. Módulo 5 - Cenário de aprendizagem (5 horas - 2 horas síncronas + 3 assíncronas) - Criação de um cenário de aprendizagem que envolva algumas das ferramentas exploradas durante o curso. - Apresentação dos cenários de aprendizagem.

Metodologias

As sessões presenciais serão compostas por uma combinação de teoria e prática. Para cada sessão serão disponibilizados num LMS: - Documentação específica. - Propostas de atividades práticas. Os trabalhos consistirão em: - O formador apresentará os conceitos e as ferramentas. - Os formandos receberão um guia com instruções para realizar as atividades. Trabalho individual e em grupo: - Os formandos terão a oportunidade de trabalhar de forma individual e em grupo para aplicar os seus conhecimentos e desenvolver as suas competências. Partilha de experiências: - Os formandos terão momentos para partilhar as suas experiências e conhecimentos com os outros. Papel do formador: - Facilitador: O formador atuará como facilitador, promovendo a reflexão crítica e orientando os participantes na resolução de problemas. - Esclarecimento de dúvidas: O formador estará disponível para esclarecer dúvidas e fornecer apoio aos participantes durante toda a formação.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final e de uma reflexão por cada um dos formandos.

Modelo

O formador é docente do grupo 550 – Informática – há 28 anos. Tem mestrado em Ciências de Educação, com especialização em Informática Educacional. É um entusiasta da Inteligência Artificial, tendo frequentado vários cursos de formação, workshops e webinares, como formando, sobre a Inteligência Artificial e a Educação. O último curso sobre o tema teve a duração de 30 horas, tinha como título "Artificial Intelligence for Education: Exploring the Frontiers of ICT" e foi dinamizado pela Europass Teacher Academy, em Roma, Itália.

Bibliografia

Oliveira, L. e Pinto, M. (2023). A Inteligência Artificial na Educação - ameaças e oportunidades para o ensino-aprendizagem. Escola Superior de Media Artes e Design. Politécnico do Porto. Plano de ação para a implementação da Inteligência Artificial nas escolas (2024). Disponível em: https://bibliotubers.com/plano-de-acao-para-a-implementacao-da-57271. foBIA. Guia para a IA generativa na educação e na pesquisa (2024). UNESCO. Moura, A. e Carvalho, A. (2023). Literacia de Prompts para Potenciar o Uso da Inteligência Artificial na Educação. RE@D - Revista de Educação a Distância e Elearning (Volume 6, Número 2). Orientações Éticas para Educadores sobre a Utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem (2022). Comissão Europeia.

Anexo(s)


Observações

Importante - A Ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores na dimensão científica e pedagógica, Artigo 9.º , nos seguintes termos: "Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 19-01-2026 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
2 22-01-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online assíncrona
3 09-02-2026 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
4 12-02-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online assíncrona
5 23-02-2026 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
6 26-02-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online assíncrona
7 02-03-2026 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online síncrona
8 05-03-2026 (Quinta-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online assíncrona
9 09-03-2026 (Segunda-feira) 18:30 - 21:30 3:00 Online assíncrona
10 16-03-2026 (Segunda-feira) 18:30 - 20:30 2:00 Online síncrona


498

Ref. 3891 Concluída

Registo de acreditação: ACD 16 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 5,0 horas

Início: 16 de Janeiro de 2026

Fim: 23 de Janeiro de 2026

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Vasco José Da Silva Cavaleiro

Destinatários

Equipas de Direção

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A reforma do sistema educativo português tem promovido um novo modelo de governação e de gestão das escolas, alinhado com as rápidas mudanças sociais, tecnológicas e culturais. Este processo exige equipas diretivas capacitadas com conhecimento atualizado sobre enquadramento jurídico, instrumentos de gestão, decisão estratégica, conformidade legal e digitalização. O contexto legal relevante inclui o Decreto-Lei n.º 75/2008 (administração e gestão das escolas), o RGPD (proteção de dados), a legislação laboral (ECD, SIADAP, LTFP) e o Código dos Contratos Públicos (DL 18/2008), entre outros.

Objetivos

Aprofundar o contexto jurídico aplicável às práticas de gestão corrente das escolas. Dotar os participantes de competências para gerir desafios de governação em contexto escolar, reconhecendo riscos, oportunidades e exigências legais.​ Promover conhecimento prático sobre instrumentos e estruturas de administração escolar e gestão de informação, reforçando a conformidade normativa.​ Analisar o impacto da descentralização, transformação digital e dos novos regimes laborais na gestão das escolas.​ Conhecer os principais requisitos legais em contratação pública e proteção de dados.

Conteúdos

Governação: Administração e gestão das escolas: instrumentos, estruturas e responsabilidades [DL 75/2008] Impacto da descentralização de competências Modelo de decisão: riscos e oportunidades Transformação digital Conformidade Gestão administrativa [CPA] e de informação [RGPD] Os princípios administrativos na administração eletrónica Regimes laborais [ECD, SIADAP, LTFP] Contratação Pública Planeamento e eficácia da contratação pública (bens e serviços) [CCP DL 18/2008]: instrumentos de planeamento e decisão Âmbito contratual: formação, execução e gestão contratual e intervenientes

Metodologias

Exposição dialogada e análise de casos práticos, ilustrando cenários reais de governação escolar. Trabalho em pequeno grupo, simulações de processos de decisão e debate de cenários de conformidade. Estudo dirigido a partir da legislação e referências atualizadas sobre governação, proteção de dados e contratação pública.​ Aplicação de matrizes de planeamento e instrumentos de avaliação formativa para consolidar aprendizagens.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.


Observações

Referências: Transformar a Educação – 18 cenários de inovação – CNE Reforma do Ministério da Educação, Ciência e Inovação – Jun 2025 Estudos de E. Governação, Transparência e Proteção de Dados Contratação Pública Eletrónica O Poder Disciplinar e Garantia de Defesa do Trabalhador em Funções Públicas

Esta ACD destina-se apenas a Equipas de Direção. Formador: Dr. Vasco Cavaleiro, jurista

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 16-01-2026 (Sexta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
2 23-01-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 12:00 2:00 Online síncrona

Ref. 279C12/A2 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132902/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 8 de Janeiro de 2026

Fim: 16 de Abril de 2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça/Plataforma ZOOM

Formador

Zélia Maria Lopes Marques

Destinatários

Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

As Declarações Internacionais e as Convenções constataram a interdependência entre o Direito à Educação e o Direito à Inclusão. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, apresenta um conjunto de dimensões que têm como premissa uma nova visão para a educação, uma visão humanista, com base nos direitos humanos e na dignidade, na justiça social, na inclusão, na proteção, na diversidade cultural, linguística e étnica, bem como na responsabilidade e prestação de contas, entre todos, tendo como objetivo “não deixar ninguém para trás” (Unesco, 2017, p. 7). Na sequência da evolução registada a nível internacional, foram publicados em Portugal, um conjunto de documentos estruturantes e orientadores das políticas educativas, que invocam uma mudança de paradigma. Atualmente, a escola é convocada para dar resposta a todos os alunos, adotando princípios ajustados às necessidades e potencialidades de cada um, pelo que a mesma deve organizar-se para a diversidade. A Perturbação do Espetro de Autismo é uma perturbação do neurodesenvolvimento, cuja prevalência tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos. Implica alterações em diversas áreas do desenvolvimento, tais como: a interação, a comunicação, comportamentos e interesses restritos. A designação de Espetro foi atribuída pela variabilidade dos sintomas desde as formas mais leves até às formas mais graves. Os docentes deparam-se diariamente com imensos desafios, para responder eficazmente às necessidades das crianças e jovens com Perturbação do Espetro de Autismo o que justifica capacitar e dotar estes profissionais de formação específica nesta área.

Objetivos

Objetivos a atingir - Abordar o quadro teórico que sustenta as políticas públicas no que respeita à inclusão e equidade; - Evidenciar características do diagnóstico de PEA - Identificar as especificidades e comorbilidades associadas - Identificar sinais de alerta de PEA - Adquirir competências para realizar processos de encaminhamento de crianças/jovens com sinais de PEA - Conhecer instrumentos de rastreio e diagnóstico e abordagens de intervenção - Planear e delinear estratégias práticas de intervenção nas diversas áreas - Promover a articulação entre os diversos intervenientes - Refletir sobre as práticas pedagógicas, promovendo a partilha de experiências no âmbito da PEA

Conteúdos

Módulo 1 – O Quadro conceptual e normativo de referência na resposta a crianças e jovens com Perturbação do Espetro Breve abordagem aos documentos atuais com impacto na Educação Inclusiva no mundo e em Portugal . Quadro normativo de referência: convergência, congruência e interdependência das políticas educativas (Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, Decreto-Lei n.º 54/2018, na sua redação atual, Decreto-Lei n.º 55/2018, Aprendizagens essenciais e Estratégia de Educação para a Cidadania ). Diferentes contributos da investigação nas formas de ensinar e aprender na resposta à diversidade dos alunos e ao seu sucesso e progressão Abordagem multinível - medidas de suporte à aprendizagem: universais, seletivas e adicionais Desenho Universal para Aprendizagem DUA: objetivos, estratégias de ensino, materiais e recursos e avaliação. Módulo 2 - PEA: da Teoria à Prática ( 9 horas - 3 horas presenciais + 6 horas online síncronas) Evolução Histórica da PEA Critérios de diagnóstico (DSM-V). Etiologia, Comorbilidades, Prevalência; Normas clínicas do SNS Sinais de alerta e instrumentos de rastreio e diagnóstico Desenvolvimento social, comunicativo e cognitivo Mitos vs Verdade PEA Modelos e Programas de Intervenção na PEA (6 horas Teacch, Son-Rise, ABA, D.I.R, Denver, PECS Terapias complementares Módulo 3 - Práticas pedagógicas e estratégias de intervenção com crianças e jovens com PEA em sala de aula e noutros contextos: da Planificação à operacionalização, monitorização e avaliação. (10 horas - 7 horas online síncronas+3 horas presenciais) Intervir precocemente na PEA _ Ação dos diferentes intervenientes A criança/jovem com PEA em contexto escolar Opções pedagógicas e estratégias de intervenção O recurso à comunicação aumentativa e alternativa Construção e adaptação de materiais de intervenção na PEA Importância do envolvimento parental A importância do trabalho colaborativo e da articulação dos diversos intervenientes Transição entre ciclos

Metodologias

Presencial Trabalho autónomo Metodologia de cariz teórico-prática, com recurso a dinâmicas que promovam o envolvimento dos participantes em atividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre os temas propostos, com vista à otimização e concretização dos objetivos delineados A Ação de formação em regime de frequência blearning, nomeadamente: apresentação de conteúdos e conceitos, partilha de experiências, trabalhos individuais e em grupo e reflexão e debate de ideias. No desenvolvimento do trabalho autónomo pretende-se que os formandos/as planeiem e apliquem os conhecimentos adquiridos nas sessões presenciais e online síncronas, junto das crianças/alunos nos diferentes contextos de intervenção. Apresentação ao grande grupo, reflexão e debate.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos/tarefas realizadas nas sessões (35%) - Trabalho de aplicação de conteúdos (45%) - Reflexão final crítica acerca dos conteúdos e atividades desenvolvidos bem no impacto do mesmo na sua prática letiva e nas aprendizagens dos alunos (20%)

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em: Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECD iLibrary (oecd-ilibrary.org) Dge. 2018. Para uma Educação Inclusiva - Manual de Apoio à Prática. Disponível em: https://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pd Acesso 28/10/2024 Lima, C. (2012). Perturbação do Espetro do Autismo. Manual prático de intervenção. Lisboa: Lidel - Edições Técnicas. Lima, C. (2015). Perturbações do Neurodesenvolvimento. Manual de orientações diagnósticas e estratégias de intervenção. Lisboa: Lidel – Edições Técnicas. OCDE (2022), Review of Inclusive Education in Portugal, Reviews of National Policies for Education, OECD. Disponível em: https://www.oecd-ilibrary.org/sites/a9c95902-en/index.html?itemId=/content/publication/a9c95902-en#section-d1e1094 UNESCO (2015). Declaração de Incheon. Fórum Mundial de Educação (FME 2015). Coreia do Sul. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000243278_por Acesso 28/10/2024

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-01-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
2 15-01-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 12-02-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
4 26-02-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
5 05-03-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
6 12-03-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 21:45 3:30 Online síncrona
7 19-03-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
8 16-04-2026 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial


630

Ref. 387C92/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 14 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 7 de Janeiro de 2026

Fim: 14 de Janeiro de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça

Formador

Ruben David Luís dos Santos

Destinatários

Professores dos grupos 550 e 600

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Vídeo Mapping constitui uma técnica multimodal que alia design, som e projeção para transformar superfícies tridimensionais em experiências visuais imersivas e dinâmicas. Na educação, atribui-se ao Vídeo Mapping o potencial de promover aprendizagens ativas, interdisciplinaridade e criatividade, ao possibilitar que alunos e professores criem projetos integrando artes visuais, multimédia e tecnologia. Seu uso pedagógico estimula a compreensão de conceitos complexos de forma intuitiva e artística, favorecendo a participação e o envolvimento dos estudantes em processos construtivistas. A projeção mapeada permite o desenvolvimento de competências técnicas e criativas, desde o mapeamento digital até a produção audiovisual sincronizada, configurando-se como uma ferramenta inovadora para o ensino contemporâneo com alinhamento curricular ao Perfil dos Alunos e competências digitais.

Objetivos

Objetivo geral: Compreender e aplicar as bases técnicas e criativas do Vídeo Mapping, explorando software e processos essenciais para implementação em contexto escolar. Compreender os princípios fundamentais do Vídeo Mapping e suas aplicações pedagógicas e artísticas.​ Dominar as etapas técnicas de criação de um projeto de Vídeo Mapping: conceção, mapeamento, sincronização e projeção.​ Explorar ferramentas digitais de modelação, animação e projeção utilizadas no Vídeo Mapping.​ Desenvolver competências para planear e implementar atividades de aprendizagem com recurso à projeção mapeada.​ Promover a integração de linguagens visuais e sonoras em contextos educativos multidisciplinares.​ Estimular a criatividade e a experimentação tecnológica dos docentes e dos alunos em contextos de projeto.​

Conteúdos

Introdução às principais técnicas de Vídeo Mapping e exemplos de design educativo e artístico.​ Tecnologias de hardware e software para mapeamento e projeção.​ Técnicas de medição e levantamento digital de arquitetura/objetos.​ Representação tridimensional de superfícies para aplicação de projeção.​ Conceito e design de produção audiovisual: elaboração de conteúdos digitais (vídeo, gráficos, som).​ Máscaras, contornos e criação de conteúdos específicos para mapping.​ Configuração de múltiplos projetores e gestão de saídas de vídeo.​ Definição, planeamento e testes práticos de projetos de Vídeo Mapping em ambiente educativo.​ Discussão final e síntese das aprendizagens adquiridas.

