OFERTA FORMATIVA
Formador
Sandrine Cordeiro
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
As Expressões Artísticas manifestam-se como instrumento fundamental no processo das aprendizagens, contribuindo para o desenvolvimento do sentido estético, crítico e criativo do ser humano. Contribuem, de igual modo, para o desenvolvimento cognitivo, a expressão das emoções, o estímulo da capacidade imaginativa, da perceção e do domínio motor, fortalecendo o progresso pessoal e social do indivíduo. Verifica-se, por isso, importante a prática e a reflexão contínuas nestas áreas, através da capacitação de docentes e da criação de recursos facilitadores das práticas por forma a encontrar estratégias para a implementação do desenvolvimento das competências criativas e artísticas dos alunos e, ser uma medida de apoio ao sucesso educativo, numa perspetiva transdisciplinar do desenvolvimento curricular.
Objetivos
Pretende-se, com esta oficina, oferecer aos professores possibilidades de atualização, debate, experimentação e partilha sobre as visões contemporâneas da arte e as suas possíveis aplicações no contexto educativo, por forma a: - Integrar, nas práticas usuais, estratégias intencionais de estimulação das competências na área da expressão dramática/teatro; - Explorar técnicas de expressão dramática e, identificar objetivos subjacentes à sua utilização, através da partilha de ideias e práticas; - Elaborar um portfólio de materiais para a intervenção estruturada utilizando as técnicas aprendidas; - Entender a Expressão Dramática e o Teatro enquanto práticas experimentais, criativas e multidisciplinares; - Promover a expressão emocional e criativa dos participantes; - Melhorar a comunicação e as habilidades de expressão verbal e não-verbal; - Estimular a confiança e a autoestima dos participantes; - Proporcionar um ambiente de trabalho mais colaborativo e inclusivo; - Enquadrar as aprendizagens e experimentação no âmbito das disciplinas e, numa perspetiva transdisciplinar do desenvolvimento curricular.
Conteúdos
EXPRESSÃO DRAMÁTICA – TEATRO - Ver, Estar, Ser e Agir Jogos teatrais: - Exercícios de aquecimento; - Exercícios de corpo e voz; - Jogos para o fortalecimento das dinâmicas de grupo; - Jogos dramáticos; - Exercícios de relaxamento. O texto, a personagem e a cena: - O texto e a sua adaptação para cena; - A construção de texto a partir de exercícios; - Personagens: construção e interpretação; - Criação de cenas. Reflexão e discussão: - Partilhar experiências; - Incentivar a reflexão e discussão de ideias. MATERIAIS E CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE ESPAÇO: Espaço amplo, com cadeiras suficientes para o número de participantes, papel e material de escrita.
Metodologias
PRESENCIAL: 1. Enquadramento da temática; 2. Enquadramento teórico assente na prática; 3. Realização dos exercícios propostos em grupo; 4. Planificação e realização de um projeto de experimentação com o grupo; 5. Partilha e reflexão crítica a partir das propostas apresentadas. TRABALHO AUTÓNOMO: 1. Planificação de uma atividade e Implementação da(s) atividade(s) em contexto educativo grupo/turma; 2. Apresentação e reflexão crítica com enfoque na(s) atividade(s) implementadas no contexto educativo.
Avaliação
Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação será contínua e formativa. A classificação final a atribuir aos formandos resultará dos seguintes parâmetros e critérios de classificação: 1. Participação nas sessões (25%); 2. Portefólio com a recolha dos trabalhos realizados ao longo da oficina, complementado com um plano de ação e avaliação (50%); 3. Apresentação de evidências da utilização dos recursos produzidos em contexto educativo com enfoque no desenvolvimento curricular (25%).
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Boal, Agusto (2008). Jogos para Atores e Não-Atores. Civilização Brasileira. Melo, Maria do Céu de (2005). A expressão dramática: À procura de percursos. Lisboa: Livros Horizonte. Stanislavski, Constantin (2020). Preparação do Papel pelo do Ator. Bicho do Mato. Da Silva, Dulce Ferreira, Levi Leonido Fernandes Da Silva e Elsa Morgado. Simões, Joaquina Carlota Mila. Guerreiro, Alexandra Maria Caeiro.
Anexo(s)
Observações
Sandrine Cordeiro desenvolve trabalho artístico desde 1994 em diferentes áreas de expressão artística e é docente desde 2003. Habilitações académicas: - Título de Especialista em Teatro, 2023; - Mestrado em Teatro, 2012; - Profissionalização em Serviço, 2010; - Pós-graduação em História da Arte Contemporânea, 2001; - Licenciatura em Artes Plásticas, 2000. Formadora: - CAP_IEFP n.º EDF 14172/2001 DC - CCP n.º CCPFC/RFO-37751/17 - EFormadora: FEe-f712678/2021
Destinatários
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A literacia do oceano é fundamental para compreender a relação de interdependência entre o oceano, a sociedade e o planeta, promovendo uma cidadania mais informada, consciente e ativa. A sua integração na educação contribui para que os alunos desenvolvam conhecimentos, competências e atitudes que lhes permitam compreender o papel do oceano e reconhecer a sua influência nas suas vidas e o impacto das atividades humanas no meio marinho. A crescente integração de conteúdos relacionados com o oceano nas aprendizagens do 1.º ciclo reforça a necessidade de apoiar e motivar os professores, através de formação e recursos que facilitem a sua integração nas diferentes áreas de aprendizagem. O programa «Educar para uma Geração Azul» (EGA), desenvolvido pelo Oceanário de Lisboa e pela Fundação Oceano Azul, constitui uma resposta a este desafio, preparando os professores para integrar os temas do oceano nas suas práticas letivas, de forma prática, flexível e interdisciplinar, através de uma abordagem alinhada com as Aprendizagens Essenciais. O programa disponibiliza formação, recursos educativos, atividades para alunos, uma comunidade online e acompanhamento à implementação. A presente Ação de Curta Duração pretende constituir um primeiro contacto com o programa EGA, proporcionando aos docentes uma compreensão da importância da literacia do oceano na educação, do enquadramento e da proposta pedagógica do programa e das possibilidades de integração dos seus conteúdos e recursos no contexto escolar.
Objetivos
- Compreender a importância de formar uma geração conhecedora, consciente e responsável em relação ao oceano e que valoriza a sua importância para o desenvolvimento de Portugal e para a sustentabilidade do planeta; - reconhecer o oceano como um contexto de aprendizagem transversal e não como um tema adicional ao currículo;- Conhecer o programa «Educar para uma Geração Azul» (EGA), a sua abordagem pedagógica, recursos e possibilidades de implementação; - Aumentar a motivação e capacidade para incluir os temas do oceano nas aprendizagens essenciais do 1.º ciclo e na criação de DAC com este tema; - Identificar oportunidades de integração dos temas do oceano nas diferentes áreas de aprendizagem do 1.º ciclo; - Experimentar e analisar estratégias práticas do programa EGA, identificando as aprendizagens e competências que podem ser mobilizadas; - Refletir sobre possibilidades de adaptação e integração do programa EGA na realidade das suas turmas, escolas e projetos educativos; - Identificar oportunidades de aprofundamento e continuidade através da formação, recursos e comunidade disponibilizados pelo programa.
Conteúdos
1. Educação para o Oceano: importância do oceano para a vida e para o planeta; literacia do oceano e a sua importância na educação; o oceano como contexto para o desenvolvimento de aprendizagens essencias do 1.º ciclo. 2. Programa «Educar para uma Geração Azul»: conceito, missão, abordagem holística e interdisciplinar ao oceano, formação e recursos educativos, atividades para alunos, Perfil dos Alunos da Geração Azul e próximos passos 3. Experimentação de atividades e recursos educativos do programa do Programa EGA: análise das aprendizagens e competências mobilizadas; identificação de possibilidades de articulação com as diferentes áreas de aprendizagem; adaptação ao contexto e às características das turmas. 4. O programa EGA na escola: estratégias de integração do programa na realidade das escolas e das turmas; articulação com projetos interdisciplinares e de Cidadania e Desenvolvimento e iniciativas educativas existentes; reflexão e partilha de propostas de implementação. 5. Continuidade e aprofundamento: a Oficina de Formação «Educar para uma Geração Azul»; ações de Curta Duração e outras oportunidades de formação; recursos e atividades para alunos.
Metodologias
A ação será desenvolvida através de uma metodologia participativa, experimental e reflexiva, combinando momentos expositivos, dinâmicas de grupo e de trabalho colaborativo, demonstração e experimentação de atividades práticas, debate e reflexão orientada e partilha entre pares. A ação privilegiará, assim, a articulação entre conhecimento, experimentação e reflexão sobre a prática, procurando promover a transferência das aprendizagens para o contexto educativo.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
European Commission (2020). Mission Starfish 2030: Restore our ocean and waters. Report of the Mission Board Healthy Oceans, Seas, Coastal and Inland Waters. IOC-UNESCO (2022). A New Blue Curriculum: a toolkit for policy-makers. IOC Manuals and Guides, 90. Paris: UNESCO. Fundação Oceano Azul (2020). Oceano: educar para uma geração azul. 3ª Edição. Lisboa: Fundação Oceano Azul. Fundação Oceano Azul (2024). Perfil dos Alunos Geração Azul – documento orientador. Lisboa: Fundação Oceano Azul.
Formador
Paula da Conceição Rodrigues Ribeiro
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) tem assumido um papel determinante na promoção da leitura e na democratização do acesso à informação e ao conhecimento, afirmando-se como uma estrutura essencial para a concretização da equidade, um princípio central da escola pública. Neste contexto, a criação e a dinamização de bibliotecas escolares desde o pré-escolar, com especial enfoque no 1.º ciclo do ensino básico, revestem-se de particular importância. É nesse período que se iniciam as competências de literacia e se consolidam práticas de leitura que podem marcar todo o percurso escolar. É neste enquadramento que se justifica a realização desta ação de formação, centrada na apropriação da biblioteca escolar como recurso educativo essencial. Pretende-se que os educadores e professores reconheçam o seu potencial enquanto espaço de aprendizagem ativa, onde se promovem práticas intencionais, sistemáticas e colaborativas que favorecem aprendizagens significativas, diversificadas e inclusivas. Este percurso formativo tem como objetivo potenciar o uso pedagógico da biblioteca escolar e maximizar o seu contributo para o desenvolvimento da leitura, da escrita e da literacia da informação, desde os primeiros anos de escolaridade.
Objetivos
Refletir sobre o papel da biblioteca escolar no contexto educativo e a sua integração nas práticas pedagógicas. Explorar estratégias e atividades a desenvolver na e com a biblioteca escolar. Conceber propostas pedagógicas promotoras de competências de leitura, escrita e pesquisa, utilizando os recursos da biblioteca escolar.
Conteúdos
Sessão 1 (3 h) - A biblioteca ao serviço do ensino e da aprendizagem - A biblioteca escolar como espaço de aprendizagem. - Desenvolvimento de competências de leitura, de escrita e de oralidade. - Articulação com o professor bibliotecário e formas de colaboração. - Serviço de biblioteca: potencialidades. - Uso da biblioteca escolar. - Diversas formas de utilização do espaço e dos recursos no quotidiano letivo. - O Roteiro para uso da biblioteca escolar: um recurso orientador para a planificação e dinamização de atividades. Sessão 2 (3 h) - A leitura para além da sala de aula - Empréstimo domiciliário. - Incremento do acesso equitativo aos livros e à leitura. - Estratégias para envolver as famílias e promover a leitura em casa. - Leitura recreativa. - A leitura por prazer como prática regular. - Estratégias para incentivar a leitura por prazer. Sessão 3 (3 h) - Leitura e escrita - Leitura e escrita. - Jogos e dinâmicas para desenvolver competências linguísticas. - Exemplos práticos adaptados ao Pré-Escolar e 1.º ciclo. Sessão 4 (3 h) - Leitura orientada - Leitura orientada. - Importância para o desenvolvimento da competência leitora. - Exemplos práticos da articulação entre a biblioteca escolar e a sala de aula. Sessão 5 (3 h) - Leitura e currículo - A importância da leitura informativa - O ensino do Estudo do Meio com a biblioteca. - Exemplos práticos. - Encerramento e avaliação da formação - Reflexões e ideias sobre a aplicação dos conteúdos nas práticas pedagógicas. - Avaliação da formação.
Metodologias
Este curso tem a duração de 15 horas presenciais, repartidas por 5 sessões. Em cada sessão há momentos com um caráter sobretudo expositivo, complementados com variados exercícios práticos, apoiados na exploração, individual ou em grupo, do Roteiro para uso da biblioteca escolar e outros recursos adequados. Nos momentos de trabalho individual e em grupo, promover-se-á a reflexão crítica e a discussão, assim como a realização de propostas integradoras de carácter prático, com ligação aos contextos de cada escola/agrupamento e às experiências dos formandos no contexto do seu trabalho.
Avaliação
Avaliação contínua. Participação dos formandos nas atividades a desenvolver ao longo das sessões. Avaliação dos trabalhos produzidos pelos formandos individualmente ou em grupo. Relatórios individuais dos formandos. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos, e os critérios definidos pela DGE.
Modelo
Avaliação contínua. Participação dos formandos nas atividades a desenvolver ao longo das sessões. Avaliação dos trabalhos produzidos pelos formandos individualmente ou em grupo. Relatórios individuais dos formandos. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos, e os critérios definidos pela DGE.
Bibliografia
PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. (2021). Programa Rede de Bibliotecas Escolares. Bibliotecas Escolares: Presentes para o futuro. Disponível em https://rbe.mec.pt/np4/file/890/qe__21.27.pdfPORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Roteiro para o uso da biblioteca escolar. Disponível em https://www.rbe.mec.pt/np4/file/601/roteiro_be.pdfPORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Aprender com a biblioteca escolar. Disponível em https://www.rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=99&fileName=referencial_2017.pdf
Anexo(s)
Formador
Zélia Maria Lopes Marques
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A diversidade crescente nas escolas exige práticas pedagógicas inclusivas, capazes de responder a diferentes perfis, ritmos e necessidades de aprendizagem, garantindo o direito ao acesso, participação e progresso de tod@s as crianças/alunos, sem deixar ninguém para trás. O enquadramento legal português, designadamente o Decreto-Lei n.º 54/2018, estabelece uma abordagem centrada na remoção de barreiras à aprendizagem, operacionalizada através da abordagem multinível, que integra medidas universais, seletivas e adicionais. O Decreto-Lei n.º 55/2018 reforça a autonomia curricular das escolas e a necessidade de promover práticas pedagógicas que assegurem aprendizagens significativas para tod@s. O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO) estabelece um conjunto de princípios, valores e competências, enquanto as Aprendizagens Essenciais constituem o referencial curricular de base. Neste contexto, assumem particular relevância: as dimensões da diversidade enquadramento legal da educação inclusiva a abordagem multinível, na organização das respostas educativas o reconhecimento da importância das medidas universais em sala de aula, como garante da equidade no acesso ao currículo e da concretização das competências inscritas no PASEO a diferenciação pedagógica enquanto modelo pedagógico o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), na diversificação de formas de acesso ao currículo a avaliação formativa, na regulação contínua das aprendizagens
Objetivos
Objetivo geral Capacitar docentes para desenvolver práticas pedagógicas inclusivas e equitativas que visem responder à diversidade das necessidades e potencialidades de tod@s, de modo a assegurar que cada um tenha acesso ao currículo e às aprendizagens. Objetivos específicos compreender a educação inclusiva contributos das neurociências aplicar a abordagem multinível desenvolver práticas de diferenciação pedagógica integrar o DUA no planeamento curricular utilizar a avaliação formativa na regulação das aprendizagens conceber recursos pedagógicos inclusivos articular práticas com o Perfil dos Alunos e Aprendizagens Essenciais
Conteúdos
Educação inclusiva e diversidade (3h) Apresentação do curso e dos participantes enquadramento legal da educação inclusiva valores e princípios de base humanista dimensões da diversidade identificação de barreiras à aprendizagem e à inclusão linguagem inclusiva na escola Abordagem multinível (6 h) Abordagem multinível: níveis de intervenção e medidas de suporte à aprendizagem: universais, seletivas e adicionais Multinível e definição das medidas de suporte à aprendizagem e inclusão. práticas de ensino e intervenção diferenciada, em função do perfil de competências dos alunos diferenciação pedagógica: a nível de conteúdos, processos e produtos avaliação considerando a diversidade, equidade e inclusão refletir sobre o papel do docente na educação inclusiva, enquanto gestor do currículo na sala de aula DUA e planeamento curricular (6h) o contributo da neurociência para a Educação Inclusiva princípios orientadores do DUA: representação, ação/expressão e envolvimento contributos do DUA para a aprendizagem na construção de ambientes inclusivos Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e a diversidade de todos os alunos. Aplicação prática: planeamento com intencionalidade estratégica e pedagógica e apresentação e discussão das atividades desenvolvidas Reflexão sobre os conhecimentos adquiridos e implicações práticas da ação de formação.
Metodologias
O Curso privilegiará uma abordagem participativa e reflexiva, articulando momentos de enquadramento teórico com atividades práticas. Os conteúdos serão abordados recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem, tanto em pequeno grupo, como em grande grupo, com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, serão definidos tempos de partilha e de reflexão crítica em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes serão desafiados a refletir sobre as suas práticas pedagógicas, partilhas de experiências e estudos de caso, de acordo com os referenciais normativos em vigor. Pretende-se implementar uma abordagem pedagógica orientada para a construção do conhecimento através da discussão, reflexão e tomada de decisão, assumindo os recursos digitais um papel mediador no processo de ensino-aprendizagem.
Avaliação
Em conformidade com o Despacho nº4 595/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: Excelente: de 9 a 10 valores; Muito Bom : de 8 a 8,9 valores ; Bom: de 6,5 a 7,9 valores; Regular : de 5 a 6,4 valores e. Insuficiente: de 1 a 4,9 valores. A Classificação final de cada formando resulta dos seguintes critérios e ponderações: ●Participação nas sessões 30% Considera-se o envolvimento ativo nas sessões online, a participação nas atividades propostas e a interação nos momentos de discussão e reflexão. ●Qualidade das produções e reflexões realizadas ao longo da formação 30% Inclui a realização, qualidade e pertinência das tarefas propostas, bem como a sua submissão atempada na plataforma Moodle. ●Relatório reflexivo individual final 40% Documento individual onde o formando evidência: - as aprendizagens realizadas ao longo da ação; - as implicações para a prática pedagógica, A certificação da ação exige a frequência mínima de dois terços da carga horária da ação
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
CAST (2018). Universal Design for Learning https://udlguidelines.cast.org/Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N. (2021), Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação: ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora.DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdfTomlinson, C. A. (2008). Diferenciação pedagógica e diversidade: ensino de alunos em turmas com diferentes níveis de capacidade (Adapt. Helena Antunes). Porto Editora.
Anexo(s)
Observações
A data de início e de fim da ação são apenas indicativas. A calendarização definitiva será definida posteriormente pelo(a) Formador(a).
Ref. 294C45/A1 Prevista
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128287/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 15 de Outubro de 2026
Fim: 21 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)
Formador
Margarida Isabel Durães Rodrigues Cruz
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar, para proporcionar uma aprendizagem globalizante aos alunos de cada ano de escolaridade, refletindo as suas propostas, os seus interesses e as suas preferências; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.
Conteúdos
Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) - Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) - O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); - As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Características dos alunos dos 1.º e 2.º CEB e metodologias (5h) - Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos - Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo - Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e gestão de comportamento. Módulo 3 - Competência comunicativa: Oralidade (10h) - Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de distintos textos orais; atividades práticas com áudio/vídeo autêntico; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. - Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas preparatórias de apresentação/debate; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 - Competência comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) - Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com distintos tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. - Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, disciplinares ou interdisciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 - Mediação (5h) -no contexto das línguas -nos documentos de referência: PA e AE -na prática letiva: exemplos de atividades Módulo 6 - CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 - Competência intercultural (5h) - Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa; -Identificar e analisar picturebooks adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural; -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes; -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0B rewster, J., Ellis G. & Girard, D. (2002). The Primary English Teacher's Guide (New Edition). Harlow: Pearson Education Limited.
Anexo(s)
Formador
Ana Cristina Amaral Pedra Massano
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A temática da internacionalização das Escolas, será o ponto de partida para promover a reflexão sobre o papel que a escola enfrenta na preparação dos jovens para os desafios da contemporaneidade. Urge ultrapassar a visão de matriz curricular nacional, caminhando no sentido de uma proposta pedagógica internacionalizada, que apresente novos caminhos e exponha alunos e professores a ambientes internacionais diversificados, que os capacite para trabalharem em qualquer parte do mundo em paridade com colegas de outras nacionalidades. Pretende-se sensibilizar para o papel do professor como agente promotor e facilitador desta abertura da escola ao mundo, promovendo, nos alunos, uma visão unificada e unificadora do mundo.