Metodologias

Durante a ACD o formador fará exposição de conteúdos utilizando recursos audiovisuais para introduzir conceitos, teorias e informações aos formandos. Serão demonstrados Casos de Estudos relevantes e posteriormente serão demonstrados procedimentos, enquanto os formandos observam e, posteriormente, replicam o que foi explicado. No final, os formandos irão participar na resolução de problemas através de atividades práticas individuais e em grupo.

Avaliação

Os formandos serão avaliados por monitorização progressiva ao longo da ACD através de exercícios práticos durante as sessões, trabalhos de grupo e individuais por observação direta do desempenho. No final da ACD serão avaliados pela aplicação prática dos conhecimentos adquiridos na resolução de exercícios práticos.

Modelo

No final, os formandos irão avaliar o desempenho do formador e da ACD através de questionários com perguntas abertas e fechadas sobre a qualidade dos conteúdos, dos materiais e da organização.

Bibliografia

Maniello, D. (2015). Augmented Reality in Public Spaces. Basic Techniques for Video Mapping; Schmitt, D., Thébault, M., & Burczykowski, L. (2020). Image Beyond the Screen: Projection Mapping. John Wiley & Sons.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-01-2026 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial
2 14-01-2026 (Quarta-feira) 16:30 - 19:30 3:00 Presencial

Ref. 386C91/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 13 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 6 de Janeiro de 2026

Fim: 6 de Janeiro de 2026

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Patrícia Margarida Anselmo da Silva Breites

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

No âmbito dos projetos Erasmus+ desenvolvidos pelos Agrupamentos de Escolas Associadas , o AE Cister tem promovido diversas mobilidades europeias. Estas iniciativas abrangem formações estruturadas, atividades de observação profissional (job shadowing) e experiências de aprendizagem em contexto internacional. Cada mobilidade representa uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional, permitindo aos participantes contactar com realidades educativas distintas, metodologias pedagógicas inovadoras e ambientes culturais enriquecedores. A Ação de Curta Duração (ACD) tem como objetivo principal compartilhar aprendizagens, práticas e experiências adquiridas em diferentes contextos europeus, promovendo a reflexão sobre os desafios e oportunidades que essas experiências trazem à melhoria do ensino e ao desenvolvimento integral dos alunos . Mais do que relatar percursos individuais, esta ação pretende inspirar a comunidade educativa , estreitar laços entre escolas europeias e fortalecer a dimensão internacional da educação , incentivando a colaboração entre docentes e lideranças escolares .

Objetivos

Promover o desenvolvimento profissional dos agentes educativos, reforçando a dimensão europeia da educação e a adoção de práticas pedagógicas diferenciadoras. Partilhar experiências de mobilidade Erasmus+, resultantes da participação em cursos estruturados e atividades de job shadowing, valorizando a aprendizagem entre pares. Divulgar conhecimentos, metodologias e boas práticas adquiridas em diferentes contextos educativos europeus, favorecendo a atualização científica e pedagógica. Fomentar a colaboração e o trabalho em rede entre docentes e lideranças escolares, garantindo a continuidade de projetos transnacionais e o impacto sustentável das mobilidades nas práticas e nos materiais didáticos das escolas.

Conteúdos

Programa da Ação de Curta Duração (ACD) - AE Cister 1. Contextualização e enquadramento do Programa Erasmus+ do Agrupamento AE Cister: Ação-Chave 1 (KA1) : objetivos, tipologias de mobilidade (cursos estruturados, job shadowing , observação profissional) e impacto no desenvolvimento profissional; Importância da mobilidade individual para o crescimento pessoal e profissional dos docentes; Dimensão europeia da educação : construção de uma cultura de cooperação e intercâmbio entre escolas. 2. Síntese dos Projetos Erasmus+: 2024-1-PT01-KA122-VET-000235397- Uma janela de oportunidades no ensino e formação profissional; 2024-PT01-KA122-SCH-000235389 - Aprender para Incluir III: Projeto de Capacitação de Recursos Humanos - Para uma Escola + Saudável e Feliz; 2024-1-FR01-KA220-SCH-000247750 - Navigating the Media Landscape. Apresentação dos projetos desenvolvidos pela AE Cister e áreas temáticas de intervenção; Objetivos específicos de cada mobilidade realizada (formação linguística, cursos estruturados, job shadowing); Resultados esperados e impacto na comunidade educativa do Agrupamento. 3. Testemunhos e Partilha de Experiências e posters das mobilidades: Relações pessoais e profissionais dos participantes nas mobilidades europeias; Desafios, aprendizagens e contribuições para a prática docente; Análise de práticas pedagógicas diferenciadoras observadas em contextos europeus. 4. Reflexão e Debate Colaborativo: Identificação de desafios e oportunidades decorrentes das experiências de mobilidade; Estratégias para integração e sustentabilidade das boas práticas nas salas de aula; Dinâmicas colaborativas entre docentes e lideranças escolares; Fortalecimento de redes europeias de cooperação educativa. 5. Apresentação dos projetos Erasmus + para o ano letivo 2025/2026: 2025-1-PT01-KA122-SCH-000340868 - Formar para incluir: Semear Bem Estar para Colher Sucesso Escolar; 2025-1-PT01-KA122-VET-000341299 - Profissionais Além Fronteiras; KA220-SCH-D5F249D0 - Strengthening Teacher Training with AI through Remote-learning Spaces (STTAIRS). Divulgação dos critérios de seleção. Previsão de calendarização.

Metodologias

Exposição dialogada inicial: -Abertura da sessão com enquadramento do Programa Erasmus+ e apresentação dos objetivos da ação, recorrendo a uma exposição dialogada, dinâmica e acessível, que promove a participação dos presentes através de questões e breves momentos de interação. -Apresentação de experiências e testemunhos: Partilha de relatos pessoais e profissionais por parte dos participantes nas mobilidades, destacando boas práticas observadas e exemplos concretos de atividades realizadas, apoiadas em recursos multimédia (vídeos, fotografias e apresentações). Momento de síntese e reflexão final: -Sistematização das principais ideias e aprendizagens da sessão, seguida de um espaço de reflexão conjunta, permitindo identificar caminhos de aplicação das práticas partilhadas no contexto do AE Cister e reunir contribuições dos participantes para futuras ações.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das 3 horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, esta deve permanecer sempre ligada ao longo de toda a sessão. Avaliação da ação é efetuada através de um questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Bibliografia e Materiais de Apoio: Comissão Europeia – Erasmus+ Programme Guide; Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação – Documentos de apoio e relatórios; Relatórios e apresentações dos projetos Erasmus+ dos Agrupamentos participantes; Testemunhos e materiais pedagógicos resultantes das mobilidades individuais. Normas de qualidade Erasmus nos setores da educação de adultos, do ensino e formação profissional https://erasmus-plus.ec.europa.eu/document/erasmus-quality-standards-mobility-projects-vet-adults-schools Guia do Programa Erasmus+ 2025 PT https://erasmusmais.pt/wpfd_file/guia-do-programa-erasmus-2025-pt/

Exclusivo para professores do AE Cister

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-01-2026 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona

Ref. 4361 Concluída

Registo de acreditação: ASPND1A-2025-2026

Modalidade: Outro

Duração: 3,0 horas

Início: 6 de Janeiro de 2026

Fim: 6 de Janeiro de 2026

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Patrícia Margarida Anselmo da Silva Breites

Destinatários

Pessoal não docente

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

No âmbito dos projetos Erasmus+ desenvolvidos pelos Agrupamentos de Escolas Associadas , o AE Cister tem promovido diversas mobilidades europeias. Estas iniciativas abrangem formações estruturadas, atividades de observação profissional (job shadowing) e experiências de aprendizagem em contexto internacional. Cada mobilidade representa uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional, permitindo aos participantes contactar com realidades educativas distintas, metodologias pedagógicas inovadoras e ambientes culturais enriquecedores. A Ação de Curta Duração (ACD) tem como objetivo principal compartilhar aprendizagens, práticas e experiências adquiridas em diferentes contextos europeus, promovendo a reflexão sobre os desafios e oportunidades que essas experiências trazem à melhoria do ensino e ao desenvolvimento integral dos alunos . Mais do que relatar percursos individuais, esta ação pretende inspirar a comunidade educativa , estreitar laços entre escolas europeias e fortalecer a dimensão internacional da educação , incentivando a colaboração entre docentes e lideranças escolares .

Objetivos

Promover o desenvolvimento profissional dos agentes educativos, reforçando a dimensão europeia da educação e a adoção de práticas pedagógicas diferenciadoras. Partilhar experiências de mobilidade Erasmus+, resultantes da participação em cursos estruturados e atividades de job shadowing, valorizando a aprendizagem entre pares. Divulgar conhecimentos, metodologias e boas práticas adquiridas em diferentes contextos educativos europeus, favorecendo a atualização científica e pedagógica. Fomentar a colaboração e o trabalho em rede entre docentes e lideranças escolares, garantindo a continuidade de projetos transnacionais e o impacto sustentável das mobilidades nas práticas e nos materiais didáticos das escolas

Conteúdos

Programa da Ação de Curta Duração (ACD) - AE Cister 1. Contextualização e enquadramento do Programa Erasmus+ do Agrupamento AE Cister: Ação-Chave 1 (KA1) : objetivos, tipologias de mobilidade (cursos estruturados, job shadowing , observação profissional) e impacto no desenvolvimento profissional; Importância da mobilidade individual para o crescimento pessoal e profissional dos docentes; Dimensão europeia da educação : construção de uma cultura de cooperação e intercâmbio entre escolas. 2. Síntese dos Projetos Erasmus+: 2024-1-PT01-KA122-VET-000235397- Uma janela de oportunidades no ensino e formação profissional; 2024-PT01-KA122-SCH-000235389 - Aprender para Incluir III: Projeto de Capacitação de Recursos Humanos - Para uma Escola + Saudável e Feliz; 2024-1-FR01-KA220-SCH-000247750 - Navigating the Media Landscape. Apresentação dos projetos desenvolvidos pela AE Cister e áreas temáticas de intervenção; Objetivos específicos de cada mobilidade realizada (formação linguística, cursos estruturados, job shadowing); Resultados esperados e impacto na comunidade educativa do Agrupamento. 3. Testemunhos e Partilha de Experiências e posters das mobilidades: Relações pessoais e profissionais dos participantes nas mobilidades europeias; Desafios, aprendizagens e contribuições para a prática docente; Análise de práticas pedagógicas diferenciadoras observadas em contextos europeus. 4. Reflexão e Debate Colaborativo: Identificação de desafios e oportunidades decorrentes das experiências de mobilidade; Estratégias para integração e sustentabilidade das boas práticas nas salas de aula; Dinâmicas colaborativas entre docentes e lideranças escolares; Fortalecimento de redes europeias de cooperação educativa. 5. Apresentação dos projetos Erasmus + para o ano letivo 2025/2026: 2025-1-PT01-KA122-SCH-000340868 - Formar para incluir: Semear Bem Estar para Colher Sucesso Escolar; 2025-1-PT01-KA122-VET-000341299 - Profissionais Além Fronteiras; KA220-SCH-D5F249D0 - Strengthening Teacher Training with AI through Remote-learning Spaces (STTAIRS). Divulgação dos critérios de seleção. Previsão de calendarização.

Metodologias

Exposição dialogada inicial: -Abertura da sessão com enquadramento do Programa Erasmus+ e apresentação dos objetivos da ação, recorrendo a uma exposição dialogada, dinâmica e acessível, que promove a participação dos presentes através de questões e breves momentos de interação. -Apresentação de experiências e testemunhos: Partilha de relatos pessoais e profissionais por parte dos participantes nas mobilidades, destacando boas práticas observadas e exemplos concretos de atividades realizadas, apoiadas em recursos multimédia (vídeos, fotografias e apresentações). Momento de síntese e reflexão final: -Sistematização das principais ideias e aprendizagens da sessão, seguida de um espaço de reflexão conjunta, permitindo identificar caminhos de aplicação das práticas partilhadas no contexto do AE Cister e reunir contribuições dos participantes para futuras ações.

Avaliação

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das 3 horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, esta deve permanecer sempre ligada ao longo de toda a sessão.

Modelo

Avaliação da ação é efetuada através de um questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Bibliografia

Bibliografia e Materiais de Apoio: Comissão Europeia – Erasmus+ Programme Guide; Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação – Documentos de apoio e relatórios; Relatórios e apresentações dos projetos Erasmus+ dos Agrupamentos participantes; Testemunhos e materiais pedagógicos resultantes das mobilidades individuais. Normas de qualidade Erasmus nos setores da educação de adultos, do ensino e formação profissional https://erasmus-plus.ec.europa.eu/document/erasmus-quality-standards-mobility-projects-vet-adults-schools Guia do Programa Erasmus+ 2025 PT https://erasmusmais.pt/wpfd_file/guia-do-programa-erasmus-2025-pt/



Ref. 360C81/A2 Concluída

Registo de acreditação: DGAE/1528/2025

Modalidade: Jornada

Duração: 6,0 horas

Início: 29 de Dezembro de 2025

Fim: 29 de Dezembro de 2025

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto

Formador

Zélia Maria Lopes Marques

Destinatários

AO - Assistente operacional; AT - Assistente técnico; CSAE - Chefe de serviços de administração escolar; CT - Coordenador técnico; EO - Encarregado operacional e TSO - Técnico superior-outro

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Esta formação, pretende promover a aquisição de competências do pessoal não docente, nomeadamente dos assistentes operacionais, no âmbito da educação inclusiva, equidade e diversidade. Atualmente, tem aumentado significativamente o número de crianças/alunos com necessidades específicas, criando desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente dos AO.O Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, alterado pela Lei n.º 116/2019, de 13 de setembro, identifica os assistentes operacionais, como recursos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão, preferencialmente com formação específica. O desempenho das suas funções requer que interajam na escola, tanto com os professores como com os alunos e encarregados de educação, de uma forma responsável e assertiva, onde a capacitação desempenha um papel fundamental. De acordo com a Portaria número 245-A/2020, de 16 de outubro a escola inclusiva a promoção do sucesso escolar implica um trabalho contínuo de elevação dos padrões de qualidade, assumindo o pessoal não docente das escolas um papel essencial para o cumprimento desse objetivo. Os assistentes operacionais são elementos fundamentais na promoção da inclusão nos diversos contextos escolares, revelando-se fundamental dota-los de conhecimentos e estratégias que lhes permitam atuar junto das crianças/alunos que requerem um atendimento mais específico e personalizado, tanto em parceria com outros profissionais, como individualmente, com destaque para as crianças/alunos que apresentam Perturbação do Espetro de Autismo.

Objetivos

Contribuir para a melhoria da qualidade de intervenção dos AO numa escola que se pretende inclusiva; Dar a conhecer os princípios da educação inclusiva, de acordo com a legislação em vigor; Compreender a importância de manter a confidencialidade das informações dos alunos e entender as questões de privacidade; Adquirir e desenvolver competências que promovam práticas ajustadas às necessidades e características individuais de cada criança/aluno, bem como a sua valorização pessoal e profissional; Compreender a Perturbação do Espetro de Autismo; Identificar as principais dificuldades que podem surgir na atuação com crianças e jovens com Multideficiência e identificar formas ajustadas de agir nas diferentes situações/contextos.

Conteúdos

Caracterizar a Perturbação do Espetro de Autismo e as suas implicações no comportamento do dia a dia. Comorbilidades e o seu impacto no comportamento. A importância do papel do Assistente Operacional na intervenção com crianças e jovens com Perturbação do Espetro de Autismo, nas diferentes áreas de comportamento e necessidades. Estratégias de intervenção: na sala de aula; no intervalo/recreio; no refeitório/almoço; na higiene pessoal; nas rotinas; na intervenção no controle de comportamentos.

Metodologias

Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta aos objetivos definidos anteriormente. Metodologias ativa, momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados através da apresentação de temas, reflexão e debate.

Avaliação

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas e da pequena reflexão individual.

Modelo

Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos e do Relatório do Formador.

Bibliografia

DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 Toolkit for Inclusive Schools (https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools.htm)Inclusive Schooling (http://www.wholeschooling.net/InclTchingWeb/SLC/11/11txt.html) Embracing Diversity: Toolkit for Creating Inclusive, Learning Friendly Environments (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/137522e.pdf) Decreto-Lei nº 54/2018, 6 julho.Carvalho, A. F., Onofre, C. T. (2007). Aprender a Olhar para o Outro: Inclusão da Criança com Perturbação do Espectro Autista na Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC - Ministério da Educação.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-12-2025 (Segunda-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
2 29-12-2025 (Segunda-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial

Ref. 369T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 12 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 4 de Dezembro de 2025

Fim: 4 de Dezembro de 2025

Regime: Presencial

Local: Sala de Formação do CFAECAN

Formador

Samuel Carvalho Branco

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

As atividades STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) assumem hoje um papel central na promoção de aprendizagens relevantes, práticas e alinhadas com as competências-chave para o século XXI. A integração de atividades STEM em qualquer disciplina potencializa a resolução de problemas, a criatividade, a colaboração e o desenvolvimento do pensamento crítico, respondendo ao Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Ao proporcionar experiências desafiantes e motivadoras, as atividades STEM contribuem para a aproximação entre teoria e prática e tornam a aprendizagem mais significativa e inclusiva para todos os níveis de ensino e áreas curriculares. Esta ação de formação de curta duração é do interesse de qualquer professor independentemente do grupo disciplinar, dada a transversalidade das metodologias STEM e o seu potencial para favorecer abordagens interdisciplinares, estimular a literacia científica e tecnológica e promover a equidade de oportunidades de aprendizagem, nomeadamente através da utilização de recursos digitais e tecnológicos ao serviço da educação.

Objetivos

Objetivo Geral: - Capacitar os professores para planificar e desenvolver atividades STEM inovadoras, adaptando-as à sua realidade educativa e promovendo aprendizagens ativas, experimentais e integradoras. Objetivos Específicos: - Compreender o conceito e a importância de atividades STEM na educação. - Identificar recursos e estratégias para introduzir atividades STEM em diferentes contextos disciplinares. - Experimentar e planificar uma atividade STEM de fácil implementação. - Refletir sobre a adaptação das práticas em função das aprendizagens realizadas pelos alunos, promovendo a inclusão e a equidade educativa.

Conteúdos

Conteúdos Programáticos 1. STEM na escola atual: fundamentos e aplicações - O que são atividades STEM e porque são essenciais hoje. - Exemplos de integração transversal em diferentes disciplinas. 2. Exploração de recursos e equipamentos STEM - Demonstração prática de kits/recursos STEM acessíveis nas escolas. - Abordagem de componentes tecnológicos simples (sensores, energias renováveis, materiais recicláveis e digitais). 3. Partilha, adaptação e reflexão - Discussão dos desafios, oportunidades e impacto das atividades STEM no percurso dos alunos.

Metodologias

Metodologia - Sessão dinâmica, intercalando exposição sintética, demonstração prática de atividades STEM e momentos de experimentação orientada pelos formandos. - Trabalho prático individual ou em pequenos grupos para desenho e simulação de uma atividade STEM, a partir de recursos simples e adaptados às áreas disciplinares dos participantes. - Discussão e partilha dirigida pelo formador, com enfoque na aplicabilidade imediata e contextualizada das práticas em cada realidade educativa. - Valorização do trabalho colaborativo, da reflexão crítica e do apoio personalizado ao longo da sessão. Esta ação visa dotar os professores de competências essenciais para tornar as suas práticas pedagógicas mais inovadoras, motivadoras e alinhadas com os desafios do futuro.

Modelo

Preenchimento de formulário de avaliação da ação.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-12-2025 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial

Ref. 3562 Concluída

Registo de acreditação: ACD 30_2024-25

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 3 de Dezembro de 2025

Fim: 3 de Dezembro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Tatiana Luísa Pinho Fernandes Pereira

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

No contexto Educativo atual a capacitação de recursos humanos para a estruturação, implementação, monitorização e avaliação de programas de apoio tutorial (Tutorias psicopedagógicas, Apoio Tutorial Específico e outras modalidades de tutoria). Assume-se enquanto uma estratégia para a garantia de práticas eficazes no acompanhamento dos alunos sinalizados, promovendo a supervisão, a consultoria técnica e ajustamento na gestão de recursos.

Objetivos

- Dotar os participantes de informação relativa ao enquadramento legal das medidas ATE (Apoio Tutorial Específico) e Tutorias Psicopedagógicas; - Apresentar o enquadramento teórico subjacente às tutorias autorregulatórias: potencialidades e desafios; - Capacitar os formandos para a estruturação e implementação de programas de apoio tutorial; - Promover a partilha de boas práticas e a intervisão entre pares.

Conteúdos

- Apresentação do enquadramento legal do ATE, Tutorias Psicopedagógicas e outras modalidades de tutoria; - As medidas de Apoio tutorial à luz do DL 54/2018 de 6 de julho; - As tutorias autorregulatórias: enquadramento teórico; - Programa «Mentor» e principais implicações para a prática.

Metodologias

Componente teórica com base na seguinte estratégia: Metodologia expositiva e ativa, através das técnicas pedagógicas: brainstorming, discussão interativa, entre outras. Discussão interativa: • Dinâmicas práticas; • Plano de ação aplicável.

Modelo

- Participação nas dinâmicas da ação. - Preenchimento que questionário on-line visando as aprendizagens mais significativas. A Certificação da ação depende da frequência da totalidade do n.º de horas.

Anexo(s)

Programa temático da ACD


Observações

DuBois, D. L., Keller, T. E. (2017). Investigation of the integration of supports for youth thriving into a community‐based mentoring program. Child Development, 88(5), 1480-1491. https://doi.org/10.1111/cdev.12887 Ministério da Educação (2020). Orientações para a Recuperação e Consolidação das Aprendizagens ao Longo do Ano Letivo de 2020/2021 . Disponível em: Orientações para a recuperação e consolidação das aprendizagens | Ao longo do ano letivo de 2020.21 (mec.pt). Ministério da Educação (2024). Tutorias Psicopedagógicas – Nota Informativa Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP). (2016). Promoção do sucesso educativo: Medida “Apoio tutorial específico” – Contributo da OPP. Lisboa: Ordem dos Psicólogos Portugueses. Simões, F., Alarcão, M. (2008). Crescer, entre a escola e a família: O papel do professor tutor na promoção do percurso formativo de jovens alunos. International Journal of Developmental and Educational Psychology, 2(1), 439-448. Rosário, P. (2002a). Estórias sobre o estudar, histórias para estudar. Narrativas auto-regulatórias na sala de aula. Porto: Porto Editora Rosário, P. (2004b). (Des)venturas do Testas: Estudar o estudar. Porto: Porto Editora. Rosário, P. (2019). Mentor: Tutorias Autorregulatórias - Módulo 2. Braga: Grupo Universitário de Investigação em Autorregulação da Aprendizagem - Escola de Psicologia da Universidade do Minho. Zimmerman, B. J. (1990). Self-regulated learning and academic achievement: An overview. Educational psychologist, 25(1), 3-17. https://doi.org/10.1207/s15326985ep2501_2

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-12-2025 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Online síncrona

Ref. 379C87/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 11 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 27 de Novembro de 2025

Fim: 27 de Novembro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A inteligência artificial (IA) está a transformar rapidamente a forma como aprendemos e ensinamos, oferecendo novas oportunidades para tornar o processo educativo mais dinâmico, personalizado e eficaz. Para os docentes, é fundamental manter-se constantemente atualizados, uma vez que a evolução tecnológica é extremamente rápida e as ferramentas disponíveis mudam com frequência. Conhecer e compreender a IA na prática educativa é essencial para garantir uma educação de qualidade, ética e alinhada com os desafios do século XXI. O NotebookLM, desenvolvido pela Google, permite resumir textos, gerar perguntas, simplificar conceitos complexos e criar relações entre diferentes fontes de informação. Já o Napkin oferece uma abordagem de pensamento visual, transformando notas dispersas em mapas de conhecimento interligados e estimulando a criatividade. A utilização combinada destas duas ferramentas potencia práticas pedagógicas inovadoras: o NotebookLM como apoio ao estudo e à análise crítica, e o Napkin como recurso para estruturar ideias e promover o pensamento criativo e colaborativo. Esta ação pretende explorar o potencial destas ferramentas no contexto educativo, refletindo também sobre os limites, os riscos e a importância do uso ético e responsável da IA

Objetivos

• Familiarizar os formandos com as funcionalidades do NotebookLM e do Napkin; • Explorar estratégias para análise de documentos e organização de ideias com recurso a IA; • Desenvolver competências de utilização prática destas ferramentas no planeamento e dinamização de aulas; • Refletir sobre limitações, riscos e questões éticas no uso de IA em contexto educativo; • Promover práticas pedagógicas inovadoras, críticas e criativas

Conteúdos

Introdução às Ferramentas de IA para Educação • O que são o NotebookLM e o Napkin? • Funcionalidades principais e diferenças entre as duas ferramentas; • Exemplos de utilização na prática pedagógica. Utilização Pedagógica do NotebookLM • Geração de resumos, FAQs e explicações simplificadas; • Apoio ao estudo e à compreensão de documentos complexos; • Análise comparativa de diferentes textos Utilização Pedagógica do Napkin • Criação de mapas visuais de conceitos e ideias; • Estruturação de projetos colaborativos; • Fomento do pensamento crítico e criativo através de ligações entre ideias. Contexto Prático • Simulação de aplicação em sala de aula (estudo de um tema e construção colaborativa de conhecimento). Questões Éticas e Limitações • Fiabilidade da informação gerada; • Papel do professor na validação e mediação crítica. • Reflexão e Perspetivas Futuras • Potencial do uso combinado destas ferramentas;

Metodologias

Apresentação, discussão e reflexão do tema. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Nota: Sendo a sessão online síncrona é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial/

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 27-11-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

Ref. 378C86/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 10 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 13 de Novembro de 2025

Fim: 13 de Novembro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Educadores de Infância, professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A inteligência artificial (IA) está a transformar rapidamente a forma como aprendemos e ensinamos, oferecendo novas oportunidades para tornar o processo educativo mais dinâmico, personalizado e eficaz. Para os docentes, é fundamental manter-se constantemente atualizados, uma vez que a evolução tecnológica é extremamente rápida e as ferramentas disponíveis mudam com frequência. Conhecer e compreender a IA na prática educativa é essencial para garantir uma educação de qualidade, ética e alinhada com os desafios do século XXI. O Padlet é uma plataforma colaborativa reconhecida no contexto educativo, que permite criar murais digitais interativos, favorecendo a participação ativa e a co-construção de conhecimento. Com a introdução do Padlet TA (Teaching Assistant), potenciada por inteligência artificial, os docentes passam a dispor de ferramentas adicionais para organizar conteúdos, sugerir ideias, resumir discussões e apoiar a planificação de atividades. A sua utilização permite promover práticas pedagógicas inovadoras, facilitar a diferenciação e personalização do ensino, bem como desenvolver competências de colaboração, comunicação e pensamento crítico nos alunos. Esta ação pretende explorar o potencial do Padlet TA como recurso pedagógico, oferecendo exemplos práticos e oficinas de aplicação no quotidiano escolar.

Objetivos

• Familiarizar os participantes com as funcionalidades do Padlet e do Padlet TA (IA integrada); • Explorar a criação e dinamização de murais digitais no ensino-aprendizagem; • Desenvolver estratégias para integrar a colaboração mediada por IA em diferentes áreas curriculares; • Refletir sobre os limites, riscos e aspetos éticos da utilização da IA em contextos colaborativos; • Promover práticas de ensino inovadoras, inclusivas e centradas no aluno

Conteúdos

Introdução ao Padlet e Padlet TA O que é o Padlet? Funcionalidades do Padlet TA (IA): síntese de textos, apoio à organização de ideias, geração de recursos. Exemplos de utilização em contexto pedagógico. Utilização Pedagógica do Padlet TA Criação de murais colaborativos interativos; Apoio à diferenciação pedagógica e inclusão; Utilização de IA para planificação, brainstorming e organização de projetos; Atividades interativas com alunos: fóruns de debate, portefólios digitais, mapas mentais. Contexto Prático Criação e dinamização de um mural digital com IA; Exercícios de brainstorming e síntese automática; Simulação de atividades de colaboração em sala de aula. Questões Éticas e Limitações Papel do professor como mediador e orientador crítico. Reflexão e Perspetivas Futuras Impacto do Padlet TA na prática pedagógica e na colaboração dos alunos; Perspetivas de integração da IA em plataformas educativas digitais.