Objetivos
Promover, nas Escolas, uma dimensão europeia; Sensibilizar para a necessidade de elaboração de um Plano de Desenvolvimento Europeu de Escola; Criar oportunidades para o desenvolvimento de projetos de mobilidade do pessoal docente, não docente e discente; Desenvolver a consciência europeia de educação; Estimular à elaboração anual de candidaturas ao projeto Erasmus+ (KA1 e KA2); Promover a mobilidade, permitindo a criação de oportunidades, para a melhoria das competências profissionais e adoção de boas práticas; Combate ao insucesso e melhoria das médias de qualidade dos aluno;
Conteúdos
Apresentação dos formandos Levantamento de expetativas; Priorização de Áreas de Interesse dos participantes e discussão (Política de Escola; Tarefas de um Coordenador Internacional; Projetos Internacionais; internacionalização do currículo, comunicação internacional, avaliação e controlo de qualidade) Apresentação das experiências de Internacionalização dos formandos; O que significa Internacionalização? A importância de desenvolver um plano de internacionalização de escola; Objetivos da Internacionalização; Como desenhar um Plano de Internacionalização Perfil e competências de um Coordenador Internacional; Preparação do esboço de um projeto internacional; Exemplos de Programas de mobilidades durante uma semana (Professores e alunos); Gestão e Consciencialização das diferenças culturais entre povos (Cultural Iceberg); Globi Intercultural Navigator Game; Competências chave para o desenvolvimento de um Projeto Internacional; (antes, durante e depois da mobilidade); Exemplos de Cross-Curricular Activity, envolvendo várias disciplinas; Workshop- Vídeos nos Projetos Internacionais; Apresentação dos Projetos e discussão
Metodologias
A ação desenvolver-se-á em modalidade de e-learning, com 25 horas síncronas à distância, usando a plataforma da escola ou do centro de formação e ferramentas de videoconferência. As atividades físicas serão implementadas individualmente, na área de residência de cada formando, sendo depois aplicadas as várias ferramentas e estratégias digitais ensinadas para visionar, aferir qualidade e quantificar os resultados obtidos por cada um.
Avaliação
Para que o trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais, não sendo, no entanto, considerada como parâmetro da avaliação. Os formandos terão de apresentar um trabalho individual, sob forma escrita, com respetiva apresentação presencial, sobre uma Planificação de uma Mobilidade de Professores e alunos durante uma semana e respetivo acolhimento. Deste trabalho resultará uma avaliação que será ponderada com a avaliação regular realizada ao longo das sessões e resultante dos parâmetros avaliativos: participação, intervenção, interesse: (70% trabalho final +30% avaliação regular). Nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as será expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente de 9 a 10 valores; 9 - Muito Bom de 8 a 8,9 valores; - Bom de 6,5 a 7,9 valores; - Regular de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente de 1 a 4,9 valores. Fundamentação da adequação dos formadores propostos
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
https://www.spps.org/cms/lib/MN01910242/Centricity/Domain/125/iceberg_model_3.pdfhttp://visao.sapo.pt/exame/2013-04-26-Internacionalizacao-A-ambicao-das-escolas-portuguesashttps://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/economistas/detalhe/portugal-um-sucesso-na-internacionalizacao-doensinoTeixeira, Henrique Diz e Sebastião (2015), Estratégias de Internacionalização, Publisher TeamMaçães, Manuel Alberto Ramos (2017), Estratégias e Processos de Internacionalização, Atual, volume 6 27/02/2020 CCPFC - Gestão de Processos
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-01-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 07-01-2027 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 13-01-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 14-01-2027 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 20-01-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 26-01-2027 (Terça-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 27-01-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 8 | 28-01-2027 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 29-01-2027 (Sexta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online assíncrona |
| 10 | 02-02-2027 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 11 | 03-02-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online assíncrona |
Ref. 4501 Prevista
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132033/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 22 de Outubro de 2026
Fim: 31 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça/CFAECAN
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Plano Nacional das Artes (PNA) está a implementar uma estratégia de democracia cultural em que as escolas se assumem como polos culturais, promovendo uma transformação social através do poder educativo das artes e do património na vida dos cidadãos. Propõe-se a transformação de práticas educativas e defende-se a cultura como mediação e as artes como parte estruturante da vida. No eixo estratégico educação e acesso propõe-se um conjunto de medidas para as escolas que pressupõem a mobilização das comunidades num compromisso cultural que visa a aprendizagem significativa, dá-se prioridade às práticas artísticas inclusivas e colaborativas que privilegiam a escuta ativa, as múltiplas linguagens e expressões artísticas, contando com a participação de todos e reconhecendo as diversidades como fatores que estimulam a criatividade e a interculturalidade, facilitando uma gestão do currículo transdisciplinar e o desenvolvimento do PASEO. No âmbito do Eixo C da estratégia do PNA, o Programa Indisciplinar da Escola prevê que cada AE/ENA implemente um Projeto Cultural de Escola (PCE). O PCE tem como ponto de partida que cultura é educação e é cidadania. A sua elaboração começa com a formulação de um desejo, uma necessidade ou um problema que, no respetivo território/comunidade, faça sentido desenvolver, recorrendo às Artes, às Culturas e aos Patrimónios para o concretizar com as pessoas. A operacionalização do PCE deve basear-se em metodologias ativas, envolvendo professores de todas as disciplinas, que mediante o trabalho projeto, em que todos são coprodutores e atuam coletivamente em prol das culturas, das artes, dos territórios e das entidades que os habitam, contextualizadamente, com uma gestão curricular transdisciplinar.
Objetivos
I. Refletir sobre o poder das artes, do património e da cultura na vida dos cidadãos e nas comunidades educativas, em particular; II. Identificar o PNA enquanto agente de transformação social e promotor do acesso à cultura para todos e com todos; III. Reconhecer o efeito transdisciplinar/indisciplinar das artes e do património na gestão curricular; IV. Sensibilizar para a relevância do Projeto Cultural de Escola (PCE) enquanto instrumento de concretização do Projeto Educativo do Agrupamento; V. Apresentar o PCE como uma metodologia de projeto que visa a conceção e realização de uma programação cultural e artística, participativa, transdisciplinar, integradora e sustentável; VI. Explorar a metodologia de projeto na conceção do PCE: porquê?; para quê?; o quê?; para/com quem?; quando e onde?. VII. Identificar etapas de conceção e construção de um PCE; VIII. Desenvolver técnicas de trabalho colaborativo na conceção do PCE; IX. Reconhecer a importância do diagnóstico inicial e do mapeamento cultural do território; X. Mobilizar os agentes educativos na gestão da mudança de práticas.
Conteúdos
Projeto Cultural de Escola: diagnóstico inicial, o mapeamento cultural do território e conceção do PCE. 1 - PNA - Afinal, o que quer o PNA? Visão, missão, premissas e prioridades estratégicas; - Medidas que integram o Programa Indisciplinar a Escola; 2 - Porquê e como transformar a Escola em Polo Cultural e a Comunidade em Território Educativo? - Mapeamento cultural do território - Ex-tituições culturais - Estratégias de trabalho colaborativo 3 - Conceção do PCE: metodologia de projeto. - Etapas do PCE - Metodologias ativas - Trabalho colaborativo - Gestão da mudança 4 - Como pode um Projeto Cultural de Escola promover a transversalidade curricular e a colaboração na escola e com os parceiros externos? 5 - Democracia Cultural e Cidadania Cultural
Metodologias
Presencial: A partir das várias questões que estruturam as sessões desafiam-se os formandos a refletir e debater conceitos, estratégias, dúvidas e experiências, numa construção partilhada de saberes à medida que constroem um diário de bordo onde são estabelecidas as ligações entre os conceitos abordados. As sessões terão um carácter eminentemente prático e participativo. Durante as mesmas, para além dos enquadramentos teóricos e exemplos de práticas relativos a PCE em desenvolvimento, serão trabalhadas, em práticas simuladas, atividades lúdicas e criativas, com recurso a dinâmicas de grupo e jogos pedagógicos. Pretende-se, igualmente, que os formandos possam preparar, criar, experimentar e debater instrumentos de interpretação adaptados ao seu contexto profissional, a aplicar nas sessões de trabalho autónomo. Trabalho Autónomo: Nos momentos de trabalho autónomo pretende-se que os formandos procedam à preparação, criação e experimentação no seu contexto escolar dos instrumentos de interpretação cultural adaptados ao seu contexto profissional, que servirão de suporte à construção do diário de bordo.
Avaliação
Para efeitos de avaliação dos formandos aplicar-se-á a legislação em vigor. Será solicitado aos formandos a apresentação de um diário de bordo com os trabalhos desenvolvidos nas sessões, tanto presenciais como autónomas, assim como no seu contexto escolar, acompanhados de um relatório descritivo e justificativo dos mesmos.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
- Plano Estratégico do PNA- Carta do Porto Santo- Laborinho Lúcio, Álvaro, Educação, Arte e Cidadania Paredes : Temas & Lemas 2008- Ensaios entre Arte e Educação( 2017), Gulbenkian Descobrir, Edição Maria de Assis, Elisabete Xavier Gomes, Judith Silva Pereira e Ana Luísa Oliveira Pires- Morsch, Carnem, Numa encruzilhada de quarto discursos. Mediação e Educação na documenta 12: entre afirmação, Reprodução, Desconstrução e Transformação (2016).
Anexo(s)
Observações
A data de início e de fim da ação são apenas indicativas. A calendarização definitiva será definida posteriormente pelo(a) Formador(a).
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O reforço dos mecanismos de autoavaliação institucional constitui atualmente um dos pilares estruturantes da governação escolar, assumindo particular relevância no quadro do Sistema Nacional de Avaliação das Escolas e dos processos de Avaliação Externa conduzidos pela IGEC. A crescente exigência ao nível da prestação de contas, da transparência organizacional e da demonstração de resultados educativos obriga as escolas a adotarem referenciais estruturados de qualidade, capazes de sustentar processos contínuos de diagnóstico, monitorização e melhoria. A metodologia CAF Educação, enquanto referencial europeu de gestão da qualidade adaptado ao setor educativo, apresenta-se como instrumento particularmente robusto para operacionalizar sistemas internos de autoavaliação, permitindo alinhar práticas organizacionais com padrões de excelência, gestão baseada em evidência e melhoria contínua. A presente ação insere-se, assim, no plano de atividades das entidades formadoras e das escolas, visando capacitar direções, equipas de autoavaliação e estruturas intermédias para conceber, implementar e monitorizar sistemas integrados de avaliação institucional, articulados com os domínios e referenciais da Avaliação Externa.
Objetivos
Capacitar as organizações escolares para implementar sistemas estruturados de autoavaliação institucional baseados na metodologia CAF Educação, reforçando a capacidade de governação, a conformidade legal e a orientação para a melhoria contínua. Objetivos Específicos · Implementar processos estruturados de autoavaliação institucional; · Aplicar referenciais europeus de qualidade organizacional ao contexto escolar; · Reforçar a utilização de dados e evidência na tomada de decisão; · Produzir relatórios de autoavaliação alinhados com os referenciais IGEC; · Conceber planos de melhoria institucional orientados para resultados mensuráveis; · Estruturar mecanismos de monitorização e follow-up das ações de melhoria.
Conteúdos
Módulo 1 - Enquadramento Legal e Governação da Avaliação · Sistema Nacional de Avaliação das Escolas; · Lei n.º 31/2002 e enquadramento normativo; · Articulação entre autoavaliação e avaliação externa; · Papel da IGEC; · Responsabilidades da direção; · Impactos institucionais da avaliação. Módulo 2 - Fundamentos da CAF Educação · Origem e enquadramento europeu da CAF; · Estrutura de critérios Facilitadores e de Resultados; · Lógica PDCA aplicada à escola; · Articulação CAF Educação referenciais IGEC. Módulo 3 - Implementação da Autoavaliação · Constituição da equipa de autoavaliação; · Planeamento do processo; · Instrumentos de recolha de dados; · Gestão e validação de evidência; · Priorização de áreas críticas. Módulo 4 - Relatório de Autoavaliação · Estrutura técnica do relatório; · Linguagem institucional orientada para evidência; · Preparação documental para avaliação externa; · Erros críticos a evitar. Módulo 5 - Plano de Melhoria e Monitorização · Construção de planos de melhoria; · Definição de objetivos SMART; · KPIs institucionais; · Monitorização e follow-up; · Integração nos instrumentos de gestão escolar.
Metodologias
A ação assenta numa abordagem teórico-prática, privilegiando metodologias ativas e colaborativas, designadamente: · Exposição orientada; · Estudos de caso reais; · Simulações de processos de avaliação externa; · Trabalho colaborativo por escola; · Aprendizagem baseada em problemas; · Aplicação prática da CAF em contexto institucional.
Avaliação
A avaliação será contínua e formativa, incidindo sobre: · Aplicação da metodologia CAF Educação - 30%; · Qualidade da análise e evidência mobilizada - 25%; · Qualidade técnica do Plano de Melhoria - 30%; · Grau de aplicabilidade institucional - 15%. O produto final corresponde à elaboração de um Mini Relatório de Autoavaliação CAF e respetivo Plano de Melhoria.
Bibliografia
· IGEC - Relatórios de Avaliação Externa das Escolas;· EIPA - CAF Education Framework;· Lei n.º 31/2002 - Sistema de Avaliação da Educação;· European Commission - CAF Guidelines;· Referenciais IGEC de Avaliação Externa.
Anexo(s)
Destinatários
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente A aquisição de conhecimentos elementares de socorrismo pode ajudar a salvar vidas, a diminuir o sofrimento e a evitar possíveis complicações futuras de saúde, dai a importância de se saber atuar numa situação inesperada, seja ela um acidente ou case se trate de uma doença súbita, que requer cuidados ao nível do estado de saúde da vítima. É neste contexto que qualquer docente deve procurar adquirir as noções fundamentais dos primeiros socorros.
Objetivos
Compreender os atributos, prioridades e responsabilidades de um socorrista;Compreender como é organizado e coordenado o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM); Executar de forma autónoma cuidados imediatos e adequados de primeiros socorros;Realizar o exame da vítima (exame primário e exame secundário);Identificar uma situação de paragem cardiorrespiratória e executar as manobras de Suporte Básico de Vida;Responder eficazmente a uma situação súbita (hemorragia, intoxicação, engasgamento, queimaduras, traumatismo crânio-encefálico (TCE), traumatismo vertebro-medular (TVM), ortotraumatologia, convulsão, Diabetes Mellitus, dificuldades respiratórias) permitindo a estabilização da vítima até à chegada dos meios de Emergência Médica.
Conteúdos
•Princípios gerais de socorrismo;Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM);Caixa de Primeiros Socorros;Noções básicas sobre a anatomia e fisiologia do sistema circulatório humano;Noções básicas sobre hemorragias;Noções básicas sobre Diabetes Mellitus;Atuação prática em casos de Diabetes Mellitus (hipoglicémia e hiperglicemia);Noções básicas sobre a anatomia e fisiologia do sistema respiratório humano;Atuação prática em casos de dificuldade respiratória provocada por uma crise asmática;Atuação prática em casos de crise convulsiva, provocada por uma epilepsia, trauma ou hipertermia;Exame Primário da Vítima;Exame Secundário da Vítima;Suporte Básico de Vida (SBV);Noções básicas sobre a pele e suas lesões (feridas e queimaduras);Atuação prática em casos de feridas e queimaduras;Noções básicas de acidentes musculosqueléticos (entorses e fraturas);Atuação prática em casos de Traumatismo Crânio-Encefálico (TCE), Traumatismo Vertebro-Medular (TVM) e artotraumatologia;Estabilização em vários cenários de trauma.
Metodologias
•Sessões teóricas e sessões práticas; •Acompanhamento da componente prática a realizar em contexto escolar pelos próprios formandos; •Apresentação de filmes pedagógicos; •Realização de atividades teórico-práticas individuais e/ou em grupo.
Avaliação
A classificação quantitativa dos formandos será na escala de 1 a 10. Terá em conta a assiduidade, a participação, o trabalho desenvolvido no contexto da formação e, ainda, o relatório final.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Manuais de formação do INEM Manual de primeiros socorros-DGE
Anexo(s)
Destinatários
Chefe de serviços de administração escolar, Assistente técnico, Coordenador técnico, Encarregado operacional, Assistente operacional
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça
Enquadramento
Esta Ação integra o Plano de Formação do CFAE e surgiu no âmbito das necessidades identificadas no diagnóstico efetuado no ano transato pelo CFAE, pelas diferentes Unidades Orgânicas associadas e pelas Câmaras Municipais. Considera-se essencial que os Assistentes Técnicos e Operacionais desenvolvam um conjunto de competências digitais, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos Assistentes do sistema educativo e formativo nacional e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de apoio e suporte ao ensino e à aprendizagem. Este curso de formação, pretende capacitar os assistentes operacionais e técnicos de competências digitais que lhes permitam desenvolver os níveis de literacia digital, tanto em contexto de trabalho como na sua vida pessoal e social.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver a sua literacia digital. Promover o desenvolvimento das CD dos assistentes, tendo em vista as 5 áreas do Quadro Europeu de Competência Digital para Cidadãos: Reconhecer que a competência digital faz parte do Quadro de Competências-chave para a Aprendizagem ao Longo da Vida e está interligada com outras competências; Capacitar os assistentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes áreas de trabalho profissional; Capacitar os assistentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; Capacitar os assistentes para a implementação de atividades promotoras do desenvolvimento dos seus níveis de literacia digital.
Conteúdos
Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano Nacional de Transição Digital. Levantamento do nível de proficiência digital dos formandos, tendo como base o Quadro Europeu de Competência Digital para Cidadãos, com exemplos de conhecimentos, capacidades e atitudes. Literacia de informação e de dados; Comunicação e colaboração Criação de conteúdo digital Segurança Resolução de problemas. A competência digital faz parte do Quadro de Competências-chave para a Aprendizagem ao Longo da Vida e está interligada com outras competências proceder-se-á consolidação de atividades profissionais com tecnologias digitais em diferentes situações de intervenção profissional.
Metodologias
A ação decorrerá em regime presencial. Apresentação dos documentos enquadradores das políticas associadas ao Plano Nacional de Transição Digital; Identificação do nível de proficiências dos alunos; Apresentação dos conteúdos, reflexão, análise e discussão, e aplicação prática através de tarefas propostas.
Avaliação
Avaliação quantitativa e qualitativa (1 a 20) 60%_ participação 40% _Testes/trabalhos escritos Reflexão Final individual (Relatório do Formando)
Modelo
Preenchimento de questionário de avaliação de satisfação no final da Ação. Relatório do(a) formador(a).
Bibliografia
Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/homepage.html Portugal Digital. Formar pessoas para o digital. Disponível em https://portugaldigital.gov.pt/formar-pessoas-para-o-digital/ Quadro Europeu de Cidadãos, disponível em https://digital.dge.mec.pt/sites/default/files/documents/2023/237-afcfb229158fb9121960b0b96ea215d4.pdf
Anexo(s)
Ref. 297C47/A2 Prevista
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131577/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 5 de Janeiro de 2027
Fim: 15 de Julho de 2027
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Português (1.º ciclo), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Desenvolver práticas de ensino-aprendizagem baseadas em conhecimentos científicos e didáticos no âmbito dos domínios patentes nas Aprendizagens Essenciais da disciplina de Português; - Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento, de forma articulada, dos domínios da Oralidade, Leitura, Educação Literária, Escrita e Gramática; - Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias integradas nas áreas críticas do Português; - Refletir sobre os contributos da disciplina para o exercício de uma cidadania ativa.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 Oralidade e Educação Literária (1.º e 2.º anos) (5h) estratégias para: i) a compreensão de noções elementares de diferentes géneros literários; ii) a compreensão e fruição de diferentes experiências literárias; iii) a construção de um bom leitor: clube de leitura; apresentações orais?(exposição, reconto, tomada de posição) Módulo 3 Educação Literária e Leitura (3.º e 4.º anos) (5h) estratégias para: i) compreensão de diferentes tipos de texto; ii) as diferentes finalidades de leitura para a construção de um bom leitor: projeto de leitura; dramatizações; textos orais com diferentes finalidades (planificação e produção) Módulo 4 Escrita (5h) estratégias para: i) oficinas de escrita; ii) técnicas de escrita criativa (desbloqueadores de criatividade, modelos de escrita): diário de escrita, texto coletivo; oficina de escrita, plano esquemático, técnicas de revisão linguística; guião de autorrevisão Módulo 5 Oralidade (5h) estratégias para: i) o processo de escuta; ii) a produção discursiva planificada, espontânea e interativa; iii) retórica da oralidade (postura corporal, expressão facial,clareza, volume e tom de voz): guiões de apoio à oralidade; workshop sobre performance; técnicas de anotação; rádio escolar; clube de debate Módulo 6 Leitura e Gramática (1.º e 2.º anos) (5h) estratégias para a organização de um laboratório gramatical: desenvolvimento da consciência fonológica a nível da estrutura sonora e (orto)gráfica da palavra; lexical; sintática; e textual: portefólio, oficina da palavra; construção de um photostory Módulo 7 Leitura Escrita e Gramática (3.º e 4.º anos) (5h) estratégias para a organização de um laboratório gramatical: desenvolvimento da consciência morfológica; lexical; sintática; textual; e discursiva: workshop de ortografia; campeonato de gramática; ebook de texto criativo Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0ME. (1997). Sim-Sim, I., Duarte, I.; Ferraz, M.J. A língua materna na educação básica: competências nucleares e níveis de desempenho.
Anexo(s)
Formador
Selma Filipa Ferreira Fidalgo Cardoso
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A saúde mental constitui um eixo central das políticas educativas e de saúde pública, sendo determinante para o sucesso educativo, o bem-estar e o desenvolvimento integral dos alunos. Esta ação enquadra-se no Programa Nacional de Promoção da Saúde Mental e do Bem-Estar (20232030) da Direção-Geral da Saúde, que reforça a importância da prevenção, intervenção precoce e literacia em saúde mental em contexto escolar. A evidência científica indica que muitas perturbações mentais surgem antes dos 18 anos, com impacto no desempenho, absentismo e abandono escolar. Em Portugal, o estudo HBSC evidencia níveis significativos de stress, ansiedade e mal-estar psicológico entre adolescentes, reforçando a necessidade de intervenção estruturada. Neste contexto, a escola assume um papel central na promoção do bem-estar emocional, na identificação precoce de sinais de risco e na redução do estigma. A Ordem dos Psicólogos Portugueses destaca a importância de capacitar docentes para a promoção da saúde mental e o desenvolvimento de competências socioemocionais. A ação articula-se com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, valorizando a literacia em saúde mental. Pretende dotar os docentes de conhecimentos e estratégias baseadas na evidência para promover ambientes inclusivos, seguros e saudáveis, através da compreensão dos desafios da saúde mental, identificação de sinais de alerta e implementação de práticas pedagógicas promotoras de bem-estar.
Objetivos
Capacitar os docentes para promover a saúde mental e o bem-estar das crianças e jovens em contexto escolar, contribuindo para ambientes educativos inclusivos e promotores de desenvolvimento socioemocional. No final da ação os formandos deverão ser capazes de: ● compreender os conceitos fundamentais associados à saúde mental na infância e adolescência ● identificar fatores de risco e fatores de proteção associados ao bem-estar psicológico ● reconhecer sinais de alerta relacionados com dificuldades emocionais e comportamentais ● desenvolver estratégias pedagógicas promotoras de saúde mental em contexto de sala de aula ● aplicar metodologias de promoção de competências socioemocionais ● refletir sobre o papel da escola na prevenção e intervenção precoce ● promover a articulação entre escola, família e serviços especializados.
Conteúdos
Módulo 1 Saúde mental na infância e adolescência ● Conceito de saúde mental e enquadramento atual ● Desenvolvimento socioemocional na infância e adolescência ● Principais desafios contemporâneos relacionados com o bem-estar psicológico ● Impacto da saúde mental no sucesso educativo Análise e reflexãode documentos orientadores Módulo 2 Fatores de risco e fatores de proteção ● Fatores de risco e proteção no desenvolvimento infantil e juvenil ● Influência dos contextos familiar, escolar e social ● Relações interpessoais e clima escolar ● Bullying e cyberbullying ● Importância das redes de apoio Estudo de casos e identificação de fatores em contexto escolar Módulo 3 Sinais de alerta e identificação precoce ● Ansiedade, depressão e stress em idade escolar ● Alterações emocionais e comportamentais ● Sinais de alerta e indicadores precoces ● Papel dos docentes na deteção e encaminhamento Análise de situações práticas e reflexão orientada Módulo 4 Promoção do bem-estar e competências socioemocionais ● Educação socioemocional em contexto escolar ● Autorregulação emocional, resiliência e autoestima ● Estratégias pedagógicas promotoras de bem-estar ● Integração de práticas em sala de aula Conceção de atividades e exploração de recursos pedagógicos Módulo 5 Intervenção e articulação em contexto escolar ● Estratégias de intervenção pedagógica em contexto escolar ● Níveis de intervenção: prevenção universal, seletiva e indicada ● Trabalho colaborativo com psicólogos e equipas multidisciplinares ● Articulação escolafamília e com serviços da comunidade educativa ● Circuitos de referenciação e apoio especializado ● Construção de ambientes educativos seguros, inclusivos e promotores de saúde mental Estudo de caso integrado e partilha de boas práticas
Metodologias
A ação privilegiará uma abordagem participativa e reflexiva, articulando momentos de enquadramento teórico com atividades práticas. Serão utilizadas metodologias como: ● exposições dialogadas ● análise e discussão de estudos de caso ● partilha de experiências profissionais ● exploração de recursos pedagógicos ● reflexão crítica sobre práticas educativas e estratégias de promoção da saúde mental em contexto escolar
Avaliação
Em conformidade com o Despacho nº4 595/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: Excelente: de 9 a 10 valores; Muito Bom : de 8 a 8,9 valores ; Bom: de 6,5 a 7,9 valores; Regular : de 5 a 6,4 valores e. Insuficiente: de 1 a 4,9 valores. A Classificação final de cada formando resulta dos seguintes critérios e ponderações: ● Participação nas sessões 30% Considera-se o envolvimento ativo nas sessões online, a participação nas atividades propostas e a interação nos momentos de discussão e reflexão. ● Qualidade das produções e reflexões realizadas ao longo da formação 30% Inclui a realização, qualidade e pertinência das tarefas propostas, bem como a sua submissão atempada na plataforma Moodle. ● Relatório reflexivo individual final 40% Documento individual onde o formando evidência: - as aprendizagens realizadas ao longo da ação; - as implicações para a prática pedagógica, - estratégias de promoção da saúde mental em contexto escolar A certificação da ação exige a frequência mínima de dois terços da carga horária da ação
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Direção-Geral da Saúde. (2023). Programa nacional de promoção da saúde mental e do bem-estar (20232030). https://www.dgs.ptOrdem dos Psicólogos Portugueses. (2023). Literacia em saúde psicológica e promoção do bem-estar em contexto escolar. https://www.ordemdospsicologos.pt; Ordem dos Psicólogos Portugueses (2023). Saúde Psicológica e Bem-Estar nas EscolasOrganização Mundial da Saúde (2021). Adolescent Mental Health.Direção-Geral da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Direção-Geral da Educação (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.OECD. (2026). Child, adolescent and youth mental health in the 21st century. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/1092c3cb-en World Health Organization. (2023). How school systems can improve health and well-being: Mental health topic brief. https://www.who.int
Anexo(s)
Destinatários
Professores dos Grupos 910, 920 e 930
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 910, 920 e 930. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A abordagem multissensorial/snoezelen apresenta-se como uma ferramenta pedagógica cada vez mais relevante no contexto escolar, tanto pela promoção da saúde e do bem-estar da comunidade educativa, como pela necessidade de responder à diversidade de alunos. Tal como refere Pagliano, a privação sensorial tem efeitos negativos no desenvolvimento, no bem-estar e no funcionamento humano, sendo particularmente importante criar contextos que favoreçam a estimulação sensorial. Tendo em conta que a ligação do ser humano ao mundo se inicia pelos sentidos e que as experiências sensoriais enriquecem a compreensão de si e da realidade envolvente, a abordagem multissensorial constitui-se, em ambiente escolar, como uma mais-valia que amplia as possibilidades de conhecimento e de relação com o meio. Aplicada à prática pedagógica, esta abordagem promove uma intervenção centrada na pessoa, em que o professor assume o papel de facilitador da descoberta. Neste enquadramento, cabe ao docente proporcionar ambientes seguros, exploratórios e não diretivos, criando oportunidades de aprendizagem que valorizem as potencialidades e preferências de cada aluno, sem reduzir sua identidade às dificuldades que possam apresentar.
Objetivos
- Ampliar estratégias pedagógicas através da estimulação multissensorial. - Promover práticas inclusivas que valorizam a diversidade sensorial e cognitiva dos alunos. - Conhecer os fundamentos da estimulação multissensorial/Snoezelen. - Adquirir conhecimentos básicos em estimulação multissensorial/Snoezelen. - Capacitando os professores para adaptar ambientes, recursos e atividades no âmbito da abordagem multissensorial. - Reconhecer a importância da abordagem multissensorial como forma de potenciar a aprendizagem.
Conteúdos
Os conteúdos da ação podem subdividir-se em três partes, de acordo com as abordagens a realizar com os formandos. Parte 1: Introdução e abordagem teórica (6 horas) - Introdução à estimulação multissensorial/snoezelen contexto histórico. - Conceito e comunicação em intervenção multissensorial/snoezelen. - Áreas de intervenção. - Eixos de acompanhamento. - Modalidades sensoriais. - Materiais e Atividades. Parte 2: Exploração prática de uma sala snoezelen (6 horas) - Snoezelen em contexto escolar desafios e potencialidades. - Histórias sensoriais. - Perfil sensorial aplicação prática. - Fases de uma sessão snoezelen. - Modelos de sessão snoezelen planificação. - Prática em contexto de sala snoezelen. Parte 3 - Reflexão individual sobre aplicação aos contextos (3 horas) O formandos realizam um reflexão individual e uma planificação sumária sobre como potenciar as salas aos respetivos contextos de intervenção.
Metodologias
Tal como na organização dos conteúdos, as metodologias apresentam variações em função do foco de cada uma das partes complementares da ação: . Parte 1: Atividades de apresentação e debate do enquadramento conceptual e científico das salas Snoezelen, a realizar em regime a distância síncrono, complementadas com atividades de exploração de recursos bibliográficos e documentais em diferentes formatos a realizar em modo assíncrono; - Parte 2: Exploração prática, em regime presencial, de uma sala Snolezelen com realização de práticas simuladas sobre os procedimentos básicos para a sua utilização; - Parte 3: Os formandos, em trabalho individual em regime a distância assíncrono realizam uma reflexão sobre as potencialidades das salas Snolezelen para os respetivos contextos de intervenção que partilham com o grupo-turma.
Avaliação
Os formandos serão avaliados na escala de 1 a 10 tendo em conta: - A sua participação e contributos para o debate (pertinência e qualidade das intervenções); - O seu desempenho ao nível das práticas operacionais de utilização das salas Snolezelen; - No final, cada formando deverá elaborar uma reflexão crítica sobre as aprendizagens/conhecimentos realizados e a sua experiência educativa, elencando as dificuldades e constrangimentos (pessoais, físicos, humanos e materiais) que sente na sua prática educativa e propor medidas, recursos, etc., que visem melhorar as estratégias de inclusão nas suas escolas.)
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Ayres, A. J. (1972a). Types of sensory integrative dysfunction among disabled learners. American Journal of OccupationalTherapy.Bogdashina, O. (2007). Percepción Sensorial en el Autismo y Sindrome de Asperger- Experiencias sensoriales diferentes,mundos perceptivos diferentes. Autismo Ávila, Ávila.Chan, S., Yueng Fung, M., Wai Tong, Ch. y Thompson, D. (2005). The clinical effectiveness of a multisensory therapy onclients with developmental disability. Research in Developmental Disabilities.Frohlich, A. (1993). La stimulation basale. Édition SZH/SPC;Haggar, L. E., & Hutchinson, R. B. (1991). Snoezelen: An approach to the provision of a leisure resource for people withprofound and multiple handicaps. Mental Handicap.
Anexo(s)
Formador
Ana Cristina Amaral Pedra Massano
Destinatários
Professores dos Grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Inúmeros estudos têm revelado que ao iniciar o ensino formal, a criança já transporta consigo um manancial de conhecimentos, competências e conceções sobre a leitura e escrita. Aprendemos espontaneamente muitas e importantes coisas acerca do mundo e da vida, em convívio com os que nos são mais próximos e nos contextos de vida quotidiana. A competência da escrita, porém, apenas se aprende apoiada na intencionalidade e pelo saber de quem ensina na Escola. É esta a instituição da escrita. Acontece, porém, que se continuam a revelar níveis preocupantes de insucesso no domínio da linguagem escrita como provam os estudos para apuramento dos níveis de literacia. Parece evidente a necessidade de conjugar esforços para intervir e melhorar o ensino e a aprendizagem da linguagem escrita nos jardins de infância e nos primeiros anos de educação básica. Numa perspetiva crítica, o papel da escola tem-se preocupado apenas com o aspeto técnico (gráfico) ignorando que por detrás das letras há uma linguagem escrita (Vigotsky, 1988), Teberosky em Aprendiendo a Escribir (1992) partem precisamente da distinção entre o domínio da notação gráfica a que chamam escritura e o domínio da produção de textos, a que chamam linguagem escrita. Isso permite-lhes considerar que as crianças, antes de aprenderem a ler e a escrever na escola e, porque já têm muitos conhecimentos sociais sobre a linguagem escrita, são Letradas, antes de serem Alfabetizadas.
Objetivos
a) Conhecer e sensibilizar educadores e professores para as representações das crianças acerca da linguagem escrita, antes de saber ler e escrever; b) Conceções precoces sobre a linguagem escrita; c) Relação entre a linguagem oral e escrita; d) Sistema alfabético de escrita; e) Contextos, estratégias e atividades potencializadoras da aprendizagem da linguagem escrita; f) Aprendizagem significativa e funcional da linguagem escrita; g) Reconhecer as competências fonológicas básicas necessárias à aprendizagem da leitura e escrita; h) Diferentes metodologias para o ensino da leitura e escrita; i) O ensino da leitura e da escrita: fundamentos psicopedagógicos.
Conteúdos
a) As representações que as crianças têm acerca da leitura e escrita; b)Conceções precoces sobre a leitura e a escrita; c) As componentes da oralidade e da escrita; especificidades e interação; d)Características , opacidade e complexidade do sistema alfabético de escrita; e) Ler e escrever no sistema alfabético português; d) Atividades, contextos e dinâmicas promotoras da aprendizagem da escrita; e)A importância da consciência fonológica na aprendizagem da leitura e escrita; f)Métodos e técnicas para aprender a ler e escrever e suas implicações.
Metodologias
A ação desenvolver-se-á em modalidade de e-learning, com 25 horas síncronas e assíncronas à distância, usando a plataforma da escola ou do centro de formação e ferramentas de videoconferência. As atividades físicas serão implementadas individualmente, no contexto de sala de aula e serão, posteriormente, objeto de discussão, partilha e reflexão conjunta. Serão aplicadas as várias ferramentas e estratégias digitais para visionar, aferir qualidade e quantificar os resultados obtidos por cada um. Será criada uma plataforma digital_PADLET_ onde constarão todos os documentos, fundamentação teórica e propostas de trabalho e onde os formandos publicarão as suas produções. Desta forma, ágil, prática e intuitiva, todos os envolvidos terão acesso a todas as produções decorrentes da formação.
Avaliação
Para que o trabalho possa ser avaliado, os/as formandos/as terão de cumprir, como assiduidade, um mínimo de dois terços do tempo previsto para as sessões presenciais, não sendo, no entanto, considerada como parâmetro da avaliação. Os formandos terão de corresponder às propostas de trabalho emanadas e apresentar um trabalho individual final, sob forma escrita, com respetiva apresentação presencial. Destes trabalhos resultará uma avaliação que será ponderada com a avaliação regular realizada ao longo das sessões e resultante dos parâmetros avaliativos: participação, intervenção, interesse: (70% trabalho final +30% avaliação regular). Nos termos dos números 5 e 6 do artigo 4.º do mesmo Despacho, a avaliação a atribuir aos/às formandos/as será expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: - Excelente de 9 a 10 valores; 9 - Muito Bom de 8 a 8,9 valores; - Bom de 6,5 a 7,9 valores; - Regular de 5 a 6,4 valores; - Insuficiente de 1 a 4,9 valores. Fundamentação da adequação dos formadores propostos.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Rodrigues, S.V. (2011). O ensino da escrita como projeto Interdisciplinar. In Isabel Margarida Duarte& Olívia Figueiredo (org.) , Português, Língua em Ensino. Porto: Reitoria da Universidade do Porto. Pp.107-120. ISBN 978-989-8265-72-2Roldão, M.C. (2009). Estratégia de ensino. O saber e o agir do professor, Vila Nova de Gaia: Fundação Manuel de LeãoUnesco-bie. (2016). Glossário de terminologia curricular. Traduzido do inglês por Rita Brossard a partir do documento original Glossary of Currículum Terminology. Disponível em http://www.ibe.unesco. Org/sites/default/files/ressources/ibe-glossary currículum_por.pdfBATISTA, Antônio Augusto Gomes. (2012). Alfabetização, leitura e ensino de Português: desafios e perspectivas curriculares. Revista Contemporânea de Educação - Faculdade de Educação v. 6, n. 12, 2011. Disponível em: http://www.revistacontemporanea.fe.ufrj.br/index.php/contemporanea/articl e/view/1400 Acesso em jul, 2012.Carvalho, Anabela da Cruz, (2023). A Aprendizagem da Leitura, processos cognitivos-avaliação e intervenção
Anexo(s)
Ref. 326C58/A1 Prevista
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128760/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 6 de Janeiro de 2027
Fim: 15 de Julho de 2027
Regime: b-learning
Local: Online/Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)
Formador
Mário Nelson Teixeira da Costa
Joaquim Francisco Couto Silva
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Educação Física, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Operacionalizar e estruturar as AE em Educação Física ao longo do 2.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), promovendo a recuperação de aprendizagens entre ciclos; - Usar múltiplas formas de avaliação formativa e de feedback em Educação Física, de acordo com as necessidades e perfil de cada aluno; - Desenvolver uma avaliação para a aprendizagem em Educação Física, diversificando métodos e instrumentos, numa lógica de compromisso e autorregulação.
Conteúdos
Módulo(M) 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. M2 - Jogos e Jogos Desportivos Coletivos (JDC) (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular dos Jogos de Invasão; Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos de Jogos, Andebol, Basquetebol e Futebol; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito dos Jogos e dos JDC abordados. M3 - Jogos, JDC e Outras (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular dos Jogos com rede; Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos de Jogos, Voleibol e Desportos de Raquetas; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito dos Jogos, Voleibol, Desportos de Raquetas. M4 - Atletismo (5 h= 2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular no âmbito das diferentes formas de deslocamento (Atletismo); Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Atletismo; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens desta matéria. M5 - Patinagem e Outras (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular no âmbito das diferentes formas de deslocamento (Patinagem e Percursos na natureza); Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos da Patinagem e dos Percursos da natureza (Orientação); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito destas matérias. M6 - Atividades Rítmicas Expressivas (5 h=2 h online+3 h presencias) Interpretar e desenvolver formas de expressão de acordo com os motivos das composições musicais Dança, Danças Tradicionais e Sociais; Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para as diferentes Danças; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens destas matérias. Módulo Final (2,5 h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais Os módulos opcionais (do módulo 2 ao módulo 6) são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 17 são em sala e 8 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série - n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGECURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt
Anexo(s)
Ref. 4551 Prevista
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-142313/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 8 de Janeiro de 2027
Fim: 15 de Abril de 2027
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça/ Plataforma ZOOM
Formador
Henrique Filipe Henriques dos Santos
Destinatários
Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100)
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100).
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A continuidade da reflexão sobre o ciclo "Planear-Avaliar" exige uma descida à prática quotidiana através da construção identitária do Projeto Curricular de Grupo (PCG). As Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE) reafirmam o Brincar como o contexto primordial de aprendizagem. Contudo, persiste a dificuldade em articular a espontaneidade do jogo livre com a estrutura formal do documento do PCG, a gestão do tempo e a organização dos espaços. Esta oficina justifica-se pela necessidade de capacitar os educadores para desenharem um PCG dinâmico, onde a intencionalidade educativa assente na observação direta das crianças. Procura-se ir além da visão do brincar como mera transição, integrando-o como eixo estruturante na gestão do tempo diário e no desenho do espaço (o ambiente como terceiro educador). Alinhada com as metas do PASEO e do Plano Nacional das Artes (criatividade e ludicidade), esta formação dota os docentes de estratégias para mapear a intencionalidade do brincar no PCG, convertendo o envolvimento das famílias e dos parceiros comunitários em pilares de uma documentação pedagógica transparente e participada.
Objetivos
Fundamentar a centralidade do brincar nas OCEPE como motor do desenvolvimento curricular e da diferenciação pedagógica. 1. Estruturar o Projeto Curricular de Grupo (PCG) enquanto documento dinâmico, integrando a gestão do espaço, do tempo e das rotinas. 2. Desenvolver ferramentas de observação e registo do brincar livre e guiado para alimentar o diagnóstico e a avaliação formativa no PCG. 3. Desenhar layouts espaciais inclusivos e selecionar materiais abertos ("loose parts") que promovam a autonomia e a agência infantil. 4. Criar estratégias de documentação pedagógica que promovam a comunicação, o envolvimento das famílias e a parceria com a comunidade.
Conteúdos
Módulo 1 - O Brincar como Matriz Curricular (6 horas online): O Brincar nas OCEPE: pressupostos teóricos, éticos e o direito à infância. O jogo simbólico e de regras na construção de significados: mapeamento de competências transversais. A observação do brincar como ponto de partida para a caracterização do grupo. Módulo 2 - O Espaço e o Tempo: Arquitetura da Sala (5 horas presenciais): Oficina de Análise de Espaços: O ambiente como "terceiro educador" (áreas de interesse e cantos dinâmicos). A gestão do tempo e o equilíbrio das rotinas diárias: tempo para brincar, tempo para partilhar. Seleção e curadoria de materiais abertos ("loose parts") e o seu impacto nas áreas de conteúdo. Módulo 3 - Comunicação, Famílias e Parcerias (4 horas presenciais): Oficina Prática de Documentação: Estratégias de registo (diários de bordo, notas e fotografia pedagógica). O PCG aberto à comunidade: metodologias para envolver famílias e parceiros locais. Tornar visível a aprendizagem: painéis de processo e portefólios. Módulo 4 - Redação, Reflexão e Sistematização (10 horas online): Escrita pedagógica: Como definir metas curriculares flexíveis a partir das investigações emergentes. Monitorização e reestruturação do PCG: o papel do educador entre a intervenção e a observação. Seminário final de apresentação e análise crítica das secções do PCG desenvolvidas pelos formandos.