Metodologias

Apresentação, discussão e reflexão do tema. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 13-11-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

Ref. 339C18/A3 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133212/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 5 de Novembro de 2025

Fim: 17 de Dezembro de 2025

Regime: b-learning

Local: AE São Martinho do Porto/online

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Esta oficina destina-se a educadores e professores do ensino básico, secundário e profissional, com o objetivo de capacitar para a integração da Inteligência Artificial (IA) nos recursos educativos digitais, promovendo inovação e eficácia pedagógica numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.

Objetivos

- Compreender os fundamentos da IA e a sua aplicação na educação. - Identificar ferramentas e tecnologias de IA aplicáveis ao ensino. - Desenvolver competências práticas para criar recursos personalizados com IA. - Avaliar os desafios e as implicações éticas da IA no contexto educativo. - Conceber e implementar em contexto de sala de aula e na dimensão profissional, atividades e projetos que integrem IA nos recursos educativos.

Conteúdos

Módulo 1: Introdução à IA na Educação (3h online síncronas) Conceitos e evolução da IA. Exemplos de aplicação da IA na aprendizagem. Ética e Desafios: Privacidade e ética. Impactos na relação professor-aluno. Módulo 2: Ferramentas de IA em Recursos Educativos (3h online síncronas + 3 h presenciais) Plataformas e softwares educativos Integração de chatbots e análise de dados. Módulo 3: Desenvolvimento de Recursos com IA (3h presenciais) Conceção, planificação de conteúdos personalizados. Design de experiências de aprendizagem interativas. Módulo 4: Apresentação e discussão, em grande, grupo do Projeto Prático de implementação da IA em contexto de sala de aula. Avaliação final da Ação. (3 horas online síncronas)

Metodologias

As sessões presenciais serão desenvolvidas numa perspetiva teórica- prática. Para cada sessão serão disponibilizados: Documentação e recursos específicos, bem como propostas de aplicabilidade e experimentação, tanto individualmente como em grupo. Será ainda promovida a partilha de experiências e conhecimentos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o“Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação decada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais enão presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos/tarefas realizadas nas sessões (35%) -Trabalho de aplicação de conteúdos - Projeto Prático (45%) - Reflexão final crítica acerca dos conteúdos e atividades desenvolvidos bem no impacto do mesmo na sua prática letiva e nas aprendizagens dos alunos (20%)

Modelo

Respostas ao Questionário aplicado aos formandos no final da Ação, relatório do formador e do CFAECAN

Bibliografia

Orientações Éticas para Educadores sobre a Utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem (2022). Comissão Europeia. Oliveira, L. e Pinto, M. (2023). A Inteligência Artificial na Educação - ameaças e oportunidades para o ensino-aprendizagem. Escola Superior de Media Artes e Design. Politécnico do Porto. Plano de ação para a implementação da Inteligência Artificial nas escolas (2024). Disponível em: https://bibliotubers.com/plano-de-acao-para-a-implementacao-da-57271. foBIA. Guia para a IA generativa na educação e na pesquisa (2024). UNESCO.

Anexo(s)


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 05-11-2025 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
2 26-11-2025 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
3 03-12-2025 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 10-12-2025 (Quarta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
5 17-12-2025 (Quarta-feira) 18:15 - 19:45 1:30 Online síncrona
6 17-12-2025 (Quarta-feira) 19:45 - 21:15 1:30 Online síncrona


666

Ref. 383T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 9 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 5 de Novembro de 2025

Fim: 5 de Novembro de 2025

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e do Ensino Secundário e de Educação Especial U URSLVT

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister/Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A promoção da saúde mental e a prevenção dos comportamentos suicidários constituem prioridades reconhecidas nas principais estratégias e planos de ação de saúde mental, tanto a nível internacional como nacional (DGS, 2013, 2015). O contexto escolar é um espaço privilegiado para o desenvolvimento de ações que favoreçam o bem-estar psicológico e emocional dos jovens, promovendo a identificação precoce de situações de risco e o encaminhamento adequado para apoio especializado. Professores, técnicos e outros membros da comunidade educativa desempenham um papel essencial na deteção de sinais de sofrimento emocional e na promoção de uma cultura de saúde mental positiva e livre de estigma. Neste âmbito, o Projeto +CONTIGO propõe uma abordagem integrada e comunitária, com base em evidência científica, visando a capacitação dos profissionais da educação para atuarem como agentes promotores de saúde mental e prevenção do suicídio.

Objetivos

- Sensibilizar e capacitar a comunidade educativa para a promoção da saúde mental. - Combater o estigma associado às perturbações mentais e aos comportamentos suicidários. - Aumentar o conhecimento sobre fatores de risco, sinais de alarme e estratégias de prevenção. - Promover a identificação precoce de adolescentes em risco e a sua referenciação para os cuidados de saúde adequados. - Refletir sobre o papel da escola enquanto contexto promotor de saúde mental. - Apresentar os fundamentos e metodologia do Programa +CONTIGO.

Conteúdos

Enquadramento e relevância da promoção da saúde mental na escola; Compreender os comportamentos suicidários; Identificação precoce e referenciação; Combate ao estigma e promoção do bem-estar; O Programa +CONTIGO: fundamentos e metodologia.

Metodologias

A formação combinará exposição teórica, dinâmicas participativas, análise de casos práticos, reflexão conjunta e partilha de experiências. Será fomentada uma abordagem colaborativa, centrada na realidade dos participantes e nas necessidades específicas das escolas.

Modelo

A Certificação depende do cumprimento integral das horas da ACD. Questionário aplicado aos formandos no final da Ação.

Anexo(s)


Observações

Mestre Renata Catarina Curado Pedro Inacio

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 05-11-2025 (Quarta-feira) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial

Ref. 327C90/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137596/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 18,0 horas

Início: 31 de Outubro de 2025

Fim: 16 de Dezembro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online/ZOOM

Formador

Rita Afonso Pedro

Destinatários

Professores dos Grupos 100, 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Tanto na escola como noutros lugares de aprendizagem tendemos a olhar a criança como um ser incompleto e a entender a infância como a primeira etapa da vida. A ideia de infância é deduzida a partir de uma falta ou de uma incompletude. Por essa razão, programamos as aprendizagens em função do ano escolar, por etapas, numa ordem cronológica do tempo. Mas, ao considerar se a criança desse ponto de vista, dificilmente se consegue apreendê-la na sua diferença ou singularidade. Alternativamente, pretende-se, nesta formação, apreender a criança a partir do que ela já é, como abertura ao novo, ao desconhecido, ao inesperado e ao diferente. Neste desafio educativo e filosófico de se considerar a criança na sua singularidade, faz sentido apreendê-la enquanto ser pensante, dotada de capacidades reflexivas e filosóficas. Segundo um estudo da Unesco sobre a prática da Filosofia com Crianças (FcC), (http://valact.org/wp-content/uploads/UNESCO_Philo-Ecole-Liberte.pdf), as crianças colocam perguntas de natureza existencial, ontológica (Se eu não sou apenas o meu nome, quem sou eu?), ética e estética. O mesmo estudo comprova também os efeitos benéficos da prática reflexiva da FcC ao nível do desempenho dos alunos nas outras áreas curriculares, diminuindo o insucesso escolar.

Objetivos

- Enquadrar historicamente as novas práticas filosóficas e a sua relação com as artes e a cultura - Problematizar o conceito de Infância: Criança e Infância são o mesmo? - Sensibilizar para uma escuta atenta às perguntas das crianças, para a sua dimensão filosófica e também estética - Ajudar os formandos a romper com as barreiras traçadas da sua racionalidade, potenciando a criatividade do pensamento e aproximando o seu pensamento do das crianças - Promover o sentido de igualdade dos participantes enquanto seres pensantes, independentemente da idade, da cor de pele, etc. - Dar a conhecer, através de uma prática efetiva, a participação pública, a cooperação social, a autonomia intelectual (pensar por si mesmo) - Explorar algumas possibilidades das linguagens artísticas nas sessões de FcC

Conteúdos

1- A Filosofia, a Infância, as Artes e a Pedagogia: que encontro? Desenvolvimento histórico das várias práticas filosóficas. A Filosofia PARA e COM Crianças. Que diferenças? Apresentação de trabalhos de cocriação, realizados numa lógica de contaminação entre a Filosofia e a Arte. 2- Problematização do estatuto de Infância Kronos ,Kairos e Aion: conceções filosóficas do tempo, segundo os filósofos Heráclito, Deleuze e José Gil. Apreender a Infância diferentemente. Revisão crítica dos tempos que marcam a escola. A dimensão Aiónica do tempo nos processos criativos. 3- O território do espanto e dos porquês das crianças O plano do espanto na criação artística e na interrogação filosófica Do espanto às perguntas metafísicas das crianças As perguntas ontológicas, metafísicas, éticas e estéticas colocadas pelas crianças dos 4 aos 12 anos. Exemplos práticos. 4- Criação de espaços para a experimentação filosófica, a partir de suportes artísticos Exercícios práticos para desfazer hábitos inibidores da imaginação criativa. Exercícios filosóficos para desenvolver a problematização como maneira de abrir espaços onde habitualmente não há perguntas. Exercício de formulação de associações entre pensamento e sensações existenciais e/ou artísticas. 5- Passagens, conexões e cruzamentos entre a Filosofia e a Arte A lógica da contaminação entre elementos heterógenos: as interrogações filosóficas e as criações artísticas. Exemplos práticos, a partir de trabalhos de cocriação entre filosofia e arte

Metodologias

A metodologia será expositiva, seguida de exercícios de Filosofia prática. Contudo, os conteúdos não serão apresentados aos formandos de forma linear, mas sim de forma articulada com a participação destes, através dos métodos demonstrativo e interativo. As sessões serão sempre teórico-práticas, privilegiando-se, contudo, a componente prática, de estratégias de abordagem a esta área temática: - recorrendo à metodologia da Filosofia com Crianças, a estratégias e abordagens consensuais, alinhadas com as recomendações da UNESCO. Deste modo, os formandos terão oportunidade de se exercer ao diálogo participativo e colaborativo, desenvolvendo o espírito critico, o questionamento e a escuta do outro em situações de confronto com opiniões diferentes. -recorrendo ferramentas de certas práticas artísticas para se pensar. Tais como, a improvisação, a composição colaborativa e à transformação dos erros em potências criadoras. Demonstração da avaliação presencial (permitida a avaliação em videoconferência) A avaliação dos formandos será feita durante as sessões síncronas ( 18 horas), com a apresentação de trabalhos. Na última sessão será apresentado um trabalho final. Esta avaliação será feita através de sessão síncrona, recorrendo à plataforma ZOOM, permitindo ao formador identificar o/a formando/a que apresenta o trabalho. Este (re)conhecimento advém do facto de a formadora trabalhar com os formandos nas restantes sessões, pelo que existe já um conhecimento mútuo. Demonstração da distribuição da carga horária pelas diversas tarefas As sessões síncronas serão desenvolvidas na plataforma ZOOM da qual o centro de formação tem uma conta com tempo ilimitado. Nestas sessões o formador irá interagir com os formandos através de várias metodologias. Uma delas será a apresentação teórica de alguns aspetos promovendo o debate entre os participantes. Percebendo as particularidades da formação online, serão distribuídos alguns textos pelos formandos que se dividirão em grupos nas salas virtuais do ZOOM. O objetivo é colocar os formandos em trabalho conjunto para apresentarem aos colegas algumas conclusões sobre a leitura dos textos e lançar o debate.

Avaliação

A avaliação dos formandos é feita de modo contínuo, com base na participação nas sessões, incidindo sobre o processo de trabalho e sobre os produtos que dele decorrem (relatórios reflexivos, organização e condução de sessões práticas) e que revelam a consolidação dos conteúdos abordados, evidenciando a aplicação em contexto das temáticas e metodologias trabalhadas durante a formação. Os critérios de avaliação e respetivos parâmetros são definidos de acordo com as características do trabalho realizado - participação nas sessões (25%), preparação e dinamização de sessões de filosofia com crianças/estágio (20%), partilha e discussão de grupo (20%), trabalho final (35%).

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

KOHAN Walter, Infância, estrangeiridade e ignorância-Ensaios de Filosofia e Educação.Belo Horizonte, Autêntica, 2007 GIL José, Diferença e negação na poesia de Fernando Pessoa, Relógio de Água, 1999 LELEUX Claudine (org.), La philosophie pour enfants, Le modele de Matthew Lipman en discussion, De Boeck Université, Bruxelles, 2005 GRUPO 23: silêncio! e convidados, Isto é uma cocriação!:antimanual de educação artística na infância, BOCA e Real Pelágio; LIsboa, 2016 MUNARI, Bruno, Fantasia, invenção, criatividade e imaginação na comunicação visual. Coleção Dimensões, Editorial Presença.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 31-10-2025 (Sexta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
2 05-11-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 19-11-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 26-11-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 03-12-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 16-12-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

Ref. 237C35/A3 Concluída

Registo de acreditação: ACD 18 - 2024/2025

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 30 de Outubro de 2025

Fim: 30 de Outubro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Ana Margarida Martins Nunes

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores da Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

No âmbito do(s) projeto(s) Erasmus+, desenvolvidos pelos Agrupamentos de Escolas Associados, foram realizadas diferentes mobilidades no âmbito da Ação-Chave 1 do Erasmus+, para fins de aprendizagem, para a frequência de cursos estruturados e para acompanhamento no posto de trabalho (job shadowing). Esta ACD tem como propósito partilhar as aprendizagens e experiências de trabalho vivenciadas em contextos europeus no âmbito da formação e das práticas de referência vivenciadas pelos participantes, com o objetivo de refletir acerca dos desafios e das oportunidades que as mesmas apresentam para a melhoria dos processos de ensino e da aprendizagem e desenvolvimento integral de Todos os Alunos.