Metodologias
Presencial: A oficina privilegia a metodologia de investigação-ação e a prática reflexiva. Nas sessões presenciais (9 horas), adota-se um pendor oficinal, focado na análise de layouts de salas de atividades, manipulação de materiais lúdicos e construção cooperativa de painéis de documentação pedagógica. As sessões online síncronas (16 horas) articulam a fundamentação teórica com momentos de mentoria e tutoria para a escrita e estruturação do documento do PCG. Trabalho autónomo: No trabalho autónomo, os formandos são desafiados a aplicar as ferramentas de observação e a reorganizar um elemento da sua prática (seja o espaço, a rotina temporal ou a relação com as famílias), transpondo essa evidência e reflexão diretamente para a redação ou reestruturação de uma secção do seu Projeto Curricular de Grupo, a partilhar no seminário final.
Avaliação
A avaliação dos formandos rege-se pelos regulamentos do CCFCP e pela legislação em vigor para a formação contínua de professores (Decreto-Lei n.º 22/2014). Condição de Assiduidade: Frequência mínima obrigatória de 2/3 das horas totais da ação (mínimo de 17 horas de presença efetiva). Critérios de Avaliação (Escala Quantitativa de 1 a 10 valores): - Participação nas Sessões (40%): - Envolvimento nas dinâmicas práticas, pertinência das intervenções e realização das tarefas em oficina. Trabalho Final (60%); - Elaboração, entrega e partilha do trabalho final individual e proposta de intervenção fundamentada no respetivo contexto profissional.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L., & Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Oliveira-Formosinho, J. (Org.). (2016). O Brincar e a Aprendizagem. Porto: Porto Editora. Portugal. G., & Laevers, F. (2010). Avaliação em Educação Pré-Escolar: O Sistema de Monitorização do Bem-Estar e do Envolvimento. Porto: Porto Editora. Portugal. Ministério da Educação. (2021), Planear e Avaliar na Educação Pré-Escolar: Contributos para a Reflexão Prática. Lisboa: Direção-Geral da Educação (DGE). Zabalza, M. A. (2019). Qualidade na Educação Infantil. Porto Alegre: Penso Editora.
Anexo(s)
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A formação de professores no âmbito das práticas de avaliação formativa é essencial para promover uma abordagem pedagógica centrada na aprendizagem contínua e no desenvolvimento dos alunos. Esta formação permite aos docentes utilizar a avaliação como uma ferramenta de diagnóstico, acompanhamento e intervenção, facilitando a planificação de estratégias de ensino mais adequadas às necessidades dos alunos. Ao dominar práticas como o feedback de qualidade, a autoavaliação e a coavaliação, os professores fomentam o envolvimento e coresponsabilização dos vários intervenientes no processo, promovendo a autonomia e o pensamento crítico dos alunos e contribuindo para um ambiente de aprendizagem mais inclusivo, reflexivo e eficaz.
Objetivos
- Compreender os princípios e fundamentos teóricos da avaliação formativa no contexto educativo - Desenvolver competências para planear e aplicar estratégias de avaliação formativa adaptadas às necessidades dos alunos - Melhorar a capacidade de utilizar o feedback como instrumento de regulação da aprendizagem e de promoção do sucesso escolar - Fomentar práticas de autoavaliação e coavaliação que incentivem a participação ativa e a responsabilidade dos alunos no seu percurso formativo - Refletir criticamente sobre a própria prática avaliativa, promovendo uma cultura de melhoria contínua
Conteúdos
Módulo 1 - Fundamentos da Avaliação Formativa Módulo 2 -Técnicas e Instrumentos de Recolha de Informação Módulo 3 - O Feedback como Ferramenta de Aprendizagem Módulo 4 - Autoavaliação e Coavaliação Módulo 5 - Práticas de Diferenciação Pedagógica
Metodologias
Sessões teórico-práticas: - leitura orientada de textos teóricos e normativos; - reflexão individual sobre práticas de avaliação; - trabalho colaborativo para construção de materiais de apoio às práticas de avaliação formativa; - elaboração de uma sequência de aprendizagem com avaliação formativa incorporada
Avaliação
Relatório individual avaliado e classificado em conformidade com o Regulamento Jurídico da Formação Contínua e outros documentos enquadradores da avaliação e classificação da formação contínua, expressos na escala qualitativa e quantitativa definida pelo CCPFC.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Black, P., & Wiliam, D. (1998). Inside the Black Box: Raising Standards Through Classroom Assessment. London: King's CollegeBrookhart, S. M. (2008). How to Give Effective Feedback to Your Students. Alexandria, VA: ASCD.Perrenoud, P. (1999). Avaliação: da Excelência à Regulação das Aprendizagens Entre Duas Lógicas. Porto: Porto EditoraSadler, D. R. (1989). Formative Assessment and the Design of Instructional Systems. Instructional Science, 18(2), 119-144Brookhart, S. M. (2008). How to Give Effective Feedback to Your Students. Alexandria, VA: ASCD.
Anexo(s)
Formador
Zélia Maria Lopes Marques
Destinatários
Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
As Declarações Internacionais e as Convenções constataram a interdependência entre o Direito à Educação e o Direito à Inclusão. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, apresenta um conjunto de dimensões que têm como premissa uma nova visão para a educação, uma visão humanista, com base nos direitos humanos e na dignidade, na justiça social, na inclusão, na proteção, na diversidade cultural, linguística e étnica, bem como na responsabilidade e prestação de contas, entre todos, tendo como objetivo “não deixar ninguém para trás” (Unesco, 2017, p. 7). Na sequência da evolução registada a nível internacional, foram publicados em Portugal, um conjunto de documentos estruturantes e orientadores das políticas educativas, que invocam uma mudança de paradigma. Atualmente, a escola é convocada para dar resposta a todos os alunos, adotando princípios ajustados às necessidades e potencialidades de cada um, pelo que a mesma deve organizar-se para a diversidade. A Perturbação do Espetro de Autismo é uma perturbação do neurodesenvolvimento, cuja prevalência tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos. Implica alterações em diversas áreas do desenvolvimento, tais como: a interação, a comunicação, comportamentos e interesses restritos. A designação de Espetro foi atribuída pela variabilidade dos sintomas desde as formas mais leves até às formas mais graves. Os docentes deparam-se diariamente com imensos desafios, para responder eficazmente às necessidades das crianças e jovens com Perturbação do Espetro de Autismo o que justifica capacitar e dotar estes profissionais de formação específica nesta área.
Objetivos
Objetivos a atingir - Abordar o quadro teórico que sustenta as políticas públicas no que respeita à inclusão e equidade; - Evidenciar características do diagnóstico de PEA - Identificar as especificidades e comorbilidades associadas - Identificar sinais de alerta de PEA - Adquirir competências para realizar processos de encaminhamento de crianças/jovens com sinais de PEA - Conhecer instrumentos de rastreio e diagnóstico e abordagens de intervenção - Planear e delinear estratégias práticas de intervenção nas diversas áreas - Promover a articulação entre os diversos intervenientes - Refletir sobre as práticas pedagógicas, promovendo a partilha de experiências no âmbito da PEA
Conteúdos
Módulo 1 – O Quadro conceptual e normativo de referência na resposta a crianças e jovens com Perturbação do Espetro Breve abordagem aos documentos atuais com impacto na Educação Inclusiva no mundo e em Portugal . Quadro normativo de referência: convergência, congruência e interdependência das políticas educativas (Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, Decreto-Lei n.º 54/2018, na sua redação atual, Decreto-Lei n.º 55/2018, Aprendizagens essenciais e Estratégia de Educação para a Cidadania ). Diferentes contributos da investigação nas formas de ensinar e aprender na resposta à diversidade dos alunos e ao seu sucesso e progressão Abordagem multinível - medidas de suporte à aprendizagem: universais, seletivas e adicionais Desenho Universal para Aprendizagem DUA: objetivos, estratégias de ensino, materiais e recursos e avaliação. Módulo 2 - PEA: da Teoria à Prática ( 9 horas - 3 horas presenciais + 6 horas online síncronas) Evolução Histórica da PEA Critérios de diagnóstico (DSM-V). Etiologia, Comorbilidades, Prevalência; Normas clínicas do SNS Sinais de alerta e instrumentos de rastreio e diagnóstico Desenvolvimento social, comunicativo e cognitivo Mitos vs Verdade PEA Modelos e Programas de Intervenção na PEA (6 horas Teacch, Son-Rise, ABA, D.I.R, Denver, PECS Terapias complementares Módulo 3 - Práticas pedagógicas e estratégias de intervenção com crianças e jovens com PEA em sala de aula e noutros contextos: da Planificação à operacionalização, monitorização e avaliação. (10 horas - 7 horas online síncronas+3 horas presenciais) Intervir precocemente na PEA _ Ação dos diferentes intervenientes A criança/jovem com PEA em contexto escolar Opções pedagógicas e estratégias de intervenção O recurso à comunicação aumentativa e alternativa Construção e adaptação de materiais de intervenção na PEA Importância do envolvimento parental A importância do trabalho colaborativo e da articulação dos diversos intervenientes Transição entre ciclos
Metodologias
Presencial Trabalho autónomo Metodologia de cariz teórico-prática, com recurso a dinâmicas que promovam o envolvimento dos participantes em atividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre os temas propostos, com vista à otimização e concretização dos objetivos delineados A Ação de formação em regime de frequência blearning, nomeadamente: apresentação de conteúdos e conceitos, partilha de experiências, trabalhos individuais e em grupo e reflexão e debate de ideias. No desenvolvimento do trabalho autónomo pretende-se que os formandos/as planeiem e apliquem os conhecimentos adquiridos nas sessões presenciais e online síncronas, junto das crianças/alunos nos diferentes contextos de intervenção. Apresentação ao grande grupo, reflexão e debate.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos/tarefas realizadas nas sessões (35%) - Trabalho de aplicação de conteúdos (45%) - Reflexão final crítica acerca dos conteúdos e atividades desenvolvidos bem no impacto do mesmo na sua prática letiva e nas aprendizagens dos alunos (20%)
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em: Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECD iLibrary (oecd-ilibrary.org) Dge. 2018. Para uma Educação Inclusiva - Manual de Apoio à Prática. Disponível em: https://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pd Acesso 28/10/2024 Lima, C. (2012). Perturbação do Espetro do Autismo. Manual prático de intervenção. Lisboa: Lidel - Edições Técnicas. Lima, C. (2015). Perturbações do Neurodesenvolvimento. Manual de orientações diagnósticas e estratégias de intervenção. Lisboa: Lidel – Edições Técnicas. OCDE (2022), Review of Inclusive Education in Portugal, Reviews of National Policies for Education, OECD. Disponível em: https://www.oecd-ilibrary.org/sites/a9c95902-en/index.html?itemId=/content/publication/a9c95902-en#section-d1e1094 UNESCO (2015). Declaração de Incheon. Fórum Mundial de Educação (FME 2015). Coreia do Sul. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000243278_por Acesso 28/10/2024
Anexo(s)
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está a transformar profundamente o modo como ensinamos, aprendemos e nos relacionamos com o conhecimento. Em Portugal, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação criou um grupo de trabalho dedicado à definição de uma Estratégia Digital de IA na Educação, com metas até 2030, tornando urgente a preparação dos docentes para este novo paradigma. No plano europeu, o AI Act da União Europeia estabelece obrigações concretas em matéria de literacia em IA para todos os profissionais que utilizem sistemas de IA no exercício das suas funções, incluindo os educadores. As Orientações Éticas da Comissão Europeia para Educadores reforçam a necessidade de uma utilização responsável, crítica e pedagogicamente fundamentada destas ferramentas. Esta formação nasce da convicção de que os professores não são nem devem ser meros utilizadores passivos da IA. São agentes de transformação. Através de uma abordagem eminentemente prática, progressiva e reflexiva, esta ação pretende dotar os formandos das competências necessárias para integrar a IA nas suas práticas pedagógicas de forma ética, criativa e eficaz.
Objetivos
- Conhecer os principais modelos de linguagem generativa e compreender o seu funcionamento; - Desenvolver competências de construção de prompts eficazes em contexto educativo; - Explorar plataformas e ferramentas de IA dedicadas à criação de recursos pedagógicos; - Criar recursos educativos digitais: fichas, jogos, apresentações, chatbots, com recurso à IA; - Produzir conteúdos multimédia educativo com IA: imagem, música, vídeo e podcasts, para utilização em sala de aula; - Refletir sobre as implicações éticas, legais e pedagógicas do uso da IA em contexto educativo; - Desenvolver um Artefacto Pedagógico Digital interativo, criado com IA e diretamente aplicável ao contexto de cada formando.
Conteúdos
S1 | Modelos de Linguagem Generativa e Ética (3h síncronas + 2h assíncronas (A1) O que é a IA e como chegámos aqui: breve história e evolução; O que são LLMs (Large Language Models) e como funcionam; Principais assistentes de IA generativa: ChatGPT, Claude, Gemini Construção de prompts eficaze: técnicas e exemplos em contexto educativo; Potencial e limites da IA generativa; A IA no contexto educativo português e europeu: orientações e estratégias; Ética, responsabilidade e pensamento crítico no uso da IA. S2 | Recursos Educativos e Plataformas - Parte 1 (3h síncronas + 2h assíncronas (A2)) Plataformas de IA dedicadas à educação: MagicSchool AI, Diffit, Curipod, ( ) Criação de planos de aula, fichas e rubricas com IA; Diferenciação pedagógica assistida por IA - adaptar conteúdos a diferentes níveis; Organização e transformação de conteúdos; Apresentações e materiais didáticos gerados com IA; Avaliação formativa com IA. S3 | Recursos Educativos e Plataformas - Parte 2 (3h síncronas + 2h assíncronas (A3)) Criação de atividades interativas sem programação; Criação de chatbots pedagógicos personalizados; Assistentes de IA customizados para os alunos: ChatGPT, Gems do Gemini. Criação de Artefactos Pedagógicos Digitais interativos com o Claude; Partilha e reutilização de recursos criados com IA. S4 | Multimédia com IA (3h síncronas + 2h assíncronas (A4)) Geração e utilização de imagem com IA: Ideogram; Geração de música e áudio com IA; Criação de vídeo e avatares digitais com IA; Podcasts automáticos com IA; Direitos de autor e ética na criação multimédia com IA. A5 | Desenvolvimento e submissão do Artefacto Pedagógico Digital (2h + 2h assíncronas) Desenvolvimento, refinamento e finalização do Artefacto Pedagógico Digital Submissão do artefacto na plataforma Moodle, acompanhado de declaração de autenticidade e legitimidade da autoria S5 | Apresentação dos Artefactos Pedagógicos Digitais (3h síncronas) Apresentação e demonstração dos artefactos desenvolvidos pelos formandos; Feedback dos colegas e do formador; Reflexão coletiva sobre aprendizagens e impacto pedagógico; Próximos passos: como continuar o percurso na IA após a formação.
Metodologias
A formação decorre em regime de e-learning, com 15 horas síncronas e 10 horas assíncronas. As sessões síncronas realizam-se através de plataforma de videoconferência (Zoom) e as sessões assíncronas são dinamizadas na plataforma Moodle dao CFAECAN. A metodologia assenta num ciclo progressivo de aprendizagem experiencial: em cada sessão síncrona o formador apresenta, demonstra e discute um conjunto de ferramentas e conceitos; na sessão assíncrona seguinte, os formandos experimentam, criam e refletem de forma autónoma, com tarefas estruturadas e apoio assíncrono do formador. São privilegiadas atividades práticas de aprendizagem cooperativa, exploração de ferramentas em tempo real, discussão de casos pedagógicos reais e produção de recursos diretamente aplicáveis em sala de aula.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A classificação final resulta da aplicação dos seguintes critérios e ponderações: - Participação /contributos ao longo da formação - 30% - Realização das tarefas associadas às sessões assíncronas - 20% - Elaboração e apresentação de um artefacto pedagógico/ Trabalho final - 20% - Relatório reflexivo Individual - 30% A certificação da ação exige a frequência mínima de dois terços da carga horária da ação
Modelo
Questionário de avaliação a realizar no final da Ação. Relatório dos formandos e formador
Bibliografia
Comissão Europeia (2025). Orientações Éticas para Educadores sobre a utilização de Inteligência Artificial e de Dados no Ensino e na Aprendizagem. https://education.ec.europa.eu Regulamento (UE) 2024/1689 do Parlamento Europeu e do Conselho - AI Act. https://artificialintelligenceact.euUNESCO (2021). Recomendação sobre a Ética da Inteligência Artificial. https://unesdoc.unesco.orgConselho da Europa (2022). Inteligência Artificial e Educação - Uma visão crítica à luz dos Direitos Humanos, Democracia e Estado de Direito. https://rm.coe.intNações Unidas (2024). Supporting global cooperation on artificial intelligence. https://www.un.org/techenvoy/content/artificial-intelligenceHolmes, W. et al. (2022). Artificial Intelligence and Education: A critical view. Council of Europe.https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_6338.
Anexo(s)
Observações
A data de início e de fim da ação são apenas indicativas. A calendarização definitiva será definida posteriormente pelo(a) Formador(a).
Formador
Dário Nuno Elias Catarino
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré e Externato Cooperativo da Benedita
Enquadramento
A sua recente integração nas Aprendizagens Essenciais de Educação Física pelo ministério de Educação exige uma resposta imediata na atualização e capacitação no corpo docente O Pickleball é atualmente a modalidade desportiva com maior crescimento global.
Objetivos
Fomentar a introdução e a prética segura do pickleball na escola Dotar os participantes de competências teóricas, técnicas e táticas estruturadas. Capacitar os formandos para a organização autónomo de aulas.
Conteúdos
1. Enquadramento do Pickleball na Educação Física (45 min): Contextualização da modalidade; inserção nas AEEF; valores educativos; comparação com outras modalidades de raquete. 2. Fundamentos técnicos e regras básicas (60 min): Golpes fundamentais (serviço, batimentos, voleios); zonas de jogo; pontuação e regras essenciais. 3. Estratégias pedagógicas para o ensino do Pickleball (60 min): Progressões didáticas; gestão de grupos e espaços; ensino por jogos modificados; inclusão e diferenciação pedagógica. 4. Prática e demonstração (60 min): Sessão prática em campo com aplicação das metodologias de ensino e feedback coletivo. 5. Síntese (15 min): Debate, reflexão da ação
Metodologias
A ação privilegia uma abordagem teórico-prática, com recurso a: • Demonstrações técnicas e situações práticas de jogo; • Discussão orientada sobre o enquadramento curricular; • Materiais pedagógicos de apoio fornecidos pela PTPICKLE. Os participantes terão oportunidade de experimentar a modalidade, compreender as suas especificidades e partilhar estratégias para a sua introdução nas aulas e clubes escolares.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação.
Anexo(s)
Observações
Bibliografia - Ministério da Educação, Ciência e Inovação & Direção-Geral da Educação (DGE). (2025). Aprendizagens Essenciais | Articulação com o Perfil dos Alunos:Anexo 3 — 3.º Ciclo do Ensino Básico — Educação Física (Consulta Pública).Lisboa: DGE. - Ferreira, A., & Moura, L. (2026). Manual Completo: Licença 1 — Introdução e Fundamentos do Pickleball (Manual do Pickleball + Manual do Treinador). - Ferreira, A., & Moura, L. (2026). Manual Completo: Licença 2 — Desenvolvimento Técnico e Metodológico (Formação de Treinadores · Nível 2.5 a 3.5 DUPR). Metodologia Armando Ferreira. Portugal: My Sport Jobs, NORB Sport & PTPICKLE Associação Pickleball de Portugal. Metodologia Armando Ferreira. Portugal: NORB Sport, My Sport Jobs & PT Pickle. - USA Pickleball. (2026). 2026 USA Pickleball Official Rulebook. USA Pickleball Association. Disponível em: usapickleball.org.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
Ref. 299C49/A2 Inscrições abertas até 24 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131585/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 28 de Setembro de 2026
Fim: 16 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça/ZOOM
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina , em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Repensar as práticas de ensino nos diferentes domínios de estudo do meio; Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias de ensino diferenciadas na área curricular de estudo do meio.
Conteúdos
Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - História (5h) Factos e as datas relevantes da História de Portugal, destacando: a formação de Portugal, a época da expansão marítima, o período Filipino e a Restauração com recurso a fontes documentais. Construção de frisos cronológicos. Módulo 3 - História (5h) Implantação da República e o 25 de Abril com recurso a fontes documentais. Módulo 4 (5h) Seres Vivos: Identificar as características específicas dos animais e plantas; relacionar fatores do ambiente com as condições indispensáveis à vida dos seres vivos; a influência das modificações ambientais nos ecossistemas e na vida dos seres vivos. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 5 (5h) Corpo Humano: Conhecer os sistemas digestivo, respiratório, circulatório, excretor e reprodutivo; modificações biológicas e comportamentais na adolescência; hábitos quotidianos e estilos de vida saudáveis. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 6 - (5h) Reconhecer fenómenos naturais (sismos, vulcões, erosão ) como manifestações da dinâmica e da estrutura interna da Terra e como agentes modificadores da paisagem; Identificação de vários tipos de rochas e solos e diversos tipos de utilização. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 7- (5h) Evolução tecnológica; Propriedades dos materiais: comportamento da luz; eletricidade: eletricidade estática, bons e maus condutores da corrente elétrica, circuito elétrico simples; mecânica; impulsão; magnetismo. Módulo Final - (2,5 horas) - Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final - Obrigatórios e presenciais O módulo ministrado em 3.º lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva. Formação a Distância: Demonstração da distribuição da carga horária pelas diversas tarefas A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Rede Nacional de Clubes de Ciência Viva. Disponível em https://clubes.cienciaviva.pt/
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 02-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 16-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 439/A1 Inscrições abertas até 25 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAECAN/ACD - 439/26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 1 de Outubro de 2026
Fim: 1 de Outubro de 2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A inteligência artificial tem vindo a desempenhar um papel cada vez mais relevante nos processos de ensino e de aprendizagem, criando oportunidades para práticas pedagógicas mais eficazes, diferenciadas e ajustadas às necessidades dos alunos. Neste contexto, torna-se essencial que os docentes acompanhem a evolução tecnológica e desenvolvam uma compreensão crítica da integração da IA em educação, assegurando uma utilização ética, responsável e alinhada com os desafios do século XXI As ferramentas de inteligência artificial desenvolvidas pela Google apresentam um significativo potencial educativo. Soluções como o Google Classroom IA, com funcionalidades de apoio à gestão pedagógica, o Gemini Notebook, orientado para a organização e análise da informação, e o Gemini, enquanto assistente de apoio à criação de conteúdos e à planificação do trabalho docente, contribuem para a promoção de aprendizagens mais ativas, reflexivas e colaborativas Esta ação de curta duração procura explorar o potencial das ferramentas de IA da Google no contexto educativo, promovendo a reflexão sobre as suas possibilidades, limitações e implicações éticas nas práticas de ensino.
Objetivos
Compreender o papel da inteligência artificial nos processos de ensino e de aprendizagem; Conhecer as potencialidades pedagógicas das ferramentas de IA desenvolvidas pela Google; Explorar funcionalidades de IA integradas no Google Classroom, no Gemini Notebook e no Gemini, enquanto apoio à gestão pedagógica, à organização da informação e à criação de conteúdos; Refletir sobre a integração das ferramentas de IA da Google em práticas pedagógicas inovadoras e diferenciadas; Desenvolver uma abordagem crítica, ética e responsável à utilização da inteligência artificial em contexto educativo; Promover a utilização consciente da IA como suporte ao trabalho docente e à aprendizagem dos alunos.
Conteúdos
IIntrodução às Ferramentas de IA da Google para a Educação • Enquadramento da inteligência artificial no contexto educativo • Apresentação das principais ferramentas de IA da Google aplicadas à educação • Exemplos de integração da IA da Google nas práticas pedagógicas Utilização Pedagógica do Gemini Notebook • Organização e análise de informação a partir de documentos fornecidos • Geração de resumos, questões orientadoras e explicações simplificadas • Apoio ao estudo, à compreensão leitora e à análise comparativa de textos Utilização Pedagógica do Gemini • Apoio à criação de conteúdos educativos e materiais pedagógicos • Suporte à planificação de atividades e à diferenciação pedagógica • Estímulo ao pensamento crítico através da reformulação e aprofundamento de ideias Potencialidades de IA no Google Classroom • Apoio à gestão pedagógica e à organização do trabalho docente • Integração de recursos e atividades com suporte de IA • Promoção de aprendizagens mais autónomas e orientadas Questões Éticas e Limitações • Importância de uma utilização ética, responsável e consciente da inteligência artificial Reflexão e Perspetivas Futuras • Potencial da integração das ferramentas de IA da Google nas práticas educativas • Impacto da IA na evolução do papel do professor e dos alunos • Desafios e oportunidades da inteligência artificial na educação
Metodologias
Introdução às Ferramentas de IA da Google para a Educação • Enquadramento da inteligência artificial no contexto educativo • Apresentação das principais ferramentas de IA da Google aplicadas à educação • Exemplos de integração da IA da Google nas práticas pedagógicas Utilização Pedagógica do Gemini Notebook • Organização e análise de informação a partir de documentos fornecidos • Geração de resumos, questões orientadoras e explicações simplificadas • Apoio ao estudo, à compreensão leitora e à análise comparativa de textos Utilização Pedagógica do Gemini • Apoio à criação de conteúdos educativos e materiais pedagógicos • Suporte à planificação de atividades e à diferenciação pedagógica • Estímulo ao pensamento crítico através da reformulação e aprofundamento de ideias Potencialidades de IA no Google Classroom • Apoio à gestão pedagógica e à organização do trabalho docente • Integração de recursos e atividades com suporte de IA • Promoção de aprendizagens mais autónomas e orientadas Questões Éticas e Limitações • Importância de uma utilização ética, responsável e consciente da inteligência artificial Reflexão e Perspetivas Futuras • Potencial da integração das ferramentas de IA da Google nas práticas educativas • Impacto da IA na evolução do papel do professor e dos alunos • Desafios e oportunidades da inteligência artificial na educação
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação.
Anexo(s)
Observações
Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Google. (2024). Generative AI in education: Opportunities, challenges, and considerations. Google for Education. https://edu.google.com/ai/ Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ref. 412C104/A1 Inscrições abertas até 28 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138360/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 8 de Outubro de 2026
Fim: 26 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online/Plataforma ZOOM
Formador
Raquel Feliciano
Destinatários
Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 240, 500 e 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
No contexto da mais recente investigação científica interdisciplinar sobe a obra de Almada Negreiros foram desenvolvidas múltiplas ferramentas pedagógicas de aplicação acessível e versátil. O que foi feito a partir da obra plástica do referido autor modernista reflectiu-se em múltiplos autores portugueses e internacionais no âmbito do abstraccionismo geométrico. Apresentaremos conteúdos das disciplinas de EV e Matemática que são directamente relacionáveis com uma selecção de obras de vários autores, particularmente significativos neste contexto. As obras serão elencadas com os respectivos conteúdos, bem com as possíveis abordagens pedagógicas em sala de aula.
Objetivos
Incrementar referentes visuais no âmbito da abstracção geométrica, mas também manifestações artísticas. Aprofundar capacidades e estratégias de interpretação da obra de arte. Aprender, criar e partilhar novos recursos e ferramentas pedagógicas para a sala de aula. Apresentar ou reforçar conhecimentos na prática do desenho. Aprofundar capacidades e estratégias pedagógicas. Avaliar os resultados individuais obtidos pela formação.
Conteúdos
EV - 2º ciclo: noções básicas de geometria, com a construção de polígonos regulares, ou a divisão de rectas em partes iguais; a distinção da posição de rectas nos espaço e posição relativa de objectos e as noções de património artístico e cultural; a utilização de materiais de desenho técnico na análise de noções de escala, mas também de ângulos, circunferências tangentes, ovais e arcos. 3º ciclo: reconhecer e representar princípios formais de simetria; perceber a noção de composição em diferentes produções plásticas; decompor um objecto simples, identificando os seus constituintes formais; e desenvolver acções orientadas para a investigação e para actividades de projecto. Matemática - 2º ciclo: casos de igualdade de triângulos, soma dos ângulos internos de um triângulo; polígonos inscritos numa circunferência; isometrias do plano; mediatriz de um segmento de recta. 3º ciclo: teorema de Tales e casos de semelhança de triângulos; teorema de Pitágoras; fórmula fundamental da trigonometria, e razões de ângulos conhecidos. Referentes culturais e artísticos incluem a azulejaria e calçada portuguesa; Almada Negreiros; Jorge Pinheiro, Fernando Lanhas, Artur Rosa, Ângelo de Sousa; Nadir Afonso; José Escada, entre outros; mas também a Arte egípcia; arquitectura gótica; Kazimir Malevich; Joseph Albers; Piet Mondrian; Max Bill; M.C. Escher; Victor Vasarely; Heather Hansen; Richard Lohse; Bart van der Leck; Vladimir Tatlin; Constantin Brancusi; Mario Merz; Olafur Eliasson, entre outros.
Metodologias
As sessões serão teórico-práticas. Consistem numa explicação inicial em que o formador contextualiza as obras de arte a abordar, bem como os conteúdos programáticos (de ambas as disciplinas) a relacionar com a obra. Seguem-se os exemplos práticos de como aplicar pedagogicamente os conteúdos às obras em foco: 1) demonstração; 2) experimentação, aplicação e desenvolvimento de recursos pedagógicos; 3) registo individual da metodologia para aplicação com os alunos.
Avaliação
A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e assiduidade dos formandos em cada uma das sessões efetuadas, tendo como base os seguintes itens de avaliação: Participação; realização das tarefas nas sessões; assiduidade; pontualidade; Trabalhos realizados na ação incluindo a planificação e os materiais didáticos; Reflexão crítica final de acordo com o documento orientador fornecido pelo formador, onde dêem conta da mais-valia desta ação para o seu desenvolvimento profissional e melhoria das práticas. A escala de avaliação é compreendida entre 1 a 10 valores, sendo que a aprovação na oficina de formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
AMWELL, Lynn: Mathematics and Art: A cultural history, Princeton: Princeton University Press, 2016.HICKMAN, Miranda B., The Geometry of Modernism, Austin, The University of Texas Press, 2005.PALMEIRIM, Simão (coord. Dossier temático Geometria e Arte): Convocarte nº2, nº3, Lisboa: FBAUL, 2016. 2015.PALMEIRIM, Simão: Art based research: Oscilação, ambivalência e surpresa, Investigação em Artes. A Oscilação dos Métodos, Lisboa: Ed. do Centro de Filosofia da FLUL, 2015.PALMEIRIM, Simão; FREITAS, Pedro (coord.): https://gulbenkian.pt/almada-comecar/
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-10-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:45 | 2:30 | Online síncrona |
| 2 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:45 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:45 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:45 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 19:00 - 20:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 7 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:45 | 2:30 | Online síncrona |
| 8 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 20:45 | 2:30 | Online síncrona |
| 9 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 11 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ref. 451/1 Inscrições abertas até 28 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAECAN/ACD - 451/26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 4,0 horas
Início: 9 de Outubro de 2026
Fim: 9 de Outubro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça
Formador
Miguel Nabais Pernes
Destinatários
Professores dos grupos 100, 110, 240, 250, 600, 610, 910 e M1 a M38
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Os Concertos Sinfónicos Participados, visando a formação de públicos para a música erudita, são per si um trabalho de formação em formato espetáculo, devido ao envolvimento que promovem pelo trabalho preparatório que exigem em sala de aula e que se concretiza na sala de espetáculos. Repensando o paradigma reacende-se a aposta num trabalho que a Foco Musical Portugal, coordenadora do serviço educativo da Orquestra Sinfónica de Lisboa, desenvolve há mais de 25 anos com as suas escolas parceiras, mas que até então era essencialmente complementar à sua atividade principal: as Aulas-Concerto. Há que dar a conhecer esta opção de trabalho que se concretiza dentro da sala de aula, contornando o problema operacional e financeiro que as escolas sentem para as saídas de campo. A formação aqui proposta vira-se para a dinamização neste domínio. Esta descentralização pelos Centros de Formação dos Agrupamentos de Escolas representativos de todas as NUTS III do território continental pretende sensibilizar os profissionais da educação para a importância de proporcionar aos seus alunos a experiência da música ao vivo, através do exemplo da atividade da Orquestra Sinfónica de Lisboa no domínio da música de câmara dentro do espaço-escola, esperando que a formação permita a consciencialização da importância destas vivências na idade certa.
Objetivos
Para além do objetivo geral de partilha, reflexão e simulação de processos e estratégias de trabalho para as valências do Pré-Escolar e do Ensino Básico no domínio da Sensibilização para a Música Erudita, estabelecem-se os seguintes objetivos específicos: (1) apresentar formas de estruturação de estratégias de trabalho nos vértices da audição, interpretação e criação, como pontos-chave para uma educação musical plena, a pretexto da exploração dos repertórios construídos para este fim; (2) garantir uma apropriação dos impactos da Audição Musical Ativa e Participada no âmbito do desenvolvimento de competências para a compreensão musical da criança; (3) partilhar ferramentas de trabalho consistentes para a exploração de repertórios ricos de conteúdo e para a construção autónoma de abordagens paralelas por parte dos profissionais da educação.
Conteúdos
A ação de formação de curta duração proposta diferencia-se por apresentar ao vivo o repertório do Quinteto de Cordas da Orquestra Sinfónica de Lisboa. Os formandos presentes compreenderão através da experiência ao vivo, aquilo que nunca um projeto escrito proporcionará, por muito que se muna de registos audiovisuais.
Metodologias
Serão 4 horas frutíferas - 2 horas de contexto teórico, onde se explica de forma académica e fundamentada os benefícios da Audição Musical Participada do ponto de vista das aprendizagens significativas, comparativamente a abordagens tradicionais + 2 horas de prática simulada, onde se desenvolvem atividades contributivas para a compreensão da estrutura de uma peça musical como um objeto artístico uno e lógico - que terminarão com a apresentação da Aula-Concerto do Quinteto de Cordas.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 339C18/A4 Inscrições abertas até 29 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133212/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 12 de Outubro de 2026
Fim: 18 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Online / Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça
Formador
Andrea Isabel Pereira César Osório
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Esta oficina destina-se a educadores e professores do ensino básico, secundário e profissional, com o objetivo de capacitar para a integração da Inteligência Artificial (IA) nos recursos educativos digitais, promovendo inovação e eficácia pedagógica numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.
Objetivos
- Compreender os fundamentos da IA e a sua aplicação na educação. - Identificar ferramentas e tecnologias de IA aplicáveis ao ensino. - Desenvolver competências práticas para criar recursos personalizados com IA. - Avaliar os desafios e as implicações éticas da IA no contexto educativo. - Conceber e implementar em contexto de sala de aula e na dimensão profissional, atividades e projetos que integrem IA nos recursos educativos.
Conteúdos
Módulo 1: Introdução à IA na Educação (3h online síncronas) Conceitos e evolução da IA. Exemplos de aplicação da IA na aprendizagem. Ética e Desafios: Privacidade e ética. Impactos na relação professor-aluno. Módulo 2: Ferramentas de IA em Recursos Educativos (3h online síncronas + 3 h presenciais) Plataformas e softwares educativos Integração de chatbots e análise de dados. Módulo 3: Desenvolvimento de Recursos com IA (3h presenciais) Conceção, planificação de conteúdos personalizados. Design de experiências de aprendizagem interativas. Módulo 4: Apresentação e discussão, em grande, grupo do Projeto Prático de implementação da IA em contexto de sala de aula. Avaliação final da Ação. (3 horas online síncronas)
Metodologias
As sessões presenciais serão desenvolvidas numa perspetiva teórica- prática. Para cada sessão serão disponibilizados: Documentação e recursos específicos, bem como propostas de aplicabilidade e experimentação, tanto individualmente como em grupo. Será ainda promovida a partilha de experiências e conhecimentos.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com oRegulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação decada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais enão presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos/tarefas realizadas nas sessões (35%) -Trabalho de aplicação de conteúdos - Projeto Prático (45%) - Reflexão final crítica acerca dos conteúdos e atividades desenvolvidos bem no impacto do mesmo na sua prática letiva e nas aprendizagens dos alunos (20%)
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Orientações Éticas para Educadores sobre a Utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem (2022). Comissão Europeia. Oliveira, L. e Pinto, M. (2023). A Inteligência Artificial na Educação - ameaças e oportunidades para o ensino-aprendizagem. Escola Superior de Media Artes e Design. Politécnico do Porto. Plano de ação para a implementação da Inteligência Artificial nas escolas (2024). Disponível em: https://bibliotubers.com/plano-de-acao-para-a-implementacao-da-57271. foBIA. Guia para a IA generativa na educação e na pesquisa (2024). UNESCO.
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 02-11-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 23-11-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ref. 266C101/A1 Inscrições abertas até 28 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132701/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 15 de Outubro de 2026
Fim: 17 de Dezembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online/Plataformas ZOOM e MOODLE
Formador
Tatiana Luísa Pinho Fernandes Pereira
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça
Enquadramento
Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente No contexto dos programas de promoção do sucesso escolar, tem sido dado particular destaque aos programas de tutoria e mentoria, enquanto estratégia a privilegiar no âmbito da promoção do sucesso escolar e inclusão. Tratam-se de medidas devidamente enquadradas e reguladas, mas para as quais é essencial a formação de docentes nesta área, capacitando- os para uma intervenção diferenciada e diferenciadora, que reduza clivagens no acesso ao conhecimento e que desenvolva competências de autorregulação junto das nossas crianças e jovens. Para além da robustez de conhecimentos subjacentes a este tipo de medidas, importa treinar os recursos humanos das escolas para uma implementação intencional e estruturada destas medidas, com técnicas e estratégias de planificação, implementação e avaliação, validadas cientificamente.
Objetivos
Esta formação pretende: i) dotar os participantes de noções básicas relativas ao apoio tutorial e programas de mentoria ii) treinar competências específicas no que respeita à planificação, gestão e implementação de programas de apoio tutorial iii) treinar competências específicas no que respeita à planificação, gestão e implementação de programas de mentoria entre pares iv) desenvolver o espírito crítico nos participantes e a adoção de uma postura promotora da inclusão no espaço escolar
Conteúdos
Este curso focará os seguintes conteúdos: i) Inclusão em contexto escolar: princípios básicos ii) Enquadramento legal para o apoio tutorial e programas de mentoria iii) Definição de conceitos centrais no âmbito das medidas de tutoria e mentoria entre pares (princípios teóricos, intervenientes e modalidades de organização) iv) Estruturação de projetos de tutoria e mentoria v) Estratégias de promoção da autorregulação em contexto de tutoria e mentoria vi) Estudos de caso
Metodologias
Ação desenhada para uma modalidade de ensino à distância, em e-learning. - Total de 25 horas, das quais 10h são assincronas. - Para além da metodologia expositiva, prevê-se o recurso a dinâmicas de grupo, por via do recurso às salas de trabalho do zoom; estudos de caso; partilhas de boas práticas, bem como ao recurso a programas como Padlet, fomentando a aprendizagem colaborativa. - Além das sessões on-line, prevê-se o recurso a dinâmicas no âmbito do moodle do CFAE. De igual modo, poderão ser agendados momentos individuais para esclarecimento de dúvidas entre formandos e formadora, sempre que pertinente e necessário.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos desenvolvidos pelos formandos, bem como a elaboração de um trabalho final individual (em formato multimédia) por parte dos formandos. Excelente (de 9 a 10 valores) Muito Bom (de 8 a 8,9 valores) Bom (de 6,5 a 7,9 valores) Regular (de 5 a 6,4 valores) Insuficiente (de 1 a 4,9 valores) Na avaliação dos formandos serão tidos em conta três indicadores: - participação no decurso da ação, interesse demonstrado, dinâmica colaborativa (40%) - no decurso da ação serão propostas três questões-reflexão ao longo da formação (30%), - Reflexão final, versando as principais aprendizagens efetuadas e o impacto na sua formação pessoal e profissional (30%)
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
DuBois, D., Portillo, N., Rhodes, J., Silverthorn, N. & Valentine, J. (2011).How Effective Are Mentoring Programs for Youth? A Systematic Assessment of the Evidences. Psychological Science in the Public Interest. 12 (2) 57–91. Nuñez, J., Rosário, P., Vallejo, G. Gonzalez-Pienda, J. (2013). A longitudinal assessment of the effectiveness of a school- based mentoring program in middle school. Contemporary Educational Psychology (38). 11-21. Santos, L. (2012). Tutoria centrada nos processos de Auto-regulação dos alunos do 3ºciclo do Ensino Básico. Universidade do Minho – Instituto de Educação. Silva, E. & Freire, T. (2014). Programas de mentoria e promoção do desenvolvimento positivo de adolescentes. Revista Portuguesa de Educação, 27(1), pp. 157-176.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 20:15 - 21:15 | 1:00 | Online assíncrona |
| 4 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 12-11-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online assíncrona |
| 6 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 20:15 - 21:15 | 1:00 | Online assíncrona |
| 8 | 03-12-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 03-12-2026 (Quinta-feira) | 20:15 - 21:15 | 1:00 | Online assíncrona |
| 10 | 10-12-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 11 | 10-12-2026 (Quinta-feira) | 20:15 - 21:15 | 1:00 | Online assíncrona |
| 12 | 15-12-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online assíncrona |
| 13 | 17-12-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ref. 404C103/A1 Inscrições abertas até 25 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138802/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 15,0 horas
Início: 15 de Outubro de 2026
Fim: 22 de Dezembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online/Plataforma ZOOM e MOODLE
Formador
Paula da Conceição Rodrigues Ribeiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do Ensino Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Numa área em permanente evolução, marcada pela emergência de novas ferramentas, normativos e debates éticos, impõe-se uma formação contínua que permita aos professores bibliotecários manter-se atualizados, críticos e intervenientes. A biblioteca escolar, como espaço de mediação do conhecimento, tem um papel central na dinamização depráticas pedagógicas inovadoras, que potenciem o uso ético e criativo da IAGen por professores e aluno. Este curso pressupõe a criação de um ambiente de aprendizagem focado na atualização de conhecimentos,aprofundamento da prática pedagógica e reforço da atuação da biblioteca escolar no apoio à integração da IAGen.