Objetivos

Promover o desenvolvimento profissional dos agentes educativos, bem como a dimensão europeia; Partilhar experiências de mobilidades no âmbito do projeto Erasmus+, nomeadamente a frequência de cursos estruturados e a atividade de acompanhamento no posto de trabalho (job shadowing); Disseminar os conhecimentos adquiridos através das experiências vivenciadas na mobilidade individual. Promover o trabalho colaborativo entre docentes e lideranças para maximizar a importância da dimensão europeia e da continuidade de projetos transnacionais;

Conteúdos

-Divulgação e Síntese dos Projetos Erasmus+: breve apresentação dos projetos e dos objetivos de cada mobilidade realizada. -Testemunhos e Relatos dos Participantes: partilha de experiências pessoais e práticas pedagógicas observadas ou aplicadas durante as mobilidades. -Reflexão e Debate Colaborativo: discussão orientada sobre a adaptação e implementação de práticas inovadoras no contexto das escolas locais.

Metodologias

Divulgação sumária dos Projetos; Relatos e testemunhos dos participantes; Reflexão e debate

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: NE+EF Equipa de Monitorização & Avaliação 2017. Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida - A implementação do PALV em Portugal 2007-2013; ANE+EF Monitorização e Avaliação 2018. Inquérito à Satisfação dos Beneficiários do Erasmus+; Cunha A, Santos Y 2017 – Erasmus – A história do programa e a participação dos estudantes portugueses, Representação da Comissão Europeia em Portugal; Guerreiro J 2017. Relatório Nacional Intercalar de Avaliação da Implementação e Impacto do Programa Erasmus+; Peixoto P, Ferreira C (Ed.) 2013. Estudo de avaliação dos impactos da mobilidade para estágios: Impact assessment study on Erasmus and Leonardo da Vinci Traineeships; Soeiro S 2016. O impacto das Bolsas Suplementares Erasmus na mobilidade de estudantes do Ensino Superior com dificuldades socioeconómicas; Zimmermann J, Neyer F J 2013. Do we become a different person when hitting the road? Personality development of sojourners, Journal of Personality and Social Psychology, 105, 515-530.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 30-10-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona


571

Ref. 381C85/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 8 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 30 de Outubro de 2025

Fim: 30 de Outubro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Educadores de Infância, professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A inteligência artificial (IA) está a transformar rapidamente a forma como aprendemos e ensinamos, oferecendo novas oportunidades para tornar o processo educativo mais dinâmico, personalizado e eficaz. Para os docentes, é fundamental manter-se constantemente atualizados, uma vez que a evolução tecnológica é extremamente rápida e as ferramentas disponíveis mudam com frequência. Conhecer e compreender a IA na prática educativa é essencial para garantir uma educação de qualidade, ética e alinhada com os desafios do século XXI. O Canva IA integra ferramentas de IA generativa para facilitar a criação de recursos visuais, apresentações, vídeos e materiais interativos, permitindo que docentes poupem tempo e promovam práticas pedagógicas mais criativas e inclusivas. A utilização desta ferramenta no contexto escolar pode apoiar a diferenciação pedagógica, a personalização da aprendizagem e a dinamização das aulas, contribuindo também para o desenvolvimento do pensamento crítico e da literacia digital dos alunos. Esta ação apresenta o Canva AI como recurso pedagógico inovador, explorando exemplos práticos que demonstram o seu potencial no planeamento, execução e avaliação de atividades educativas.

Objetivos

• Familiarizar os participantes com as funcionalidades de IA do Canva; • Explorar a utilização prática da ferramenta na criação de materiais didáticos, apresentações e recursos visuais; • Desenvolver estratégias para integrar o Canva AI em diferentes áreas curriculares; • Refletir sobre limites, riscos e aspetos éticos da utilização de IA generativa no ensino; Promover uma visão crítica e criativa sobre o papel do professor na era da inteligência artificial.

Conteúdos

Introdução ao Canva AI • O que é o Canva AI e como funciona? • Funcionalidades principais (texto para imagem, assistente de escrita, apresentações automáticas, edição inteligente). • Exemplos de utilização no contexto escolar. Utilização Pedagógica do Canva AI • Criação de apresentações interativas e materiais de apoio ao ensino; • Personalização de recursos para diferentes perfis de alunos; • Apoio à diferenciação pedagógica e inclusão; • Produção de vídeos e recursos multimédia com IA. Contexto Prático • Criação de apresentações, cartazes e atividades visuais; • Planeamento de aulas com recurso a templates e geração de conteúdos automáticos. Questões Éticas e Limitações • Reflexão sobre o papel do professor na mediação e validação dos materiais. Reflexão e Perspetivas Futuras • Impacto do Canva AI no ensino e na aprendizagem; • A importância de uma utilização crítica e responsável.

Metodologias

Apresentação, discussão e reflexão do tema. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial/

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 30-10-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

Ref. 384T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 7 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 25 de Outubro de 2025

Fim: 25 de Outubro de 2025

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Alcobaça

Formador

Kevin Carreira Soares

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e do Ensino Secundário e de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro Qualifica do Agrupamento de Escolas de Cister / CFAECAN

Enquadramento

A Ação de Curta Duração (ACD) “Construir a paz em tempos de conflito” enquadra-se nas orientações do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, promovendo uma reflexão crítica sobre o papel da escola e dos processos de reconhecimento de competências na construção de uma cultura de paz, tolerância e respeito pelos direitos humanos. Dirigida também a formadores do processo RVCC, esta ação pretende reforçar a capacidade de leitura crítica do contexto atual, valorizando o diálogo, a empatia e a educação para a cidadania como instrumentos centrais na promoção da paz. Partindo da apresentação do livro Judeus, Tragédia e Esperança. De Budapeste a Israel (1944-1948), de Pedro Cantinho Pereira, a ACD propõe uma abordagem interdisciplinar que articula História, Ética e Educação para a Cidadania, explorando o valor da memória e da ação individual em contextos de conflito. Num momento internacional marcado pela intensificação de guerras e por graves crises humanitárias na Europa, em África e no Médio Oriente, esta sessão convida os docentes a refletirem sobre o contributo da educação na promoção da empatia, do pensamento crítico e da responsabilidade coletiva. Pretende-se, assim, criar um espaço de diálogo que incentive a partilha de práticas pedagógicas e de estratégias de ensino que ajudem alunos e formandos a compreender as implicações éticas, históricas e humanas da paz e da guerra.

Objetivos

Gerais: • Promover a reflexão sobre o papel da educação na construção da paz e na prevenção da violência, a partir de uma abordagem histórica e ética. • Sensibilizar os docentes para a importância da memória, do diálogo e da empatia como instrumentos pedagógicos para a formação de cidadãos críticos e responsáveis. Específicos: • Compreender o valor das ações individuais e coletivas em contextos de guerra e conflito, articulando passado e presente. • Identificar estratégias e práticas que favoreçam a cultura da paz e a resolução não violenta de conflitos em contexto social. • Refletir sobre a importância da história e da memória na educação para a cidadania. • Estimular o debate e a partilha de experiências entre membros da comunidade educativa que promovam o respeito pelos direitos humanos, a diversidade cultural e a solidariedade. • Criar pontes entre os conteúdos curriculares das áreas de História, Filosofia, Cidadania e Desenvolvimento e as temáticas da ética, justiça e responsabilidade social.

Conteúdos

• Educação para a paz e cidadania: princípios, desafios e estratégias pedagógicas. • A memória histórica como instrumento educativo: aprender com as tragédias do passado. • O papel das ações individuais e coletivas em contextos de conflito: diplomacia humanitária e resistência civil. • O Shoá ou o Holocausto e o pós-guerra: ética, solidariedade e reconstrução. • A importância da reflexão crítica e do diálogo intercultural na prevenção da violência e da intolerância. • Práticas pedagógicas para o desenvolvimento da empatia, da responsabilidade social e da consciência histórica nos alunos. • Construir a paz em tempos de conflito: contributos da escola e dos docentes para uma cultura de paz.

Metodologias

• Exposição teórica introdutória sobre os temas da paz, memória e cidadania a partir da apresentação e análise do livro Judeus, Tragédia e Esperança. De Budapeste a Israel (1944-1948), de Pedro Cantinho Pereira. • Debate orientado e mesa-redonda com docentes, alunos e o autor. • Discussão coletiva de casos históricos e contemporâneos, com foco nas ações individuais e coletivas em contextos de conflito. • Reflexão e partilha de estratégias pedagógicas aplicáveis em sala de aula e nas sociedades contemporâneas em geral.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas da ação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Bibliografia: Arendt, Hannah (1963). Eichmann em Jerusalém. Um relato sobre a banalidade do mal. Lisboa: Relógio d’Água. Direção-Geral da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação. Direção-Geral da Educação (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Lisboa: Ministério da Educação. Galtung, Johan (1996). Peace by Peaceful Means: Peace and Conflict, Development and Civilization. Oslo: PRIO / Sage Publications. Levi, Primo (1988). Se Isto É um Homem. Lisboa: Dom Quixote. Morin, Edgar (2001). Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. Lisboa: Instituto Piaget / UNESCO. Pimentel, Irene (2006). O Holocausto. Lisboa: Temas e Debates / Círculo de Leitores. Pereira, Pedro Cantinho (2025). Judeus, Tragédia e Esperança. De Budapeste a Israel (1944-1948). Lisboa: [editora a confirmar]. Rosas, Fernando (2019). Salazar e os Fascismos. Lisboa: Temas e Debates / Círculo de Leitores. Rosas, Fernando (1994). “Portugal e o Estado Novo (1930–1960)” in Nova História de Portugal, vol. XII. Lisboa: Editorial Presença.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 25-10-2025 (Sábado) 15:00 - 18:00 3:00 Presencial

Ref. 377C84/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 6 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 23 de Outubro de 2025

Fim: 23 de Outubro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A inteligência artificial (IA) está a transformar rapidamente a forma como aprendemos e ensinamos, oferecendo novas oportunidades para tornar o processo educativo mais dinâmico, personalizado e eficaz. Para os docentes, é fundamental manter-se constantemente atualizados, uma vez que a evolução tecnológica é extremamente rápida e as ferramentas disponíveis mudam com frequência. Conhecer e compreender a IA na prática educativa é essencial para garantir uma educação de qualidade, ética e alinhada com os desafios do século XXI. O MagicSchool é uma plataforma de inteligência artificial criada especificamente para apoiar professores nas suas tarefas diárias. Através de diferentes assistentes, permite gerar planos de aula, criar avaliações, adaptar materiais a diferentes níveis de aprendizagem, sugerir atividades criativas e até fornecer feedback personalizado. A sua utilização em contexto escolar possibilita maior eficiência no planeamento e uma diferenciação pedagógica mais ágil, ao mesmo tempo que liberta tempo para a dimensão mais criativa e relacional do ensino. Esta ACD pretende apresentar o MagicSchool como recurso pedagógico inovador, explorando exemplos práticos de integração no quotidiano letivo, e refletindo sobre os seus limites, riscos e aspetos éticos.

Objetivos

Familiarizar os docentes com as funcionalidades do MagicSchool; Explorar a utilização prática da plataforma no planeamento, avaliação e atividades de aprendizagem; Desenvolver estratégias de diferenciação pedagógica com recurso à IA; Refletir sobre a utilização responsável, ética e crítica desta ferramenta; Promover práticas educativas inovadoras que aliem eficiência, criatividade e inclusão

Conteúdos

Introdução ao MagicSchool Funcionalidades principais (planos de aula, quizzes, feedback, adaptação de materiais); Exemplos de utilização no contexto escolar. Utilização Pedagógica do MagicSchool Apoio à elaboração de recursos; Apoio à avaliação formativa e sumativa; Feedback individualizado para alunos. Contexto Prático Exploração da plataforma com cenários educativos reais; Exercícios de criação de planos e atividades com IA; Simulação de utilização em diferentes níveis de ensino. Questões Éticas e Limitações Fiabilidade e validação da informação; Privacidade e segurança dos dados; Riscos de dependência excessiva e necessidade de mediação docente. Reflexão e Perspetivas Futuras Impacto do MagicSchool no papel do professor; Oportunidades de integração da IA no ensino e aprendizagem

Metodologias

Apresentação, discussão e reflexão do tema. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-10-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

Ref. 274C59/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128729/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 14 de Outubro de 2025

Fim: 17 de Dezembro de 2025

Regime: b-learning

Local: Escola Básica e Secundária de São Martinho

Formador

Joaquim Francisco Couto Silva

Mário Nelson Teixeira da Costa

Destinatários

Professores dos Grupos de recrutamento 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de recrutamento 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de recrutamento 260 e 620. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Educação Física, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina de Educação Física; - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos às diferentes matérias do currículo; - Operacionalizar e estruturar as AE em Educação Física ao longo do Ensino Básico e Ensino Secundário, promovendo a recuperação de aprendizagens entre ciclos; - Usar múltiplas formas de avaliação formativa e de feedback em Educação Física, de acordo com as necessidades e perfil de cada aluno; - Desenvolver uma avaliação para a aprendizagem em Educação Física, diversificando métodos e instrumentos, numa lógica de compromisso e autorregulação.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Subárea dos Jogos Desportivos Coletivos (JDC) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos aos JDC; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino do JDC; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 3 – Subárea da Ginástica (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Ginástica; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino da Ginástica; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 4 – Subárea das Atividades Rítmicas Expressivas (ARE) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos às ARE; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino das ARE; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 5 – Subárea da Patinagem (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Patinagem; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino da Patinagem; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 6 – Subárea do Atletismo (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos ao Atletismo; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino do Atletismo; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 7 – Subárea Outras (jogos de raquetes, desportos de combate) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à subárea Outras; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino das Outras matérias; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais Os módulos opcionais (do módulo 2 ao módulo 7) são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) Formação a Distância: A oficina de formação contará 8 horas de formação online, para dar a possibilidade de os formandos poderem gerir a formação com a atividade profissional, rentabilizando tempo e evitando deslocações acrescidas. Desta forma, os formandos, apenas se terão de deslocar para frequentar as 17 horas de formação presencial. Nas sessões síncronas a assiduidade será comprovada pelo acesso e permanência na sala Zoom e na disciplina Moodle.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados. A avaliação contemplará também a interação entre formador e formandos, a realização e discussão de tarefas e o trabalho final. Nota: Relembramos que, nos termos do n. 2, do artº 5º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, "não podem ser objeto de certificação as ações nas quais a participação do formando seja inferior a dois terços da duração da respetiva ação de formação".