Objetivos
1. Atualizar conhecimentos sobre ferramentas de IAGen e enquadramentos éticos e legais relevantes para o contextoeducativo; 2. Desenvolver e partilhar recursos, atividades e estratégias pedagógicas que integrem IAGen, promovendo a literaciamediática e algorítmica; 3. Reforçar o papel da biblioteca escolar como espaço formativo e colaborativo, potenciador de inovação curricular emetodológica
Conteúdos
Módulo 1 – Atualizações e enquadramento ético-pedagógico da IAGen (4h) - Novidades tecnológicas e tendências em IAGen - Referenciais nacionais e internacionais: UNESCO, UE, OCDE - Desafios éticos e oportunidades para a escola e a biblioteca escolar Módulo 2 – Criação de recursos e planificação de atividades com IAGen (6h) - Ferramentas com IAGen e sua aplicação em práticas de ensino e aprendizagem - Desenvolvimento de recursos (tutoriais, quizzes, vídeos, infografias, chatbots, guias de utilização...) - Planificação de sessões dinamizadas pela biblioteca escolar para alunos e docentes Módulo 3 – Partilha de práticas e articulação curricular (5h) - Apresentação e feedback colaborativo sobre os recursos e planos desenvolvidos - Estratégias para a articulação com docentes de diferentes áreas disciplinares - Construção de repositório partilhado de ferramentas e recursos
Metodologias
A ação combina momentos síncronos e assíncronos em ambiente e-learning, privilegiando metodologias ativas,colaborativas e práticas: - Sessões síncronas com caráter "hands-on", com exploração orientada de ferramentas de IAGen, criação de recursos e - Partilha de dinâmicas de mediação pedagógica. - Trabalho autónomo e colaborativo em ambiente assíncrono (criação de recursos e partilhas em fóruns). - Partilha de práticas entre pares, com feedback construtivo, num ambiente de coaprendizagem. - Aprendizagem baseada em projetos, com desenvolvimento de produtos utilizáveis em contexto real de biblioteca escolar.
Avaliação
Os formandos serão avaliados utilizando a escala de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais daavaliação contínua. A avaliação baseia-se na participação ativa dos formandos nas sessões síncronas e assíncronas, no cumprimento dastarefas propostas dentro dos prazos previamente estipulados e na qualidade dos trabalhos realizados. Os formandosserão avaliados pela apresentação dos trabalhos da componente autónoma, bem como através do relatório críticoindividual final. - Participação nas sessões e fóruns (20%) - Qualidade e aplicabilidade dos recursos produzidos (40%) - Apresentação e reflexão crítica sobre os produtos desenvolvidos (40%)
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Cox, A. (2024). Developing a library strategic response to artificial intelligence. International Federation of LibraryAssociations and Institutions. https://www.ifla.org/g/ai/developing-a-library-strategic-response-to-artificial-intelligence/ Comissão Europeia, Direção-Geral da Educação, da Juventude, do Desporto e da Cultura (2022). Orientações éticas paraeducadores sobre a utilização de inteligência artificial (IA) e de dados no ensino e na aprendizagem. Serviço dasPublicações da União Europeia. https://data.europa.eu/doi/10.2766/07 Pereira, S., Pinto, M., Madureira, E. (2023). Referencial de Educação para os media: educação pré- escolar, ensino básicoe ensino secundário. Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_documentos/referencial-epm-versaoatualizada- dez2023_11dez.pdf UNESCO (2024b). AI competency framework for teachers. United Nations Educational, Scientific and CulturalOrganization. https://doi.org/10.54675/ZJTE2084 UNESCO. (2024c). Guia para a IA generativa na educação e na pesquisa. Organização das Nações Unidas para aEducação, a Ciência e a Cultura. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000390241?posInSet=1&queryId=22823384-45e1-4f83-904d-2090773ab18c
Anexo(s)
INSCREVER-ME
Ref. 447A1 Inscrições abertas até 25 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141529/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 15 de Outubro de 2026
Fim: 30 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online/ZOOM
Formador
Ana Cristina Amaral Pedra Massano
Destinatários
Professores dos Grupos 100 e 110
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Aprender a ler e a escrever constitui uma das aprendizagens mais complexas e determinantes do percurso escolar. Ao contrário da linguagem oral, a sua aquisição exige o desenvolvimento de processos cognitivos específicos, que devem ser ensinados de forma explícita, sistemática e intencional. A investigação em Ciências Cognitivas, Psicologia, Linguística e Neurociências demonstra que o sucesso da aprendizagem depende da integração de competências como a consciência fonológica, o conhecimento do princípio alfabético, a descodificação, a automatização do reconhecimento de palavras, a memória de trabalho, a linguagem oral, o vocabulário e a compreensão. A compreensão destes mecanismos é essencial para que os docentes compreendam os processos envolvidos e identifiquem precocemente as dificuldades dos alunos. No sistema alfabético do português, aprender a ler e a escrever implica compreender as relações entre os sons da fala e a sua representação gráfica, exigindo um ensino estruturado e progressivo. A ausência desta consolidação compromete o desenvolvimento da literacia e o acesso ao currículo. Apesar dos avanços, continuam a verificar-se elevados índices de alunos com dificuldades na leitura e na escrita, muitas vezes decorrentes da dificuldade em identificar precocemente os obstáculos à aprendizagem e em implementar estratégias pedagógicas adequadas às necessidades de cada aluno. Esta ação pretende aprofundar o conhecimento dos mecanismos cognitivos da aprendizagem da leitura e da escrita, capacitando os docentes para reconhecer sinais de alerta, selecionar estratégias de intervenção fundamentadas e adequar as suas práticas pedagógicas e favorecer a intervenção preventiva.
Objetivos
Compreender os processos envolvidos na aprendizagem da leitura e da escrita, a sua complexidade e os fatores que influenciam o seu desenvolvimento da nas primeiras etapas da escolaridade. Aprofundar o conhecimento dos fundamentos que sustentam a aquisição da leitura e da escrita, com base em Vigotsky, Piaget e Emília Ferreiro, entre outros. Desenvolver competências para a implementação de estratégias pedagógicas fundamentadas, eficazes e ajustadas às diferentes fases do processo de alfabetização. Analisar criticamente práticas educativas e evidências científicas no domínio da didática da leitura e da escrita, identificar fatores facilitadores e possíveis dificuldades. Conceber, implementar e avaliar atividades didáticas promotoras do desenvolvimento das competências de leitura e escrita, respeitando os diferentes níveis de aprendizagem dos alunos, tendo em vista a melhoria contínua das aprendizagens Reforçar a articulação entre Pré-Escolar e o 1.º CEB e a construção de percursos de aprendizagem coerentes e potenciadores do sucesso educativo.
Conteúdos
a) As representações das crianças acerca da linguagem escrita, antes de saber ler e escrever; (2h+1h) b) Conceções precoces sobre a linguagem escrita nas crianças em idade escolar; (3h+1h) c) Interação entre a linguagem oral e escrita; (2h+1h) d) Compreender a complexidade da aprendizagem da leitura e da escrita no sistema alfabético português.; (2h+1h) e) Ambientes potencializadores da aprendizagem da linguagem escrita; (1h+1h) f) Aprendizagem da linguagem escrita em contextos funcionais e significativos; (1h+1h) g) A intencionalidade do ensino da leitura e escrita; (3h) h) Competências fonológicas e a aprendizagem da leitura e escrita; (2h) i) O ensino da leitura e da escrita: fundamentos psicopedagógicos. (2h+1h)
Metodologias
A metodologia privilegiará a aprendizagem ativa, a reflexão crítica promovendo a articulação entre teoria e prática. A construção de práticas pedagógicas inovadoras e contextualizadas terá uma forte componente prática e formativa, centrada no trabalho de sala de aula e nas necessidades dos docentes. Os formandos serão desafiados a planificar, implementar e experimentar estratégias e atividades pedagógicas em contexto educativo, favorecendo a transferência das aprendizagens para a prática profissional. Haverá partilha, análise e reflexão crítica conjunta, incentivando o trabalho colaborativo, a construção partilhada do conhecimento e o desenvolvimento profissional dos participantes. As plataformas ZOOM e o MOODLE suportarão a disponibilização de recursos e materiais, tal como o processo de monitorização e acompanhamento do trabalho desenvolvido, pelo formador através de fóruns, mensagens, submissão de tarefas e feedback formativo contínuo, para a melhoria das práticas pedagógicas.
Avaliação
A avaliação dos formandos é contínua, formativa e contextualizada, articulando-se com os objetivos, conteúdos e metodologias da ação. Valoriza o envolvimento, a participação ativa, a reflexão crítica e a aplicação das aprendizagens à prática educativa. Os critérios de avaliação distribuem-se por: Participação e envolvimento na formação (40%), considerando assiduidade, pontualidade, participação nas sessões e fóruns, colaboração, autonomia e iniciativa; Trabalhos de aplicação prática (40%), avaliando a qualidade científica e pedagógica, a adequação das estratégias, a aplicação dos conteúdos, a reflexão crítica e a fundamentação das propostas; Relatório/reflexão individual (20%). A avaliação baseia-se na participação, atividades, trabalhos práticos e reflexão final. A classificação é expressa de 1 a 10 valores, convertida na escala qualitativa prevista no Estatuto da Carreira Docente. A certificação exige frequência mínima de dois terços da carga horária da ação.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
1. Carvalho, Anabela da Cruz, (2023). A Aprendizagem da Leitura, processos cognitivos-avaliação e intervenção;2. Filomena Elaine Paiva Assolini. (2024).Professores, Leitura E Escrita3. BATISTA, Antônio Augusto Gomes. (2012). Alfabetização, leitura e ensino de Português: desafios e perspetivas curriculares. Revista Contemporânea de Educação - Faculdade de Educação v. 6, n. 12, 2011. Disponível em: http://www.revistacontemporanea.fe.ufrj.br/index.php/contemporanea/article/view/1400 Acesso em jul, 2012.4. Direção Geral de Educação (DGE). Aprendizagem da Leitura e da Escrita5. Rodrigues, S.V. (2011). O ensino da escrita como projeto Interdisciplinar. In Isabel Margarida Duarte&Olívia Figueiredo (org.) , Português, Língua em Ensino. Porto: Reitoria da Universidade do Porto. Pp.107-120. ISBN 978-989-8265-72-2
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 16-10-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 19:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 3 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 19:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 5 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 19:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 8 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 16-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 10 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 19:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 11 | 20-11-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 12 | 23-11-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 13 | 27-11-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 14 | 30-11-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 19:30 | 1:00 | Online assíncrona |
INSCREVER-ME
Ref. 453C102/A1 Inscrições abertas até 30 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1511/2025
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 16 de Outubro de 2026
Fim: 16 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro /CFAECAN
Formador
Tatiana Luísa Pinho Fernandes Pereira
Destinatários
Técnico Superior - Psicólogo; Técnico Superior - Outro: Educadora Social, em exercício nos serviços do SPO dos AE.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A promoção do sucesso educativo assume um papel central nas políticas e estratégias de intervenção de todos os Agrupamentos de Escolas/EnA, onde os programas de tutoria e mentoria, enquanto estratégia a privilegiar no âmbito da promoção do sucesso escolar e inclusão, assume um papel de destaque. Os programas de tutoria e mentoria, enquanto estratégia complementar a outros programas e processos em desenvolvimento nas Escolas, assumem um papel decisivo no âmbito da promoção do sucesso escolar e inclusão. Tratam-se de medidas devidamente enquadradas e reguladas, onde é essencial, para além da formação de docentes, a formação de técnicos Superiores nesta área, capacitando-os para uma intervenção diferenciada e diferenciadora tanto individualmente, como em colaboração com os docentes e outros profissionais, que reduza clivagens no acesso ao conhecimento e que desenvolva competências de autorregulação junto das nossas crianças e jovens. Para além da robustez de conhecimentos subjacentes a este tipo de medidas, importa treinar os recursos humanos das escolas para uma implementação intencional e estruturada destas medidas, com técnicas e estratégias de planificação, implementação e avaliação, validadas cientificamente.
Objetivos
Esta formação pretende: 1. Dotar os participantes de noções básicas relativas ao apoio tutorial e programas de mentoria; 2. Treinar competências específicas no que respeita à planificação, gestão e implementação de programas de apoio tutorial; 3. Treinar competências específicas no que respeita à planificação, gestão e implementação de programas de mentoria entre pares; 4. Desenvolver o espírito crítico nos participantes e a adoção de uma postura promotora da inclusão no espaço escolar.
Conteúdos
Este curso focará os seguintes conteúdos: 1. Inclusão em contexto escolar: princípios básicos; 2. Enquadramento legal para o apoio tutorial e programas de mentoria; 3. Definição de conceitos centrais no âmbito das medidas de tutoria e mentoria entre pares (princípios teóricos, intervenientes e modalidades de organização); 4. Estruturação de projetos de tutoria e mentoria; 5. Estratégias de promoção da autorregulação em contexto de tutoria e mentoria; 6. Estudos de caso.
Metodologias
O curso de 25 horas está desenhado para ser desenvolvido em regime b-learning, com sessões presenciais, online síncronas e online assíncronas. Para além da metodologia expositiva, prevê-se: o recurso a dinâmicas de grupo, por via do recurso às salas de trabalho do Zoom; estudos de caso; partilhas de boas práticas, bem como ao recurso a programas como Padlet, fomentando a aprendizagem colaborativa.
Avaliação
Na avaliação dos formandos serão tidos em conta três indicadores: - Participação no decurso da ação, interesse demonstrado e dinâmica colaborativa (40%); - Três questões-reflexão propostas ao longo da formação (30%); - Reflexão final, versando as principais aprendizagens efetuadas e o impacto na sua formação pessoal e profissional (30%).
Modelo
Avaliação da ação é efetuada através de: - Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação; - Relatório final do formador; - Relatório final da entidade formadora.
Bibliografia
DuBois, D., Portillo, N., Rhodes, J., Silverthorn, N. Valentine, J. (2011). How Effective Are Mentoring Programs for Youth? A Systematic Assessment of the Evidences. Psychological Science in the Public Interest. 12 (2) 57–91. Nuñez, J., Rosário, P., Vallejo, G. Gonzalez-Pienda, J. (2013). A longitudinal assessment of the effectiveness of a school- based mentoring program in middle school. Contemporary Educational Psychology (38). 11-21. Santos, L. (2012). Tutoria centrada nos processos de Auto-regulação dos alunos do 3ºciclo do Ensino Básico. Universidade do Minho – Instituto de Educação.Silva, E. Freire, T. (2014). Programas de mentoria e promoção do desenvolvimento positivo de adolescentes. Revista Portuguesa de Educação, 27(1), pp. 157-176.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 20:30 - 21:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 6 | 27-11-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 27-11-2026 (Sexta-feira) | 19:30 - 20:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 8 | 04-12-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 04-12-2026 (Sexta-feira) | 19:30 - 20:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 10 | 11-12-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 11 | 15-12-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 12 | 16-12-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
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Ref. 443A3 Inscrições abertas até 28 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAECAN/ACD - 443/26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 19 de Outubro de 2026
Fim: 31 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro /CFAECAN
Formador
Maria João Infante Serrado
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e do Ensino Secundário.
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
“A avaliação é um elemento essencial e incontornável do processo de ensino e aprendizagem.” (Abrantes, 2002) “Através dela, os alunos, os professores e demais intervenientes educativos habilitam a sua intervenção para ajudar os alunos a aprenderem melhor, com mais compreensão e profundidade.” (Fernandes, 2020) No contexto da atual política educativa, tutelada pelo Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), reconhece-se inequivocamente que a avaliação não pode ser encarada como um processo isolado ou desligado do currículo, do desenvolvimento curricular, nem, sobretudo, do processo de aprendizagem dos alunos. As conceções e práticas de avaliação estão intimamente associadas às conceções curriculares e, concomitantemente, às conceções que se sustentam acerca do ensino e da aprendizagem. Consequentemente o entendimento que temos da educação, em geral, assim como da aprendizagem e do ensino, em particular, influenciam fortemente a forma como avaliamos as aprendizagens. Por conseguinte, impõe-se que a escola (re)pense as suas práticas de avaliação pedagógica, reconhecendo-as não apenas como instrumentos de certificação das aprendizagens, mas sobretudo como dispositivos pedagógicos com um papel determinante na promoção, monitorização e melhoria do processo de ensino/aprendizagem. Neste sentido, a avaliação formativa assume-se como um elemento central da ação educativa, na medida em que apoia a autorregulação das aprendizagens, orienta as decisões de ensino, fornece feedback relevante e contribui para a concretização do princípio da igualdade de oportunidades no acesso ao sucesso educativo. Nesta perspetiva, a classificação representa apenas um momento da avaliação; já a avaliação pedagógica, particularmente na sua dimensão formativa, assume-se como um processo contínuo de regulação das aprendizagens, cujo propósito primeiro não é atribuir uma nota, mas promover a aprendizagem efetiva de cada aluno e o desenvolvimento das competências previstas no PASEO.
Objetivos
a) Compreender os fundamentos conceptuais da avaliação pedagógica no quadro das atuais orientações curriculares e da política educativa portuguesa. b) Distinguir as finalidades da avaliação formativa e da avaliação sumativa, reconhecendo o papel da classificação como uma das dimensões do processo avaliativo. c) Relacionar currículo, ensino, aprendizagem e avaliação, reconhecendo a sua natureza integrada e interdependente. d) Analisar o contributo da avaliação formativa para a regulação das aprendizagens, para a autorregulação dos alunos e para a melhoria das práticas de ensino. e) Identificar características de critérios de avaliação orientados para a aprendizagem e para o desenvolvimento das competências previstas no PASEO. f) Conceber critérios de tarefa claros, transparentes e alinhados com as aprendizagens essenciais e os objetivos curriculares. g) Construir rubricas de avaliação com níveis de desempenho descritos de forma objetiva e progressiva. h) Refletir criticamente sobre a utilização de critérios e rubricas como instrumentos de feedback, monitorização e melhoria das aprendizagens.
Conteúdos
a) Avaliação pedagógica e aprendizagem: evolução dos paradigmas da avaliação. b) Natureza e fundamentos da avaliação: clarificação concetual, terminológica e processual. c) Práticas de avaliação pedagógica (formativa e sumativa): feedback; critérios de avaliação; níveis de desempenho; processos e instrumentos de recolha de informação. d) Sistemas de avaliação e sistemas de classificação: da avaliação pedagógica à atribuição de uma classificação
Metodologias
Sessão 1 - Exposição dialogada e problematização teórica. - Análise de exemplos e estudos de caso. - Discussão em pequenos grupos. Sessão 2 - Trabalho colaborativo de construção de instrumentos de avaliação. - Apresentação e reflexão crítica sobre os produtos elaborados.
Modelo
Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Ministério da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República, 1.ª série, n.º 129. https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/55-2018-115652962 Abrantes, P. (2002). Avaliação das aprendizagens: Das conceções às práticas. Ministério da Educação. Departamento da Educação Básica. Fernandes, D. (2020). Avaliar para aprender: Fundamentos, práticas e políticas. Editora UNESP. Black, P., & Wiliam, D. (1998). Assessment and classroom learning. Assessment in Education: Principles, Policy & Practice, 5(1), 7–74. https://doi.org/10.1080/0969595980050102 Wiliam, D. (2011). Embedded formative assessment. Solution Tree Press.
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Ref. 468/A1 Inscrições abertas até 9 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131579/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 21 de Outubro de 2026
Fim: 16 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Online/Sala Formação CFAECAN
Formador
Maria João Correia Lima
Ana Margarida Martins Nunes
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Ciências Naturais, Biologia e Geologia, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover a familiarização dos professores com as propostas de atividades práticas/experimentais que constam dos documentos curriculares, de forma que reconheçam as suas reais potencialidades no âmbito do ensino das ciências; Incentivar a reflexão sobre o papel essencial do professor na formação de cidadãos críticos e ativos na sociedade; Promover a abordagem holística de problemas e desafios socioambientais.
Conteúdos
Módulo (M)1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares: (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/desenvolvimento de competências digitais dos alunos) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos M2 - Genética e intervenção biotecnológica (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: manipulação da fertilidade, controlo de natalidade das populações humanas e resolução de problemas de infertilidade - processos biotecnológicos natureza e carácter hereditário dos genes, a sua regulação e alteração, com implicações na qualidade de vida dos indivíduos e da biodiversidade genes como património evolutivo das espécies e como campo de intervenção biotecnológica Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática M3: Saúde e Alterações climáticas (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos à temática: pandemia e alterações climáticas - conceitos pandemias relacionadas com alterações climáticas fatores de risco evidências científicas ações para a redução dos riscos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática Elaboração de projeto de intervenção na comunidade para promover a saúde e reduzir os riscos das alterações climáticas M4 Recursos Geológicos e Sustentabilidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: relação entre dinâmica litosférica e mudanças climáticas atividades antropogénicas e mudanças ambientais exploração de recursos geológicos através de tecnologias específicas contaminação de recursos geológicos e possíveis cenários de futuro, como consequência do aquecimento global e de mudanças ambientais Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M5 Biodiversidade e Geodiversidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: conceitos básicos de biodiversidade e geodiversidade: definição, importância, níveis de organização, ameaças e estratégias de conservação áreas importantes para a conservação a nível nacional - identificação geodiversidade na sustentação da biodiversidade impactos da perda de biodiversidade e da geodiversidade Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas, de campo e experimentais Elaboração de projeto de educação ambiental. Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos
Metodologias
O curso é constituído por 6 módulos (2 obrigatórios e 4 opcionais) Módulo 1 e Módulo Final Obrigatórios e presenciais. O módulo ministrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo. Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGECURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfOrganização Mundial da Saúde (OMS) disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/climate-change-and-healthPainel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) disponível em: https://www.ipcc.ch/
Anexo(s)
Observações
A data de início e de fim da ação são apenas indicativas. A calendarização definitiva será definida posteriormente pelo(a) Formador(a).
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:45 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 02-12-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 09-12-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 16-12-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:45 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 446A2 Inscrições abertas até 16 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141505/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 27 de Outubro de 2026
Fim: 19 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Online / Escola Secundária D. Inês de Castro
Formador
Natacha Alexandra Moreira Bacalhau
Destinatários
Professores dos grupos 110 e 120
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 110 e 120. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 110 e 120.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A ação surge da urgência em aumentar o nível de literacia do oceano de professores e alunos e permite ultrapassar lacunas e barreiras - falta de formação e de recursos - que impedem a inclusão dos temas do oceano no ensino. Permite dotar os professores com conhecimentos, motivação e ferramentas para, de forma flexível, trabalharem os temas do oceano no currículo do 1º ciclo. Facilita também abordagens interdisciplinares e transversais em domínios de autonomia curricular e a flexibilização do currículo, e em linha com as Estratégias Nacionais da Educação para a Cidadania e de Educação Ambiental.
Objetivos
Espera-se que no final desta ação os formandos consigam: - Compreender a importância de formar uma geração conhecedora, consciente e responsável em relação ao oceano e que valorizará a sua importância para o desenvolvimento de Portugal e para a sustentabilidade do planeta; - Aumentar a motivação e capacidade para incluir os temas do oceano nas aprendizagens essenciais do 1º ciclo e na criação de nos domínios de autonomia curricular com esta temática; - Compreender a complexidade da nossa relação com o oceano e a importância dos ecossistemas e biodiversidade marinhos para a sustentabilidade do planeta e descarbonização da economia; - Identificar os impactos da humanidade no oceano e comportamentos que permitirão agir em prol da sustentabilidade do planeta.
Conteúdos
Distribuição dos conteúdos pela carga horária e pelas diversas tarefas. A oficina de formação será estruturada em sessões online, síncronas (6H), assíncronas (4H), e duas sessões presenciais (5H). Decorrerá alternando momentos de discussão conceptual e de trabalho autónomo ou cooperativo de formulação de propostas e de materiais didáticos a utilizar posteriormente pelos formandos nas suas próprias aulas. A formação deverá ser ministrada com a seguinte ordem de temas e sessões (conjuntas síncronas - S; A distância assíncrona - @D; Presenciais- P).: 1 S,120 min Introdução ao funcionamento da plataforma Como é o oceano? - Geografia e topografia subaquática; características F.Q. 2 - @D, 170 min Como é o oceano? - Biodiversidade e Ecossistemas marinhos 3 - S, 120 min Como é o oceano? Biodiversidade e Ecossistemas marinhos (conclusão) Porque é importante o oceano? TRABALHO AUTÓNOMO (5H) 4 - @D, 130 min Porque é importante o oceano? Quanto vale o oceano? Quem é o dono do oceano? Porque é especial o mar de Portugal? TRABALHO AUTÓNOMO (5H) 5 - S, 120 min Porque é importante o oceano? Quanto vale o oceano? Como influenciou o oceano a humanidade? Quem é o dono do oceano? Porque é especial o mar de Portugal? TRABALHO AUTÓNOMO (5H) 6 - P, 150 min Como se protege o oceano? O que há por descobrir no oceano? Apresentações de trabalhos e partilha de boas práticas pelos formandos, discussão dos formandos. Avaliação dos trabalhos dos formandos 7 - P, 150 min Apresentações de trabalhos e partilha de boas práticas pelos formandos, discussão dos formandos. Avaliação dos trabalhos dos formandos e de conteúdos através de questionário.
Metodologias
Presencial: Blended learning, com abordagem expositiva, interrogativa e ativa; inquiry based learning, dinâmicas de grupo, discussão conceptual. O trabalho conjunto inclui 6H de sessões síncronas de aprendizagem de temas, discussão de problemas e estratégias de aplicação; 4H assíncronas de consolidação ou abordagem prévia interativa de temas; 5H presenciais de discussão da prática, dificuldades e sugestões. Após 3 sessões conjuntas inicia-se o trabalho autónomo com alunos (15H), que permitirá consolidar conteúdos e metodologias, criar planificações e dinamizar atividades. Será partilhada e discutida na plataforma entre formandos e formadores e presencialmente, identificando aspetos a melhorar e novas estratégias de aplicação que aumentem a sua eficácia. Trabalho Autónomo: Após 3 sessões conjuntas (cf. Conteúdos da ação) inicia-se o trabalho autónomo com alunos (15H), que permitirá consolidar conteúdos e metodologias, criar planificações e dinamizar atividades. Será partilhada e discutida na plataforma entre formandos e formadores e presencialmente, identificando aspetos a melhorar e novas estratégias de aplicação que aumentem a sua eficácia.
Avaliação
A avaliação será realizada formativamente, através de feedback e da autoavaliação. Serão aplicadas grelhas de avaliação com níveis de desempenho. O trabalho presencial e a distância terão uma ponderação de 40% e serão considerados os seguintes parâmetros: i) participação/colaboração; ii) questionário final. O trabalho autónomo terá uma ponderação de 60%. Os trabalhos partilhados no e-portefólio poderão ser votados através de poll, por todos os formandos, contribuindo para a avaliação final. Será fornecido feedback oral durante as sessões presenciais e feedback escrito aos e-portefólios dos formandos. Em consonância com o Regulamento do CCPFC, de 9 de maio de 2016, a todos os formandos que completem a ação será atribuída uma classificação de acordo com a seguintes escala: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular - de 5 a 6,4 valores; Insuficiente - de 1 a 4,9 valores.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
European Commission, 2020. Mission Starfish 2030: Restore our Ocean and Waters. Report of the Mission Board Healthy Oceans, Seas, Coastal and Inland Waters.Fundação Oceano Azul, 2020. Oceano - educar para uma geração azul. Estratégias para integrar a literacia do oceano na educação para a cidadania e no projeto de autonomia e flexibilidade curricular. 3ª Ed.UNESCO. 2022. A New Blue Curriculum. Toolkit for Policy-makers. IOC Manuals and Guides, 90. Paris.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 19:50 | 1:50 | Online assíncrona |
| 3 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 20-11-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:10 | 2:10 | Online assíncrona |
| 5 | 24-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 19-12-2026 (Sábado) | 10:00 - 12:30 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 19-12-2026 (Sábado) | 14:00 - 16:30 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 440/A1 Inscrições abertas até 28 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAECAN/ACD - 440/26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 5 de Novembro de 2026
Fim: 5 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online/Plataforma ZOOM
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A evolução da Inteligência Artificial (IA) está a transformar profundamente as plataformas digitais utilizadas pelos professores, tornando-as mais inteligentes, eficientes e centradas na aprendizagem. Ferramentas já conhecidas no contexto educativo, como o Padlet, o Wayground (anteriormente Quizizz) e o Edcafe, incorporam atualmente funcionalidades de IA que simplificam a criação de recursos, promovem a personalização do ensino e potenciam metodologias ativas. O Padlet evoluiu para um ambiente colaborativo que integra funcionalidades de IA para gerar conteúdos, organizar informação, criar imagens, moderar publicações e apoiar a construção coletiva do conhecimento. O Wayground transformou a forma como os professores criam atividades de avaliação, permitindo gerar automaticamente questionários, adaptar níveis de dificuldade, analisar resultados e fornecer feedback com o apoio da IA. Já o Edcafe constitui uma plataforma inovadora que utiliza Inteligência Artificial para criar planos de aula, atividades, apresentações, recursos didáticos, chatbots educativos e assistentes personalizados, reunindo num único espaço diversas ferramentas de apoio ao trabalho docente. Esta ação pretende proporcionar uma exploração prática destas três plataformas, demonstrando como as novas funcionalidades de IA podem contribuir para aumentar a criatividade, a eficiência e a qualidade das práticas pedagógicas, promovendo simultaneamente uma utilização crítica, ética e responsável da Inteligência Artificial na educação.
Objetivos
- Conhecer as principais funcionalidades de Inteligência Artificial disponíveis no Padlet, Wayground e Edcafe. - Criar recursos educativos utilizando as capacidades de IA integradas nas diferentes plataformas. - Explorar estratégias para integrar estas ferramentas em diferentes áreas curriculares e níveis de ensino. - Desenvolver metodologias ativas que promovam a participação, a colaboração e a diferenciação pedagógica. - Compreender as potencialidades e limitações da Inteligência Artificial aplicada às plataformas educativas. - Refletir sobre os aspetos éticos associados à utilização da IA no contexto escolar. - Promover uma utilização crítica, criativa e responsável das ferramentas digitais potenciadas por Inteligência Artificial.
Conteúdos
Padlet com IA: colaboração inteligente Geração de textos, imagens e ideias com recurso à IA. Organização automática de conteúdos e moderação inteligente. Criação de murais colaborativos para aprendizagem ativa. Estratégias pedagógicas: brainstorming, portefólios digitais, aprendizagem baseada em projetos e trabalho colaborativo. Wayground: avaliação com IA Criação automática de quizzes, questões e atividades. Geração de avaliações diferenciadas através da IA. Análise automática de resultados e identificação de dificuldades de aprendizagem. Utilização da plataforma na avaliação formativa, revisão de conteúdos e gamificação. Edcafe: o assistente pedagógico com IA Criação automática de planos de aula, apresentações e recursos educativos. Geração de atividades, fichas de trabalho, rubricas e materiais de apoio. Criação de chatbots educativos e assistentes personalizados. Integração do Edcafe no planeamento, ensino e avaliação. Contexto Prático e Metodológico Exploração orientada das três plataformas através da criação de recursos educativos aplicáveis à prática letiva. Desenvolvimento de propostas pedagógicas utilizando as diferentes ferramentas. Questões Éticas e Reflexão Crítica Privacidade e proteção de dados nas plataformas potenciadas por IA. Fiabilidade e validação dos conteúdos gerados pela Inteligência Artificial. O papel do professor enquanto mediador, orientador e garante de uma utilização ética, crítica e responsável da IA na educação.
Metodologias
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação.
Modelo
Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
European Commission. (2022). Ethical guidelines on the use of artificial intelligence (AI) and data in teaching and learning for educators. Publications Office of the European Union. Holmes, W., Bialik, M., & Fadel, C. (2019). Artificial intelligence in education: Promises and implications for teaching and learning. Center for Curriculum Redesign. Luckin, R. (2018). Machine learning and human intelligence: The future of education for the 21st century. UCL IOE Press. Edcafe. (n.d.). Edcafe AI. https://www.edcafe.ai/ Ministério da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Ministério da Educação. Padlet. (n.d.). Padlet. https://padlet.com/ UNESCO. (2021). Recommendation on the Ethics of Artificial Intelligence. UNESCO. UNESCO. (2023). Guidance for generative AI in education and research. UNESCO. Wayground. (n.d.). Wayground. https://wayground.com/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ref. 4441 Inscrições abertas até 25 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAECAN/ACD - 444/26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 26 de Novembro de 2026
Fim: 27 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: Online/Plataforma ZOOM
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A Inteligência Artificial está a transformar rapidamente o panorama das plataformas educativas, disponibilizando aos professores ferramentas cada vez mais inteligentes, intuitivas e centradas na aprendizagem. Entre as soluções que mais se destacam encontram-se o Curipod, o Chalkie e o Brisk Teaching, plataformas concebidas para simplificar o trabalho docente, enriquecer as experiências de aprendizagem e potenciar metodologias mais ativas e personalizadas. O Curipod permite criar apresentações e aulas interativas com recurso à Inteligência Artificial, gerando automaticamente atividades, questões, debates e momentos de participação dos alunos. O Chalkie funciona como um assistente pedagógico inteligente, apoiando os professores na criação de planificações, recursos didáticos, atividades e estratégias de diferenciação. Já o Brisk Teaching integra-se diretamente nas ferramentas Google, oferecendo apoio na elaboração de materiais, feedback personalizado, adaptação de textos e avaliação, recorrendo à IA de forma simples e eficiente. Esta ação propõe uma exploração prática e reflexiva destas três plataformas, evidenciando o seu potencial para apoiar o trabalho dos professores, promover aprendizagens mais significativas e integrar a Inteligência Artificial de forma crítica, ética e pedagogicamente fundamentada.
Objetivos
• Conhecer as principais funcionalidades do Curipod, Chalkie e Brisk Teaching. • Criar recursos educativos recorrendo às capacidades de Inteligência Artificial integradas nas diferentes plataformas. • Explorar estratégias para integrar estas ferramentas no planeamento, desenvolvimento e avaliação das aprendizagens. • Promover metodologias ativas, diferenciadas e centradas nos alunos através da utilização da IA. • Refletir sobre os benefícios, limitações e implicações éticas da utilização da Inteligência Artificial em contexto educativo. • Promover uma utilização crítica, criativa e responsável da IA nas práticas pedagógicas.
Conteúdos
Curipod: Aulas interativas com Inteligência Artificial • Criação automática de apresentações, atividades e momentos de interação. • Geração de questões, debates, sondagens e tarefas adaptadas aos objetivos da aula. • Estratégias para promover a participação ativa e o envolvimento dos alunos. Chalkie: O assistente pedagógico inteligente • Criação de planificações, recursos didáticos e atividades com apoio da IA. • Desenvolvimento de estratégias de diferenciação pedagógica e personalização da aprendizagem. • Utilização da plataforma na preparação e organização do trabalho docente. Brisk Teaching: IA integrada no ecossistema Google
Metodologias
• Geração de feedback personalizado para os alunos. • Adaptação de textos e criação de recursos educativos diretamente no Google Docs, Slides e Classroom. • Utilização da IA para apoiar a avaliação, a diferenciação pedagógica e a produtividade do professor. Contexto Prático e Metodológico • Exploração orientada das três plataformas através da criação de recursos aplicáveis à prática letiva. • Partilha de experiências e análise de cenários de utilização em diferentes disciplinas e níveis de ensino. Questões Éticas e Reflexão Crítica • Privacidade e proteção dos dados na utilização de plataformas com Inteligência Artificial. • Fiabilidade, validação e supervisão dos conteúdos gerados pela IA. • O papel do professor enquanto mediador, orientador e garante de uma utilização ética, crítica e responsável da Inteligência Artificial na educação.
Modelo
Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos
Anexo(s)
Observações
Brisk Teaching. (n.d.). Brisk Teaching. Consultado em 18 de julho de 2026, em https://www.briskteaching.com/ Chalkie. (n.d.). Chalkie AI. Consultado em 18 de julho de 2026, em https://www.chalkie.ai/ Curipod. (n.d.). Curipod. Consultado em 18 de julho de 2026, em https://curipod.com/ European Commission. (2022). Ethical guidelines on the use of artificial intelligence (AI) and data in teaching and learning for educators. Publications Office of the European Union. Holmes, W., Bialik, M., & Fadel, C. (2019). Artificial intelligence in education: Promises and implications for teaching and learning. Center for Curriculum Redesign. Luckin, R. (2018). Machine learning and human intelligence: The future of education for the 21st century. UCL IOE Press. Ministério da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Ministério da Educação. UNESCO. (2023). Guidance for generative AI in education and research. UNESCO. UNESCO. (2021). Recommendation on the Ethics of Artificial Intelligence. UNESCO.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ref. 415C97/A1 Inscrições abertas até 28 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD 27-2025-2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 2 de Dezembro de 2026
Fim: 22 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Alcobaça, local a definir
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Professores do 1º Ciclo;Professores da Educação Especial;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A metodologia Learning Through Play tem sido amplamente reconhecida como uma abordagem pedagógica eficaz para promover aprendizagens significativas, o desenvolvimento de competências socioeconómicas, cognitivas, motoras e a criatividade nas crianças. Estudos demonstram que o brincar estruturado, ou mesmo o brincar livre orientado, favorece o desenvolvimento ativo dos alunos no processo de aprendizagem, tornando-o mais motivador e adequado às suas necessidades e características individuas. Esta abordagem pedagógica permite que as crianças explorem, experimentem e reflitam, potenciando o pensamento crítico, a resolução de problemas e a colaboração. No contexto do 1º ciclo do ensino básico, onde se constroem as bases para o percurso académico e social dos alunos, o Learning Through Play revela-se particularmente revelante. Ao articular conteúdos curriculares com atividades lúdicas, os professores conseguem transformar o processo de ensino-aprendizagem num momento dinâmico, interativo e centrado no aluno. Além disso, esta metodologia está em sintonia com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, promovendo competências como a autonomia, a criatividade, a responsabilidade e a capacidade de trabalhar em equipa. Esta formação tem como objetivo dotar os professores do 1º ciclo de ferramentas práticas e de conhecimentos teóricos que os ajudem a integrar a metodologia Learning Through Play nas suas práticas pedagógicas diárias. Pretende, ainda sensibilizá-los para o papel essencial do brincar no desenvolvimento integral das crianças e na criação de contextos educativos mais ricos e inclusivos.
Objetivos
Compreender os princípios teóricos e práticos do Learning Through Play; Identificar a importância do brincar no desenvolvimento integral dos alunos; Explorar atividades práticas que permitam a integração do brincar no processo de ensino-aprendizagem; Capacitar os professores para adaptar estratégias do Learning Through Play à realidade das suas turmas
Conteúdos
SESSÃO 1 (3h) Parte Teórica (1h): Definição e fundamentos do Learning Through Play. Benefícios do brincar no desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças. Exemplos práticos de integração em disciplinas como Matemática e Português. Parte Prática (2h): Dinâmicas de grupo: desenvolvimento de atividades baseadas no brincar. SESSÃO 2 (3h) Planeamento e simulação de uma aula utilizando a metodologia Learning Through Play.
Metodologias
Sessão interativa, alternando exposição teórica com demonstração prática.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação.
Anexo(s)
Observações
LEGO Foundation.(2018). Learning Through Paly: A review of the evidence.LEGO Foundation; LEGO Foundation.(2019). Learning Through play at school: A study of playful integrated pedagogies that foster children s holistic skills developmente inthe primary schhool classroom Gray,P. (2013). Free to Learn: Why Unleashing the Instinct to Play Will Make Our Children Happier, More Self-Reliant, and Better Students for Life. Basic Books. Jensen, H., A.,Zooh, J. M., Ebraahim, H.B., Zaragoza Scherman, A., Reunamo,J., Hamre, B.K. (2019). Play facilitation: the scaience behind the art of engaging young chlidren.The LEGO Foundation,DKParker, R., Thomsen, B.S. (2019). Learning through play at Schoool-A frame work for policy and practice. Frontiers in Education Smith,J., A. (2023). Active playful learning a robust, adaptable, culturally relevant pedagogy to foster children s 21st century skills. Educational Research Press.
INSCREVER-ME
Ref. 329C100/A2 Inscrições abertas até 23 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1389/2024
Modalidade: Jornada
Duração: 6,0 horas
Início: 21 de Dezembro de 2026
Fim: 30 de Julho de 2027
Regime: Presencial
Local: AE a definir em função dos participantes
Formador
Inês Raquel Ferreira Guilherme Rainho Guiomar
Destinatários
Assistente operacional, Encarregado operacional, Assistente técnico, Chefe de serviços de administração escolar, Coordenador técnico, Outra
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Com a introdução do decreto-lei n.º 54 de 2018, e após alguns anos de implementação, continuam a colocar-se desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas políticas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola inclusiva. Os assistentes operacionais são, nesta legislação, recursos humanos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão. O desempenho das suas funções requer que interajam na escola, tanto com os professores como com os alunos e encarregados de educação, de uma forma responsável e assertiva. Cada vez mais urge capacitar os assistentes operacionais de ferramentas capazes de melhorar o ambiente escolar, ajudando a criar climas de confiança e bem-estar, com interações positivas junto dos alunos e pessoal docente.
Objetivos
1. Contribuir para a melhoria da qualidade de intervenção dos AO numa escola que se pretende inclusiva; 2. Dar a conhecer os princípios da educação inclusiva; 3. Esclarecer as funções específicas dos AO numa escola inclusiva; 4. Compreender a importância de manter a confidencialidade das informações dos alunos e entender as questões de privacidade relacionadas com a educação inclusiva; 5. Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção; 6. Desenvolver habilidades de comunicação para interagir positivamente com alunos de diferentes idades, nacionalidades e diferentes níveis de competências; 7. Analisar cenários que requerem a intervenção do AO.
Conteúdos
1. A escola inclusiva: 1.1. Princípios da educação inclusiva; 1.2. A diversidade numa escola inclusiva; 1.3. Ambientes acolhedores e seguros. 2. Contributo dos AO para o desenvolvimento de uma escola inclusiva: 2.1. Modos de ação e de intervenção: estratégias e recursos facilitadores; 2.2. Atitudes facilitadoras da comunicação; 2.3. Técnicas de assistência que respeitem a autonomia e a dignidade dos alunos; 2.4. Diretrizes éticas para a interação com alunos e manuseio de informações sensíveis. 3. Cenários que requerem a intervenção do AO.