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-10-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 28-10-2025 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
3 29-10-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
4 04-11-2025 (Terça-feira) 18:15 - 20:15 2:00 Online síncrona
5 05-11-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
6 18-11-2025 (Terça-feira) 18:15 - 20:15 2:00 Online síncrona
7 19-11-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Presencial
8 02-12-2025 (Terça-feira) 18:15 - 20:15 2:00 Online síncrona
9 03-12-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
10 17-12-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial


533

Ref. 296C46/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128678/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 14 de Outubro de 2025

Fim: 10 de Dezembro de 2025

Regime: b-learning

Local: Online / Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça

Formador

Sandrine Cordeiro

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das diferentes áreas da Educação Artística do 1.º CEB (Artes Visuais, Dança, Música, Expressão Dramática/Teatro), orientada numa perspetiva holística e em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Estimular a implementação de metodologias ativas de aprendizagem promotoras da diferenciação pedagógica, tendo em consideração as aprendizagens a desenvolver nas diferentes áreas artísticas, as necessidades dos alunos e a consecução de um ensino de qualidade; - Valorizar o papel da Educação Artística como promotor do desenvolvimento global dos alunos, na sua relação consigo, com os outros e com o meio; - Valorizar cada área artística na sua individualidade, na relação entre si e com as demais áreas do conhecimento.

Conteúdos

Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos? Módulo 2 - Narrativas visuais (Artes Visuais 5h) Utilizar a linguagem das artes visuais (cor, forma, linha, textura, padrão, proporção e desproporção, plano, luz, espaço, volume, movimento, ritmo, matéria, entre outros), na construção de projetos multiculturais (através da transformação gráfica, construção de formas, texturas, padrões, objetos e ambientes). Módulo 3 - Comunicar através da dança (Dança 5 h) Consciência e domínio do corpo: corpo, movimento, tempo e dinâmica. As possibilidades de movimento e a sua expressividade. Módulo 4 - Interpretação e Comunicação musical (Música 5 h) A voz (falada e cantada) e o corpo (corpo e movimento): seleção, audição e interpretação de canções/peças musicais, com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas, adaptadas a diferentes contextos. O movimento como forma de comunicação musical. Módulo 5 - Expressão dramática como meio de comunicação (Exp. Dramática/Teatro 5h) O corpo como meio de expressão, comunicação e criação: Exploração e desenvolvimento das possibilidades motoras e expressivas do corpo (corpo, voz e movimento/gesto/objetos/ improvisação). Módulo 6 - Exploração de materiais (Artes Visuais 5h) Exploração de diferentes materiais/objetos e de técnicas de expressão (pintura, desenho, entre outras), nas suas formas físicas ou digitais, para a reinvenção/criação de novas imagens. Módulo 7 - Exploração do corpo e do espaço (Dança 5h) O corpo e o trajeto no espaço: direções de movimento no espaço; Corpo e relações: ocupação/evolução /progressão no espaço (próprio ou partilhável). Sequência de movimentos, performance/coreografia. Diferentes estilos, formas e géneros de dança (referências de exemplos na dança). Módulo 8 - Exploração de materiais para produção musical (Música 5h) Utilização da voz, corpo e/ou objetos para exploração/criação sonoro-musical, com formas, estilos, géneros diferenciados: improvisação e interpretação. Módulo 9 - Os materiais na exploração da expressão dramática (Exp. Dramática/ Teatro 5h) Jogo Dramático: Linguagem Verbal e Não-Verbal: improvisação (Improvisar palavras, sons, gestos e ações, a partir de diferentes estímulos: ambientes, temas ou ideias) e dramatização (Explorar e/ou criar histórias /analisar textos para a construção de personagens e suas interações, em situações distintas e com diferentes finalidades). Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 10 módulos (2 obrigatórios e 8 opcionais):Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade).Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018)..Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Plataforma Digital de recursos artísticos e pedagógicos: www.cantarmais.pt.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-10-2025 (Terça-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Presencial
2 21-10-2025 (Terça-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Presencial
3 28-10-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 11-11-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 25-11-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 27-11-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
7 03-12-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
8 10-12-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial


539

Ref. 299C49/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131585/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 14 de Outubro de 2025

Fim: 9 de Dezembro de 2025

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, CFAECAN, Alcobaça/ online

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 110

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina …, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

• Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); • Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; • Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; • Repensar as práticas de ensino nos diferentes domínios de estudo do meio; • Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias de ensino diferenciadas na área curricular de estudo do meio.

Conteúdos

Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - História (5h) Factos e as datas relevantes da História de Portugal, destacando: a formação de Portugal, a época da expansão marítima, o período Filipino e a Restauração com recurso a fontes documentais. Construção de frisos cronológicos. Módulo 3 - História (5h) Implantação da República e o 25 de Abril com recurso a fontes documentais. Módulo 4 (5h) Seres Vivos: Identificar as características específicas dos animais e plantas; relacionar fatores do ambiente com as condições indispensáveis à vida dos seres vivos; a influência das modificações ambientais nos ecossistemas e na vida dos seres vivos. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 5 (5h) Corpo Humano: Conhecer os sistemas digestivo, respiratório, circulatório, excretor e reprodutivo; modificações biológicas e comportamentais na adolescência; hábitos quotidianos e estilos de vida saudáveis. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 6 - (5h) Reconhecer fenómenos naturais (sismos, vulcões, erosão…) como manifestações da dinâmica e da estrutura interna da Terra e como agentes modificadores da paisagem; Identificação de vários tipos de rochas e solos e diversos tipos de utilização. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 7- (5h) Evolução tecnológica; Propriedades dos materiais: comportamento da luz; eletricidade: eletricidade estática, bons e maus condutores da corrente elétrica, circuito elétrico simples; mecânica; impulsão; magnetismo. Módulo Final - (2,5 horas) - Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final - Obrigatórios e presenciais O módulo ministrado em 3.º lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva. Formação a Distância: Demonstração da distribuição da carga horária pelas diversas tarefas A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Rede Nacional de Clubes de Ciência Viva. Disponível em https://clubes.cienciaviva.pt/

Anexo(s)


Observações

As datas de início e fim são indicativas.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-10-2025 (Terça-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Presencial
2 21-10-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 28-10-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 04-11-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 11-11-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
6 25-11-2025 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
7 04-12-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
8 09-12-2025 (Terça-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Presencial


544

Ref. 322C41/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 22 - 2024/2025

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 13 de Outubro de 2025

Fim: 20 de Outubro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Soraia Valy Mamade Feiteira Lourenço

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O aumento significativo de alunos estrangeiros nas escolas portuguesas exige uma reestruturação da metodologia de ensino na disciplina de PLNM. Os alunos migrantes devem ser abrangidos por medidas de integração efetiva no sistema educativo e, simultaneamente, na sociedade em geral. Efetivamente, a Lei de Bases do Sistema Educativo, o Decreto-Lei n.º 54/2018 e o Decreto-Lei n.º 55/2018, ambos de 6 de julho. Uma inclusão bem-sucedida é um processo contínuo que requer, por um lado, flexibilidade e adaptação às necessidades individuais dos alunos e, por outro, preparação e mudanças nas dinâmicas e cultura da escola. Por conseguinte, atualmente, este desafio implica que a escola se organize e estruture a sua atuação, de forma intencional e integrada, para que a diversidade seja um fator de união entre toda a comunidade educativa, como garantia do direito de todos à educação e à igualdade de oportunidades preconizado na Convenção dos Direitos da Criança. (Inclusão de Alunos Migrantes em Meio Educativo - DGE, 2024)

Objetivos

- Aprofundar um conhecimento das práticas organizações e pedagógicas no âmbito da inclusão de alunos estrangeiros; - Partilhar experiências desenvolvidas em Agrupamentos de Escolas de estratégias de Português Língua não Materna (PLNM); - Conhecer formas diversas de ação pedagógica na ação pedagógica de PLNM.

Conteúdos

- Enquadramento legal de resposta às necessidades educativas e inclusão de alunos estrangeiros; - Práticas organizacionais e pedagógicas em desenvolvimento nas escolas;

Metodologias

Apresentação, discussão e reflexão do tema. Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta à diversidade de alunos em sala de aula. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia:https://www.dge.mec.pt/portugueslinguanaomaterna - Common european framework of reference for languages: learning, teaching, assessment Companion volume - www.coe.int/lang-cefr https://www.cibercursoslp.com/fichas.html https://rm.coe.int/a-handbook-for-curriculum-development-and-teacher-training-thelanguag/16806af387

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 13-10-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
2 20-10-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona


591

Ref. 269C80/A3 Concluída

Registo de acreditação: ACD 12 - 2024/2025

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 4,0 horas

Início: 13 de Outubro de 2025

Fim: 14 de Outubro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Maria Cristina Marques Ferreira Simões

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Numa época em que impera a multiculturalidade e o respeito pela diversidade, o paradigma atual centra-se no currículo, pelo que as tomadas de decisão devem ser efetuadas com base em evidências pedagógicas, desafiando os vários agentes envolvidos a refletir sobre as dificuldades no acesso ao mesmo e encontrar estratégias personalizadas para todos acederem aos atuais referenciais curriculares. Consequentemente, esta Ação de Curta Duração (ACD) pretende clarificar três aspetos essenciais na atualidade educativa, designadamente: Quais são os atuais referenciais curriculares? Numa abordagem multinível, que medidas de gestão curricular existem? Como elaborar adaptações curriculares não significativas, considerando os referenciais curriculares em vigor?

Objetivos

•Refletir sobre os referenciais educativos que respondem à diversidade e pluralidade dos alunos, contribuindo para a mudança ao nível dos procedimentos pedagógicos; •Capacitar os docentes para a identificação, implementação e avaliação das medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão, assentes na intervenção multinível; •Distinguir as medidas de gestão curricular previstas no Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, com as alterações da Lei n.º 116/2019, de 13 de setembro e a Declaração de Retificação n.º 47/2019, de 3 de outubro; •Capacitar os docentes para a elaboração das adaptações curriculares não significativas, a partir das exigências e desafios concretos de cada grupo de recrutamento.

Conteúdos

•Currículo e referenciais curriculares em vigor; •Aprendizagens Essenciais; •Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; •Medidas de Suporte à Aprendizagem e à Inclusão, no âmbito do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho; •Medidas de Gestão Curricular; •Procedimentos práticos para a elaboração das Adaptações Curriculares Significativas Não Significativas

Metodologias

Expositiva, intercalada com momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados. Apresentação ao grupo, reflexão e debate.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. .Bibliografia: Cosme, A. (2018). Autonomia e flexibilidade curricular: Propostas e estratégias de ação. Porto Editora. •Martins, G., Gomes, C., Brocardo, J., Pedroso, V., Carrilho, J., Silva, L., … Rodrigues, S. (2017). •Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Ministério da Educação. •Pereira, F. et al. (2018). Para uma educação inclusiva: Manual de apoio à prática. Lisboa: Ministério da Educação. •Roldão, M., & Almeida, S. (2018). Gestão curricular: Para a autonomia das escolas e professores. Direção-Geral da Educação. •Simões, C. (2020). A qualidade de vida de crianças e jovens com dificuldade intelectual e desenvolvimental: Contributo para a educação inclusiva. Amadora: Fundação AFID Diferença.

Público-alvo:

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 13-10-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
2 14-10-2025 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona

Ref. 280C13/A1 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-129953/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 9 de Outubro de 2025

Fim: 4 de Dezembro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Zélia Maria Lopes Marques

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

O enquadramento legal da educação inclusiva vem reforçar as orientações sobre o direito de cada um dos alunos a uma educação consentânea com as suas necessidades e potencialidades. O enorme desafio que constitui a adoção de práticas inclusivas faz requerer a adoção de metodologias e ferramentas que promovam as aprendizagens de todos convocando quando necessário, a ação das equipas dos CRTIC, enquanto recurso organizacional específico de apoio à aprendizagem e à inclusão. Reconhecendo a importância dos PA como mais um pilar na construção da escola inclusiva, pretende-se que os CRTIC protagonizem uma intervenção atempada junto daqueles que deles necessitam para alcançar todo o seu potencial. A missão dos CRTIC prende-se com a avaliação das barreiras de acesso ao currículo, a prescrição dos PA adequados, a capacitação dos alunos, a implementação dos equipamentos na escola e a revisão das soluções propostas. O desenvolvimento tecnológico observado na área das TIC e as constantes exigências de uma Escola para Todos requerem a capacitação de todos os intervenientes no processo de ensino e de aprendizagem dos alunos que necessitam de PA. A presente ação insere-se no processo de concretização do plano de atividades da DGE, designadamente no que concerne ao objetivo de promover, conceber e acompanhar as medidas tendentes à utilização pedagógica das TIC no âmbito da educação especial, promovendo a capacitação de docentes que já desempenham ou que possam vir a desempenhar funções num CRTIC.

Objetivos

• Explorar o DL 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, identificando implicações para a adoção de práticas mais inclusivas. • Explorar os documentos legislativos DL 93/2009, de 16 de abril, e o Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio. • Conhecer as competências dos CRTIC, enquanto recurso organizacional e o Sistema que enquadra a atribuição e financiamento dos Produtos de Apoio (SAPA). • Aprofundar o conhecimento sobre os Produtos de Apoio para a Comunicação Alternativa e Aumentativa, suas características e potencialidades. • Aprofundar o conhecimento sobre Produtos de Apoio para as acessibilidades a nível motor, auditivo e visual, suas características e potencialidades. • Saber instalar e configurar os produtos de apoio de acordo com as características de cada aluno. • Compreender as dinâmicas pedagógicas de sala de aula e conceber a utilização de Produtos de Apoio em situações de acesso ao currículo. • Explorar as possibilidades de adaptação de materiais de baixo custo.

Conteúdos

Módulo 1 - O impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (3 horas síncronas) • Exploração do documento legislativo DL nº 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: a) Os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação (Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória); b) A gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; c) O recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; Módulo 2 – Os CRTIC, enquanto recurso específico organizacional e o Sistema SAPA (5 horas – 2 sessões síncronas) • Exploração do documento legislativo Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio, compreendendo a dinâmica de um Centro de Recursos TIC e o seu papel de proximidade à escola. • Exploração do documento legislativo DL 93/2009, de 16 de abril, compreendendo a abrangência do Sistema SAPA. • O processo de avaliação e prescrição de produtos de apoio e o envolvimento de todos os intervenientes no processo. Módulo 3 – A Comunicação Alternativa e Aumentativa (10 horas –1 Sessão síncrona de 2:30 e 3 sessões assíncronas de 2:30H) • As Tecnologias de Apoio para a Comunicação e a sua importância para a participação e a inclusão da criança/aluno. • Abordagem à CAA sem tecnologia, com baixa tecnologia e alta tecnologia. • Ferramentas digitais e aplicações gratuitas para a CAA. • Construção de materiais para a CAA – Adequação às necessidades e características da cada criança/aluno. Módulo 4 – Acessibilidades (7 horas – 1 sessão assíncrona de 2:30H 2 duas sessões síncronas, sendo 1 de 2:30H e 1 de 2:00H) • Produtos e Tecnologias de apoio para a acessibilidade motora, visual e auditiva. • Planificação intencional – Acessibilidade e recurso ao Desenho Universal para a Aprendizagem.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas aos conteúdos. Os docentes devem ser desafiados à reflexão sobre a acessibilidade no quotidiano escolar das crianças/alunos que necessitam de produtos/tecnologias de apoio

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos que deve consistir num estudo de caso com a adoção de produtos/tecnologias de apoio em sala de aula.

Modelo

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos que deve consistir num estudo de caso com a adoção de produtos/tecnologias de apoio em sala de aula.

Bibliografia

DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática. Encarnação, Pedro; Azevedo, Luís; Lontral, Ana Rita, (2015), Tecnologias de Apoio para pessoas com deficiência. Lisboa: FCT. ESECS/IPLeiria et al. (2015) Tecnologias de Apoio – Tecnologias para todos. https://iconline.ipleiria.pt/handle/10400.8/1317 WATI. (2009). Assessing Students’ Needs for Assistive Technology - A Resource Manual for School District Teams. Wisconsin Assistive Technology Initiative. Jill Gierach Editor. Tetzchner, S. v., & Martinsen, H. (2000). Introdução à Comunicação Aumentativa e Alternativa. Porto: Porto Editora

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-10-2025 (Quinta-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
2 16-10-2025 (Quinta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online síncrona
3 23-10-2025 (Quinta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online síncrona
4 30-10-2025 (Quinta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online síncrona
5 03-11-2025 (Segunda-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online assíncrona
6 06-11-2025 (Quinta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online assíncrona
7 13-11-2025 (Quinta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online assíncrona
8 18-11-2025 (Terça-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online assíncrona
9 27-11-2025 (Quinta-feira) 18:15 - 20:45 2:30 Online síncrona
10 04-12-2025 (Quinta-feira) 18:15 - 20:15 2:00 Online síncrona


493

Ref. 380C83/A1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 5 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 9 de Outubro de 2025

Fim: 9 de Outubro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Manuel Vicente Silva Cunha Calado

Destinatários

Educadores de Infância, professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

A inteligência artificial (IA) está a transformar rapidamente a forma como aprendemos e ensinamos, oferecendo novas oportunidades para tornar o processo educativo mais dinâmico, personalizado e eficaz. Para os docentes, é fundamental manter-se constantemente atualizados, uma vez que a evolução tecnológica é extremamente rápida e as ferramentas disponíveis mudam com frequência. Conhecer e compreender a IA na prática educativa é essencial para garantir uma educação de qualidade, ética e alinhada com os desafios do século XXI. O ChatGPT é uma das ferramentas mais inovadoras neste campo, oferecendo múltiplas oportunidades para dinamizar, apoiar e personalizar o processo de ensino-aprendizagem. A sua utilização consciente permite criar materiais didáticos de forma mais eficiente, promover a diferenciação pedagógica e incentivar a autonomia dos alunos, ao mesmo tempo que suscita reflexões importantes sobre ética, fiabilidade e desenvolvimento do pensamento crítico. Esta ação está estruturada de forma a apresentar o ChatGPT como recurso pedagógico, integrando exemplos práticos e concretos que ilustram as suas funcionalidades e potencial na sala de aula. O objetivo é fomentar práticas educativas inovadoras, conscientes e alinhadas com os objetivos de aprendizagem, promovendo uma utilização ética e responsável da IA no contexto educativo.

Objetivos

Familiarizar os participantes com as funcionalidades básicas do ChatGPT; Explorar a utilização prática da ferramenta no contexto educativo, como apoio à planificação, avaliação e atividades de aprendizagem; Desenvolver estratégias para integrar o ChatGPT em diferentes níveis e áreas curriculares; Refletir sobre limites, riscos e aspetos éticos da utilização de IA generativa no ensino; Promover uma visão crítica e criativa sobre o papel do professor na era da inteligência artificial.

Conteúdos

Introdução ao ChatGPT - O que é o ChatGPT e como funciona? - Exemplos de utilização no quotidiano e no contexto escolar. Utilização Pedagógica do ChatGPT - Criação de materiais de apoio ao ensino; - Apoio à diferenciação pedagógica e personalização da aprendizagem; - Desenvolvimento de atividades interativas e criativas. Contexto Prático - Exploração de cenários educativos com o ChatGPT - Exercícios de criação de conteúdos e planeamento de aulas com a ferramenta. Questões Éticas e Limitações - Fiabilidade e verificação da informação; - Privacidade e proteção de dados; Reflexão e Perspetivas Futuras - Impacto do ChatGPT no papel do professor e do aluno; - A importância de uma utilização consciente, crítica e responsável

Metodologias

Apresentação, discussão e reflexão do tema. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-10-2025 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

Ref. 264C79/A5 Concluída

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134038/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 6 de Outubro de 2025

Fim: 15 de Dezembro de 2025

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça/Online

Formador

Andrea Isabel Pereira César Osório

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da Transição digital na Educação. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.

Objetivos

- Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); - Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; - Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; - Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. - Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. - Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.

Conteúdos

Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) - Apresentação dos formandos e formadores. - Apresentação da formação. - Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. - Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. - Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.

Metodologias

Presencial: A oficina irá decorrer na modalidade de B-Learning com sessões presenciais e sessões online síncronas, com a seguinte distribuição: 15h presenciais e 10 horas online síncronas. O formador irá recorrer às plataformas de gestão de aprendizagem e de videoconferência para a dinamização das sessões online síncronas. Trabalho autónomo: 25 horas de trabalho autónomo: para planificação, experimentação e reflexão sobre uma aplicação prática efetuada no contexto educativo do professor relativamente a algumas das atividades planificadas e recursos construídos. Será utilizada a metodologia de aprendizagem por execução de tarefas que os formandos realizam ao longo da oficina de formação. Trabalho autónomo : 25 horas de trabalho autónomo para: Os formandos criam e implementam 2 atividades de aprendizagem, em contexto disciplinar e/ou interdisciplinar, integrando os conteúdos explorados nas sessões conjuntas. Durante as sessões de formação refletem e participam nas tarefas em curso. Como trabalho final, criam um cenário de aprendizagem com recurso aos LED, incluindo atividades experimentadas com os alunos, e elaboram o seu Relatório de Reflexão Crítica Individual, submetendo-os em local próprio.

Avaliação

O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Os formandos serão classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC nº 3/2007, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, com base em: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas (presenciais e não presenciais) e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos - Trabalho de aplicação de conteúdos (60%), onde se incluiu o Reflexão final

Modelo

Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 54/2018 (2018, de 6 de julho), http://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/dl_54_2018.pdf Decreto-Lei n.º 55/2018 (2018, de 6 de julho), https://dre.pt/home/-/dre/115652962/details/maximized Magazine ME. Perfil dos Alunos para o Século XXI. Lisboa: Ministério da Educação, 2017, https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf “Future Classroom Lab”, http://fcl.eun.org/ Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org) Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leadersand teachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdf Bannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for schoolleaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdf Carravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital.file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdf European Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework.https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf

Anexo(s)


Observações

Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-10-2025 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
2 13-10-2025 (Segunda-feira) 18:15 - 20:15 2:00 Online síncrona
3 20-10-2025 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
4 27-10-2025 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
5 03-11-2025 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Online síncrona
6 10-11-2025 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
7 17-11-2025 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
8 24-11-2025 (Segunda-feira) 18:15 - 21:15 3:00 Presencial
9 15-12-2025 (Segunda-feira) 18:15 - 20:15 2:00 Online síncrona

Ref. 318C25/A3 Concluída

Registo de acreditação: ACD 17 - 2024/2025

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 4,0 horas

Início: 1 de Outubro de 2025

Fim: 1 de Outubro de 2025

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Ana Margarida Martins Nunes

Destinatários

Professores do Ensino Básico, Secundário

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/).

Objetivos

Compreender o conceito e a finalidade dos LED. Compreender as potencialidades dos Laboratórios de Educação Digital (LED) e como estes podem ser utilizados para promover metodologias ativas de ensino em várias áreas curriculares. Desenvolver competências para planificar e executar cenários de aprendizagem ativa, utilizando as ferramentas e equipamentos dos LED. Conhecer os diferentes tipos de equipamentos e componentes tecnológicos disponíveis nos diferentes LED. Refletir sobre as potencialidades educativas dos equipamentos dos LED.

Conteúdos

Apresentação os diferentes tipos de equipamentos e componentes tecnológicos dos LED. Potencialidades educativas dos Laboratórios de Educação Digital Laboratórios de Educação Digital: cenários de aprendizagem ativa Reflexão e esclarecimento de dúvidas.

Metodologias

Expositiva, intercalada com momentos de operacionalização prática dos conteúdos abordados. Apresentação ao grupo, reflexão e debate.

Modelo

A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: quadro europeu de competência digital para educadores. Aveiro: UA. https://led.dge.medu.pt/

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 01-10-2025 (Quarta-feira) 17:30 - 21:30 4:00 Online síncrona


567

Ref. 3731 Concluída

Registo de acreditação: ACD -2025-2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 17 de Setembro de 2025

Fim: 5 de Novembro de 2025

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro/CFAECAN, Alcobaça

Formador

Carlos Alberto de Jesus Carvalho

Destinatários

Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro Qualifica do AE de Cister/Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Esta ação formativa pretende promover uma compreensão aprofundada dos processos reflexivos envolvidos na leitura, recolha e validação de portefólios RVCC nível secundário, com a IA (como ChatGPT) a funcionar como ferramenta auxiliar. Ao orientar os formandos na identificação de evidências e validação de competências, pretende-se mostrar de que forma a IA pode tornar estes processos mais eficientes, sistemáticos e reflexivos — sempre preservando o papel crítico e orientador dos formadores. A abordagem inclui a comparação prática entre métodos tradicionais e assistidos por IA, através de cenários formativos que simulam contextos reais do RVCC. Os participantes testarão diferentes métodos, permitindo perceber os ganhos em eficácia e a necessidade de cuidados no uso da IA. Além disso, serão discutidos os riscos éticos associados — como viés algorítmico, falta de transparência, perda de autonomia e integridade académica — sublinhando que uma utilização inadequada da IA pode desvirtuar o processo de validação de competências e comprometer a autenticidade do portefólio.

Objetivos

Esta ação formativa tem como objetivo aprofundar os processos reflexivos de leitura, recolha e validação de portefólios RVCC, em que a IA (como ChatGPT) atua como apoio tecnológico — não substituto do trabalho humano. Pretende-se mostrar que a IA pode tornar esses procedimentos mais eficientes, consistentes e sistemáticos, sem comprometer a intervenção crítica dos formadores. Utilizam-se cenários formativos simulados para comparar os métodos tradicionais com aqueles assistidos por IA, evidenciando ganhos de precisão e velocidade. Ao mesmo tempo, alerta-se para os perigos de dependência excessiva na IA: a perda de autenticidade, quando os formandos delegam a autoria à IA, e a erosão da reflexão crítica. A componente ética é central nesta formação: discute-se o risco de viés algorítmico, plágio inadvertido, dependência tecnológica e redução da autonomia do formando. Reflete-se sobre o papel do formador como orientador ético, que garante que a IA seja utilizada como auxílio — jamais como substituto — mantendo a integridade e autenticidade do processo de validação. Este modelo pedagógico que combina prática tecnológica com reflexão crítica e ética pretende preparar os formadores RVCC para integrar a IA de forma consciente e responsável, promovendo literacia digital, inovação educativa e preservando a profundidade reflexiva e integridade formativa.

Conteúdos

A ação formativa inicia-se com um trabalho colaborativo em pequenos grupos, onde cada equipa analisa portefólios utilizando dois métodos: o tradicional (manual) e o assistido por IA. Os participantes identificam evidências, atribuem pontuações e comparam os resultados, experienciando diretamente as diferenças entre ambas as abordagens. O uso da IA demonstrará ganhos em rapidez e consistência, mas também permitirá perceber limitações e fragilidades no processo. Este trabalho coletivo estimula a partilha de práticas, favorece o pensamento crítico e reforça a responsabilidade pedagógica. No final da sessão, discute-se o risco de perda de autenticidade, quando os formandos confiam excessivamente na IA, e a erosão da reflexão crítica, dado que o uso constante da IA pode reduzir o esforço cognitivo individual — fenómeno conhecido como “cognitive offloading”, descrito em estudos de Gerlich (2025) e outros como causador de diminuição de capacidade de análise independente e pensamento autónomo. Esta abordagem metodológica assegura uma formação prática e reflexiva, combinando tecnologia com sensibilização ética — preparando os formadores do RVCC para utilizar a IA de forma consciente, preservando a integridade, autenticidade e profundidade dos portefólios.

Anexo(s)


Observações

ANQEP. (s.d.). Referencial de competências-chave para a educação e formação de adultos – Nível Secundário. Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional. https://www.anqep.gov.pt/np4/342.html Ferraz, A. P. C. M., & Belhot, R. V. (2010). Taxonomia de Bloom: Revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais. Gestão & Produção, 17(2), 421–431. https://www.scielo.br/j/gp/a/bRkFgcJqbGCDp3HjQqFdqBm/?format=pdf&lang=pt Figueiredo, I. (2009). O processo de RVCC de nível secundário e a orientação para a aprendizagem ao longo da vida [Dissertação de mestrado, Universidade de Coimbra]. Repositório da Universidade de Coimbra. https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/15633 Gerlich, M. (2025). AI tools in society: Impacts on cognitive offloading and the future of critical thinking. Societies, 15(1), 6. https://doi.org/10.3390/soc15010006 Conteúdos elaborados com apoio do ChatGPT (OpenAI, 2025), utilizados como suporte à análise e revisão

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 17-09-2025 (Quarta-feira) 15:00 - 17:00 2:00 Presencial
2 15-10-2025 (Quarta-feira) 15:00 - 17:00 2:00 Presencial
3 05-11-2025 (Quarta-feira) 15:00 - 17:00 2:00 Presencial

Ref. 4371 Concluída

Registo de acreditação: ASPND1-2025-2026

Modalidade: Outro

Duração: 6,0 horas

Início: 17 de Setembro de 2025

Fim: 5 de Novembro de 2025

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)

Formador

Carlos Alberto de Jesus Carvalho

Destinatários

Técnicos Superiores

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Esta ação formativa pretende promover uma compreensão aprofundada dos processos reflexivos envolvidos na leitura, recolha e validação de portefólios RVCC nível secundário, com a IA (como ChatGPT) a funcionar como ferramenta auxiliar. Ao orientar os formandos na identificação de evidências e validação de competências, pretende-se mostrar de que forma a IA pode tornar estes processos mais eficientes, sistemáticos e reflexivos — sempre preservando o papel crítico e orientador dos formadores. A abordagem inclui a comparação prática entre métodos tradicionais e assistidos por IA, através de cenários formativos que simulam contextos reais do RVCC. Os participantes testarão diferentes métodos, permitindo perceber os ganhos em eficácia e a necessidade de cuidados no uso da IA. Além disso, serão discutidos os riscos éticos associados — como viés algorítmico, falta de transparência, perda de autonomia e integridade académica — sublinhando que uma utilização inadequada da IA pode desvirtuar o processo de validação de competências e comprometer a autenticidade do portefólio.

Objetivos

Esta ação formativa tem como objetivo aprofundar os processos reflexivos de leitura, recolha e validação de portefólios RVCC, em que a IA (como ChatGPT) atua como apoio tecnológico — não substituto do trabalho humano. Pretende-se mostrar que a IA pode tornar esses procedimentos mais eficientes, consistentes e sistemáticos, sem comprometer a intervenção crítica dos formadores. Utilizam-se cenários formativos simulados para comparar os métodos tradicionais com aqueles assistidos por IA, evidenciando ganhos de precisão e velocidade. Ao mesmo tempo, alerta-se para os perigos de dependência excessiva na IA: a perda de autenticidade, quando os formandos delegam a autoria à IA, e a erosão da reflexão crítica. A componente ética é central nesta formação: discute-se o risco de viés algorítmico, plágio inadvertido, dependência tecnológica e redução da autonomia do formando. Reflete-se sobre o papel do formador como orientador ético, que garante que a IA seja utilizada como auxílio — jamais como substituto — mantendo a integridade e autenticidade do processo de validação. Este modelo pedagógico que combina prática tecnológica com reflexão crítica e ética pretende preparar os formadores RVCC para integrar a IA de forma consciente e responsável, promovendo literacia digital, inovação educativa e preservando a profundidade reflexiva e integridade formativa.

Conteúdos

A ação formativa inicia-se com um trabalho colaborativo em pequenos grupos, onde cada equipa analisa portefólios utilizando dois métodos: o tradicional (manual) e o assistido por IA. Os participantes identificam evidências, atribuem pontuações e comparam os resultados, experienciando diretamente as diferenças entre ambas as abordagens. O uso da IA demonstrará ganhos em rapidez e consistência, mas também permitirá perceber limitações e fragilidades no processo. Este trabalho coletivo estimula a partilha de práticas, favorece o pensamento crítico e reforça a responsabilidade pedagógica. No final da sessão, discute-se o risco de perda de autenticidade, quando os formandos confiam excessivamente na IA, e a erosão da reflexão crítica, dado que o uso constante da IA pode reduzir o esforço cognitivo individual — fenómeno conhecido como “cognitive offloading”, descrito em estudos de Gerlich (2025) e outros como causador de diminuição de capacidade de análise independente e pensamento autónomo. Esta abordagem metodológica assegura uma formação prática e reflexiva, combinando tecnologia com sensibilização ética — preparando os formadores do RVCC para utilizar a IA de forma consciente, preservando a integridade, autenticidade e profundidade dos portefólios.


Observações

ANQEP. (s.d.). Referencial de competências-chave para a educação e formação de adultos – Nível Secundário. Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional. https://www.anqep.gov.pt/np4/342.html Ferraz, A. P. C. M., Belhot, R. V. (2010). Taxonomia de Bloom: Revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais. Gestão Produção, 17(2), 421–431. https://www.scielo.br/j/gp/a/bRkFgcJqbGCDp3HjQqFdqBm/?format=pdf=pt Figueiredo, I. (2009). O processo de RVCC de nível secundário e a orientação para a aprendizagem ao longo da vida [Dissertação de mestrado, Universidade de Coimbra]. Repositório da Universidade de Coimbra. https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/15633 Gerlich, M. (2025). AI tools in society: Impacts on cognitive offloading and the future of critical thinking. Societies, 15(1), 6. https://doi.org/10.3390/soc15010006 Conteúdos elaborados com apoio do ChatGPT (OpenAI, 2025), utilizados como suporte à análise e revisão.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 17-09-2025 (Quarta-feira) 15:00 - 17:00 2:00 Presencial
2 15-10-2025 (Quarta-feira) 15:00 - 17:00 2:00 Presencial
3 05-11-2025 (Quarta-feira) 15:00 - 17:00 2:00 Presencial

Ref. 376T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 3 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 9 de Setembro de 2025

Fim: 9 de Setembro de 2025

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária Amadeu Gaudêncio, Nazaré

Formador

Maria Manuela de Jesus Faustino Prata

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas da Nazaré e Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Estas Jornadas assumem-se como um espaço privilegiado de reflexão e de valorização do património, da cultura e da identidade local da Nazaré, criando pontes entre a comunidade educativa e o meio envolvente. A ação insere-se no quadro do desenvolvimento do currículo português, promovendo a integração das Aprendizagens Essenciais (AE) com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), valorizando competências como o pensamento crítico, a criatividade, a cidadania e a consciência cultural. Ao explorar o património natural, histórico e cultural da Nazaré, pretende-se estimular a implementação de projetos inter e transdisciplinares, favorecendo a articulação entre diferentes áreas do saber e reforçando o papel da escola como promotora de uma educação contextualizada e significativa.

Objetivos

Conhecer e valorizar o património e a cultura locais como recursos pedagógicos. Reconhecer o impacto das novas dinâmicas de desenvolvimento turístico na Nazaré e a sua relação com a sustentabilidade e a cidadania ativa. Promover práticas pedagógicas integradoras, com potencial de ligação entre diferentes disciplinas, contribuindo para o desenvolvimento de competências do PASEO. Estimular o desenho e implementação de projetos educativos interdisciplinares com base no contexto local, favorecendo aprendizagens significativas e colaborativas. Sensibilizar os docentes para a utilização de metodologias ativas, centradas no aluno, que permitam ligar os conteúdos curriculares ao meio envolvente.

Conteúdos

Origens e evolução histórica da Nazaré: da Pederneira ao Sítio. As Ondas Gigantes da Nazaré: impacto cultural, social e económico. Património cultural e religioso: expressão da identidade local. Dinamização turística e sustentabilidade: oportunidades e desafios para o futuro.

Metodologias

Metodologias: visitas de exploração patrimonial, debates temáticos, trabalho colaborativo interdisciplinar e elaboração de propostas de integração curricular em AE.

Modelo

Certificação dos formandos condicionada à frequência da totalidade da formação. Preenchimento de formulário de avaliação da ação.

Anexo(s)


Observações

Ana Adelaide Hilário

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-09-2025 (Terça-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial

Ref. 372T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 2A - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 4 de Setembro de 2025

Fim: 4 de Setembro de 2025

Regime: Presencial

Local: Externato Cooperativo da Benedita

Formador

Samuel Carvalho Branco

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Externato Cooperativo da Benedita / CFAECAN

Enquadramento

A rápida evolução das tecnologias digitais, em especial da Inteligência Artificial (IA), está a transformar de forma significativa o panorama educativo em todos os níveis de ensino. Neste contexto, é fundamental que todos os professores, independentemente do seu grupo disciplinar, desenvolvam competências para integrar ferramentas digitais e de IA nas suas práticas pedagógicas, promovendo aprendizagens mais personalizadas, motivadoras e alinhadas com os desafios do século XXI. Esta ação de curta duração irá proporcionar aos docentes uma oportunidade de atualização, reflexão e experimentação prática de recursos inovadores, reduzindo a lacuna digital e promovendo uma cultura escolar de inovação e colaboração.

Objetivos

Objetivo Geral: - Capacitar os professores para a integração crítica e criativa de tecnologias digitais e de Inteligência Artificial (IA) no processo de ensino-aprendizagem, promovendo práticas pedagógicas inovadoras e eficazes. Objetivos Específicos: - Reconhecer o potencial educativo das tecnologias digitais e da IA em diferentes áreas curriculares. - Identificar exemplos concretos de aplicação de ferramentas digitais e de IA na sala de aula. - Experimentar a criação de recursos educativos adaptados à realidade de cada docente ou área disciplinar. - Refletir sobre as oportunidades, desafios e questões éticas associadas à utilização de tecnologias educativas e da IA.

Conteúdos

1. Tendências e potencialidades da tecnologia educativa e da IA na Educação • Breve panorama sobre o impacto das tecnologias digitais e IA no ensino. • Exemplos inspiradores em diferentes disciplinas e contextos escolares. 2. Exploração prática de ferramentas digitais e de IA • Ferramentas para personalização, avaliação formativa, colaboração e criatividade. • Plataformas e recursos de fácil utilização para docentes de todas as áreas. 3. Desafios, ética e boas práticas • Reflexão sobre os limites, desafios e responsabilidades do uso de tecnologias em contexto educativo. • Orientações para uma utilização ética e segura das tecnologias e da IA em contexto escolar.

Metodologias

- Sessão interativa, alternando exposição teórica com demonstração prática das ferramentas e recursos. - Realização de atividades práticas (individuais ou em pequenos grupos) utilizando plataformas de IA e de tecnologia educativa. - Espaço para partilha de experiências, discussão de dúvidas e adaptação dos exemplos às realidades específicas dos formandos. - Apoio presencial do formador, promovendo a reflexão crítica e a autonomia dos participantes. - Utilização preferencial de ferramentas de fácil acesso e com potencial de aplicabilidade imediata em contexto de sala de aula. Esta ação responde à necessidade de atualização contínua dos docentes e contribui para a democratização do acesso à inovação pedagógica em todas as áreas do ensino.

Modelo

Preenchimento de formulário de avaliação da ação.

Anexo(s)


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-09-2025 (Quinta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial

Ref. 367T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 2 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 3 de Setembro de 2025

Fim: 3 de Setembro de 2025

Regime: Presencial

Local: Externato Cooperativo da Benedita

Formador

Marisa Costa Ferreira

Destinatários

Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Externato Cooperativo da Benedita / CFAECAN

Enquadramento

A comunicação externa do ECB, realizada através do website institucional e das redes sociais, constitui uma ferramenta essencial para fortalecer o relacionamento com a comunidade educativa. Além de promover a transparência e a partilha de informação, desempenha um papel estratégico na valorização da imagem da escola e na captação de novos alunos.

Objetivos

Neste sentido, esta ACD visa capacitar os docentes com conhecimentos e competências práticas que lhes permitam contribuir de forma autónoma para a produção de conteúdos de divulgação (texto e imagem), alinhados com a identidade visual e comunicacional da escola. A formação abordará princípios básicos de comunicação digital, técnicas de escrita para redes sociais (copywriting), e a utilização da ferramenta Canva para a criação de materiais visuais atrativos, promovendo uma comunicação mais coesa, envolvente e eficaz.

Conteúdos

- Compreensão da importância e do impacto da divulgação online de atividades e projetos. - Criação de mensagens claras, concisas, apelativas e adequadas ao público-alvo. - Domínio das ferramentas essenciais para a criação e edição de designs visuais. - Desenvolvimento de conteúdos completos, combinando copy e imagem, prontos para publicação.

Metodologias

A formação combinará a exposição de conceitos essenciais com demonstrações práticas no Canva. A metodologia será predominantemente ativa, através de exercícios práticos orientados e um desafio final de criação de publicações completas, culminando em partilha e feedback construtivo.

Modelo

Para terem direito a certificação os formandos terão de frequentar a totalidade das horas da ação de formação. Os formandos preencherão um questionário de satisfação da formação.

Anexo(s)


Observações

Colaboração de Rui André Moreira Pereira

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 03-09-2025 (Quarta-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial

Ref. 382T1 Concluída

Registo de acreditação: ACD 1 - 2025/2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 2 de Setembro de 2025

Fim: 2 de Setembro de 2025

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas da Benedita

Formador

Marco António Moniz de Lemos

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas da Benedita /Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré

Enquadramento

Esta ação de curta duração tem como finalidade dar a conhecer aos docentes a identidade, os princípios orientadores e a dinâmica organizacional do agrupamento de escolas. A formação inclui uma apresentação da missão e do projeto educativo, bem como uma visita às diferentes escolas que o integram, proporcionando um contacto direto com a realidade local e os contextos educativos específicos

Objetivos

Promover o conhecimento da missão, visão e valores do agrupamento de escolas - princípios e eixos estratégicos do projeto educativo do agrupamento. Favorecer a integração dos docentes e técnicos na cultura organizacional do agrupamento. Estimular o sentimento de pertença e de identidade institucional. Facilitar o reconhecimento das especificidades dos contextos educativos locais, sociais e culturais - Reconhecer as características e potencialidades/constrangimentos das escolas que integram o agrupamento

Conteúdos

Sessão plenária; Visita a cada estabelecimento de ensino, em que existirá uma breve apresentação da mesma e do contexto local.

Avaliação

Para terem direito a certificação os formandos terão de frequentar a totalidade das horas da ação de formação. Os formandos preencherão um questionário de satisfação da formação.

Modelo

Os formandos preencherão um questionário de satisfação da formação


Observações

A ação contará com a participação de convidados em cada freguesia de influência do agrupamento para apresentação do contexto local.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 02-09-2025 (Terça-feira) 09:15 - 13:15 4:00 Presencial

Consultar arquivo de oferta formativa