Metodologias
Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta aos objetivos definidos anteriormente. Metodologias ativa, momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados através da apresentação de temas, reflexão e debate.
Avaliação
Reflexão Individual
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Bibliografia
Toolkit for Inclusive Schools (https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools.htm) Inclusive Schooling (http://www.wholeschooling.net/InclTchingWeb/SLC/11/11txt.html) Embracing Diversity: Toolkit for Creating Inclusive, Learning-Friendly Environments (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/137522e.pdf) Decreto-Lei nº 54/2018, 6 julho.Amaral, I., Saramago, A., Gonçalves, A., Nunes, C. & Duarte, F. (2004). Avaliação e Intervenção em Multideficiência. Ministério da Educação. Direcção Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular. Carvalho, A. F., & Onofre, C. T. (2007). Aprender a Olhar para o Outro: Inclusão da Criança com Perturbação do Espectro Autista na Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC - Ministério da Educação.
Anexo(s)
Observações
As datas de início e fim da ação são meramente indicativas. A calendarização definitiva será definida posteriormente pelo(a) Formador(a).
INSCREVER-ME
Ref. 308C64/A1 Inscrições abertas até 9 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138356/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 16 de Janeiro de 2027
Fim: 30 de Janeiro de 2027
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - AE Cister/Online
Formador
Estrella Luna Muñoz
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O trabalho colaborativo e ambientes de trabalho multidisciplinares do professor e a comunidade escolar são essenciais para uma educação inclusiva. A criação de projetos e dinâmicas ativas, de interesse de necessidade para os alunos, os professores e a comunidade escolar incentiva um aprendizagem a partir da experiência. A arte, a cultura e o património podem ser consideradas ferramentas que de forma criativa, criem uma adaptação curricular em conjunto com as competências e habilidades do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Pelo que a prática e desenvolvimento do professor nestas dinâmicas procurando estratégias de trabalho diferenciado dos alunos, apoia o desenvolvimento da sua autonomia, de responsabilidade e de reflexão no seu próprio processo de aprendizagem.
Objetivos
No final da formação, os participantes deverão ser capazes de: Criar, aplicar e avaliar projetos de educação inclusiva dentro do curriculum, através da arte, da cultura, o património e as plataformas digitais. Implementar dinâmicas pedagógicas multidisciplinares, com a comunidade escolar em conjunto com o aluno como ferramentas de aprendizagem. Desenvolver as competências e habilidades do aluno a partir de um trabalho diferenciado do aluno. Acompanhamento, monitorização e autoavaliação.
Conteúdos
Parte I. Planificação 1.Definição de objetivos para a inclusão e sucesso escolar em construção, comunicação e colaboração com uma equipa multidisciplinar (pessoal docente, pessoal técnico e encarregados de educação). 2.Conhecer o aluno, a diversidade dos alunos e a construção de percursos diferenciados. Identificação de recursos nascêssemos as motivações, interesses e curiosidade para o desenvolvimento do trabalho autónomo do aluno. Parte II. Criação e integração 3.Metodologias ativas, participativas e inclusivas internacionais. Criação e desenvolvimento de projetos interdisciplinares, junto com dinâmicas pedagógicas através da arte, da cultura, o património e as plataformas digitais. 4. Integração de projetos com o curriculum escolar. Aprendizagem a partir da experiência, da troca de conhecimento, do jogo, a interação com a comunidade escolar e a localidade. 5.Identificação das competências, habilidades e potencialidades do aluno. Implementação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Parte III. Monitorização e avaliação 6.Dialogo intercultural e consciência social. Respeito, equidade, igualdade, gestão de conflitos e resolução de problemas. 7.Acompanhamento, monitorização e avaliação. Trabalho diferenciado do aluno.
Metodologias
Metodologia participativa e ativa com dinâmicas de grupo. Aprendizagem a partir da experiência, da prática, da reflexão e do team building.
Avaliação
Formativa, através da participação, trabalho em equipa e pensamento critico nos exercícios realizados nas sessões presenciais . Registo audiovisual do processo de realização do projeto final através de uma plataforma digital. Criatividade, comunicação e utilização digital e tecnológica. Autoavaliação individual e grupal do processo, autonomia, desempenho e do produto final
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
CNE. (2021). Estado da Educação 2020. Portugal: CNE. Disponível em: https://www.cnedu.pt/pt/noticias/cne/1617-estado-educacao-2019 Costa, J., & Couvaneiro, J. (2019). Conhecimentos vs. Competências: Uma Dicotomia Disparada na Educação. Lisboa:Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho da Presidência do Conselho de Ministros, Educação. Diário da República n.º 129/2018, Série I de 2018- 07-06, páginas 2918 2928 (Educação Inclusiva)Monteiro, R. (Coord.). (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Lisboa: DGE.UNESCO. (2016). Education 2030: Incheon Declaration and Framework for Action for the implementation of Sustainable Development Goal 4: Ensure inclusive and equitable quality education and promote lifelong learning opportunities for all. Republic of Korea: UNESCO.
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, apresente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-01-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 16-01-2027 (Sábado) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 19-01-2027 (Terça-feira) | 18:30 - 21:15 | 2:45 | Online síncrona |
| 4 | 26-01-2027 (Terça-feira) | 18:30 - 21:15 | 2:45 | Online síncrona |
| 5 | 02-02-2027 (Terça-feira) | 18:30 - 21:15 | 2:45 | Online síncrona |
| 6 | 08-02-2027 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:15 | 2:45 | Online síncrona |
| 7 | 13-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 8 | 13-02-2027 (Sábado) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e Professores Bibliotecários.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A formação CANVA EDU: Ferramentas Visuais com Impacto na Aprendizagem surge da necessidade crescente dos docentes incorporarem recursos digitais inovadores e pedagógicos nas suas práticas. O Canva, através da sua versão educativa Canva for Education, destaca-se como uma plataforma intuitiva e acessível, oferecendo uma vasta biblioteca de modelos educativos, elementos gráficos, vídeos, ícones, fotografias e layouts, permitindo a criação de materiais de elevada qualidade sem exigir competências técnicas avançadas. O Canva integra ainda ferramentas de Inteligência Artificial que potenciam a criação de conteúdos. Entre estas encontram-se a geração automática de textos, a reformulação de materiais, a produção de imagens a partir de descrições, a elaboração de planos e apresentações e a organização de recursos com o apoio de assistentes inteligentes. A integração com modelos de linguagem permite adaptar, simplificar ou aprofundar conteúdos de forma rápida, promovendo uma maior personalização dos materiais e aumento da produtividade. A plataforma oferece também funcionalidades colaborativas que facilitam a utilização em equipa entre docentes e alunos. É possível partilhar projetos, comentar, editar simultaneamente e integrar materiais diretamente em ambientes virtuais de aprendizagem. A exportação em múltiplos formatos permite utilizar os recursos em sala de aula, em comunicação interna e em plataformas LMS.
Objetivos
Explorar e aplicar os diversos recursos gráficos, multimédia e modelos educativos disponíveis na versão EDU do Canva; Utilizar funcionalidades de Inteligência Artificial e modelos de linguagem (LLM) para gerar, adaptar e personalizar conteúdos educativos; Desenvolver competências na criação de planos, apresentações, fichas, infográficos e outros recursos pedagógicos digitais; Fomentar a utilização colaborativa da plataforma, promovendo o trabalho colaborativo entre docentes e alunos; Integrar os materiais criados no Canva em ambientes virtuais de aprendizagem (AVA/LMS) e em contextos de comunicação escolar; Incentivar práticas pedagógicas inovadoras, dinâmicas e visualmente apelativas, alinhadas com os desafios da educação contemporânea.
Conteúdos
Duração total: 10 sessões (5 síncronas de 3 horas e 5 assíncronas de 2 horas) Módulo 1 Introdução ao Canva EDU e Recursos Visuais Sessão 1 (síncrona, 3h): Apresentação da versão EDU, navegação na plataforma, biblioteca de modelos e elementos gráficos; princípios básicos de design. Sessão 2 (assíncrona, 2h): Exercícios práticos de exploração de recursos, criação de pequenos materiais visuais e estudo autónomo de layouts e templates. Módulo 2 Criação de Conteúdos Pedagógicos e Multimédia Sessão 3 (síncrona, 3h): Desenvolvimento de planos, apresentações, fichas e infográficos; inserção e manipulação de multimédia. Sessão 4 (assíncrona, 2h): Criação autónoma de conteúdos educativos; aplicação das boas práticas de design e personalização de materiais. Módulo 3 Inteligência Artificial no Canva Sessão 5 (síncrona, 3h): Exploração das ferramentas de IA; geração automática de textos, criação de imagens a partir de descrições; utilização de assistentes inteligentes. Sessão 6 (assíncrona, 2h): Exercícios práticos de utilização da IA para criação e adaptação de materiais educativos. Módulo 4 Colaboração, Integração e Aplicação em Contextos Educativos Sessão 7 (síncrona, 3h): Funcionalidades colaborativas, partilha de projetos, comentários e edição simultânea; integração em AVA/LMS. Sessão 8 (assíncrona, 2h): Desenvolvimento autónomo de recursos colaborativos; exercícios de integração em plataformas educativas. Sessão 9 (síncrona, 3h): Planificação de aulas utilizando os recursos criados; discussão de práticas pedagógicas inovadoras. Sessão 10 (assíncrona, 2h): Reflexão final e aplicação prática; avaliação dos materiais criados.
Metodologias
O curso, decorrerá em regime e-Learning, (15 h síncronas e 10 h assíncronas) através do Moodle e do Zoom para dinamizar as sessões e planificar as atividades, apoiar a criação e utilização de recursos digitais e visuais em contexto educativo, bem como a reflexão acerca da integração curricular e a transversalidade destas temáticas na prática pedagógica. Atividades teóricas: explicação de conceitos pedagógicos e de design visual através de exemplos e demonstrações na plataforma Canva; discussão de princípios de organização de conteúdos, análise de boas práticas e reflexão sobre estratégias de utilização de recursos digitais em sala de aula. Atividades práticas: aprendizagem experiencial, através da criação de materiais educativos no Canva, exploração das ferramentas de Inteligência Artificial e aplicação direta dos conteúdos em exercícios simulados; aprendizagem cooperativa, onde o trabalho colaborativo com acompanhamento do formador. Apresentação final dos trabalhos produzidos, com reflexão crítica sobre o processo e os resultados obtidos.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho e uma reflexão final de cada um dos formandos.
Modelo
A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.
Bibliografia
Ministério da Educação Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julho. https://www.dge.mec.pt/perfil-dos-alunos Ministério da Educação Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (PDF). https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfCanva. (2024). Teaching tools and free resources fo educators. https://www.canva.com/education/teaching-resources/Yilmaz, S. (2024). Using Canva for Education application with elementary school students. Electronic Turkish Studies Journal, 19(2), 123-145. Fonseca, M. J. (2023). Que referências para implementar a IA em educação 2023/2024? Cuadernos de Educación y Desarrollo, 15(3), 1-15. Lopes, A., & Pereira, C. (2024). Inteligência artificial na educação: Um auxiliar ou um problema? Lusíada. Educação, 32(1), 45-62.
Anexo(s)
Observações
Têm prioridade, por ordem de inscrição, os docentes associados do CFAECAN que se inscrevam dento do prazo estipulado. A partir dessa data , serão selecionados, também por ordem de inscrição, os docentes de outros AE/ENA.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 25-09-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 02-10-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 09-10-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 10 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
Formador
Ana Margarida Martins Nunes
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
AE São Martinho do Porto/Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
RAZÕES: - Necessidade de apresentar aos docentes os diversos projetos inclusivos e interdisciplinares em vigor no Agrupamento (AESMPORTO), promovendo respostas eficazes à diversidade da população escolar. - Divulgação das linhas orientadoras do Projeto Educativo do Agrupamento (PEA 2025-2028), garantindo o alinhamento estratégico de toda a comunidade educativa. - Integração, adaptação e acolhimento dos novos docentes que ingressam no agrupamento, sintonizando-os com a cultura escolar e dinâmicas internas do AESMPORTO. - Contributo para a meta estratégica de formação do corpo docente (Meta MB 2.1), promovendo a partilha de práticas pedagógicas e a inclusão em contexto escolar.
Objetivos
• Apresentar os projetos educativos e iniciativas inclusivas em implementação no Agrupamento; • Proporcionar uma visão clara e global sobre o Projeto Educativo do Agrupamento (PEA 2025-2028), seus eixos estratégicos, metas e indicadores; • Integrar os novos docentes de forma rápida e eficiente nas equipas pedagógicas e dinâmicas de articulação curricular do agrupamento. • Fomentar a reflexão conjunta e o debate sobre o currículo, a avaliação pedagógica formativa e a inclusão de alunos de diversas origens (incluindo multiculturalidade e Português como Língua Não Materna); • Consolidar canais de articulação pedagógica e partilha de recursos entre os vários departamentos e ciclos de ensino.
Conteúdos
Partilha de projetos desenvolvidos para dar resposta à diversidade existente nas escolas/salas de aula, integrando o currículo, a avaliação pedagógica e a inclusão em contexto escolar. Reflexão e esclarecimento de dúvidas.
Metodologias
Expositiva, intercalada com momentos de operacionalização prática dos conteúdos abordados. Apresentação ao grupo, reflexão e debate.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Observações
A ACD constará de 2 sessões presenciais de 1,5h cada. A 2.ª sessão será agendada posteriormente.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-09-2026 (Terça-feira) | 10:30 - 12:00 | 1:30 | Presencial |
| 2 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 18:30 | 1:30 | Presencial |
Formador
Ana Filipa Marques Grazina
Marisa Costa Ferreira
Destinatários
A
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O contexto escolar constitui um espaço privilegiado para a identificação precoce de fatores de risco psicossocial que podem comprometer o desenvolvimento integral das crianças e jovens. O pessoal não docente, pela proximidade diária aos alunos em diferentes contextos (intervalo, refeitório, salas do aluno, corredores e restantes espaços comuns), desempenha um papel determinante na deteção de sinais de alerta e na promoção de um ambiente escolar seguro, protetor e inclusivo.A crescente complexidade das problemáticas apresentadas pelos alunos, nomeadamente ao nível da saúde mental, dificuldades emocionais e comportamentais, autorregulação emocional e outras situações de vulnerabilidade, exige que todos os profissionais da comunidade educativa possam ser formados para obter conhecimentos básicos que lhes permitam reconhecer indicadores de risco, agir de forma adequada e comunicar eficazmente com os diferentes intervenientes. Daí que esta ação ação integre os Planos de Atividades dos AE Em função dos destinatários: O peesoal não docente assume um papel fundamental exige que todos os profissionais da comunidade educativa possam ser formados para obter conhecimentos básicos que lhes permitam reconhecer indicadores de risco, agir de forma adequada e comunicar eficazmente com os diferentes intervenientes. Desta forma, a presente ação pretende reforçar as competências do pessoal não docente relativamente à identificação de situações de risco psicossocial, clarificando os procedimentos institucionais de atuação, os limites da sua intervenção e a articulação com os serviços especializados da escola. A formação privilegiará igualmente a análise de situações práticas baseadas em casos reais do contexto escolar, promovendo uma resposta mais consistente, coordenada e centrada na proteção e bem-estar dos alunos.
Objetivos
No final da ação, os formandos deverão ser capazes de: 1.Compreender o conceito de risco psicossocial em idade escolar 2.Identificar fatores de risco e fatores de proteção presentes no contexto educativo. 3.Reconhecer sinais de alerta associados a dificuldades emocionais, comportamentais, sociais e familiares 4.Diferenciar situações que requerem observação ou encaminhamento imediato 5.Conhecer o papel do pessoal não docente na prevenção e sinalização de risco 6.Aplicar estratégias de comunicação ajustadas perante alunos em situação de vulnerabilidade 7.Adotar procedimentos de atuação com os normativos internos da escola e com os princípios da proteção da criança 8.Promover uma situação ética, empática e articulada com a restante equipa educucativa respeitando os contornos do sigilo profissional
Conteúdos
Enquadramento 1.Conceito de risco psicossocial. 2.Fatores de risco e fatores de proteção. 3.O Papel da escola na promoção do bem estar. Sinais de alertas em contexto esclar 1.Alterações comportamentais. 2.Alterações emocionais. 3.Indicadores físicos 4.Mudanças no rendimento e participação escolar. 5.Relações interpessoais e isolamento. 6.Situações de conflito, agressividade ouy vitimização. Situações de vulnerabilidade 1.Negligência. 2.Maus-tratos. 3.Violência doméstica. 4.Ansiedade e depressão. 5.Comportam,entos de oposição e desrugação emocional. A apresentação ação de formação foi concebida especificamente para o pessoal não docente, procurando reforçar o seu papel enquanto elemento fundamental na promoção da segurança, do bem-estar e dainclusão dos alunos.A formação assume uma forte componente prática, baseada na análise de siruações frequentemente observadas em contexto escoar, promovendo uma situaçõ preventiva,artiulada e centrada na proteção da cr8iança e do jovem. Pretende-se ainda consolidar procedimentos de comunicação e encaminhamento, favorecendo uma resposta educativa integrda entre todos os profissionais da escola.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação
Bibliografia
Lei n.º 147/99, de 1 de setembro – Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo. Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho. Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Direção-Geral da Educação. Educação Inclusiva: Documentos Orientadores. Ordem dos Psicólogos Portugueses. Referenciais para a intervenção psicológica em contexto escolar. Organização Mundial da Saúde. Guideline on Mental Health Promotive and Preventive Interventions for Adolescents. Bronfenbrenner, U. The Ecology of Human Development. Rutter, M. Resilience and Protective Factors in the Development of Psychopathology.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-09-2026 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Inês Raquel Ferreira Guilherme Rainho Guiomar
Destinatários
Assistente operacional, Encarregado operacional, Assistente técnico, Chefe de serviços de administração escolar, Coordenador técnico, Outra
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Com a introdução do decreto-lei n.º 54 de 2018, e após alguns anos de implementação, continuam a colocar-se desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente do assistente operacional. O papel exigido ao assistente operacional implica uma (re)adaptação a estas mudanças e aos desafios que os alunos e a escola representam tendo em conta as novas políticas educativas. Os assistentes operacionais são chamados a colaborar, ativamente, com os restantes intervenientes no processo educativo. Pretende-se desenvolver uma formação que capacite os assistentes operacionais a responderem de forma responsável e informada às necessidades de uma escola inclusiva. Os assistentes operacionais são, nesta legislação, recursos humanos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão. O desempenho das suas funções requer que interajam na escola, tanto com os professores como com os alunos e encarregados de educação, de uma forma responsável e assertiva. Cada vez mais urge capacitar os assistentes operacionais de ferramentas capazes de melhorar o ambiente escolar, ajudando a criar climas de confiança e bem-estar, com interações positivas junto dos alunos e pessoal docente.
Objetivos
1. Contribuir para a melhoria da qualidade de intervenção dos AO numa escola que se pretende inclusiva; 2. Dar a conhecer os princípios da educação inclusiva; 3. Esclarecer as funções específicas dos AO numa escola inclusiva; 4. Compreender a importância de manter a confidencialidade das informações dos alunos e entender as questões de privacidade relacionadas com a educação inclusiva; 5. Adotar atitudes reflexivas acerca dos contextos de trabalho e da sua área de intervenção; 6. Desenvolver habilidades de comunicação para interagir positivamente com alunos de diferentes idades, nacionalidades e diferentes níveis de competências; 7. Analisar cenários que requerem a intervenção do AO.
Conteúdos
1. A escola inclusiva: 1.1. Princípios da educação inclusiva; 1.2. A diversidade numa escola inclusiva; 1.3. Ambientes acolhedores e seguros. 2. Contributo dos AO para o desenvolvimento de uma escola inclusiva: 2.1. Modos de ação e de intervenção: estratégias e recursos facilitadores; 2.2. Atitudes facilitadoras da comunicação; 2.3. Técnicas de assistência que respeitem a autonomia e a dignidade dos alunos; 2.4. Diretrizes éticas para a interação com alunos e manuseio de informações sensíveis. 3. Cenários que requerem a intervenção do AO.
Metodologias
Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta aos objetivos definidos anteriormente. Metodologias ativa, momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados através da apresentação de temas, reflexão e debate.
Avaliação
Reflexão Individual
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Bibliografia
Toolkit for Inclusive Schools (https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools.htm) Inclusive Schooling (http://www.wholeschooling.net/InclTchingWeb/SLC/11/11txt.html) Embracing Diversity: Toolkit for Creating Inclusive, Learning-Friendly Environments (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/137522e.pdf) Decreto-Lei nº 54/2018, 6 julho.Amaral, I., Saramago, A., Gonçalves, A., Nunes, C. & Duarte, F. (2004). Avaliação e Intervenção em Multideficiência. Ministério da Educação. Direcção Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular. Carvalho, A. F., & Onofre, C. T. (2007). Aprender a Olhar para o Outro: Inclusão da Criança com Perturbação do Espectro Autista na Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC - Ministério da Educação.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |