OFERTA FORMATIVA
Ref. 398C96/A1 Inscrições abertas até 06-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD 24 - 2025/2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 20-04-2026
Fim: 27-04-2026
Regime: Presencial
Local: EBS de São Martinho do Porto
Formador
Maria João Ferreira Antunes
Silvia Alexandra da Silva Neves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de São Martinho e CFAECAN
Enquadramento
Na linha das recomendações do Grupo de Peritos sobre Bem-Estar na Escola da Comissão Europeia, tem sido amplamente reconhecida a necessidade de promover condições que favoreçam o bem-estar docente enquanto dimensão central da qualidade educativa. Neste contexto, o autoconhecimento surge como uma ferramenta estruturante, permitindo aos profissionais de educação compreenderem melhor os seus processos internos, limites, valores e motivações, com impacto direto na qualidade do desempenho profissional, no envolvimento com a comunidade escolar e na motivação para o exercício da docência.
Objetivos
Sensibilizar para a importância do autocuidado e regulação emocional na prática docente. Potenciar a motivação dos docentes através de ferramentas de autoconhecimento e bem-estar.
Conteúdos
Conceito de bem-estar docente. Identidade profissional docente: percurso pessoal, as crenças, os valores e as representações sobre a docência. Autoconhecimento enquanto competência profissional: compreensão dos processos internos, motivações, limites e emoções. Consciência e gestão emocional no contexto educativo: estratégias de autorregulação, autocuidado e prevenção do esgotamento profissional. Plano pessoal de bem-estar docente: estratégias individuais e coletivas de desenvolvimento pessoal e profissional
Metodologias
A ação privilegia uma abordagem reflexiva e experiencial, promovendo a integração entre desenvolvimento pessoal, bem-estar profissional e qualidade educativa.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das 6 horas. A Avaliação da ação é efetuada através de um questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Comissão Europeia. (2021). Wellbeing and mental health at school: Guidelines for education policymakers, school leaders, teachers and educators. Luxemburgo: Publications Office of the European Union. Contributo Científico OPP – Locais de Trabalho Mais Saudáveis e Produtivos – A Importância do Bem-Estar Organizacional, publicado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses. Day, C. (2004). A paixão pelo ensino. Porto: Porto Editora. Deci, E. L., & Ryan, R. M. (2000). Intrinsic and extrinsic motivations. Psychological Inquiry, 11(4), 227–268. Esteve, J. M. (1999). O mal-estar docente. Lisboa: McGraw-Hill. Goleman, D. (2006). Inteligência Social – a nova ciência do relacionamento Humano. (1a edição).Temas e Debates. Lisboa Goleman, D. (2010). Inteligência Emocional. Porto Editora. Jennings, P. A. (2015). Mindfulness for teachers. New York: W. W. Norton & Company. Nóvoa, A. (1992). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote. Seligman, M. (2002). Authentic hapiness: using the new positive psychology to realize your potential for lasting fulfillment. New York: Free Press. Seligman, M. (2012). A Vida que Floresce. (2a edição). Editora Estrelapolar. Lisboa. Schön, D. A. (1983). The reflective practitioner. New York: Basic Books.
Prioridade para os docentes do Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 402C95/A1 Inscrições abertas até 17-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD 25 - 2025/2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 22-04-2026
Fim: 29-04-2026
Regime: b-learning
Local: Online e Escola Secundária D. Inês de Castro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Cister / CFAECAN
Enquadramento
No preâmbulo do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, é assumida como prioridade governativa «a aposta numa escola inclusiva, onde todos e cada um dos alunos, independentemente da sua situação pessoal e social, encontrem respostas que lhes possibilitem a aquisição de um nível de educação e formação facilitador da sua plena inclusão social». É neste enquadramento que o AE de Cister propõe a presente ação de formação. Com efeito, nas últimas três décadas, têm-se registado em Portugal progressos significativos no que respeita à frequência e permanência das comunidades ciganas no sistema educativo. Contudo, os níveis de abandono e de insucesso escolar continuam a ser substancialmente superiores aos verificados nos restantes grupos socioculturais. A máxima “é preciso conhecer para incluir” assume-se como um princípio orientador em diversos quadrantes da sociedade, sendo particularmente relevante no contexto educativo. A escola necessita de conhecer todos os seus alunos e o seu contexto cultural e social para conseguir conceber e implementar estratégias que promovam a escolarização e o sucesso educativo. Nesta sequência, é fundamental reforçar a articulação entre a escola e a família/comunidade, assim como a formação contínua de docentes em práticas inclusivas, pilares promotores de uma educação intercultura e de uma escolarização bem-sucedida das crianças e dos jovens ciganos, em particular.
Objetivos
- Dar a conhecer a cultura e a história do povo cigano; - Promover a consciencialização sobre a importância de conhecer as mentes culturais dos alunos para aumentar seu sucesso académico; - Sensibilizar para a importância da implementação de práticas inclusivas de qualidade, focadas nos direitos humanos e valores fundamentais; - Apresentar e promover as normas europeias de educação inclusiva e antirracista, não colonial, e relacioná-las com as leis educativas portuguesas; - Refletir sobre o papel das escolas, professores/as e pessoal não docente na promoção da educação e práticas interculturais antirracistas entre crianças e famílias ciganas e não ciganas. - Reconhecer os domínios de autonomia curricular (DAC), no enquadramento do DecretoLei n.º 55/2018, de 6d e julho, como uma opção curricular potenciadora de aprendizagens significativas e integradas. - Refletir sobre os princípios e estratégias que presidem à operacionalização de um DAC. - Reconhecer o trabalho interdisciplinar/articulação curricular, tendo por referência os documentos curriculares, como uma ferramenta de inclusão.
Conteúdos
- Quadro legislativo nacional e internacional dirigido às comunidades Roma: conceitos, políticas, recomendações, documentos de referência, instrumentos. - História e cultura ciganas: contexto histórico, grupos Roma, tradições culturais, movimentos emancipatórios, genocídio, respostas sociais e económicas. - Desconstrução de estereótipos: representações sociais das comunidades Roma e seu impacto social e educativo. - Articulação curricular interdisciplinar: domínios de autonomia curricular (DAC) no contexto da legislação em vigor (princípios para o planeamento, operacionalização e avaliação).
Metodologias
Sessão 1 - Exposição, debate, reflexão. Sessão 2 - Trabalho prático: planeamento de um DAC; Partilha e considerações sobre o trabalho desenvolvido. A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação.
Modelo
Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Bibliografia: Casa-Nova, M.J. (2020). Portugueses ciganos: Exclusão social ou não-integração?. In R. Vieira, J. C. Marques, P. Silva, A.M. Vieira, & C. Margarido (Eds.), Migrações, minorias étnicas, políticas sociais e (trans)formações (pp.49-70). Ed. Afrontamento. Direção-Geral da Educação (DGE) (2019). Promover a inclusão e o sucesso educativo das comunidades ciganas – Guião para as escolas/ Promote the inclusion and educational success of Roma communities - Guide for schools. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/Educacao_Intercultural/documentos/guiao_comunidades_ciganas.pdf Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República n.º 129/2018, Série I de 2018- 07-06, páginas 2928 – 2943. Ministério da Educação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ref. 326C58/A1 Adiada
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128760/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 30-04-2026
Fim: 01-06-2026
Regime: b-learning
Local: Online/Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)
Formador
Mário Nelson Teixeira da Costa
Joaquim Francisco Couto Silva
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Educação Física, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Operacionalizar e estruturar as AE em Educação Física ao longo do 2.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), promovendo a recuperação de aprendizagens entre ciclos; - Usar múltiplas formas de avaliação formativa e de feedback em Educação Física, de acordo com as necessidades e perfil de cada aluno; - Desenvolver uma avaliação para a aprendizagem em Educação Física, diversificando métodos e instrumentos, numa lógica de compromisso e autorregulação.
Conteúdos
Módulo(M) 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. M2 - Jogos e Jogos Desportivos Coletivos (JDC) (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular dos Jogos de Invasão; Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos de Jogos, Andebol, Basquetebol e Futebol; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito dos Jogos e dos JDC abordados. M3 - Jogos, JDC e Outras (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular dos Jogos com rede; Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos de Jogos, Voleibol e Desportos de Raquetas; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito dos Jogos, Voleibol, Desportos de Raquetas. M4 - Atletismo (5 h= 2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular no âmbito das diferentes formas de deslocamento (Atletismo); Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Atletismo; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens desta matéria. M5 - Patinagem e Outras (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular no âmbito das diferentes formas de deslocamento (Patinagem e Percursos na natureza); Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos da Patinagem e dos Percursos da natureza (Orientação); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito destas matérias. M6 - Atividades Rítmicas Expressivas (5 h=2 h online+3 h presencias) Interpretar e desenvolver formas de expressão de acordo com os motivos das composições musicais Dança, Danças Tradicionais e Sociais; Operacionalizar os objetivos relativos às AE do Ensino Básico; Situações de aprendizagem para as diferentes Danças; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens destas matérias. Módulo Final (2,5 h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais Os módulos opcionais (do módulo 2 ao módulo 6) são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 17 são em sala e 8 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série - n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGECURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 12-03-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 24-03-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 26-03-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Presencial |
Formador
João Gomes Duarte
Destinatários
Professores dos Grupos 500 510 e 540
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 500 510 e 540. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 500 510 e 540.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Aos vários grupos de docência tem sido proposto lecionar conteúdos nas áreas da programação sem que estes tenham tido formação específica. Entendem-se com fundamentais conceitos como algoritmia, estruturas de decisão e repetição, subprogramas, gestão de memória e recursividade, sem os quais será muito difícil iniciar a utilização de qualquer linguagem de programação. Ouvidos os grupos ligados às STEM, os docentes que já realizaram formação em linguagens de programação (C, C++, JAVA ou Python) indicaram como principal dificuldade a falta de bases que lhes permita reconhecer o código escrito por outros ou mesmo a orientação na sua escrita dos seus próprios códigos. Com os conteúdos propostos pretende-se criar uma base sustentada de conhecimento que permite a leitura e escrita de código em qualquer linguagem de programação.
Objetivos
Pretende-se com o curso dotar os docentes da capacidade de reconhecer as metodologias de programação e regras de algoritmia que lhes permitam junto dos seus alunos, abordar a resolução de um problema informaticamente de forma consolidada numa qualquer linguagem de programação. É urgente que os docentes das áreas STEM, possam reconhecer, interpretar e ser críticos relativamente ao código gerado automaticamente, quer seja através de ferramentas de programação com recurso a elementos gráficos do tipo drag & drop ou inteligência artificial, dotando-os dos conhecimentos fundamentais transversais a qualquer linguagem de programação e que forma norma são pouco detalhados quando o curso é promovido para uma linguagem de programação específica.
Conteúdos
- Apresentação do curso e dos critérios de avaliação e enquadramento dos objetivos, os conteúdos, as metodologias e os recursos tecnológicos para o desenvolvimento da formação. (1 h); - Conceitos básicos de programação e algoritmia (2 h) - Instalação do Flowgorithm, exploração da ferramenta e construção dos primeiros algoritmos (só saídas, com entrada de dados simples, com processamento) 3h - Exploração de algoritmos com diferentes tipos de variáveis simples, validação de entradas e escrita formatada) 3h - Algoritmos com variáveis compostas (vetores), estruturas de decisão e repetição 3h - Análise de algoritmos de ordenação e sua aplicação recorrendo a subprogramas 3h - Programação estruturada vs orientada aos dados: comparação e interpretação de código pré-escrito; Fundamentos da linguagem Python (3h) - Implementação de algoritmos em Python, recurso a dados iteráveis (3h) - Exploração dos módulos Turtle e Pandas no Python (3h) - Reflexão e balanço das atividades desenvolvidas (1h)
Metodologias
Sessões teórico-práticas em regime presencial. As sessões serão presenciais, com duração máxima de 3h, essencialmente práticas (um formando por computador), com breve apresentação dos conteúdos teóricos, seguido de aplicação prática em exercício proposto pelo formador e mobilização do conteúdo para um novo exercício proposto pelo formando de acordo com as suas áreas de interesse. Os recursos pedagógicos (resumo dos conteúdos a abordar e coleção de exercícios) serão disponibilizados em formato digital.
Avaliação
O regime de avaliação dos formandos contempla uma perspetiva formativa, realizada durante a formação, para promover o desenvolvimento das aprendizagens. Junta-se a esta, uma avaliação sumativa tendo por base os exercícios de consolidação propostos pelos formandos e uma reflexão final. A avaliação quantitativa dos formandos é realizada nos termos do despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, expressa na escala de 1 a 10 valores.
Bibliografia
Fundamentos de Programação, Marques de Sá - FCA-Editora de InformáticaProgramação em Python: Introdução à programação com múltiplos paradigmas, João P. Martins 2013 IST Press- Python Programming An Introduction to Computer Science, Zelle J.M. 2010 Franklin, Beedle & AssociatesPortal Flowgorithm (http://www.flowgorithm.org/documentation/index.html)Portal Python (https://docs.python.org/3/)
Anexo(s)
Ref. 291C55/A1 Cancelada
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128751/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 22-09-2026
Fim: 30-12-2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)/Online
Formador
Sandrine Cordeiro
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso, de dispositivos e instrumentos com diversidade gráfica e expressiva que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Desenvolver atividades específicas que incentivem a uma abordagem pedagógica centrada na pesquisa, na experiência e na exploração de ambientes diferenciados; - Valorizar o papel das Artes como promotor do desenvolvimento integral dos alunos, na sua relação consigo, com os outros e com o meio; - Valorizar as disciplinas de educação visual e educação tecnológica na sua individualidade e na relação com as demais áreas do conhecimento.
Conteúdos
Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Narrativas visuais (5h) Apropriação e reflexão: Utilizar a linguagem das artes visuais (cor, forma, linha, textura, padrão, proporção e desproporção, plano, luz, espaço, volume, movimento, ritmo, matéria, entre outros), na construção de projetos multiculturais (estilos e movimentos artísticos, épocas e geografias). Módulo 3 - Diversidade cultural (5h) Apropriação e reflexão: contextualização de manifestações culturais do património selecionado (obras e artefactos de arte, pintura, escultura, desenho, assemblage, colagem, fotografia; instalação, land´art, banda desenhada, design, arquitetura, artesanato, multimédia ou linguagens cinematográficas) para a construção de projetos. Módulo 4 - Olhar, ver e fazer (5h) Interpretação e comunicação: Utilização de diferentes meios e processos (pintura, escultura, desenho, fotografia, multimédia, entre outros) na transformação de narrativas visuais, criando modos de interpretação. Módulo 5 - Interpretação Visual na comunidade (5h) Interpretação e comunicação: Aplicação dos conceitos da comunicação visual para analisar, interpretar e intervir na comunidade, reconhecendo o papel das artes nas mudanças sociais. Módulo 6 - Exploração de materiais (5h) Experimentação e criação: Exploração de diversos materiais do quotidiano para a criação de produtos de comunicação visual, explorando conceitos de (luz, cor, espaço, forma, movimento, ritmo; proporção, desproporção, entre outros). Módulo 7 - Planear e registar (5h) Exploração e criação: exploração de diferentes processos de registo (ex.: diários gráficos), e de planeamento (ex.: projeto, portefólio). Seleção de um processo de planeamento e registo em trabalhos interdisciplinares. Módulo 8 - Ferramentas Digitais (5h) Abordagem às ferramentas digitais como processo de intencionalidades expressivas e tecnológicas, através de meios digitais de edição de imagem e de edição 3D. Módulo 9 - Exploração de Linguagens e Recursos na Educação Tecnológica (5h) A sustentabilidade ambiental: seleção de materiais para criação de soluções tecnológicas através da reutilização ou reciclagem de materiais. Partilha de projetos. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
A oficina é constituída por 10 módulos (2 obrigatórios e 8 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais. O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados. A avaliação contemplará também a interação entre formador e formandos, a realização e discussão de tarefas e o trabalho final.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Arnheim, R. (1997). Arte & percepção visual: Uma psicologia da visão criadora. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.
Anexo(s)
Formador
Nuno Freire de Novais da Fonseca
Destinatários
Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Perante a constante necessidade de aquisição, digitalização, preparação, modificação, manuseamento e composição de imagens para fins pedagógicos e administrativos, seja na preparação e apresentação de slides, de documentos didáticos para sala de aula, de documentação necessária em contexto administrativo, ou mesmo em contexto formativo, foram desenvolvidos múltiplos recursos pedagógicos de aplicação acessível e versátil. Percorrer-se-á um conjunto de atividade que permitirá aos formandos o conhecimento efetivo do ficheiro de imagem digital, modos de o adquirir, a capacidade de alterar formatos (consoante os requisitos), as dimensões, a resolução, a melhoria visual dos conteúdos, de os incluir e empregar em recursos pedagógicos. Percorrer-se-á um conjunto de autores contemporâneos e a sua produção artística, analisando obras de maior relevo como referência a métodos úteis ao processo criativo.
Objetivos
1. Aquisição de conhecimentos de obtenção, utilização, transformação e aplicação de imagens em conteúdos pedagógicos. 2. Aquisição de competências de composição de imagem com ferramentas digitais. 3. Aquisição de competências necessárias à adequada utilização, criação e aplicação das imagens em contexto pedagógico
Conteúdos
1. Formatos, dimensão e resolução de imagens digitais. 2. O leque de aplicações digitais de criação e manipulação de imagem disponíveis no mercado (pagas ou de utilização gratuita). 3. Processos de digitalização e aquisição de imagens. 4. Métodos e sistemas de transferência e armazenamento de ficheiros entre dispositivos. 5. Técnicas de conversão de formatos, redimensionamento e alteração de resolução de imagens digitais. 6. Metodologias de criação e composição de imagem. 7. Técnicas de manipulação (transformação, melhoramento, correção) de imagem em suporte digital. 8. Princípios de adequação e uso da imagem em diferentes recursos pedagógicos (impressos e em ecrã).
Metodologias
Apresentação e discussão de conceitos; Exercícios práticos contextualizados com as práticas quotidianas; Simulações; Trabalhos de grupo/práticas colaborativas; Dinâmicas criativas de trabalho com recurso a referentes artísticos e culturais.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e os trabalhos elaborados e apresentados pelos formandos.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Rudolf Arnheim, 1980. Arte e Percepção Visual: Uma Psicologia da Visão Criadora. Ed. Pioneira, S. Paulo. Denis A. Dondis, 1976. La sintaxis de la Imagen: Introduccion al alfabeto visual. Editorial Gustavo Gili SA, Barcelona Richard Hollis, 2010. Design Gráfico - Uma história concisa. Ed. WFM Martins Fontes. Christiane Paul, 2003. Digital Art. Thames & Hudson, wold of art. Londres Ron Brinkman, 2008. The art and Science of Digital Compositing. Ed. Morgan Kaufman, Berlington.
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, apresente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-03-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 2 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 4 | 30-03-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 30-03-2026 (Segunda-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 6 | 06-04-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 06-04-2026 (Segunda-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 8 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 20:10 - 21:10 | 1:00 | Online assíncrona |
| 10 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 11 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 12 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 13 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 14 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 15 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A formação CANVA EDU: Ferramentas Visuais com Impacto na Aprendizagem surge da necessidade crescente dos docentes incorporarem recursos digitais inovadores e pedagógicos nas suas práticas. O Canva, através da sua versão educativa Canva for Education, destaca-se como uma plataforma intuitiva e acessível, oferecendo uma vasta biblioteca de modelos educativos, elementos gráficos, vídeos, ícones, fotografias e layouts, permitindo a criação de materiais de elevada qualidade sem exigir competências técnicas avançadas. O Canva integra ainda ferramentas de Inteligência Artificial que potenciam a criação de conteúdos. Entre estas encontram-se a geração automática de textos, a reformulação de materiais, a produção de imagens a partir de descrições, a elaboração de planos e apresentações e a organização de recursos com o apoio de assistentes inteligentes. A integração com modelos de linguagem permite adaptar, simplificar ou aprofundar conteúdos de forma rápida, promovendo uma maior personalização dos materiais e aumento da produtividade. A plataforma oferece também funcionalidades colaborativas que facilitam a utilização em equipa entre docentes e alunos. É possível partilhar projetos, comentar, editar simultaneamente e integrar materiais diretamente em ambientes virtuais de aprendizagem. A exportação em múltiplos formatos permite utilizar os recursos em sala de aula, em comunicação interna e em plataformas LMS.
Objetivos
Explorar e aplicar os diversos recursos gráficos, multimédia e modelos educativos disponíveis na versão EDU do Canva; Utilizar funcionalidades de Inteligência Artificial e modelos de linguagem (LLM) para gerar, adaptar e personalizar conteúdos educativos; Desenvolver competências na criação de planos, apresentações, fichas, infográficos e outros recursos pedagógicos digitais; Fomentar a utilização colaborativa da plataforma, promovendo o trabalho colaborativo entre docentes e alunos; Integrar os materiais criados no Canva em ambientes virtuais de aprendizagem (AVA/LMS) e em contextos de comunicação escolar; Incentivar práticas pedagógicas inovadoras, dinâmicas e visualmente apelativas, alinhadas com os desafios da educação contemporânea.
Conteúdos
Duração total: 10 sessões (5 síncronas de 3 horas e 5 assíncronas de 2 horas) Módulo 1 Introdução ao Canva EDU e Recursos Visuais Sessão 1 (síncrona, 3h): Apresentação da versão EDU, navegação na plataforma, biblioteca de modelos e elementos gráficos; princípios básicos de design. Sessão 2 (assíncrona, 2h): Exercícios práticos de exploração de recursos, criação de pequenos materiais visuais e estudo autónomo de layouts e templates. Módulo 2 Criação de Conteúdos Pedagógicos e Multimédia Sessão 3 (síncrona, 3h): Desenvolvimento de planos, apresentações, fichas e infográficos; inserção e manipulação de multimédia. Sessão 4 (assíncrona, 2h): Criação autónoma de conteúdos educativos; aplicação das boas práticas de design e personalização de materiais. Módulo 3 Inteligência Artificial no Canva Sessão 5 (síncrona, 3h): Exploração das ferramentas de IA; geração automática de textos, criação de imagens a partir de descrições; utilização de assistentes inteligentes. Sessão 6 (assíncrona, 2h): Exercícios práticos de utilização da IA para criação e adaptação de materiais educativos. Módulo 4 Colaboração, Integração e Aplicação em Contextos Educativos Sessão 7 (síncrona, 3h): Funcionalidades colaborativas, partilha de projetos, comentários e edição simultânea; integração em AVA/LMS. Sessão 8 (assíncrona, 2h): Desenvolvimento autónomo de recursos colaborativos; exercícios de integração em plataformas educativas. Sessão 9 (síncrona, 3h): Planificação de aulas utilizando os recursos criados; discussão de práticas pedagógicas inovadoras. Sessão 10 (assíncrona, 2h): Reflexão final e aplicação prática; avaliação dos materiais criados.
Metodologias
O curso, decorrerá em regime e-Learning, (15 h síncronas e 10 h assíncronas) através do Moodle e do Zoom para dinamizar as sessões e planificar as atividades, apoiar a criação e utilização de recursos digitais e visuais em contexto educativo, bem como a reflexão acerca da integração curricular e a transversalidade destas temáticas na prática pedagógica. Atividades teóricas: explicação de conceitos pedagógicos e de design visual através de exemplos e demonstrações na plataforma Canva; discussão de princípios de organização de conteúdos, análise de boas práticas e reflexão sobre estratégias de utilização de recursos digitais em sala de aula. Atividades práticas: aprendizagem experiencial, através da criação de materiais educativos no Canva, exploração das ferramentas de Inteligência Artificial e aplicação direta dos conteúdos em exercícios simulados; aprendizagem cooperativa, onde o trabalho colaborativo com acompanhamento do formador. Apresentação final dos trabalhos produzidos, com reflexão crítica sobre o processo e os resultados obtidos.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho e uma reflexão final de cada um dos formandos.
Modelo
A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.
Bibliografia
Ministério da Educação Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julho. https://www.dge.mec.pt/perfil-dos-alunos Ministério da Educação Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (PDF). https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfCanva. (2024). Teaching tools and free resources fo educators. https://www.canva.com/education/teaching-resources/Yilmaz, S. (2024). Using Canva for Education application with elementary school students. Electronic Turkish Studies Journal, 19(2), 123-145. Fonseca, M. J. (2023). Que referências para implementar a IA em educação 2023/2024? Cuadernos de Educación y Desarrollo, 15(3), 1-15. Lopes, A., & Pereira, C. (2024). Inteligência artificial na educação: Um auxiliar ou um problema? Lusíada. Educação, 32(1), 45-62.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 10 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
Formador
Andrea Isabel Pereira César Osório
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A criação desta oficina de formação surge da crescente necessidade de os professores desenvolverem competências digitais para integrar eficazmente as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular das escolas. Com o avanço rápido das tecnologias, é essencial que os educadores estejam preparados para utilizar recursos e ferramentas digitais de forma significativa e eficaz, promovendo uma aprendizagem mais envolvente e adaptada aos alunos, respondendo aos desafios da atualidade.
Objetivos
Pretende-se apoiar os professores na integração do digital no processo de ensino e aprendizagem, de modo a melhorar a qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos. São objetivos específicos da oficina: - Capacitar os professores para integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, encorajando a reflexão e a promoção da aprendizagem significativa. - Promover a criação de cenários de aprendizagem, adaptados às necessidades específicas das diferentes disciplinas e níveis de ensino, facilitando a implementação de projetos curriculares que incorporem a utilização eficaz das tecnologias digitais. - Estimular a colaboração e a partilha de práticas de referência, com vista à criação de uma comunidade de aprendizagem digital.
Conteúdos
Os conteúdos da ação surgem da necessidade de capacitar os docentes para a utilização de Recursos Educativos Digitais e Ferramentas Digitais no desenvolvimento curricular, adequados ao contexto das suas escolas. - Documentos de enquadramento das políticas educativas: - Programa de Digitalização para as Escolas - DigCompEdu e SELFIE for Teachers - Metodologias ativas de aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional, para integraras tecnologias digitais em diferentes áreas curriculares. - Ferramentas e recursos educativos digitais para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem: Pesquisa, seleção, edição e criação. - A Inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no apoio à prática docente. - Avaliação das aprendizagens: estratégias de avaliação digital com recursos a soluções digitais. - Desenho e implementação de cenários de aprendizagem com recurso ao digital. - Partilha de práticas em contexto e exploração de casos práticos do uso das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular.
Metodologias
Presencial: As sessões destinam-se à exploração de referenciais teóricos e de documentos orientadores, sobre o papel das tecnologias digitais no desenvolvimento curricular, bem como à reflexão sobre a criação de cenários de aprendizagem, com apoio do digital. Neste sentido, serão apresentados exemplos práticos da criação de cenários de aprendizagem, onde recursos e ferramentas digitais podem ser integrados, deforma eficaz, no planeamento e na execução do currículo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar as tecnologias digitais no desenvolvimento curricular. Trabalho autónomo: A componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, reflexão individual, leituras complementares e atualização do portefólio individual. Na última sessão os formandos apresentarão os Cenários de Aprendizagem desenvolvidos, proporcionando-se momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias. Formação a Distância: As horas de formação serão distribuídas da seguinte forma: 25 horas de trabalho conjunto distribuídos em 9 horas presenciais e 16 horas síncronas; 25 horas de trabalho autónomo - para planificação, experimentação e reflexão sobre uma aplicação prática efetuada no contexto educativo do professor.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base i) a qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões, ii) o cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas, ii) a qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. Serão propostas atividades/tarefas que os formandos realizam ao longo das várias sessões da oficina de formação. Todos os trabalhos produzidos pelos formandos (resoluções das tarefas ou reflexões) executados no decurso das sessões de formação ou durante o tempo destinado ao trabalho autónomo, são disponibilizados num portefólio, acessível através da disciplina Moodle a todos os formandos e formador. Os formandos planificam e implementam atividades de aprendizagem no seu contexto escolar, refletem sobre a implementação realizada e apresentam-na oralmente ao grupo de formação. No final, elaboram o seu Relatório de Reflexão Crítica Individual, submetendo-o em local próprio no Moodle da formação.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Comissão Europeia. (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em:https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdf Direção-Geral da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Disponível em:https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Perfis/Perfil_Aluno_final_vf.pdf Fullan, M., & Langworthy, M. (2014). A rich seam: How new pedagogies find deep learning. Disponível em:https://www.michaelfullan.ca/wp-content/uploads/2014/01/3897.Rich_Seam_web.pdf Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels.Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdf Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA.Editora. Disponível em: https://ria.ua.pt/bitstream/10773/24983/1/Lucas_Moreira_2018_DigCompEdu.pdf
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, apresente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-03-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 09-03-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:45 | 3:30 | Online síncrona |
| 3 | 16-03-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:45 | 3:30 | Online síncrona |
Formador
Soraia Valy Mamade Feiteira Lourenço
Destinatários
Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) da disciplina de PLNM, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina; - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula.
Conteúdos
Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Português Língua Não Materna (PLNM): enquadramento legal, documentos curriculares, definição de conceitos (língua, cultura, L1, L2, multilinguismo, plurilinguismo, multiculturalismo, pluriculturalismo, interculturalidade, entre outros), caracterização sociolinguística e avaliação diagnóstica. Relação entre multilinguismo e interculturalidade. Processos de mediação intercultural; modelos de política multicultural. Desafios da globalização e da mediatização.(5h) Módulo 3 - Didáticas específicas na língua não materna em diferentes domínios: oralidade e interação cultural. Descrição dos constituintes e processos fonológicos em função de ferramentas fonéticas e fonológicas. Conceitos de léxico e de unidade lexicais. Conceitos de prosódia. Avaliação da oralidade: contextos, instrumentos e critérios. A prática dos géneros orais em contextos formais e informais. Relação entre língua, cultura e linguagem; processos de construção e afirmação identitária. O multilinguismo como estratégia de aprendizagem. (5h) Módulo 4 - Módulo 4 Didáticas específicas da língua não materna nos domínios da leitura e escrita. Alfabetização: abordagem de métodos de ensino/aprendizagem de leitura e escrita. Identificação de relações entre sons da fala e sua representação (orto)gráfica. Abordagem de características de diferentes tipos de textos. Estratégias de leitura com diferentes níveis de complexidade cognitiva (localização de informação, realização de inferências). Avaliação da linguagem e do conteúdo. Dinâmicas e projetos de leitura. (promoção do gosto pela leitura e contributos para o desenvolvimento da educação literária). (5h) Módulo 5 - Escrita: abordagem de formatos associados a diferentes tipos textuais e aprofundamento de técnicas de aperfeiçoamento de produção escrita. Problematização de diferentes perspetivas/modelos quanto ao desenvolvimento da linguagem escrita. Géneros textuais e funções comunicativas; tomada de consciência da diversidade de géneros textuais a partir da prática comunicativa. Estratégias e recursos no âmbito da produção e revisão de texto. (5h) Módulo 6 - Gramática e desenvolvimento das competências comunicativas (gramática em uso); as dimensões: lexical, gramatical, sociolinguística, pragmática, discursiva e estratégica (5h) Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
A oficina é constituída por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais. O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-02-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 02-03-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 05-03-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 16-03-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 23-03-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 20-04-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 27-04-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Presencial |
Ref. 297C47/A1 A decorrer
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131577/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 12-02-2026
Fim: 16-04-2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Português (1.º ciclo), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Desenvolver práticas de ensino-aprendizagem baseadas em conhecimentos científicos e didáticos no âmbito dos domínios patentes nas Aprendizagens Essenciais da disciplina de Português; - Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento, de forma articulada, dos domínios da Oralidade, Leitura, Educação Literária, Escrita e Gramática; - Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias integradas nas áreas críticas do Português; - Refletir sobre os contributos da disciplina para o exercício de uma cidadania ativa.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 Oralidade e Educação Literária (1.º e 2.º anos) (5h) estratégias para: i) a compreensão de noções elementares de diferentes géneros literários; ii) a compreensão e fruição de diferentes experiências literárias; iii) a construção de um bom leitor: clube de leitura; apresentações orais?(exposição, reconto, tomada de posição) Módulo 3 Educação Literária e Leitura (3.º e 4.º anos) (5h) estratégias para: i) compreensão de diferentes tipos de texto; ii) as diferentes finalidades de leitura para a construção de um bom leitor: projeto de leitura; dramatizações; textos orais com diferentes finalidades (planificação e produção) Módulo 4 Escrita (5h) estratégias para: i) oficinas de escrita; ii) técnicas de escrita criativa (desbloqueadores de criatividade, modelos de escrita): diário de escrita, texto coletivo; oficina de escrita, plano esquemático, técnicas de revisão linguística; guião de autorrevisão Módulo 5 Oralidade (5h) estratégias para: i) o processo de escuta; ii) a produção discursiva planificada, espontânea e interativa; iii) retórica da oralidade (postura corporal, expressão facial,clareza, volume e tom de voz): guiões de apoio à oralidade; workshop sobre performance; técnicas de anotação; rádio escolar; clube de debate Módulo 6 Leitura e Gramática (1.º e 2.º anos) (5h) estratégias para a organização de um laboratório gramatical: desenvolvimento da consciência fonológica a nível da estrutura sonora e (orto)gráfica da palavra; lexical; sintática; e textual: portefólio, oficina da palavra; construção de um photostory Módulo 7 Leitura Escrita e Gramática (3.º e 4.º anos) (5h) estratégias para a organização de um laboratório gramatical: desenvolvimento da consciência morfológica; lexical; sintática; textual; e discursiva: workshop de ortografia; campeonato de gramática; ebook de texto criativo Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0ME. (1997). Sim-Sim, I., Duarte, I.; Ferraz, M.J. A língua materna na educação básica: competências nucleares e níveis de desempenho.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Online síncrona |
| 3 | 05-03-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 12-03-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 17-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 26-03-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
Ref. 260C62/A1 A decorrer
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128599/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 11-02-2026
Fim: 15-04-2026
Regime: b-learning
Local: Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto/Online
Formador
Ana Margarida Martins Nunes
Maria João Correia Lima
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Ciências Naturais, Biologia e Geologia, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
• Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); • Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; • Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; • Promover a familiarização dos professores com as propostas de atividades práticas/experimentais que constam dos documentos curriculares, de forma que reconheçam as suas reais potencialidades no âmbito do ensino das ciências; • Incentivar a reflexão sobre o papel essencial do professor na formação de cidadãos críticos e ativos na sociedade; • Promover a abordagem holística de problemas e desafios socioambientais.
Conteúdos
Módulo (M)1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares: (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/desenvolvimento de competências digitais dos alunos) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos M2 - Genética e intervenção biotecnológica (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: manipulação da fertilidade, controlo de natalidade das populações humanas e resolução de problemas de infertilidade - processos biotecnológicos natureza e carácter hereditário dos genes, a sua regulação e alteração, com implicações na qualidade de vida dos indivíduos e da biodiversidade genes como património evolutivo das espécies e como campo de intervenção biotecnológica Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática M3: Saúde e Alterações climáticas (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos à temática: pandemia e alterações climáticas - conceitos pandemias relacionadas com alterações climáticas fatores de risco evidências científicas ações para a redução dos riscos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática Elaboração de projeto de intervenção na comunidade para promover a saúde e reduzir os riscos das alterações climáticas M4 – Recursos Geológicos e Sustentabilidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: relação entre dinâmica litosférica e mudanças climáticas atividades antropogénicas e mudanças ambientais exploração de recursos geológicos através de tecnologias específicas contaminação de recursos geológicos e possíveis cenários de futuro, como consequência do aquecimento global e de mudanças ambientais Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M5 – Biodiversidade e Geodiversidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: conceitos básicos de biodiversidade e geodiversidade: definição, importância, níveis de organização, ameaças e estratégias de conservação áreas importantes para a conservação a nível nacional - identificação geodiversidade na sustentação da biodiversidade impactos da perda de biodiversidade e da geodiversidade Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas, de campo e experimentais Elaboração de projeto de educação ambiental. Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
Presencial - A oficina é constituída por 6 módulos (2 obrigatórios e 4 opcionais). Módulo 1 e Módulo Final – Obrigatórios e presenciais. Os dois módulos a selecionar, de entre os 4 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 7,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. O trabalho autónomo será intercalado com as sessões presenciais e online. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados. A avaliação contemplará também a interação entre formador e formandos, a realização e discussão de tarefas e o trabalho final.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Organização Mundial da Saúde (OMS): https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/climate-change-and-health Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC): https://www.ipcc.ch/
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 28-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 28-02-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
Formador
Andrea Isabel Pereira César Osório
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais. Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.
Objetivos
Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo. No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais. Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.
Conteúdos
Ciberespaço e Cultura de Cibersegurança (4 horas) • Conceitos Básicos de Cibersegurança • A utilização do Ciberespaço • Engenharia Social Ciber-higiene (6 horas) • Normas e procedimentos de utilização das tecnologias da informação • Políticas Seguras nas Escolas • Práticas Seguras nas Escolas Cibersegurança em Ambientes Colaborativos (2,5 horas) • Ambientes colaborativos • Partilhas, permissões, comunicação e colaboração em rede Ética na Cibersegurança (3,5 horas) • Boas práticas e cumprimento da lei • Partilha de conteúdos e copyright • Ciberbullying Dados Pessoalmente Identificáveis e Sensíveis (6 horas) • Tipos de dados • Ciclo de dados • Estratégias de pesquisa e gestão do conhecimento
Metodologias
A formação será ministrada à distância, em formato síncrono, para permitir a discussão, troca de ideias e dinâmicas de aprendizagem com o formador e entre pares. Após a apresentação dos conceitos serão sempre apresentadas ferramentas, questões tipo, cenários de estudo, que possam servir como exemplos de aplicabilidade concretos, estruturados de acordo com os níveis de público. A formação inclui um extenso e atualizado portfolio de ferramentas já disponíveis de variados autores, e ainda uma versão inicial de materiais a utilizar pelos professores e ainda de um jogo. Cada um deles é passível de ser completado de forma mais personalizada por cada professor, no sentido de o adaptar à envolvente sócio-cultural da sua escola, o que será objeto de avaliação final.
Avaliação
A avaliação dos formandos será baseada, de acordo com o Estatuto da Carreira Docente, numa escala de 1 a 10 valores, mediante o seu desempenho nas sessões conjuntas e na avaliação individual dos trabalhos produzidos.
Modelo
A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.
Bibliografia
Centro Internet Segura, Guia para uma Internet Segura, eBook_CIS_vF2.pdf Estudo sobre a Educação para a Cibersegurança no Ensino Básico e Secundário. CNCS, 2024 https://www.cncs.gov.pt/docs/estudo-ensino-bas-sec-obcibercncs.pdf Mastering Cyber Hygiene: A Practical Guide for Individuals: A Practical Guide for Individuals. NOTION PRESS MEDIA PVT LTD, 2024. ISBN: 9798894156774 CNCS(2020), Relatório cibersegurança em Portugal: Ética & Direito, https://www.cncs.gov.pt/docs/relatorio-eticadireito2020-observatoriociberseguranca-cncs.pdf Van Puyvelde, Damien, and Aaron F. Brantly. Cybersecurity: politics, governance and conflict in cyberspace. John Wiley & Sons, 2024.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 19:00 - 21:15 | 2:15 | Online síncrona |
| 2 | 25-02-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:30 | 3:15 | Online síncrona |
| 3 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:30 | 3:15 | Online síncrona |
| 4 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:30 | 3:15 | Online síncrona |
| 5 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:30 | 3:15 | Online síncrona |
| 6 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:30 | 3:15 | Online síncrona |
| 7 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:30 | 3:15 | Online síncrona |
| 8 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:30 | 3:15 | Online síncrona |
Ref. 292C52/A1 A decorrer
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128625/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 10-02-2026
Fim: 14-04-2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária D. Inês de Castro - Alcobaça (AE Cister)
Formador
Maria João Correia Lima
Ana Margarida Martins Nunes
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Ciências Naturais, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico e a comunicação; Partilhar práticas e aceder a recursos didáticos de referência, adequados a um contexto específico de aprendizagem, ensino e avaliação.
Conteúdos
Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 - Rochas e Solo - materiais terrestres (10 horas) Recursos geológicos - potencialidades Rochas e minerais Distinção entre mineral e rocha e indicar exemplo de rochas de cada grupo Aplicação de rochas no quotidiano Solo Agentes biológicos e atmosféricos - importância na génese do solo Solo - conservação Sustentabilidade na agricultura e avanço científico e tecnológico Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo 3 - Água e Ar (10 horas) Água e seres vivos Disponibilidade e circulação de água na Terra - Informação Gestão sustentável da água na sua utilização, exploração e proteção - importância Atmosfera terrestre - funções Propriedades do ar e seus constituintes Atividades humanas na qualidade do ar - impactos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo 4 - Processos vitais comuns aos seres vivos - Animais (10 horas) Alimentação Riscos e benefícios dos aditivos alimentares Ciência e da tecnologia na evolução dos produtos alimentares - importância Sustentabilidade do Organismo Respiração Distinção entre respirações externa e celular Ciência e da tecnologia na identificação das principais causas das doenças respiratórias mais comuns - importância Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo 5 - Processos vitais comuns aos seres vivos - Plantas (10 horas) Fotossíntese e Respiração nas plantas Fotossíntese para a obtenção de alimento nas plantas - importância Influência de fatores que intervêm no processo fotossintético Importância das plantas na vida na Terra e medidas de conservação da floresta autóctone Relação entre os produtos da fotossíntese e a respiração celular Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema. Módulo 6 - Agressões do meio e integridade do organismo (10 horas) Ciência e tecnologia na descoberta dos microrganismos - importância Medidas de higiene que contribuam para a prevenção de doenças infeciosas Vacinas e uso adequado de antibióticos e medicamentos de venda livre - importância Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo Final - (2,5 horas) - Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos
Metodologias
O curso é constituído por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final - Obrigatórios e presenciais Os dois módulos a selecionar, de entre os 5 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 7,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados. A avaliação contemplará também a interação entre formador e formandos, a realização e discussão de tarefas e o trabalho final.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série - n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Martins, I. P., Tenreiro-Vieira, C., Vieira, R., Sá, P., Rodrigues, A. V., Teixeira, F., Couceiro, F., Veiga, M. L. & Neves, C. (2012). Avaliação do Impacte do Programa de Formação em Ensino Experimental das Ciências: Um estudo de âmbito nacional. Lisboa: Ministério da Educação e Ciência, Direção Geral de Educação (333 pp.)
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 21-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 21-02-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 17-03-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 24-03-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
Formador
Zélia Maria Lopes Marques
Destinatários
Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (100), professores dos grupos 110, 120 e 910.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
As Declarações Internacionais e as Convenções constataram a interdependência entre o Direito à Educação e o Direito à Inclusão. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, apresenta um conjunto de dimensões que têm como premissa uma nova visão para a educação, uma visão humanista, com base nos direitos humanos e na dignidade, na justiça social, na inclusão, na proteção, na diversidade cultural, linguística e étnica, bem como na responsabilidade e prestação de contas, entre todos, tendo como objetivo “não deixar ninguém para trás” (Unesco, 2017, p. 7). Na sequência da evolução registada a nível internacional, foram publicados em Portugal, um conjunto de documentos estruturantes e orientadores das políticas educativas, que invocam uma mudança de paradigma. Atualmente, a escola é convocada para dar resposta a todos os alunos, adotando princípios ajustados às necessidades e potencialidades de cada um, pelo que a mesma deve organizar-se para a diversidade. A Perturbação do Espetro de Autismo é uma perturbação do neurodesenvolvimento, cuja prevalência tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos. Implica alterações em diversas áreas do desenvolvimento, tais como: a interação, a comunicação, comportamentos e interesses restritos. A designação de Espetro foi atribuída pela variabilidade dos sintomas desde as formas mais leves até às formas mais graves. Os docentes deparam-se diariamente com imensos desafios, para responder eficazmente às necessidades das crianças e jovens com Perturbação do Espetro de Autismo o que justifica capacitar e dotar estes profissionais de formação específica nesta área.
Objetivos
Objetivos a atingir - Abordar o quadro teórico que sustenta as políticas públicas no que respeita à inclusão e equidade; - Evidenciar características do diagnóstico de PEA - Identificar as especificidades e comorbilidades associadas - Identificar sinais de alerta de PEA - Adquirir competências para realizar processos de encaminhamento de crianças/jovens com sinais de PEA - Conhecer instrumentos de rastreio e diagnóstico e abordagens de intervenção - Planear e delinear estratégias práticas de intervenção nas diversas áreas - Promover a articulação entre os diversos intervenientes - Refletir sobre as práticas pedagógicas, promovendo a partilha de experiências no âmbito da PEA
Conteúdos
Módulo 1 – O Quadro conceptual e normativo de referência na resposta a crianças e jovens com Perturbação do Espetro Breve abordagem aos documentos atuais com impacto na Educação Inclusiva no mundo e em Portugal . Quadro normativo de referência: convergência, congruência e interdependência das políticas educativas (Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, Decreto-Lei n.º 54/2018, na sua redação atual, Decreto-Lei n.º 55/2018, Aprendizagens essenciais e Estratégia de Educação para a Cidadania ). Diferentes contributos da investigação nas formas de ensinar e aprender na resposta à diversidade dos alunos e ao seu sucesso e progressão Abordagem multinível - medidas de suporte à aprendizagem: universais, seletivas e adicionais Desenho Universal para Aprendizagem DUA: objetivos, estratégias de ensino, materiais e recursos e avaliação. Módulo 2 - PEA: da Teoria à Prática ( 9 horas - 3 horas presenciais + 6 horas online síncronas) Evolução Histórica da PEA Critérios de diagnóstico (DSM-V). Etiologia, Comorbilidades, Prevalência; Normas clínicas do SNS Sinais de alerta e instrumentos de rastreio e diagnóstico Desenvolvimento social, comunicativo e cognitivo Mitos vs Verdade PEA Modelos e Programas de Intervenção na PEA (6 horas Teacch, Son-Rise, ABA, D.I.R, Denver, PECS Terapias complementares Módulo 3 - Práticas pedagógicas e estratégias de intervenção com crianças e jovens com PEA em sala de aula e noutros contextos: da Planificação à operacionalização, monitorização e avaliação. (10 horas - 7 horas online síncronas+3 horas presenciais) Intervir precocemente na PEA _ Ação dos diferentes intervenientes A criança/jovem com PEA em contexto escolar Opções pedagógicas e estratégias de intervenção O recurso à comunicação aumentativa e alternativa Construção e adaptação de materiais de intervenção na PEA Importância do envolvimento parental A importância do trabalho colaborativo e da articulação dos diversos intervenientes Transição entre ciclos
Metodologias
Presencial Trabalho autónomo Metodologia de cariz teórico-prática, com recurso a dinâmicas que promovam o envolvimento dos participantes em atividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre os temas propostos, com vista à otimização e concretização dos objetivos delineados A Ação de formação em regime de frequência blearning, nomeadamente: apresentação de conteúdos e conceitos, partilha de experiências, trabalhos individuais e em grupo e reflexão e debate de ideias. No desenvolvimento do trabalho autónomo pretende-se que os formandos/as planeiem e apliquem os conhecimentos adquiridos nas sessões presenciais e online síncronas, junto das crianças/alunos nos diferentes contextos de intervenção. Apresentação ao grande grupo, reflexão e debate.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos/tarefas realizadas nas sessões (35%) - Trabalho de aplicação de conteúdos (45%) - Reflexão final crítica acerca dos conteúdos e atividades desenvolvidos bem no impacto do mesmo na sua prática letiva e nas aprendizagens dos alunos (20%)
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em: Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECD iLibrary (oecd-ilibrary.org) Dge. 2018. Para uma Educação Inclusiva - Manual de Apoio à Prática. Disponível em: https://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pd Acesso 28/10/2024 Lima, C. (2012). Perturbação do Espetro do Autismo. Manual prático de intervenção. Lisboa: Lidel - Edições Técnicas. Lima, C. (2015). Perturbações do Neurodesenvolvimento. Manual de orientações diagnósticas e estratégias de intervenção. Lisboa: Lidel – Edições Técnicas. OCDE (2022), Review of Inclusive Education in Portugal, Reviews of National Policies for Education, OECD. Disponível em: https://www.oecd-ilibrary.org/sites/a9c95902-en/index.html?itemId=/content/publication/a9c95902-en#section-d1e1094 UNESCO (2015). Declaração de Incheon. Fórum Mundial de Educação (FME 2015). Coreia do Sul. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000243278_por Acesso 28/10/2024
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-01-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 15-01-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 26-02-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 05-03-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:45 | 3:30 | Online síncrona |
| 6 | 12-03-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:45 | 3:30 | Online síncrona |
| 7 | 19-03-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial, Professores Bibliotecários
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
FLUC; CESUCA e Câmara Municipal de Alcobaça, como apoio do BAD – Grupo de Trabalho de Bibliotecas Itinerantes
Enquadramento
O encontro de Bibliotecas Itinerantes como "espaços" de Afetos: a paixão pela literatura, através de Inês de Castro, com a Coordenação Científica da Sra. Prof.ª Doutora Beatriz Marques, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, a realizar no Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, no dia 27/03/2026, surge no âo âmbito do Festival Alcobaça Inspira, Arte, Literatura e Paixão, Organização: FLUC (Maria Beatriz Marques); CESUCA (Margarida Anastácio) e Câmara Municipal de Alcobaça, como apoio do BAD – Grupo de Trabalho de Bibliotecas Itinerantes
Objetivos
Objetivos são, enquadrar, aprofundar, refletir e conhecer: - o tema da Leitura Itinerante na promoção da Literatura Portuguesa - relação de D. Inês de Castro (1325-1355) com os livros e os documentos - Sistema de Informação Inesiano - à descoberta da Paixão de Inês de Castro. - Bibliotecas itinerantes e humanismo digital: cultivar “hábitos bons” e afetos no ecossistema digital Pretende-se ainda -realizar visitas à Exposição das Bibliotecas Itinerantes e ao Túmulo de Inês de Castro - apresentar a obra "Pedro e Inês contado aos pequenotes", de Vanda Marques
Conteúdos
O encontro de Bibliotecas Itinerantes como "espaços" de Afetos: a paixão pela literatura surge no âo âmbito do Festival Alcobaça Inspira, Arte, Literatura e Paixão, através de Inês de Castro. a realizar nao dia 27 de março de 2026 (6.a feira), entre 10h00/17h30. tem o seguinte programa: 09h30 – Receção dos Participantes 10h00 - Abertura do Encontro e boas-vindas aos participantes: 10h30 – 11h00 - Conferência Inaugural A relação de D. Inês de Castro (1325-1355) com os livros e os documentos Maria José de Azevedo Santos, Professora Catedrática Jubilada da FLUC Moderação:Maria Beatriz Marques (FLUC) 11h30 – 11h50 - Conferência Sistema de Informação Inesiano - à descoberta da Paixão de Inês de Castro. Maria da Assunção Alarcão Júdice, Presidente da Fundação Inês de Castro Moderação: Margarida Anastácio (CESUCA) 11h50 – 12h10 - Conferência Bibliotecas itinerantes e humanismo digital: cultivar “hábitos bons” e afetos no ecossistema digital Luis Borges Gouveia, Professor Catedrático da UFP Moderação:Miguel Marques dos Santos (FLUC) 12h10 – 13h00 - Visita guiada à Exposição das Bibliotecas Itinerantes Apresentação da Curadora Celmira Monteiro (BMCoimbra) 14h30 – 15h00 - Visita guiada ao Túmulo de Inês de Castro 15h00 – 15h20 - Pedro e Inês contado aos pequenotes Vanda Furtado Marques, Autora Moderação: Celmira Monteiro (BMCoimbra) 15h20 – 15h40- Intervalo para Café 15h40 – 17h00 – Mesa Redonda – Bibliotecas Itinerantes: a paixão que nos move Apresentação dos trabalhos desenvolvidos junto da comunidade por todos os profissionais de itinerância presentes; Apresentação de vídeos com os depoimentos de leitores sobre a sua paixão pela biblioteca itinerante. Moderação: Curadora do Encontro - Carla Santos 17h00- Sessão de Encerramento Cristina Albuquerque, Vice-Reitora da UC
Metodologias
Conferências, mesas redondas, visitas, exposições e debates e exposição de trabalho e visionamntos de videos e docimentários.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-03-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 27-03-2026 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
Formador
Patrícia Margarida Anselmo da Silva Breites
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça
Enquadramento
A Ação de Curta Duração (ACD) tem como objetivo principal compartilhar aprendizagens em Inteligência Artificial adquiridas em diferentes contextos europeus, promovendo a reflexão sobre os desafios e oportunidades que essas experiências trazem à melhoria do ensino e ao desenvolvimento integral dos alunos .
Objetivos
Promover o desenvolvimento profissional dos agentes educativos, reforçando a dimensão europeia da educação e a adoção de práticas pedagógicas diferenciadoras. Partilhar experiências de mobilidade Erasmus+, resultantes da participação em cursos estruturados.
Conteúdos
Ação-Chave 1 (KA1): objetivos, tipologias de mobilidade (cursos estruturados,) e impacto no desenvolvimento profissional; Importância da mobilidade individual para o crescimento pessoal e profissional dos docentes; Partilha de práticas e plataformas de IA. Brisk Teaching; Arloop;Chalkie; Curipod; Wayground; Chat PDF; Slidesorator.
Metodologias
-Apresentação e participação na ação. Partilha de relatos pessoais e profissionais por parte dos participantes nas mobilidades, destacando boas práticas observadas e exemplos concretos de plataformas de IA. Momento de síntese e reflexão final: -Sistematização das principais ideias e aprendizagens da sessão, seguida de um espaço de reflexão conjunta, permitindo identificar caminhos de aplicação das práticas partilhadas no contexto do AE Cister e reunir contribuições dos participantes para futuras ações.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria Manuela da Silva Lourenço
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça
Enquadramento
O presente ano letivo constitui um momento particularmente relevante para o Agrupamento, uma vez que corresponde ao período de revisão e reformulação do Projeto Educativo. Este processo assume-se como uma oportunidade de reflexão estratégica sobre o caminho percorrido e, sobretudo, sobre o futuro que pretendemos construir enquanto comunidade educativa. Neste contexto, o envolvimento de todos – docentes, alunos, assistentes operacionais e técnicos, encarregados de educação e parceiros da comunidade – é fundamental. A participação ativa de todos permitirá identificar prioridades, definir objetivos comuns e delinear ações que contribuam para a melhoria contínua da qualidade educativa. Assim, pretende-se que este seja um processo participativo e colaborativo, capaz de integrar diferentes perspetivas e de orientar o Agrupamento na construção da escola que desejamos para os próximos três anos: uma escola inclusiva, exigente, inovadora e centrada no sucesso e bem-estar de todos os alunos, em conjunto Imaginarmos o Agrupamento de Escolas de Cister do Futuro.
Objetivos
Promover a reflexão estratégica sobre o funcionamento do Agrupamento, analisando práticas educativas, resultados e necessidades da comunidade escolar. Envolver toda a comunidade educativa – docentes, alunos, assistentes, encarregados de educação e parceiros – num processo participativo de construção do Projeto Educativo. Definir prioridades e metas claras para o desenvolvimento do Agrupamento nos próximos três anos. Reforçar a qualidade das aprendizagens e o sucesso educativo, promovendo práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas. Valorizar a inclusão, a equidade e o bem-estar de todos os alunos, garantindo respostas adequadas às diferentes necessidades. Fortalecer a articulação com a comunidade e parceiros locais, potenciando recursos e oportunidades educativas.
Conteúdos
Caracterização do Agrupamento e da comunidade educativa (contexto social, cultural e educativo). Princípios, valores e missão do Agrupamento. Visão estratégica para os próximos três anos. Diagnóstico da situação atual (análise de resultados escolares, práticas pedagógicas, recursos e necessidades identificadas). Definição de objetivos estratégicos e metas de melhoria. Linhas de ação e estratégias de intervenção para a promoção do sucesso educativo e da inclusão. Medidas de apoio às aprendizagens e combate ao insucesso e abandono escolar. Promoção do bem-estar, cidadania e desenvolvimento pessoal dos alunos. Articulação curricular e inovação pedagógica. Parcerias com a comunidade e envolvimento das famílias. Monitorização e avaliação do Projeto Educativo.Análise dos resultados dos inquéritos (identificação de forças, fraquezas e tendências). Brainstorming em grupos de trabalho sobre objetivos estratégicos, desafios e metas para 3 anos. Propostas concretas para o Projeto Educativo, considerando diversidade de perfis e representatividade.
Metodologias
Sessão prática e informal em grupos de trabalho. Dinâmicas colaborativas, acolhedoras e facilitadas (discussão guiada, análise SWOT, priorização de ideias). Registo de propostas para integração no Projeto Educativo
Modelo
Modelo de avaliação dos Formandos: A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Observações
Bibliografia Projeto Educativo atual do AE Cister. Resultados dos inquéritos de monitorização.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 14:45 - 17:45 | 3:00 | Presencial |
Formador
Patrícia Margarida Anselmo da Silva Breites
Destinatários
Pessoal não docente;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O presente ano letivo constitui um momento particularmente relevante para o Agrupamento, uma vez que corresponde ao período de revisão e reformulação do Projeto Educativo. Este processo assume-se como uma oportunidade de reflexão estratégica sobre o caminho percorrido e, sobretudo, sobre o futuro que pretendemos construir enquanto comunidade educativa. Neste contexto, o envolvimento de todos – docentes, alunos, assistentes operacionais e técnicos, encarregados de educação e parceiros da comunidade – é fundamental. A participação ativa de todos permitirá identificar prioridades, definir objetivos comuns e delinear ações que contribuam para a melhoria contínua da qualidade educativa. Assim, pretende-se que este seja um processo participativo e colaborativo, capaz de integrar diferentes perspetivas e de orientar o Agrupamento na construção da escola que desejamos para os próximos três anos: uma escola inclusiva, exigente, inovadora e centrada no sucesso e bem-estar de todos os alunos, em conjunto Imaginarmos o Agrupamento de Escolas de Cister do Futuro.
Objetivos
Promover a reflexão estratégica sobre o funcionamento do Agrupamento, analisando práticas educativas, resultados e necessidades da comunidade escolar. Envolver toda a comunidade educativa – docentes, alunos, assistentes, encarregados de educação e parceiros – num processo participativo de construção do Projeto Educativo. Definir prioridades e metas claras para o desenvolvimento do Agrupamento nos próximos três anos. Reforçar a qualidade das aprendizagens e o sucesso educativo, promovendo práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas. Valorizar a inclusão, a equidade e o bem-estar de todos os alunos, garantindo respostas adequadas às diferentes necessidades. Fortalecer a articulação com a comunidade e parceiros locais, potenciando recursos e oportunidades educativas.
Conteúdos
Caracterização do Agrupamento e da comunidade educativa (contexto social, cultural e educativo). Princípios, valores e missão do Agrupamento. Visão estratégica para os próximos três anos. Diagnóstico da situação atual (análise de resultados escolares, práticas pedagógicas, recursos e necessidades identificadas). Definição de objetivos estratégicos e metas de melhoria. Linhas de ação e estratégias de intervenção para a promoção do sucesso educativo e da inclusão. Medidas de apoio às aprendizagens e combate ao insucesso e abandono escolar. Promoção do bem-estar, cidadania e desenvolvimento pessoal dos alunos. Articulação curricular e inovação pedagógica. Parcerias com a comunidade e envolvimento das famílias. Monitorização e avaliação do Projeto Educativo.Análise dos resultados dos inquéritos (identificação de forças, fraquezas e tendências). Brainstorming em grupos de trabalho sobre objetivos estratégicos, desafios e metas para 3 anos. Caracterização do Agrupamento e da comunidade educativa (contexto social, cultural e educativo). Princípios, valores e missão do Agrupamento. Visão estratégica para os próximos três anos. Diagnóstico da situação atual (análise de resultados escolares, práticas pedagógicas, recursos e necessidades identificadas). Definição de objetivos estratégicos e metas de melhoria. Linhas de ação e estratégias de intervenção para a promoção do sucesso educativo e da inclusão. Medidas de apoio às aprendizagens e combate ao insucesso e abandono escolar. Promoção do bem-estar, cidadania e desenvolvimento pessoal dos alunos. Articulação curricular e inovação pedagógica. Parcerias com a comunidade e envolvimento das famílias. Monitorização e avaliação do Projeto Educativo.Análise dos resultados dos inquéritos (identificação de forças, fraquezas e tendências). Brainstorming em grupos de trabalho sobre objetivos estratégicos, desafios e metas para 3 anos. Propostas concretas para o Projeto Educativo, considerando diversidade de perfis e representatividade.
Metodologias
Sessão prática e informal em grupos de trabalho. Dinâmicas colaborativas, acolhedoras e facilitadas (discussão guiada, análise SWOT, priorização de ideias). Registo de propostas para integração no Projeto Educativo
Modelo
Modelo de avaliação dos Formandos: A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Bibliografia
Bibliografia Projeto Educativo atual do AE Cister. Resultados dos inquéritos de monitorização
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 14:45 - 17:45 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria Manuela de Jesus Faustino Prata
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial pertencentes à Bolsa de Avaliadores Externos (AvExt.) do CFAE.
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A Avaliação Externa do Desempenho docente e o exercício da Função de Avaliador(a) Externo (a) requerem um conjunto de competências e de procedimentos que importa refletir e aprofundar. Nesta perspetiva, com esta Ação de Curta Duração pretende-se: • Promover o desenvolvimento de competências de avaliação externa no âmbito do quadro nacional de referência; • Realizar uma leitura partilhada do quadro orientador dos objetivos e procedimentos; • Debater o processo de “observação de aulas” e de avaliação externa da dimensão científica e pedagógica; • Incentivar o trabalho colaborativo entre os profissionais envolvidos no processo de observação.
Objetivos
Promover o desenvolvimento de competências de avaliação externa no âmbito do quadro nacional de referência Reconhecer o enquadramento legal da função de avaliador externo Incentivar o trabalho colaborativo entre os profissionais envolvidos no processo de observação conhecer a Calenzaarização, procedimentos e documentação de apoio
Conteúdos
1. Quadro normativo da ADD: uma perspetiva global e integrada 2. A componente externa da ADD: orientações e procedimentos 2.1. Competências do avaliador externo 2.2. Observação de aulas 2.3. Instrumentos de apoio: guião de observação, parâmetros e níveis de desempenho 2.4. Procedimentos: preparação, observação, autoavaliação e classificação. 3. Documentação de apoio, procedimentos, submissão e validação na Plataforma
Metodologias
Enquadramento conceptual, reflexão e debate. Apreseentação de "situações/casos" e aplicação prática
Modelo
Modelo de avaliação dos Formandos: A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas de formação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Observações
Critérios de seleção: 1. Avaliadores(as) Externos(as) já nomeados para exercer a função de AE, no corrente ano letivo; 2. Outros Avaliadores(as) Externos(as) que integram a Bolsa de Avaliadores (Validados pelos Diretores dos AE/ENA no SIGRHE ) e que ainda podem ainda vir a ser mobilizados para este ciclo avaliativo (2025/2026)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
Destinatários
Professores de Música/Ensino Artístico;
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Academia de Música de Alcobaça/CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A presente Ação de Curta Duração integra o plano de formação contínua da Academia de Música de Alcobaça, em articulação com o CFAE dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré, na área da Pedagogia e Didática do Instrumento. Constitui continuidade formativa do workshop “Fundamentos do Método Suzuki 1”, visando o aprofundamento metodológico aplicado à progressão técnica e musical em fase subsequente à iniciação. A ação responde à necessidade de atualização pedagógica dos docentes de instrumentos de cordas friccionadas, reforçando competências na aplicação estruturada do repertório Suzuki, na gestão da progressão técnica e na consolidação da autonomia do aluno. Insere-se na estratégia institucional de qualificação do corpo docente e de melhoria da qualidade do ensino artístico especializado, promovendo reflexão crítica, coerência metodológica e partilha de práticas pedagógicas.
Objetivos
Apresentar e discutir filosofias e estratégias pedagógicas, Experimentação de estratégias e instrumentos didáticos para as aulas de instrumento de cordas friccionadas a alunos de nível de iniciação.
Conteúdos
Filosofias de ensino do instrumento. Método Suzuki (repertório e metodologias).
Metodologias
A ação decorrerá em regime presencial, organizada em dois formatos complementares: palestras e masterclasse. As palestras seguirão uma metodologia expositivo-dialogada, centrada no aprofundamento dos fundamentos pedagógicos do Método Suzuki, análise do repertório de nível II e discussão de estratégias de progressão técnica e interpretativa. A masterclasse adotará metodologia demonstrativa e participativa, com trabalho prático com alunos, observação orientada, análise pedagógica das intervenções do formador e reflexão crítica sobre a transferência das estratégias para o contexto letivo dos participantes. A abordagem privilegia articulação entre fundamentação teórica e aplicação prática, promovendo consolidação de competências didáticas específicas.
Modelo
Preenchimento de um formulário de satisfação no final da ação.
Observações
Bibliografia: Ability Development From Age Zero - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Nurtured By Love: A New Approach to Education - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Young Children’s Talent Education and Its Method - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Kataoka, Haruko. Sensibility and Education - Salt Lake City, UT: Piano Basics Inc., 1993. Starr, William. The Suzuki Violinist: A Guide for Parents and Teachers - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. VIOLIN PART I VOL. 1 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music VIOLIN PART II VOL. 2 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music VIOLIN PART III VOL. 3 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music
Destinatários
Professores de Música/Ensino Artístico;
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Academia de Música de Alcobaça/CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A presente Ação de Curta Duração integra-se no plano de formação contínua da Academia de Música de Alcobaça, em articulação com o CFAE dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré, na área da Pedagogia e Didática do Instrumento. A sua realização justifica-se pela necessidade de atualização pedagógica dos docentes de instrumentos de cordas friccionadas, particularmente ao nível da iniciação, etapa determinante na consolidação de competências técnicas, auditivas e posturais. O aprofundamento do Método Suzuki — abordagem estruturada e internacionalmente reconhecida — permite reforçar práticas centradas no aluno, valorizando a aprendizagem por imitação, a escuta sistemática, a repetição estruturada e o envolvimento da família no processo educativo. A ação contribui para a melhoria da qualidade do ensino artístico especializado, promovendo reflexão crítica, partilha de práticas e diversificação de estratégias didáticas, em coerência com os objetivos formativos da entidade proponente.
Objetivos
Apresentar e discutir filosofias e estratégias pedagógicas, Experimentação de estratégias e instrumentos didáticos para as aulas de instrumento de cordas friccionadas a alunos de nível de iniciação.
Conteúdos
Filosofias de ensino do instrumento. Método Suzuki (repertório e metodologias).
Metodologias
A ação desenvolver-se-á em regime presencial, estruturada em dois momentos complementares: componente teórica (manhã) e componente prática (tarde). Na componente teórica serão utilizados métodos expositivo-dialogados, com apresentação dos fundamentos filosóficos e pedagógicos do Método Suzuki, análise do repertório inicial e discussão orientada sobre estratégias aplicáveis ao ensino da iniciação instrumental. Na componente prática privilegiar-se-á uma abordagem ativa e participativa, com demonstrações pedagógicas, simulação de situações de aula individual e de grupo, experimentação de estratégias didáticas pelos formandos e reflexão orientada sobre a transferência das aprendizagens para o contexto real de ensino.
Modelo
Preenchimento de um formulário de satisfação no final da ação.
Observações
Bibliografia: Ability Development From Age Zero - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Nurtured By Love: A New Approach to Education - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Young Children’s Talent Education and Its Method - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. Kataoka, Haruko. Sensibility and Education - Salt Lake City, UT: Piano Basics Inc., 1993. Starr, William. The Suzuki Violinist: A Guide for Parents and Teachers - Miami, FL: Summy-Birchard, Inc. VIOLIN PART I VOL. 1 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music VIOLIN PART II VOL. 2 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music VIOLIN PART III VOL. 3 VIOLIN SCHOOL AMPV: 1.02 © 2007, 1978 Dr. Shinichi Suzuki Sole publisher for the entire world except Japan: Summy-Birchard, Inc. Exclusive print rights administered by Alfred Music
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-02-2026 (Domingo) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 22-02-2026 (Domingo) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Marco António Moniz de Lemos
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A ação enquadra-se na necessidade de capacitar os docentes na construção de instrumentos de avaliação em formato digital, alinhada com o formato da avaliação externa, para promover em ambiente escolar a sua utilização. Inserido no Programa de Digitalização para as Escolas, o Plano de Capacitação Digital de Docentes, encontra-se estruturado de modo a contribuir para o desenvolvimento de competências consignadas nas áreas previstas no DigCompEdu. Esta ação está inserida no Plano de Ação de Desenvolvimento Digital da Escola (PADDE) do Agrupamento de Escolas da Benedita, como forma de potenciar o recurso a metodologias ativas e/ou ferramentas digitais dirigidas aos alunos.
Objetivos
Promover práticas de avaliação digital com recursos à plataforma Intuitivo; Incentivar a recolha de informação sobre as aprendizagens dos alunos de forma mais eficaz e alargada, acompanhando o seu progresso; Diversificar estratégias de avaliação; Gerir a informação da escola no que concerne à avaliação.
Conteúdos
Aspetos da avaliação digital: enquadramento e benefícios; Exploração da plataforma: navegação e utilização do acervo; Criação de conteúdos: elaboração de testes, perguntas e atividades pedagógicas; Organização e gestão: utilização de pastas, subpastas e ferramentas de partilha; Análise de dados: exploração de relatórios e estatísticas de aprendizagem.
Metodologias
Metodologia teórico prática.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das 3 horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, esta deve permanecer sempre ligada ao longo de toda a sessão. Avaliação da ação é efetuada através de um questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Henrique Filipe Henriques dos Santos
Destinatários
Educadores de Infância
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Com a publicação das OCEPE, (Despacho 9180/2016, de 19 de julho) e do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, foi identificada a necessidade de realizar uma reflexão alargada em torno da construção e gestão curricular e da promoção de uma educação inclusiva na educação pré-escolar. As OCEPE, documento normativo que orienta e apoia o educador de infância na construção e gestão do currículo, preconiza a sua adaptação ao contexto social, às caraterísticas das crianças e das famílias e à evolução das aprendizagens de cada criança e do grupo. São também essenciais para esta reflexão e para o desenvolvimento profissional dos educadores de infância, as exigências da contemporaneidade e o disposto no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), em articulação com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC). Importa promover uma atualização científica e didática, respondendo às necessidades manifestadas pelos educadores de infância, apoiando-os na qualidade da educação pré-escolar, tendo em vista o bem-estar, o desenvolvimento e a aprendizagem de todas as crianças. Assim, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das áreas e domínios das OCEPE, destacando-se a Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, a Matemática, o Conhecimento do Mundo, as Artes Visuais, a Música, o Jogo dramático/Teatro, a Dança e a Educação Física.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em áreas de conteúdo e domínios das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar; - Analisar o PA e as suas implicações curriculares, bem como compreender a relação entre as OCEPE e o PA, a fim de melhor gerir e implementar o currículo; - Fomentar a implementação de metodologias ativas de aprendizagem promotoras da diferenciação pedagógica, em coerência com os Fundamentos e Princípios da Pedagogia para a infância e considerando a organização do ambiente educativo as aprendizagens a promover. - Utilizar recursos e materiais pedagógicos que promovam estratégias ativas e inclusivas, em contexto educativo.
Conteúdos
Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) - Análise sobre articulação OCEPE, PA e Decreto-Lei n.º 54/2018 na gestão do currículo - Reflexão e debate sobre enquadramento das OCEPE: - Fundamentos e Princípios da Pedagogia para a Infância - implicação na ação educativa. - Potencialidades da organização do ambiente educativo no currículo e nas aprendizagens. - Intencionalidade educativa na construção e gestão do currículo numa perspetiva articulada das diferentes áreas e domínios Módulo 2 - Linguagem Oral e abordagem à Escrita (10h) - Comunicação Oral e consciência linguística - Funcionalidade da linguagem escrita e utilização em contexto - Identificação de convenções da escrita - Prazer e motivação para ler e escrever - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 3 - Matemática (10h) - Números e operações - Organização e tratamento de dados - Geometria e medida - Interesse e curiosidade pela matemática - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 4 - Educação Física (10h) - Apropriação de diferentes formas de linguagem corporal - Ação da criança sobre si própria e sobre o corpo em movimento - Ação da criança sobre os objetos - Desenvolvimento da criança nas relações sociais em situação de jogo - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 5 - Artes Visuais (10h) - Capacidades expressivas e criativas através das experimentações e produções plásticas - Elementos da comunicação visual tanto na produção e apreciação das suas produções e do que observa - Apreciação de diferentes manifestações de artes visuais, expressando a sua opinião e leitura crítica - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 6 - Música (10h) - Identificação e descrição dos sons, suas características rítmicas, melódicas, dinâmicas, tímbricas e formais - Interpretação com intencionalidade expressiva-musical - Improvisações musicais utilizando diversos recursos sonoros - Valorização da música como fator de identidade social e cultural - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 7 - Abordagem às Ciências (10h) - Processo de desenvolvimento da metodologia científica nas suas etapas - Conhecimento do mundo social - Conhecimento do mundo físico e natural - Articulação de aprendizagens intencionalizadas com outras áreas e domínios Módulo 8 - Capacitação Digital na educação de infância (10h) - Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional - Exploração, seleção e adequação de recursos educativos digitais ao contexto de aprendizagem - Exploração de recursos digitais de apoio ao planeamento e à avaliação das aprendizagens - Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais Módulo Final - (2,5 horas) - Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados
Metodologias
Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5horas presenciais Os módulos opcionais são definidos tendo por referência as áreas e domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. O trabalho autónomo será intercalado com as sessões presenciais e online. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/atividade). Trabalho Autónomo: consolidação dos trabalhos (planificação/atividade); aplicação prática em contexto educativo dos trabalhos realizados; auscultação das crianças em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre atividades concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/atividades no âmbito de cada uma das áreas e domínios abordados.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 54/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série, n.º 129. https://afc.dge.mec.pt/docs/Legisla%c3%a7%c3%a3o/dl_55_2018_curriculo_ensino_basico_secundario.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L. e Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdfDGE Recursos educativos para a educação pré-escolar https://www.dge.mec.pt/recursos-0 Cardona, M.J., Lopes da Silva, I., Marques, L., Rodrigues, P. (2021) Planear e Avaliar na Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EInfancia/documentos/planearavaliar.pdf
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 20-02-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 23-02-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 25-02-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Online síncrona |
| 7 | 17-03-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 24-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
Formador
Ruben David Luís dos Santos
Destinatários
Professores dos grupos 550 e 600
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A ação prática tem como base o princípio da aprendizagem por investigação e ação, valorizando a experimentação direta do Vídeo Mapping como recurso pedagógico e artístico. A abordagem prática fomenta a aprendizagem significativa, ao permitir que os formandos aplicarem conceitos técnicos na manipulação real de superfícies e conteúdos audiovisuais, desenvolvendo autonomia e capacidade crítica para ajustar e personalizar projetos de mapeamento. Essa experiência imersiva reforça a integração entre teoria e prática, essencial para a consolidação de competências digitais e criativas, e para a preparação de docentes capazes de dinamizar processos educativos inovadores e motivadores para os alunos.
Objetivos
Executar todos os passos básicos de configuração e uso do sistema de Vídeo Mapping em ambiente escolar. Realizar o levantamento e a representação digital de uma superfície ou objeto simples, apta para projeção mapeada. Criar e ajustar conteúdos audiovisuais (imagens, animações, som) para aplicações práticas de Video Mapping. Aplicar os conhecimentos adquiridos na resolução de problemas práticos durante a experimentação com projeção e mapeamento. Refletir sobre a integração da tecnologia em práticas pedagógicas inovadoras e colaborativas, avaliando as potencialidades do Vídeo Mapping para projetos futuros.
Conteúdos
Montagem e configuração básica de um sistema de Vídeo Mapping para contexto escolar. Levantamento prático de medidas de uma superfície e modelação digital simplificada. Criação colaborativa de conteúdos audiovisuais prontos para projeção (imagens, animações ou elementos sonoros). Aplicação dos conteúdos criados e ajuste fino do mapping sobre a superfície real. Identificação e resolução de problemas técnicos durante a experimentação prática. Partilha, reflexão e debate sobre as experiências práticas e potenciais aplicações futuras no contexto educativo.
Metodologias
Durante a ACD o formador fará exposição de conteúdos utilizando recursos audiovisuais para introduzir conceitos, teorias e informações aos formandos. Serão demonstrados Casos de Estudos relevantes e posteriormente serão demonstrados procedimentos, enquanto os formandos observam e, posteriormente, replicam o que foi explicado. No final, os formandos irão participar na resolução de problemas através de atividades práticas individuais e em grupo.
Modelo
No final, os formandos irão avaliar o desempenho do formador e da ACD através de questionários com perguntas abertas e fechadas sobre a qualidade dos conteúdos, dos materiais e da organização.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-01-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Samuel Carvalho Branco
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está a revolucionar diversos setores e a educação não é exceção. Oferecer um curso de formação sobre a exploração da IA na sala de aula é crucial para preparar os professores para este novo cenário e garantir que os alunos tenham acesso a ferramentas e metodologias inovadoras. Porque é importante este curso? - Democratização do acesso à tecnologia: Muitas escolas já possuem equipamentos tecnológicos, mas os professores podem não estar familiarizados com as ferramentas de IA disponíveis. Este curso visa reduzir esta lacuna digital. - Personalização do ensino: A IA permite criar experiências de aprendizagem personalizadas, adaptando o conteúdo e o ritmo de acordo com as necessidades de cada aluno. - Desenvolvimento de competências do século XXI: A IA fomenta o desenvolvimento de competências como o pensamento crítico, a criatividade e a colaboração. - Preparação para o futuro do trabalho: A IA está a automatizar muitas tarefas e a criar novas profissões. É fundamental preparar os alunos para este novo mercado de trabalho. - Melhoria da qualidade do ensino: A IA oferece novas metodologias de ensino, como a gamificação e a realidade virtual, tornando as aulas mais atrativas e eficazes. Benefícios para os professores: - Atualização profissional. - Aumento da motivação: novas formas de ensinar e aprender. - Melhoria dos resultados dos alunos: oferecer aos alunos experiências de aprendizagem mais personalizadas e eficazes.
Objetivos
Objetivo Geral: - Dotar os professores de ferramentas e conhecimentos para integrar a Inteligência Artificial (IA), de forma eficaz e ética nas suas práticas pedagógicas, visando melhorar os processos de ensino e aprendizagem. Objetivos Específicos: - Compreender a IA: Compreender os conceitos fundamentais da IA e suas aplicações na educação. - Identificar ferramentas: Conhecer ferramentas e plataformas de IA para uso em sala de aula. - Desenvolver competências: Aprender a selecionar e utilizar ferramentas de IA adequadas aos objetivos pedagógicos. - Criar atividades: Desenvolver atividades de aprendizagem personalizadas e interativas com o auxílio da IA. - Avaliar criticamente: Analisar as vantagens e os desafios da utilização da IA na educação. - Promover a ética: Compreender a importância da ética na utilização da IA em sala de aula. Com este curso, os professores estarão equipados para transformar a sua prática pedagógica e preparar os alunos para um futuro cada vez mais digital.
Conteúdos
Módulo 1 - Chatbots (5 horas - 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) - O que são Chatbots? - O que é e como se cria um prompt? - Demonstrações práticas de como os diferentes chatbots funcionam. - Criação de um recurso educativo de utilização de chatbots que possa ser utilizado nas aulas. - Debates sobre os impactos dos chatbots na educação e os desafios éticos. Módulo 2 - Plataformas multi-recursos (5 horas - 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) - Apresentações práticas de cada ferramenta, mostrando suas funcionalidades e como podem ser utilizadas em sala de aula. - Criação de um recurso educativo de utilização de cada uma das ferramentas apresentadas. - Debates sobre os benefícios e desafios de cada ferramenta. Módulo 3 - Apresentações digitais (5 horas - 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) - Demonstrações práticas de cada ferramenta, mostrando suas funcionalidades para a criação de apresentações digitais, interativas e de avaliação formativa. - Criação de uma apresentação com cada uma das ferramentas apresentadas. - Debates sobre os benefícios e desafios de cada ferramenta. Módulo 4 - Multimédia (5 horas - 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) - Demonstrações práticas de cada ferramenta, mostrando suas funcionalidades para a criação de imagens, vídeos, legendas para vídeos, texto para fala, fala a partir de texto, músicas e letras para músicas. - Criação de um recurso com cada uma das ferramentas apresentadas. - Debates sobre os benefícios e desafios de cada ferramenta nas aulas. Módulo 5 - Cenário de aprendizagem (5 horas - 2 horas síncronas + 3 assíncronas) - Criação de um cenário de aprendizagem que envolva algumas das ferramentas exploradas durante o curso. - Apresentação dos cenários de aprendizagem.
Metodologias
As sessões presenciais serão compostas por uma combinação de teoria e prática. Para cada sessão serão disponibilizados num LMS: - Documentação específica. - Propostas de atividades práticas. Os trabalhos consistirão em: - O formador apresentará os conceitos e as ferramentas. - Os formandos receberão um guia com instruções para realizar as atividades. Trabalho individual e em grupo: - Os formandos terão a oportunidade de trabalhar de forma individual e em grupo para aplicar os seus conhecimentos e desenvolver as suas competências. Partilha de experiências: - Os formandos terão momentos para partilhar as suas experiências e conhecimentos com os outros. Papel do formador: - Facilitador: O formador atuará como facilitador, promovendo a reflexão crítica e orientando os participantes na resolução de problemas. - Esclarecimento de dúvidas: O formador estará disponível para esclarecer dúvidas e fornecer apoio aos participantes durante toda a formação.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final e de uma reflexão por cada um dos formandos.
Modelo
O formador é docente do grupo 550 – Informática – há 28 anos. Tem mestrado em Ciências de Educação, com especialização em Informática Educacional. É um entusiasta da Inteligência Artificial, tendo frequentado vários cursos de formação, workshops e webinares, como formando, sobre a Inteligência Artificial e a Educação. O último curso sobre o tema teve a duração de 30 horas, tinha como título "Artificial Intelligence for Education: Exploring the Frontiers of ICT" e foi dinamizado pela Europass Teacher Academy, em Roma, Itália.
Bibliografia
Oliveira, L. e Pinto, M. (2023). A Inteligência Artificial na Educação - ameaças e oportunidades para o ensino-aprendizagem. Escola Superior de Media Artes e Design. Politécnico do Porto. Plano de ação para a implementação da Inteligência Artificial nas escolas (2024). Disponível em: https://bibliotubers.com/plano-de-acao-para-a-implementacao-da-57271. foBIA. Guia para a IA generativa na educação e na pesquisa (2024). UNESCO. Moura, A. e Carvalho, A. (2023). Literacia de Prompts para Potenciar o Uso da Inteligência Artificial na Educação. RE@D - Revista de Educação a Distância e Elearning (Volume 6, Número 2). Orientações Éticas para Educadores sobre a Utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem (2022). Comissão Europeia.
Anexo(s)
Observações
Importante - A Ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores na dimensão científica e pedagógica, Artigo 9.º , nos seguintes termos: "Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-01-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 22-01-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 09-02-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 23-02-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 26-02-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 02-03-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 05-03-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 09-03-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 10 | 16-03-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Ruben David Luís dos Santos
Destinatários
Professores dos grupos 550 e 600
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Vídeo Mapping constitui uma técnica multimodal que alia design, som e projeção para transformar superfícies tridimensionais em experiências visuais imersivas e dinâmicas. Na educação, atribui-se ao Vídeo Mapping o potencial de promover aprendizagens ativas, interdisciplinaridade e criatividade, ao possibilitar que alunos e professores criem projetos integrando artes visuais, multimédia e tecnologia. Seu uso pedagógico estimula a compreensão de conceitos complexos de forma intuitiva e artística, favorecendo a participação e o envolvimento dos estudantes em processos construtivistas. A projeção mapeada permite o desenvolvimento de competências técnicas e criativas, desde o mapeamento digital até a produção audiovisual sincronizada, configurando-se como uma ferramenta inovadora para o ensino contemporâneo com alinhamento curricular ao Perfil dos Alunos e competências digitais.
Objetivos
Objetivo geral: Compreender e aplicar as bases técnicas e criativas do Vídeo Mapping, explorando software e processos essenciais para implementação em contexto escolar. Compreender os princípios fundamentais do Vídeo Mapping e suas aplicações pedagógicas e artísticas. Dominar as etapas técnicas de criação de um projeto de Vídeo Mapping: conceção, mapeamento, sincronização e projeção. Explorar ferramentas digitais de modelação, animação e projeção utilizadas no Vídeo Mapping. Desenvolver competências para planear e implementar atividades de aprendizagem com recurso à projeção mapeada. Promover a integração de linguagens visuais e sonoras em contextos educativos multidisciplinares. Estimular a criatividade e a experimentação tecnológica dos docentes e dos alunos em contextos de projeto.
Conteúdos
Introdução às principais técnicas de Vídeo Mapping e exemplos de design educativo e artístico. Tecnologias de hardware e software para mapeamento e projeção. Técnicas de medição e levantamento digital de arquitetura/objetos. Representação tridimensional de superfícies para aplicação de projeção. Conceito e design de produção audiovisual: elaboração de conteúdos digitais (vídeo, gráficos, som). Máscaras, contornos e criação de conteúdos específicos para mapping. Configuração de múltiplos projetores e gestão de saídas de vídeo. Definição, planeamento e testes práticos de projetos de Vídeo Mapping em ambiente educativo. Discussão final e síntese das aprendizagens adquiridas.
Metodologias
Durante a ACD o formador fará exposição de conteúdos utilizando recursos audiovisuais para introduzir conceitos, teorias e informações aos formandos. Serão demonstrados Casos de Estudos relevantes e posteriormente serão demonstrados procedimentos, enquanto os formandos observam e, posteriormente, replicam o que foi explicado. No final, os formandos irão participar na resolução de problemas através de atividades práticas individuais e em grupo.
Avaliação
Os formandos serão avaliados por monitorização progressiva ao longo da ACD através de exercícios práticos durante as sessões, trabalhos de grupo e individuais por observação direta do desempenho. No final da ACD serão avaliados pela aplicação prática dos conhecimentos adquiridos na resolução de exercícios práticos.
Modelo
No final, os formandos irão avaliar o desempenho do formador e da ACD através de questionários com perguntas abertas e fechadas sobre a qualidade dos conteúdos, dos materiais e da organização.
Bibliografia
Maniello, D. (2015). Augmented Reality in Public Spaces. Basic Techniques for Video Mapping; Schmitt, D., Thébault, M., & Burczykowski, L. (2020). Image Beyond the Screen: Projection Mapping. John Wiley & Sons.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-01-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 14-01-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Patrícia Margarida Anselmo da Silva Breites
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
No âmbito dos projetos Erasmus+ desenvolvidos pelos Agrupamentos de Escolas Associadas , o AE Cister tem promovido diversas mobilidades europeias. Estas iniciativas abrangem formações estruturadas, atividades de observação profissional (job shadowing) e experiências de aprendizagem em contexto internacional. Cada mobilidade representa uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional, permitindo aos participantes contactar com realidades educativas distintas, metodologias pedagógicas inovadoras e ambientes culturais enriquecedores. A Ação de Curta Duração (ACD) tem como objetivo principal compartilhar aprendizagens, práticas e experiências adquiridas em diferentes contextos europeus, promovendo a reflexão sobre os desafios e oportunidades que essas experiências trazem à melhoria do ensino e ao desenvolvimento integral dos alunos . Mais do que relatar percursos individuais, esta ação pretende inspirar a comunidade educativa , estreitar laços entre escolas europeias e fortalecer a dimensão internacional da educação , incentivando a colaboração entre docentes e lideranças escolares .
Objetivos
Promover o desenvolvimento profissional dos agentes educativos, reforçando a dimensão europeia da educação e a adoção de práticas pedagógicas diferenciadoras. Partilhar experiências de mobilidade Erasmus+, resultantes da participação em cursos estruturados e atividades de job shadowing, valorizando a aprendizagem entre pares. Divulgar conhecimentos, metodologias e boas práticas adquiridas em diferentes contextos educativos europeus, favorecendo a atualização científica e pedagógica. Fomentar a colaboração e o trabalho em rede entre docentes e lideranças escolares, garantindo a continuidade de projetos transnacionais e o impacto sustentável das mobilidades nas práticas e nos materiais didáticos das escolas.
Conteúdos
Programa da Ação de Curta Duração (ACD) - AE Cister 1. Contextualização e enquadramento do Programa Erasmus+ do Agrupamento AE Cister: Ação-Chave 1 (KA1) : objetivos, tipologias de mobilidade (cursos estruturados, job shadowing , observação profissional) e impacto no desenvolvimento profissional; Importância da mobilidade individual para o crescimento pessoal e profissional dos docentes; Dimensão europeia da educação : construção de uma cultura de cooperação e intercâmbio entre escolas. 2. Síntese dos Projetos Erasmus+: 2024-1-PT01-KA122-VET-000235397- Uma janela de oportunidades no ensino e formação profissional; 2024-PT01-KA122-SCH-000235389 - Aprender para Incluir III: Projeto de Capacitação de Recursos Humanos - Para uma Escola + Saudável e Feliz; 2024-1-FR01-KA220-SCH-000247750 - Navigating the Media Landscape. Apresentação dos projetos desenvolvidos pela AE Cister e áreas temáticas de intervenção; Objetivos específicos de cada mobilidade realizada (formação linguística, cursos estruturados, job shadowing); Resultados esperados e impacto na comunidade educativa do Agrupamento. 3. Testemunhos e Partilha de Experiências e posters das mobilidades: Relações pessoais e profissionais dos participantes nas mobilidades europeias; Desafios, aprendizagens e contribuições para a prática docente; Análise de práticas pedagógicas diferenciadoras observadas em contextos europeus. 4. Reflexão e Debate Colaborativo: Identificação de desafios e oportunidades decorrentes das experiências de mobilidade; Estratégias para integração e sustentabilidade das boas práticas nas salas de aula; Dinâmicas colaborativas entre docentes e lideranças escolares; Fortalecimento de redes europeias de cooperação educativa. 5. Apresentação dos projetos Erasmus + para o ano letivo 2025/2026: 2025-1-PT01-KA122-SCH-000340868 - Formar para incluir: Semear Bem Estar para Colher Sucesso Escolar; 2025-1-PT01-KA122-VET-000341299 - Profissionais Além Fronteiras; KA220-SCH-D5F249D0 - Strengthening Teacher Training with AI through Remote-learning Spaces (STTAIRS). Divulgação dos critérios de seleção. Previsão de calendarização.
Metodologias
Exposição dialogada inicial: -Abertura da sessão com enquadramento do Programa Erasmus+ e apresentação dos objetivos da ação, recorrendo a uma exposição dialogada, dinâmica e acessível, que promove a participação dos presentes através de questões e breves momentos de interação. -Apresentação de experiências e testemunhos: Partilha de relatos pessoais e profissionais por parte dos participantes nas mobilidades, destacando boas práticas observadas e exemplos concretos de atividades realizadas, apoiadas em recursos multimédia (vídeos, fotografias e apresentações). Momento de síntese e reflexão final: -Sistematização das principais ideias e aprendizagens da sessão, seguida de um espaço de reflexão conjunta, permitindo identificar caminhos de aplicação das práticas partilhadas no contexto do AE Cister e reunir contribuições dos participantes para futuras ações.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das 3 horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, esta deve permanecer sempre ligada ao longo de toda a sessão. Avaliação da ação é efetuada através de um questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Bibliografia e Materiais de Apoio: Comissão Europeia – Erasmus+ Programme Guide; Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação – Documentos de apoio e relatórios; Relatórios e apresentações dos projetos Erasmus+ dos Agrupamentos participantes; Testemunhos e materiais pedagógicos resultantes das mobilidades individuais. Normas de qualidade Erasmus nos setores da educação de adultos, do ensino e formação profissional https://erasmus-plus.ec.europa.eu/document/erasmus-quality-standards-mobility-projects-vet-adults-schools Guia do Programa Erasmus+ 2025 PT https://erasmusmais.pt/wpfd_file/guia-do-programa-erasmus-2025-pt/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-01-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Ana Margarida Martins Nunes
Destinatários
Professores do Ensino Básico, Secundário
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/).
Objetivos
Compreender o conceito e a finalidade dos LED. Compreender as potencialidades dos Laboratórios de Educação Digital (LED) e como estes podem ser utilizados para promover metodologias ativas de ensino em várias áreas curriculares. Desenvolver competências para planificar e executar cenários de aprendizagem ativa, utilizando as ferramentas e equipamentos dos LED. Conhecer os diferentes tipos de equipamentos e componentes tecnológicos disponíveis nos diferentes LED. Refletir sobre as potencialidades educativas dos equipamentos dos LED.
Conteúdos
Apresentação os diferentes tipos de equipamentos e componentes tecnológicos dos LED. Potencialidades educativas dos Laboratórios de Educação Digital Laboratórios de Educação Digital: cenários de aprendizagem ativa Reflexão e esclarecimento de dúvidas.
Metodologias
Expositiva, intercalada com momentos de operacionalização prática dos conteúdos abordados. Apresentação ao grupo, reflexão e debate.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: quadro europeu de competência digital para educadores. Aveiro: UA. https://led.dge.medu.pt/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-10-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
Formador
Jorge Humberto Guerreiro Dias
Destinatários
Docentes de todos os grupos de recrutamento
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Docentes de todos os grupos de recrutamento.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A IV Conferência sobre Happy Schools em Portugal (Construir a Felicidade na diversidade) vem na sequência do trabalho desenvolvido em Portugal pela RIPEF (Rede Informal Portugal para Escolas Felizes), que surgiu na 1a Edição (2020) do Programa Happy Schools, criado pela Direção-Geral da Administração Escola em parceria com o Instituto Universitário Atlântica. Em 2023 a RIPEF transformou-se na Associação Happy Schools Portugal. Recordar que a 1a Conferência decorreu em 2022 em Lisboa, no Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira e a 2a Conferência decorreu em 2023 em Pombal, no Cine-Teatro Municipal, com o apoio do Pelouro de Felicidade. A 3a Conferências decorreu no Cine-Teatro Municipal de Alcanena. Todas as conferências tiveram o apoio institucional da Comissão Nacional da UNESCO. Resultado dos trabalhos desenvolvidos, os colaboradores do Programa Happy Schools têm realizado várias parcerias com a UNESCO Paris em artigos, relatórios e no apoio à criação de Programas Happy Schools noutros países, com o objetivo de desenvolver um movimento global para Happy Schools. Nesta IV Conferência pretendemos seguir a linha anterior das outras conferências, explorando a investigação realizada por especialistas universitários, ao mesmo tempo que partilhamos conhecimento, boas práticas e projetos enquadrados no modelo UNESCO para Happy Schools. No entanto, dado que o projeto em Portugal está a alcançar alguma maturidade, achámos que seria interessante abordar as Boas Práticas das Escolas que pretendem investir mais numa cultura de Happy School. No final, está prevista a publicação de um livro com textos dos oradores, em colaboração com o Projeto de Investigação “Perspetivas sobre a Felicidade. Contributos para Portugal no World Happiness Report (ONU).”
Objetivos
Transformar o ambiente escolar, tornando-o num espaço mais acolhedor, inclusivo e positivo, que potencie o sucesso escolar dos alunos, promova uma educação de qualidade e contribua para a saúde e vitalidade da comunidade escolar como um todo; Estimular o Desempenho e Sucesso Académico: contextos escolares positivos e inclusivos facilitam e promovem a participação ativa dos alunos nas aulas e contribuem para um maior envolvimento destes no processo de aprendizagem; Promover lideranças positivas e empáticas: organizações positivas e eficazes são construídas por lideranças inspiradoras, cooperantes que envolvem todos nos processos de decisão, criam espaços de aprendizagem criativos e inovadores e promovem a criação de ambientes saudáveis. Potenciar a Inovação e a Criatividade: alunos que se sentem apoiados e felizes, estão mais motivados para pensar de forma inovadora, tendendo a tornarem-se adultos mais produtivos e satisfeitos profissionalmente, contribuindo positivamente para a economia; Desenvolver Competências Sociais e Emocionais: promover competências como a empatia, a resolução de conflitos, o trabalho em equipa, entre outras, são fundamentais para o sucesso na vida adulta e para os desafios sociais e profissionais na atualidade; Promover a Saúde Mental e Bem-Estar: criar um ambiente escolar positivo e inclusivo contribuiu para mitigar os efeitos das pressões sociais, do bullying, do isolamento, concorrendo igualmente para uma redução do absentismo e abandono escolar; Promover práticas de inclusão e a interculturalidade: ambientes escolares promotores da inclusão e da cooperação geram um sentimento de pertença entre os elementos da comunidade escolar, melhorando a atmosfera escolar e incentivando uma cultura de apoio mútuo e respeito pelas diferenças; Preparar para a Diversidade do Mundo Real: a exposição a dirigentes perspetivas e experiências, num ambiente seguro e positivo contribui para a construção de cidadãos globais empáticos e bem informados; Estimular a Resiliência face às Mudanças Globais: num mundo em contante mudança, um ambiente escolar positivo e feliz contribui para fomentar a resiliência, dotando alunos com estratégias e ferramentas para enfrentarem as mudanças e incertezas de forma eficaz.
Conteúdos
A IV Conferência enquadra-se nos ODS 4 e 8. O modelo seguido é o da UNESCO Happy Schools, o qual se divide em 4 categorias: Princípios, Pessoas, Processos e Espaços. De acordo com a investigação e o trabalho já desenvolvido, acredita-se que a promoção e o desenvolvimento de Happy Schools contribui para o bem-estar, a saúde, a disciplina, o sucesso escolar, o trabalho digno, a cooperação, a concretização de projetos, a paz, etc. Estas conferências pretendem ser momentos de reflexão mais colaborativa, partilha de boas práticas e definição de perspetivas futuras, motivação para a disseminação do modelo num número cada vez maior de Escolas, projetos e ações. Nesta conferência em específico será apresentada a validação de uma escala para medir a felicidade na Escola.
Metodologias
A IV Conferência enquadra-se nos ODS 4 e 8. O modelo seguido é o da UNESCO Happy Schools, o qual se divide em 4 categorias: Princípios, Pessoas, Processos e Espaços. De acordo com a investigação e o trabalho já desenvolvido, acredita-se que a promoção e o desenvolvimento de Happy Schools contribui para o bem-estar, a saúde, a disciplina, o sucesso escolar, o trabalho digno, a cooperação, a concretização de projetos, a paz, etc. Estas conferências pretendem ser momentos de reflexão mais colaborativa, partilha de boas práticas e definição de perspetivas futuras, motivação para a disseminação do modelo num número cada vez maior de Escolas, projetos e ações. Nesta conferência em específico será apresentada a validação de uma escala para medir a felicidade na Escola.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos BIBLIOGRAFIA: https://unescoportugal.mne.gov.pt/pt/noticias/abertas-inscricoes-para-a-i-conferencia-sobre-happy-schools-em-portugal-da-formacao-a-intervencao I Conferência sobre Happy Schools em Portugal - Da Formação à Intervenção - Atlântica - Instituto Universitário (uatlantica.pt) www.uatlantica.pt “Why the world needs happy schools: global report on happiness in and for learning”. O relatório de acesso aberto, pode ser consultado em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000389119 Why the world needs happy schools: global report on happiness in and for learning, disponível em https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000389119.locale=en
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-05-2025 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 17-05-2025 (Sábado) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Vasco José Da Silva Cavaleiro
Destinatários
Equipas de Direção
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A reforma do sistema educativo português tem promovido um novo modelo de governação e de gestão das escolas, alinhado com as rápidas mudanças sociais, tecnológicas e culturais. Este processo exige equipas diretivas capacitadas com conhecimento atualizado sobre enquadramento jurídico, instrumentos de gestão, decisão estratégica, conformidade legal e digitalização. O contexto legal relevante inclui o Decreto-Lei n.º 75/2008 (administração e gestão das escolas), o RGPD (proteção de dados), a legislação laboral (ECD, SIADAP, LTFP) e o Código dos Contratos Públicos (DL 18/2008), entre outros.
Objetivos
Aprofundar o contexto jurídico aplicável às práticas de gestão corrente das escolas. Dotar os participantes de competências para gerir desafios de governação em contexto escolar, reconhecendo riscos, oportunidades e exigências legais. Promover conhecimento prático sobre instrumentos e estruturas de administração escolar e gestão de informação, reforçando a conformidade normativa. Analisar o impacto da descentralização, transformação digital e dos novos regimes laborais na gestão das escolas. Conhecer os principais requisitos legais em contratação pública e proteção de dados.
Conteúdos
Governação: Administração e gestão das escolas: instrumentos, estruturas e responsabilidades [DL 75/2008] Impacto da descentralização de competências Modelo de decisão: riscos e oportunidades Transformação digital Conformidade Gestão administrativa [CPA] e de informação [RGPD] Os princípios administrativos na administração eletrónica Regimes laborais [ECD, SIADAP, LTFP] Contratação Pública Planeamento e eficácia da contratação pública (bens e serviços) [CCP DL 18/2008]: instrumentos de planeamento e decisão Âmbito contratual: formação, execução e gestão contratual e intervenientes
Metodologias
Exposição dialogada e análise de casos práticos, ilustrando cenários reais de governação escolar. Trabalho em pequeno grupo, simulações de processos de decisão e debate de cenários de conformidade. Estudo dirigido a partir da legislação e referências atualizadas sobre governação, proteção de dados e contratação pública. Aplicação de matrizes de planeamento e instrumentos de avaliação formativa para consolidar aprendizagens.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Observações
Referências: Transformar a Educação – 18 cenários de inovação – CNE Reforma do Ministério da Educação, Ciência e Inovação – Jun 2025 Estudos de E. Governação, Transparência e Proteção de Dados Contratação Pública Eletrónica O Poder Disciplinar e Garantia de Defesa do Trabalhador em Funções Públicas
Esta ACD destina-se apenas a Equipas de Direção. Formador: Dr. Vasco Cavaleiro, jurista
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-01-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 23-01-2026 (Sexta-feira) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Patrícia Margarida Anselmo da Silva Breites
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
No âmbito dos projetos Erasmus+ desenvolvidos pelos Agrupamentos de Escolas Associadas , o AE Cister tem promovido diversas mobilidades europeias. Estas iniciativas abrangem formações estruturadas, atividades de observação profissional (job shadowing) e experiências de aprendizagem em contexto internacional. Cada mobilidade representa uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional, permitindo aos participantes contactar com realidades educativas distintas, metodologias pedagógicas inovadoras e ambientes culturais enriquecedores. A Ação de Curta Duração (ACD) tem como objetivo principal compartilhar aprendizagens, práticas e experiências adquiridas em diferentes contextos europeus, promovendo a reflexão sobre os desafios e oportunidades que essas experiências trazem à melhoria do ensino e ao desenvolvimento integral dos alunos . Mais do que relatar percursos individuais, esta ação pretende inspirar a comunidade educativa , estreitar laços entre escolas europeias e fortalecer a dimensão internacional da educação , incentivando a colaboração entre docentes e lideranças escolares .
Objetivos
Promover o desenvolvimento profissional dos agentes educativos, reforçando a dimensão europeia da educação e a adoção de práticas pedagógicas diferenciadoras. Partilhar experiências de mobilidade Erasmus+, resultantes da participação em cursos estruturados e atividades de job shadowing, valorizando a aprendizagem entre pares. Divulgar conhecimentos, metodologias e boas práticas adquiridas em diferentes contextos educativos europeus, favorecendo a atualização científica e pedagógica. Fomentar a colaboração e o trabalho em rede entre docentes e lideranças escolares, garantindo a continuidade de projetos transnacionais e o impacto sustentável das mobilidades nas práticas e nos materiais didáticos das escolas.
Conteúdos
Programa da Ação de Curta Duração (ACD) - AE Cister 1. Contextualização e enquadramento do Programa Erasmus+ do Agrupamento AE Cister: Ação-Chave 1 (KA1) : objetivos, tipologias de mobilidade (cursos estruturados, job shadowing , observação profissional) e impacto no desenvolvimento profissional; Importância da mobilidade individual para o crescimento pessoal e profissional dos docentes; Dimensão europeia da educação : construção de uma cultura de cooperação e intercâmbio entre escolas. 2. Síntese dos Projetos Erasmus+: 2024-1-PT01-KA122-VET-000235397- Uma janela de oportunidades no ensino e formação profissional; 2024-PT01-KA122-SCH-000235389 - Aprender para Incluir III: Projeto de Capacitação de Recursos Humanos - Para uma Escola + Saudável e Feliz; 2024-1-FR01-KA220-SCH-000247750 - Navigating the Media Landscape. Apresentação dos projetos desenvolvidos pela AE Cister e áreas temáticas de intervenção; Objetivos específicos de cada mobilidade realizada (formação linguística, cursos estruturados, job shadowing); Resultados esperados e impacto na comunidade educativa do Agrupamento. 3. Testemunhos e Partilha de Experiências e posters das mobilidades: Relações pessoais e profissionais dos participantes nas mobilidades europeias; Desafios, aprendizagens e contribuições para a prática docente; Análise de práticas pedagógicas diferenciadoras observadas em contextos europeus. 4. Reflexão e Debate Colaborativo: Identificação de desafios e oportunidades decorrentes das experiências de mobilidade; Estratégias para integração e sustentabilidade das boas práticas nas salas de aula; Dinâmicas colaborativas entre docentes e lideranças escolares; Fortalecimento de redes europeias de cooperação educativa. 5. Apresentação dos projetos Erasmus + para o ano letivo 2025/2026: 2025-1-PT01-KA122-SCH-000340868 - Formar para incluir: Semear Bem Estar para Colher Sucesso Escolar; 2025-1-PT01-KA122-VET-000341299 - Profissionais Além Fronteiras; KA220-SCH-D5F249D0 - Strengthening Teacher Training with AI through Remote-learning Spaces (STTAIRS). Divulgação dos critérios de seleção. Previsão de calendarização.
Metodologias
Exposição dialogada inicial: -Abertura da sessão com enquadramento do Programa Erasmus+ e apresentação dos objetivos da ação, recorrendo a uma exposição dialogada, dinâmica e acessível, que promove a participação dos presentes através de questões e breves momentos de interação. -Apresentação de experiências e testemunhos: Partilha de relatos pessoais e profissionais por parte dos participantes nas mobilidades, destacando boas práticas observadas e exemplos concretos de atividades realizadas, apoiadas em recursos multimédia (vídeos, fotografias e apresentações). Momento de síntese e reflexão final: -Sistematização das principais ideias e aprendizagens da sessão, seguida de um espaço de reflexão conjunta, permitindo identificar caminhos de aplicação das práticas partilhadas no contexto do AE Cister e reunir contribuições dos participantes para futuras ações.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das 3 horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, esta deve permanecer sempre ligada ao longo de toda a sessão. Avaliação da ação é efetuada através de um questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Bibliografia e Materiais de Apoio: Comissão Europeia – Erasmus+ Programme Guide; Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação – Documentos de apoio e relatórios; Relatórios e apresentações dos projetos Erasmus+ dos Agrupamentos participantes; Testemunhos e materiais pedagógicos resultantes das mobilidades individuais. Normas de qualidade Erasmus nos setores da educação de adultos, do ensino e formação profissional https://erasmus-plus.ec.europa.eu/document/erasmus-quality-standards-mobility-projects-vet-adults-schools Guia do Programa Erasmus+ 2025 PT https://erasmusmais.pt/wpfd_file/guia-do-programa-erasmus-2025-pt/
Exclusivo para professores do AE Cister
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-01-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Zélia Maria Lopes Marques
Destinatários
AO - Assistente operacional; AT - Assistente técnico; CSAE - Chefe de serviços de administração escolar; CT - Coordenador técnico; EO - Encarregado operacional e TSO - Técnico superior-outro
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Esta formação, pretende promover a aquisição de competências do pessoal não docente, nomeadamente dos assistentes operacionais, no âmbito da educação inclusiva, equidade e diversidade. Atualmente, tem aumentado significativamente o número de crianças/alunos com necessidades específicas, criando desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente dos AO.O Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, alterado pela Lei n.º 116/2019, de 13 de setembro, identifica os assistentes operacionais, como recursos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão, preferencialmente com formação específica. O desempenho das suas funções requer que interajam na escola, tanto com os professores como com os alunos e encarregados de educação, de uma forma responsável e assertiva, onde a capacitação desempenha um papel fundamental. De acordo com a Portaria número 245-A/2020, de 16 de outubro a escola inclusiva a promoção do sucesso escolar implica um trabalho contínuo de elevação dos padrões de qualidade, assumindo o pessoal não docente das escolas um papel essencial para o cumprimento desse objetivo. Os assistentes operacionais são elementos fundamentais na promoção da inclusão nos diversos contextos escolares, revelando-se fundamental dota-los de conhecimentos e estratégias que lhes permitam atuar junto das crianças/alunos que requerem um atendimento mais específico e personalizado, tanto em parceria com outros profissionais, como individualmente, com destaque para as crianças/alunos que apresentam Perturbação do Espetro de Autismo.
Objetivos
Contribuir para a melhoria da qualidade de intervenção dos AO numa escola que se pretende inclusiva; Dar a conhecer os princípios da educação inclusiva, de acordo com a legislação em vigor; Compreender a importância de manter a confidencialidade das informações dos alunos e entender as questões de privacidade; Adquirir e desenvolver competências que promovam práticas ajustadas às necessidades e características individuais de cada criança/aluno, bem como a sua valorização pessoal e profissional; Compreender a Perturbação do Espetro de Autismo; Identificar as principais dificuldades que podem surgir na atuação com crianças e jovens com Multideficiência e identificar formas ajustadas de agir nas diferentes situações/contextos.
Conteúdos
Caracterizar a Perturbação do Espetro de Autismo e as suas implicações no comportamento do dia a dia. Comorbilidades e o seu impacto no comportamento. A importância do papel do Assistente Operacional na intervenção com crianças e jovens com Perturbação do Espetro de Autismo, nas diferentes áreas de comportamento e necessidades. Estratégias de intervenção: na sala de aula; no intervalo/recreio; no refeitório/almoço; na higiene pessoal; nas rotinas; na intervenção no controle de comportamentos.
Metodologias
Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta aos objetivos definidos anteriormente. Metodologias ativa, momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados através da apresentação de temas, reflexão e debate.
Avaliação
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas e da pequena reflexão individual.
Modelo
Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos e do Relatório do Formador.
Bibliografia
DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 Toolkit for Inclusive Schools (https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools.htm)Inclusive Schooling (http://www.wholeschooling.net/InclTchingWeb/SLC/11/11txt.html) Embracing Diversity: Toolkit for Creating Inclusive, Learning Friendly Environments (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/137522e.pdf) Decreto-Lei nº 54/2018, 6 julho.Carvalho, A. F., Onofre, C. T. (2007). Aprender a Olhar para o Outro: Inclusão da Criança com Perturbação do Espectro Autista na Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC - Ministério da Educação.
Anexo(s)
REGISTO DE ACREDITAÇÃO DA AÇÃO
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-12-2025 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 29-12-2025 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Samuel Carvalho Branco
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
As atividades STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) assumem hoje um papel central na promoção de aprendizagens relevantes, práticas e alinhadas com as competências-chave para o século XXI. A integração de atividades STEM em qualquer disciplina potencializa a resolução de problemas, a criatividade, a colaboração e o desenvolvimento do pensamento crítico, respondendo ao Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Ao proporcionar experiências desafiantes e motivadoras, as atividades STEM contribuem para a aproximação entre teoria e prática e tornam a aprendizagem mais significativa e inclusiva para todos os níveis de ensino e áreas curriculares. Esta ação de formação de curta duração é do interesse de qualquer professor independentemente do grupo disciplinar, dada a transversalidade das metodologias STEM e o seu potencial para favorecer abordagens interdisciplinares, estimular a literacia científica e tecnológica e promover a equidade de oportunidades de aprendizagem, nomeadamente através da utilização de recursos digitais e tecnológicos ao serviço da educação.
Objetivos
Objetivo Geral: - Capacitar os professores para planificar e desenvolver atividades STEM inovadoras, adaptando-as à sua realidade educativa e promovendo aprendizagens ativas, experimentais e integradoras. Objetivos Específicos: - Compreender o conceito e a importância de atividades STEM na educação. - Identificar recursos e estratégias para introduzir atividades STEM em diferentes contextos disciplinares. - Experimentar e planificar uma atividade STEM de fácil implementação. - Refletir sobre a adaptação das práticas em função das aprendizagens realizadas pelos alunos, promovendo a inclusão e a equidade educativa.
Conteúdos
Conteúdos Programáticos 1. STEM na escola atual: fundamentos e aplicações - O que são atividades STEM e porque são essenciais hoje. - Exemplos de integração transversal em diferentes disciplinas. 2. Exploração de recursos e equipamentos STEM - Demonstração prática de kits/recursos STEM acessíveis nas escolas. - Abordagem de componentes tecnológicos simples (sensores, energias renováveis, materiais recicláveis e digitais). 3. Partilha, adaptação e reflexão - Discussão dos desafios, oportunidades e impacto das atividades STEM no percurso dos alunos.
Metodologias
Metodologia - Sessão dinâmica, intercalando exposição sintética, demonstração prática de atividades STEM e momentos de experimentação orientada pelos formandos. - Trabalho prático individual ou em pequenos grupos para desenho e simulação de uma atividade STEM, a partir de recursos simples e adaptados às áreas disciplinares dos participantes. - Discussão e partilha dirigida pelo formador, com enfoque na aplicabilidade imediata e contextualizada das práticas em cada realidade educativa. - Valorização do trabalho colaborativo, da reflexão crítica e do apoio personalizado ao longo da sessão. Esta ação visa dotar os professores de competências essenciais para tornar as suas práticas pedagógicas mais inovadoras, motivadoras e alinhadas com os desafios do futuro.
Modelo
Preenchimento de formulário de avaliação da ação.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-12-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Tatiana Luísa Pinho Fernandes Pereira
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
No contexto Educativo atual a capacitação de recursos humanos para a estruturação, implementação, monitorização e avaliação de programas de apoio tutorial (Tutorias psicopedagógicas, Apoio Tutorial Específico e outras modalidades de tutoria). Assume-se enquanto uma estratégia para a garantia de práticas eficazes no acompanhamento dos alunos sinalizados, promovendo a supervisão, a consultoria técnica e ajustamento na gestão de recursos.
Objetivos
- Dotar os participantes de informação relativa ao enquadramento legal das medidas ATE (Apoio Tutorial Específico) e Tutorias Psicopedagógicas; - Apresentar o enquadramento teórico subjacente às tutorias autorregulatórias: potencialidades e desafios; - Capacitar os formandos para a estruturação e implementação de programas de apoio tutorial; - Promover a partilha de boas práticas e a intervisão entre pares.
Conteúdos
- Apresentação do enquadramento legal do ATE, Tutorias Psicopedagógicas e outras modalidades de tutoria; - As medidas de Apoio tutorial à luz do DL 54/2018 de 6 de julho; - As tutorias autorregulatórias: enquadramento teórico; - Programa «Mentor» e principais implicações para a prática.
Metodologias
Componente teórica com base na seguinte estratégia: Metodologia expositiva e ativa, através das técnicas pedagógicas: brainstorming, discussão interativa, entre outras. Discussão interativa: • Dinâmicas práticas; • Plano de ação aplicável.
Modelo
- Participação nas dinâmicas da ação. - Preenchimento que questionário on-line visando as aprendizagens mais significativas. A Certificação da ação depende da frequência da totalidade do n.º de horas.
Anexo(s)
Observações
DuBois, D. L., Keller, T. E. (2017). Investigation of the integration of supports for youth thriving into a community‐based mentoring program. Child Development, 88(5), 1480-1491. https://doi.org/10.1111/cdev.12887 Ministério da Educação (2020). Orientações para a Recuperação e Consolidação das Aprendizagens ao Longo do Ano Letivo de 2020/2021 . Disponível em: Orientações para a recuperação e consolidação das aprendizagens | Ao longo do ano letivo de 2020.21 (mec.pt). Ministério da Educação (2024). Tutorias Psicopedagógicas – Nota Informativa Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP). (2016). Promoção do sucesso educativo: Medida “Apoio tutorial específico” – Contributo da OPP. Lisboa: Ordem dos Psicólogos Portugueses. Simões, F., Alarcão, M. (2008). Crescer, entre a escola e a família: O papel do professor tutor na promoção do percurso formativo de jovens alunos. International Journal of Developmental and Educational Psychology, 2(1), 439-448. Rosário, P. (2002a). Estórias sobre o estudar, histórias para estudar. Narrativas auto-regulatórias na sala de aula. Porto: Porto Editora Rosário, P. (2004b). (Des)venturas do Testas: Estudar o estudar. Porto: Porto Editora. Rosário, P. (2019). Mentor: Tutorias Autorregulatórias - Módulo 2. Braga: Grupo Universitário de Investigação em Autorregulação da Aprendizagem - Escola de Psicologia da Universidade do Minho. Zimmerman, B. J. (1990). Self-regulated learning and academic achievement: An overview. Educational psychologist, 25(1), 3-17. https://doi.org/10.1207/s15326985ep2501_2
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-12-2025 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A inteligência artificial (IA) está a transformar rapidamente a forma como aprendemos e ensinamos, oferecendo novas oportunidades para tornar o processo educativo mais dinâmico, personalizado e eficaz. Para os docentes, é fundamental manter-se constantemente atualizados, uma vez que a evolução tecnológica é extremamente rápida e as ferramentas disponíveis mudam com frequência. Conhecer e compreender a IA na prática educativa é essencial para garantir uma educação de qualidade, ética e alinhada com os desafios do século XXI. O NotebookLM, desenvolvido pela Google, permite resumir textos, gerar perguntas, simplificar conceitos complexos e criar relações entre diferentes fontes de informação. Já o Napkin oferece uma abordagem de pensamento visual, transformando notas dispersas em mapas de conhecimento interligados e estimulando a criatividade. A utilização combinada destas duas ferramentas potencia práticas pedagógicas inovadoras: o NotebookLM como apoio ao estudo e à análise crítica, e o Napkin como recurso para estruturar ideias e promover o pensamento criativo e colaborativo. Esta ação pretende explorar o potencial destas ferramentas no contexto educativo, refletindo também sobre os limites, os riscos e a importância do uso ético e responsável da IA
Objetivos
• Familiarizar os formandos com as funcionalidades do NotebookLM e do Napkin; • Explorar estratégias para análise de documentos e organização de ideias com recurso a IA; • Desenvolver competências de utilização prática destas ferramentas no planeamento e dinamização de aulas; • Refletir sobre limitações, riscos e questões éticas no uso de IA em contexto educativo; • Promover práticas pedagógicas inovadoras, críticas e criativas
Conteúdos
Introdução às Ferramentas de IA para Educação • O que são o NotebookLM e o Napkin? • Funcionalidades principais e diferenças entre as duas ferramentas; • Exemplos de utilização na prática pedagógica. Utilização Pedagógica do NotebookLM • Geração de resumos, FAQs e explicações simplificadas; • Apoio ao estudo e à compreensão de documentos complexos; • Análise comparativa de diferentes textos Utilização Pedagógica do Napkin • Criação de mapas visuais de conceitos e ideias; • Estruturação de projetos colaborativos; • Fomento do pensamento crítico e criativo através de ligações entre ideias. Contexto Prático • Simulação de aplicação em sala de aula (estudo de um tema e construção colaborativa de conhecimento). Questões Éticas e Limitações • Fiabilidade da informação gerada; • Papel do professor na validação e mediação crítica. • Reflexão e Perspetivas Futuras • Potencial do uso combinado destas ferramentas;
Metodologias
Apresentação, discussão e reflexão do tema. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Nota: Sendo a sessão online síncrona é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-11-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Educadores de Infância, professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A inteligência artificial (IA) está a transformar rapidamente a forma como aprendemos e ensinamos, oferecendo novas oportunidades para tornar o processo educativo mais dinâmico, personalizado e eficaz. Para os docentes, é fundamental manter-se constantemente atualizados, uma vez que a evolução tecnológica é extremamente rápida e as ferramentas disponíveis mudam com frequência. Conhecer e compreender a IA na prática educativa é essencial para garantir uma educação de qualidade, ética e alinhada com os desafios do século XXI. O Padlet é uma plataforma colaborativa reconhecida no contexto educativo, que permite criar murais digitais interativos, favorecendo a participação ativa e a co-construção de conhecimento. Com a introdução do Padlet TA (Teaching Assistant), potenciada por inteligência artificial, os docentes passam a dispor de ferramentas adicionais para organizar conteúdos, sugerir ideias, resumir discussões e apoiar a planificação de atividades. A sua utilização permite promover práticas pedagógicas inovadoras, facilitar a diferenciação e personalização do ensino, bem como desenvolver competências de colaboração, comunicação e pensamento crítico nos alunos. Esta ação pretende explorar o potencial do Padlet TA como recurso pedagógico, oferecendo exemplos práticos e oficinas de aplicação no quotidiano escolar.
Objetivos
• Familiarizar os participantes com as funcionalidades do Padlet e do Padlet TA (IA integrada); • Explorar a criação e dinamização de murais digitais no ensino-aprendizagem; • Desenvolver estratégias para integrar a colaboração mediada por IA em diferentes áreas curriculares; • Refletir sobre os limites, riscos e aspetos éticos da utilização da IA em contextos colaborativos; • Promover práticas de ensino inovadoras, inclusivas e centradas no aluno
Conteúdos
Introdução ao Padlet e Padlet TA O que é o Padlet? Funcionalidades do Padlet TA (IA): síntese de textos, apoio à organização de ideias, geração de recursos. Exemplos de utilização em contexto pedagógico. Utilização Pedagógica do Padlet TA Criação de murais colaborativos interativos; Apoio à diferenciação pedagógica e inclusão; Utilização de IA para planificação, brainstorming e organização de projetos; Atividades interativas com alunos: fóruns de debate, portefólios digitais, mapas mentais. Contexto Prático Criação e dinamização de um mural digital com IA; Exercícios de brainstorming e síntese automática; Simulação de atividades de colaboração em sala de aula. Questões Éticas e Limitações Papel do professor como mediador e orientador crítico. Reflexão e Perspetivas Futuras Impacto do Padlet TA na prática pedagógica e na colaboração dos alunos; Perspetivas de integração da IA em plataformas educativas digitais.
Metodologias
Apresentação, discussão e reflexão do tema. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-11-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Andrea Isabel Pereira César Osório
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Esta oficina destina-se a educadores e professores do ensino básico, secundário e profissional, com o objetivo de capacitar para a integração da Inteligência Artificial (IA) nos recursos educativos digitais, promovendo inovação e eficácia pedagógica numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.
Objetivos
- Compreender os fundamentos da IA e a sua aplicação na educação. - Identificar ferramentas e tecnologias de IA aplicáveis ao ensino. - Desenvolver competências práticas para criar recursos personalizados com IA. - Avaliar os desafios e as implicações éticas da IA no contexto educativo. - Conceber e implementar em contexto de sala de aula e na dimensão profissional, atividades e projetos que integrem IA nos recursos educativos.
Conteúdos
Módulo 1: Introdução à IA na Educação (3h online síncronas) Conceitos e evolução da IA. Exemplos de aplicação da IA na aprendizagem. Ética e Desafios: Privacidade e ética. Impactos na relação professor-aluno. Módulo 2: Ferramentas de IA em Recursos Educativos (3h online síncronas + 3 h presenciais) Plataformas e softwares educativos Integração de chatbots e análise de dados. Módulo 3: Desenvolvimento de Recursos com IA (3h presenciais) Conceção, planificação de conteúdos personalizados. Design de experiências de aprendizagem interativas. Módulo 4: Apresentação e discussão, em grande, grupo do Projeto Prático de implementação da IA em contexto de sala de aula. Avaliação final da Ação. (3 horas online síncronas)
Metodologias
As sessões presenciais serão desenvolvidas numa perspetiva teórica- prática. Para cada sessão serão disponibilizados: Documentação e recursos específicos, bem como propostas de aplicabilidade e experimentação, tanto individualmente como em grupo. Será ainda promovida a partilha de experiências e conhecimentos.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com oRegulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação decada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais enão presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos/tarefas realizadas nas sessões (35%) -Trabalho de aplicação de conteúdos - Projeto Prático (45%) - Reflexão final crítica acerca dos conteúdos e atividades desenvolvidos bem no impacto do mesmo na sua prática letiva e nas aprendizagens dos alunos (20%)
Modelo
Respostas ao Questionário aplicado aos formandos no final da Ação, relatório do formador e do CFAECAN
Bibliografia
Orientações Éticas para Educadores sobre a Utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e na Aprendizagem (2022). Comissão Europeia. Oliveira, L. e Pinto, M. (2023). A Inteligência Artificial na Educação - ameaças e oportunidades para o ensino-aprendizagem. Escola Superior de Media Artes e Design. Politécnico do Porto. Plano de ação para a implementação da Inteligência Artificial nas escolas (2024). Disponível em: https://bibliotubers.com/plano-de-acao-para-a-implementacao-da-57271. foBIA. Guia para a IA generativa na educação e na pesquisa (2024). UNESCO.
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 03-12-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 10-12-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 17-12-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 19:45 | 1:30 | Online síncrona |
| 6 | 17-12-2025 (Quarta-feira) | 19:45 - 21:15 | 1:30 | Online síncrona |
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e do Ensino Secundário e de Educação Especial U URSLVT
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Cister/Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A promoção da saúde mental e a prevenção dos comportamentos suicidários constituem prioridades reconhecidas nas principais estratégias e planos de ação de saúde mental, tanto a nível internacional como nacional (DGS, 2013, 2015). O contexto escolar é um espaço privilegiado para o desenvolvimento de ações que favoreçam o bem-estar psicológico e emocional dos jovens, promovendo a identificação precoce de situações de risco e o encaminhamento adequado para apoio especializado. Professores, técnicos e outros membros da comunidade educativa desempenham um papel essencial na deteção de sinais de sofrimento emocional e na promoção de uma cultura de saúde mental positiva e livre de estigma. Neste âmbito, o Projeto +CONTIGO propõe uma abordagem integrada e comunitária, com base em evidência científica, visando a capacitação dos profissionais da educação para atuarem como agentes promotores de saúde mental e prevenção do suicídio.
Objetivos
- Sensibilizar e capacitar a comunidade educativa para a promoção da saúde mental. - Combater o estigma associado às perturbações mentais e aos comportamentos suicidários. - Aumentar o conhecimento sobre fatores de risco, sinais de alarme e estratégias de prevenção. - Promover a identificação precoce de adolescentes em risco e a sua referenciação para os cuidados de saúde adequados. - Refletir sobre o papel da escola enquanto contexto promotor de saúde mental. - Apresentar os fundamentos e metodologia do Programa +CONTIGO.
Conteúdos
Enquadramento e relevância da promoção da saúde mental na escola; Compreender os comportamentos suicidários; Identificação precoce e referenciação; Combate ao estigma e promoção do bem-estar; O Programa +CONTIGO: fundamentos e metodologia.
Metodologias
A formação combinará exposição teórica, dinâmicas participativas, análise de casos práticos, reflexão conjunta e partilha de experiências. Será fomentada uma abordagem colaborativa, centrada na realidade dos participantes e nas necessidades específicas das escolas.
Modelo
A Certificação depende do cumprimento integral das horas da ACD. Questionário aplicado aos formandos no final da Ação.
Anexo(s)
Observações
Mestre Renata Catarina Curado Pedro Inacio
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Rita Afonso Pedro
Destinatários
Professores dos Grupos 100, 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Tanto na escola como noutros lugares de aprendizagem tendemos a olhar a criança como um ser incompleto e a entender a infância como a primeira etapa da vida. A ideia de infância é deduzida a partir de uma falta ou de uma incompletude. Por essa razão, programamos as aprendizagens em função do ano escolar, por etapas, numa ordem cronológica do tempo. Mas, ao considerar se a criança desse ponto de vista, dificilmente se consegue apreendê-la na sua diferença ou singularidade. Alternativamente, pretende-se, nesta formação, apreender a criança a partir do que ela já é, como abertura ao novo, ao desconhecido, ao inesperado e ao diferente. Neste desafio educativo e filosófico de se considerar a criança na sua singularidade, faz sentido apreendê-la enquanto ser pensante, dotada de capacidades reflexivas e filosóficas. Segundo um estudo da Unesco sobre a prática da Filosofia com Crianças (FcC), (http://valact.org/wp-content/uploads/UNESCO_Philo-Ecole-Liberte.pdf), as crianças colocam perguntas de natureza existencial, ontológica (Se eu não sou apenas o meu nome, quem sou eu?), ética e estética. O mesmo estudo comprova também os efeitos benéficos da prática reflexiva da FcC ao nível do desempenho dos alunos nas outras áreas curriculares, diminuindo o insucesso escolar.
Objetivos
- Enquadrar historicamente as novas práticas filosóficas e a sua relação com as artes e a cultura - Problematizar o conceito de Infância: Criança e Infância são o mesmo? - Sensibilizar para uma escuta atenta às perguntas das crianças, para a sua dimensão filosófica e também estética - Ajudar os formandos a romper com as barreiras traçadas da sua racionalidade, potenciando a criatividade do pensamento e aproximando o seu pensamento do das crianças - Promover o sentido de igualdade dos participantes enquanto seres pensantes, independentemente da idade, da cor de pele, etc. - Dar a conhecer, através de uma prática efetiva, a participação pública, a cooperação social, a autonomia intelectual (pensar por si mesmo) - Explorar algumas possibilidades das linguagens artísticas nas sessões de FcC
Conteúdos
1- A Filosofia, a Infância, as Artes e a Pedagogia: que encontro? Desenvolvimento histórico das várias práticas filosóficas. A Filosofia PARA e COM Crianças. Que diferenças? Apresentação de trabalhos de cocriação, realizados numa lógica de contaminação entre a Filosofia e a Arte. 2- Problematização do estatuto de Infância Kronos ,Kairos e Aion: conceções filosóficas do tempo, segundo os filósofos Heráclito, Deleuze e José Gil. Apreender a Infância diferentemente. Revisão crítica dos tempos que marcam a escola. A dimensão Aiónica do tempo nos processos criativos. 3- O território do espanto e dos porquês das crianças O plano do espanto na criação artística e na interrogação filosófica Do espanto às perguntas metafísicas das crianças As perguntas ontológicas, metafísicas, éticas e estéticas colocadas pelas crianças dos 4 aos 12 anos. Exemplos práticos. 4- Criação de espaços para a experimentação filosófica, a partir de suportes artísticos Exercícios práticos para desfazer hábitos inibidores da imaginação criativa. Exercícios filosóficos para desenvolver a problematização como maneira de abrir espaços onde habitualmente não há perguntas. Exercício de formulação de associações entre pensamento e sensações existenciais e/ou artísticas. 5- Passagens, conexões e cruzamentos entre a Filosofia e a Arte A lógica da contaminação entre elementos heterógenos: as interrogações filosóficas e as criações artísticas. Exemplos práticos, a partir de trabalhos de cocriação entre filosofia e arte
Metodologias
A metodologia será expositiva, seguida de exercícios de Filosofia prática. Contudo, os conteúdos não serão apresentados aos formandos de forma linear, mas sim de forma articulada com a participação destes, através dos métodos demonstrativo e interativo. As sessões serão sempre teórico-práticas, privilegiando-se, contudo, a componente prática, de estratégias de abordagem a esta área temática: - recorrendo à metodologia da Filosofia com Crianças, a estratégias e abordagens consensuais, alinhadas com as recomendações da UNESCO. Deste modo, os formandos terão oportunidade de se exercer ao diálogo participativo e colaborativo, desenvolvendo o espírito critico, o questionamento e a escuta do outro em situações de confronto com opiniões diferentes. -recorrendo ferramentas de certas práticas artísticas para se pensar. Tais como, a improvisação, a composição colaborativa e à transformação dos erros em potências criadoras. Demonstração da avaliação presencial (permitida a avaliação em videoconferência) A avaliação dos formandos será feita durante as sessões síncronas ( 18 horas), com a apresentação de trabalhos. Na última sessão será apresentado um trabalho final. Esta avaliação será feita através de sessão síncrona, recorrendo à plataforma ZOOM, permitindo ao formador identificar o/a formando/a que apresenta o trabalho. Este (re)conhecimento advém do facto de a formadora trabalhar com os formandos nas restantes sessões, pelo que existe já um conhecimento mútuo. Demonstração da distribuição da carga horária pelas diversas tarefas As sessões síncronas serão desenvolvidas na plataforma ZOOM da qual o centro de formação tem uma conta com tempo ilimitado. Nestas sessões o formador irá interagir com os formandos através de várias metodologias. Uma delas será a apresentação teórica de alguns aspetos promovendo o debate entre os participantes. Percebendo as particularidades da formação online, serão distribuídos alguns textos pelos formandos que se dividirão em grupos nas salas virtuais do ZOOM. O objetivo é colocar os formandos em trabalho conjunto para apresentarem aos colegas algumas conclusões sobre a leitura dos textos e lançar o debate.
Avaliação
A avaliação dos formandos é feita de modo contínuo, com base na participação nas sessões, incidindo sobre o processo de trabalho e sobre os produtos que dele decorrem (relatórios reflexivos, organização e condução de sessões práticas) e que revelam a consolidação dos conteúdos abordados, evidenciando a aplicação em contexto das temáticas e metodologias trabalhadas durante a formação. Os critérios de avaliação e respetivos parâmetros são definidos de acordo com as características do trabalho realizado - participação nas sessões (25%), preparação e dinamização de sessões de filosofia com crianças/estágio (20%), partilha e discussão de grupo (20%), trabalho final (35%).
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
KOHAN Walter, Infância, estrangeiridade e ignorância-Ensaios de Filosofia e Educação.Belo Horizonte, Autêntica, 2007 GIL José, Diferença e negação na poesia de Fernando Pessoa, Relógio de Água, 1999 LELEUX Claudine (org.), La philosophie pour enfants, Le modele de Matthew Lipman en discussion, De Boeck Université, Bruxelles, 2005 GRUPO 23: silêncio! e convidados, Isto é uma cocriação!:antimanual de educação artística na infância, BOCA e Real Pelágio; LIsboa, 2016 MUNARI, Bruno, Fantasia, invenção, criatividade e imaginação na comunicação visual. Coleção Dimensões, Editorial Presença.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 31-10-2025 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 19-11-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 03-12-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 16-12-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Ana Margarida Martins Nunes
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores da Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
No âmbito do(s) projeto(s) Erasmus+, desenvolvidos pelos Agrupamentos de Escolas Associados, foram realizadas diferentes mobilidades no âmbito da Ação-Chave 1 do Erasmus+, para fins de aprendizagem, para a frequência de cursos estruturados e para acompanhamento no posto de trabalho (job shadowing). Esta ACD tem como propósito partilhar as aprendizagens e experiências de trabalho vivenciadas em contextos europeus no âmbito da formação e das práticas de referência vivenciadas pelos participantes, com o objetivo de refletir acerca dos desafios e das oportunidades que as mesmas apresentam para a melhoria dos processos de ensino e da aprendizagem e desenvolvimento integral de Todos os Alunos.
Objetivos
Promover o desenvolvimento profissional dos agentes educativos, bem como a dimensão europeia; Partilhar experiências de mobilidades no âmbito do projeto Erasmus+, nomeadamente a frequência de cursos estruturados e a atividade de acompanhamento no posto de trabalho (job shadowing); Disseminar os conhecimentos adquiridos através das experiências vivenciadas na mobilidade individual. Promover o trabalho colaborativo entre docentes e lideranças para maximizar a importância da dimensão europeia e da continuidade de projetos transnacionais;
Conteúdos
-Divulgação e Síntese dos Projetos Erasmus+: breve apresentação dos projetos e dos objetivos de cada mobilidade realizada. -Testemunhos e Relatos dos Participantes: partilha de experiências pessoais e práticas pedagógicas observadas ou aplicadas durante as mobilidades. -Reflexão e Debate Colaborativo: discussão orientada sobre a adaptação e implementação de práticas inovadoras no contexto das escolas locais.
Metodologias
Divulgação sumária dos Projetos; Relatos e testemunhos dos participantes; Reflexão e debate
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: NE+EF Equipa de Monitorização & Avaliação 2017. Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida - A implementação do PALV em Portugal 2007-2013; ANE+EF Monitorização e Avaliação 2018. Inquérito à Satisfação dos Beneficiários do Erasmus+; Cunha A, Santos Y 2017 – Erasmus – A história do programa e a participação dos estudantes portugueses, Representação da Comissão Europeia em Portugal; Guerreiro J 2017. Relatório Nacional Intercalar de Avaliação da Implementação e Impacto do Programa Erasmus+; Peixoto P, Ferreira C (Ed.) 2013. Estudo de avaliação dos impactos da mobilidade para estágios: Impact assessment study on Erasmus and Leonardo da Vinci Traineeships; Soeiro S 2016. O impacto das Bolsas Suplementares Erasmus na mobilidade de estudantes do Ensino Superior com dificuldades socioeconómicas; Zimmermann J, Neyer F J 2013. Do we become a different person when hitting the road? Personality development of sojourners, Journal of Personality and Social Psychology, 105, 515-530.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-10-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Educadores de Infância, professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A inteligência artificial (IA) está a transformar rapidamente a forma como aprendemos e ensinamos, oferecendo novas oportunidades para tornar o processo educativo mais dinâmico, personalizado e eficaz. Para os docentes, é fundamental manter-se constantemente atualizados, uma vez que a evolução tecnológica é extremamente rápida e as ferramentas disponíveis mudam com frequência. Conhecer e compreender a IA na prática educativa é essencial para garantir uma educação de qualidade, ética e alinhada com os desafios do século XXI. O Canva IA integra ferramentas de IA generativa para facilitar a criação de recursos visuais, apresentações, vídeos e materiais interativos, permitindo que docentes poupem tempo e promovam práticas pedagógicas mais criativas e inclusivas. A utilização desta ferramenta no contexto escolar pode apoiar a diferenciação pedagógica, a personalização da aprendizagem e a dinamização das aulas, contribuindo também para o desenvolvimento do pensamento crítico e da literacia digital dos alunos. Esta ação apresenta o Canva AI como recurso pedagógico inovador, explorando exemplos práticos que demonstram o seu potencial no planeamento, execução e avaliação de atividades educativas.
Objetivos
• Familiarizar os participantes com as funcionalidades de IA do Canva; • Explorar a utilização prática da ferramenta na criação de materiais didáticos, apresentações e recursos visuais; • Desenvolver estratégias para integrar o Canva AI em diferentes áreas curriculares; • Refletir sobre limites, riscos e aspetos éticos da utilização de IA generativa no ensino; Promover uma visão crítica e criativa sobre o papel do professor na era da inteligência artificial.
Conteúdos
Introdução ao Canva AI • O que é o Canva AI e como funciona? • Funcionalidades principais (texto para imagem, assistente de escrita, apresentações automáticas, edição inteligente). • Exemplos de utilização no contexto escolar. Utilização Pedagógica do Canva AI • Criação de apresentações interativas e materiais de apoio ao ensino; • Personalização de recursos para diferentes perfis de alunos; • Apoio à diferenciação pedagógica e inclusão; • Produção de vídeos e recursos multimédia com IA. Contexto Prático • Criação de apresentações, cartazes e atividades visuais; • Planeamento de aulas com recurso a templates e geração de conteúdos automáticos. Questões Éticas e Limitações • Reflexão sobre o papel do professor na mediação e validação dos materiais. Reflexão e Perspetivas Futuras • Impacto do Canva AI no ensino e na aprendizagem; • A importância de uma utilização crítica e responsável.
Metodologias
Apresentação, discussão e reflexão do tema. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-10-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Kevin Carreira Soares
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e do Ensino Secundário e de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro Qualifica do Agrupamento de Escolas de Cister / CFAECAN
Enquadramento
A Ação de Curta Duração (ACD) “Construir a paz em tempos de conflito” enquadra-se nas orientações do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, promovendo uma reflexão crítica sobre o papel da escola e dos processos de reconhecimento de competências na construção de uma cultura de paz, tolerância e respeito pelos direitos humanos. Dirigida também a formadores do processo RVCC, esta ação pretende reforçar a capacidade de leitura crítica do contexto atual, valorizando o diálogo, a empatia e a educação para a cidadania como instrumentos centrais na promoção da paz. Partindo da apresentação do livro Judeus, Tragédia e Esperança. De Budapeste a Israel (1944-1948), de Pedro Cantinho Pereira, a ACD propõe uma abordagem interdisciplinar que articula História, Ética e Educação para a Cidadania, explorando o valor da memória e da ação individual em contextos de conflito. Num momento internacional marcado pela intensificação de guerras e por graves crises humanitárias na Europa, em África e no Médio Oriente, esta sessão convida os docentes a refletirem sobre o contributo da educação na promoção da empatia, do pensamento crítico e da responsabilidade coletiva. Pretende-se, assim, criar um espaço de diálogo que incentive a partilha de práticas pedagógicas e de estratégias de ensino que ajudem alunos e formandos a compreender as implicações éticas, históricas e humanas da paz e da guerra.
Objetivos
Gerais: • Promover a reflexão sobre o papel da educação na construção da paz e na prevenção da violência, a partir de uma abordagem histórica e ética. • Sensibilizar os docentes para a importância da memória, do diálogo e da empatia como instrumentos pedagógicos para a formação de cidadãos críticos e responsáveis. Específicos: • Compreender o valor das ações individuais e coletivas em contextos de guerra e conflito, articulando passado e presente. • Identificar estratégias e práticas que favoreçam a cultura da paz e a resolução não violenta de conflitos em contexto social. • Refletir sobre a importância da história e da memória na educação para a cidadania. • Estimular o debate e a partilha de experiências entre membros da comunidade educativa que promovam o respeito pelos direitos humanos, a diversidade cultural e a solidariedade. • Criar pontes entre os conteúdos curriculares das áreas de História, Filosofia, Cidadania e Desenvolvimento e as temáticas da ética, justiça e responsabilidade social.
Conteúdos
• Educação para a paz e cidadania: princípios, desafios e estratégias pedagógicas. • A memória histórica como instrumento educativo: aprender com as tragédias do passado. • O papel das ações individuais e coletivas em contextos de conflito: diplomacia humanitária e resistência civil. • O Shoá ou o Holocausto e o pós-guerra: ética, solidariedade e reconstrução. • A importância da reflexão crítica e do diálogo intercultural na prevenção da violência e da intolerância. • Práticas pedagógicas para o desenvolvimento da empatia, da responsabilidade social e da consciência histórica nos alunos. • Construir a paz em tempos de conflito: contributos da escola e dos docentes para uma cultura de paz.
Metodologias
• Exposição teórica introdutória sobre os temas da paz, memória e cidadania a partir da apresentação e análise do livro Judeus, Tragédia e Esperança. De Budapeste a Israel (1944-1948), de Pedro Cantinho Pereira. • Debate orientado e mesa-redonda com docentes, alunos e o autor. • Discussão coletiva de casos históricos e contemporâneos, com foco nas ações individuais e coletivas em contextos de conflito. • Reflexão e partilha de estratégias pedagógicas aplicáveis em sala de aula e nas sociedades contemporâneas em geral.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas da ação. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Bibliografia: Arendt, Hannah (1963). Eichmann em Jerusalém. Um relato sobre a banalidade do mal. Lisboa: Relógio d’Água. Direção-Geral da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação. Direção-Geral da Educação (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Lisboa: Ministério da Educação. Galtung, Johan (1996). Peace by Peaceful Means: Peace and Conflict, Development and Civilization. Oslo: PRIO / Sage Publications. Levi, Primo (1988). Se Isto É um Homem. Lisboa: Dom Quixote. Morin, Edgar (2001). Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. Lisboa: Instituto Piaget / UNESCO. Pimentel, Irene (2006). O Holocausto. Lisboa: Temas e Debates / Círculo de Leitores. Pereira, Pedro Cantinho (2025). Judeus, Tragédia e Esperança. De Budapeste a Israel (1944-1948). Lisboa: [editora a confirmar]. Rosas, Fernando (2019). Salazar e os Fascismos. Lisboa: Temas e Debates / Círculo de Leitores. Rosas, Fernando (1994). “Portugal e o Estado Novo (1930–1960)” in Nova História de Portugal, vol. XII. Lisboa: Editorial Presença.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 25-10-2025 (Sábado) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A inteligência artificial (IA) está a transformar rapidamente a forma como aprendemos e ensinamos, oferecendo novas oportunidades para tornar o processo educativo mais dinâmico, personalizado e eficaz. Para os docentes, é fundamental manter-se constantemente atualizados, uma vez que a evolução tecnológica é extremamente rápida e as ferramentas disponíveis mudam com frequência. Conhecer e compreender a IA na prática educativa é essencial para garantir uma educação de qualidade, ética e alinhada com os desafios do século XXI. O MagicSchool é uma plataforma de inteligência artificial criada especificamente para apoiar professores nas suas tarefas diárias. Através de diferentes assistentes, permite gerar planos de aula, criar avaliações, adaptar materiais a diferentes níveis de aprendizagem, sugerir atividades criativas e até fornecer feedback personalizado. A sua utilização em contexto escolar possibilita maior eficiência no planeamento e uma diferenciação pedagógica mais ágil, ao mesmo tempo que liberta tempo para a dimensão mais criativa e relacional do ensino. Esta ACD pretende apresentar o MagicSchool como recurso pedagógico inovador, explorando exemplos práticos de integração no quotidiano letivo, e refletindo sobre os seus limites, riscos e aspetos éticos.
Objetivos
Familiarizar os docentes com as funcionalidades do MagicSchool; Explorar a utilização prática da plataforma no planeamento, avaliação e atividades de aprendizagem; Desenvolver estratégias de diferenciação pedagógica com recurso à IA; Refletir sobre a utilização responsável, ética e crítica desta ferramenta; Promover práticas educativas inovadoras que aliem eficiência, criatividade e inclusão
Conteúdos
Introdução ao MagicSchool Funcionalidades principais (planos de aula, quizzes, feedback, adaptação de materiais); Exemplos de utilização no contexto escolar. Utilização Pedagógica do MagicSchool Apoio à elaboração de recursos; Apoio à avaliação formativa e sumativa; Feedback individualizado para alunos. Contexto Prático Exploração da plataforma com cenários educativos reais; Exercícios de criação de planos e atividades com IA; Simulação de utilização em diferentes níveis de ensino. Questões Éticas e Limitações Fiabilidade e validação da informação; Privacidade e segurança dos dados; Riscos de dependência excessiva e necessidade de mediação docente. Reflexão e Perspetivas Futuras Impacto do MagicSchool no papel do professor; Oportunidades de integração da IA no ensino e aprendizagem
Metodologias
Apresentação, discussão e reflexão do tema. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-10-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Joaquim Francisco Couto Silva
Mário Nelson Teixeira da Costa
Destinatários
Professores dos Grupos de recrutamento 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de recrutamento 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de recrutamento 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Educação Física, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina de Educação Física; - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos às diferentes matérias do currículo; - Operacionalizar e estruturar as AE em Educação Física ao longo do Ensino Básico e Ensino Secundário, promovendo a recuperação de aprendizagens entre ciclos; - Usar múltiplas formas de avaliação formativa e de feedback em Educação Física, de acordo com as necessidades e perfil de cada aluno; - Desenvolver uma avaliação para a aprendizagem em Educação Física, diversificando métodos e instrumentos, numa lógica de compromisso e autorregulação.
Conteúdos
Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Subárea dos Jogos Desportivos Coletivos (JDC) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos aos JDC; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino do JDC; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 3 – Subárea da Ginástica (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Ginástica; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino da Ginástica; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 4 – Subárea das Atividades Rítmicas Expressivas (ARE) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos às ARE; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino das ARE; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 5 – Subárea da Patinagem (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Patinagem; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino da Patinagem; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 6 – Subárea do Atletismo (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos ao Atletismo; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino do Atletismo; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 7 – Subárea Outras (jogos de raquetes, desportos de combate) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à subárea Outras; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino das Outras matérias; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais Os módulos opcionais (do módulo 2 ao módulo 7) são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) Formação a Distância: A oficina de formação contará 8 horas de formação online, para dar a possibilidade de os formandos poderem gerir a formação com a atividade profissional, rentabilizando tempo e evitando deslocações acrescidas. Desta forma, os formandos, apenas se terão de deslocar para frequentar as 17 horas de formação presencial. Nas sessões síncronas a assiduidade será comprovada pelo acesso e permanência na sala Zoom e na disciplina Moodle.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados. A avaliação contemplará também a interação entre formador e formandos, a realização e discussão de tarefas e o trabalho final. Nota: Relembramos que, nos termos do n. 2, do artº 5º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, "não podem ser objeto de certificação as ações nas quais a participação do formando seja inferior a dois terços da duração da respetiva ação de formação".
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 28-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 29-10-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 04-11-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 18-11-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 19-11-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 02-12-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 03-12-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 17-12-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Sandrine Cordeiro
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das diferentes áreas da Educação Artística do 1.º CEB (Artes Visuais, Dança, Música, Expressão Dramática/Teatro), orientada numa perspetiva holística e em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Estimular a implementação de metodologias ativas de aprendizagem promotoras da diferenciação pedagógica, tendo em consideração as aprendizagens a desenvolver nas diferentes áreas artísticas, as necessidades dos alunos e a consecução de um ensino de qualidade; - Valorizar o papel da Educação Artística como promotor do desenvolvimento global dos alunos, na sua relação consigo, com os outros e com o meio; - Valorizar cada área artística na sua individualidade, na relação entre si e com as demais áreas do conhecimento.
Conteúdos
Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos? Módulo 2 - Narrativas visuais (Artes Visuais 5h) Utilizar a linguagem das artes visuais (cor, forma, linha, textura, padrão, proporção e desproporção, plano, luz, espaço, volume, movimento, ritmo, matéria, entre outros), na construção de projetos multiculturais (através da transformação gráfica, construção de formas, texturas, padrões, objetos e ambientes). Módulo 3 - Comunicar através da dança (Dança 5 h) Consciência e domínio do corpo: corpo, movimento, tempo e dinâmica. As possibilidades de movimento e a sua expressividade. Módulo 4 - Interpretação e Comunicação musical (Música 5 h) A voz (falada e cantada) e o corpo (corpo e movimento): seleção, audição e interpretação de canções/peças musicais, com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas, adaptadas a diferentes contextos. O movimento como forma de comunicação musical. Módulo 5 - Expressão dramática como meio de comunicação (Exp. Dramática/Teatro 5h) O corpo como meio de expressão, comunicação e criação: Exploração e desenvolvimento das possibilidades motoras e expressivas do corpo (corpo, voz e movimento/gesto/objetos/ improvisação). Módulo 6 - Exploração de materiais (Artes Visuais 5h) Exploração de diferentes materiais/objetos e de técnicas de expressão (pintura, desenho, entre outras), nas suas formas físicas ou digitais, para a reinvenção/criação de novas imagens. Módulo 7 - Exploração do corpo e do espaço (Dança 5h) O corpo e o trajeto no espaço: direções de movimento no espaço; Corpo e relações: ocupação/evolução /progressão no espaço (próprio ou partilhável). Sequência de movimentos, performance/coreografia. Diferentes estilos, formas e géneros de dança (referências de exemplos na dança). Módulo 8 - Exploração de materiais para produção musical (Música 5h) Utilização da voz, corpo e/ou objetos para exploração/criação sonoro-musical, com formas, estilos, géneros diferenciados: improvisação e interpretação. Módulo 9 - Os materiais na exploração da expressão dramática (Exp. Dramática/ Teatro 5h) Jogo Dramático: Linguagem Verbal e Não-Verbal: improvisação (Improvisar palavras, sons, gestos e ações, a partir de diferentes estímulos: ambientes, temas ou ideias) e dramatização (Explorar e/ou criar histórias /analisar textos para a construção de personagens e suas interações, em situações distintas e com diferentes finalidades). Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial Trabalho autónomo A oficina é constituída por 10 módulos (2 obrigatórios e 8 opcionais):Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade).Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas. Formação a Distância: A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas. Acresce ainda 25 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018)..Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Plataforma Digital de recursos artísticos e pedagógicos: www.cantarmais.pt.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 21-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 28-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 11-11-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 25-11-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 27-11-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 03-12-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 10-12-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina , em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Repensar as práticas de ensino nos diferentes domínios de estudo do meio; Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias de ensino diferenciadas na área curricular de estudo do meio.
Conteúdos
Módulo 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - História (5h) Factos e as datas relevantes da História de Portugal, destacando: a formação de Portugal, a época da expansão marítima, o período Filipino e a Restauração com recurso a fontes documentais. Construção de frisos cronológicos. Módulo 3 - História (5h) Implantação da República e o 25 de Abril com recurso a fontes documentais. Módulo 4 (5h) Seres Vivos: Identificar as características específicas dos animais e plantas; relacionar fatores do ambiente com as condições indispensáveis à vida dos seres vivos; a influência das modificações ambientais nos ecossistemas e na vida dos seres vivos. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 5 (5h) Corpo Humano: Conhecer os sistemas digestivo, respiratório, circulatório, excretor e reprodutivo; modificações biológicas e comportamentais na adolescência; hábitos quotidianos e estilos de vida saudáveis. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 6 - (5h) Reconhecer fenómenos naturais (sismos, vulcões, erosão ) como manifestações da dinâmica e da estrutura interna da Terra e como agentes modificadores da paisagem; Identificação de vários tipos de rochas e solos e diversos tipos de utilização. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 7- (5h) Evolução tecnológica; Propriedades dos materiais: comportamento da luz; eletricidade: eletricidade estática, bons e maus condutores da corrente elétrica, circuito elétrico simples; mecânica; impulsão; magnetismo. Módulo Final - (2,5 horas) - Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final - Obrigatórios e presenciais O módulo ministrado em 3.º lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva. Formação a Distância: Demonstração da distribuição da carga horária pelas diversas tarefas A carga horária dos conteúdos da ação será organizada de acordo com o cronograma e a metodologia, devendo totalizar 25 horas, sendo que 10 são em sala e 15 síncronas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Rede Nacional de Clubes de Ciência Viva. Disponível em https://clubes.cienciaviva.pt/
Anexo(s)
Observações
As datas de início e fim são indicativas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 21-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 28-10-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 04-11-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 11-11-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 25-11-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 04-12-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 09-12-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
Formador
Soraia Valy Mamade Feiteira Lourenço
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O aumento significativo de alunos estrangeiros nas escolas portuguesas exige uma reestruturação da metodologia de ensino na disciplina de PLNM. Os alunos migrantes devem ser abrangidos por medidas de integração efetiva no sistema educativo e, simultaneamente, na sociedade em geral. Efetivamente, a Lei de Bases do Sistema Educativo, o Decreto-Lei n.º 54/2018 e o Decreto-Lei n.º 55/2018, ambos de 6 de julho. Uma inclusão bem-sucedida é um processo contínuo que requer, por um lado, flexibilidade e adaptação às necessidades individuais dos alunos e, por outro, preparação e mudanças nas dinâmicas e cultura da escola. Por conseguinte, atualmente, este desafio implica que a escola se organize e estruture a sua atuação, de forma intencional e integrada, para que a diversidade seja um fator de união entre toda a comunidade educativa, como garantia do direito de todos à educação e à igualdade de oportunidades preconizado na Convenção dos Direitos da Criança. (Inclusão de Alunos Migrantes em Meio Educativo - DGE, 2024)
Objetivos
- Aprofundar um conhecimento das práticas organizações e pedagógicas no âmbito da inclusão de alunos estrangeiros; - Partilhar experiências desenvolvidas em Agrupamentos de Escolas de estratégias de Português Língua não Materna (PLNM); - Conhecer formas diversas de ação pedagógica na ação pedagógica de PLNM.
Conteúdos
- Enquadramento legal de resposta às necessidades educativas e inclusão de alunos estrangeiros; - Práticas organizacionais e pedagógicas em desenvolvimento nas escolas;
Metodologias
Apresentação, discussão e reflexão do tema. Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta à diversidade de alunos em sala de aula. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia:https://www.dge.mec.pt/portugueslinguanaomaterna - Common european framework of reference for languages: learning, teaching, assessment Companion volume - www.coe.int/lang-cefr https://www.cibercursoslp.com/fichas.html https://rm.coe.int/a-handbook-for-curriculum-development-and-teacher-training-thelanguag/16806af387
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-10-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 20-10-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Maria Cristina Marques Ferreira Simões
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Numa época em que impera a multiculturalidade e o respeito pela diversidade, o paradigma atual centra-se no currículo, pelo que as tomadas de decisão devem ser efetuadas com base em evidências pedagógicas, desafiando os vários agentes envolvidos a refletir sobre as dificuldades no acesso ao mesmo e encontrar estratégias personalizadas para todos acederem aos atuais referenciais curriculares. Consequentemente, esta Ação de Curta Duração (ACD) pretende clarificar três aspetos essenciais na atualidade educativa, designadamente: Quais são os atuais referenciais curriculares? Numa abordagem multinível, que medidas de gestão curricular existem? Como elaborar adaptações curriculares não significativas, considerando os referenciais curriculares em vigor?
Objetivos
•Refletir sobre os referenciais educativos que respondem à diversidade e pluralidade dos alunos, contribuindo para a mudança ao nível dos procedimentos pedagógicos; •Capacitar os docentes para a identificação, implementação e avaliação das medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão, assentes na intervenção multinível; •Distinguir as medidas de gestão curricular previstas no Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, com as alterações da Lei n.º 116/2019, de 13 de setembro e a Declaração de Retificação n.º 47/2019, de 3 de outubro; •Capacitar os docentes para a elaboração das adaptações curriculares não significativas, a partir das exigências e desafios concretos de cada grupo de recrutamento.
Conteúdos
•Currículo e referenciais curriculares em vigor; •Aprendizagens Essenciais; •Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; •Medidas de Suporte à Aprendizagem e à Inclusão, no âmbito do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho; •Medidas de Gestão Curricular; •Procedimentos práticos para a elaboração das Adaptações Curriculares Significativas Não Significativas
Metodologias
Expositiva, intercalada com momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados. Apresentação ao grupo, reflexão e debate.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. .Bibliografia: Cosme, A. (2018). Autonomia e flexibilidade curricular: Propostas e estratégias de ação. Porto Editora. •Martins, G., Gomes, C., Brocardo, J., Pedroso, V., Carrilho, J., Silva, L., … Rodrigues, S. (2017). •Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Ministério da Educação. •Pereira, F. et al. (2018). Para uma educação inclusiva: Manual de apoio à prática. Lisboa: Ministério da Educação. •Roldão, M., & Almeida, S. (2018). Gestão curricular: Para a autonomia das escolas e professores. Direção-Geral da Educação. •Simões, C. (2020). A qualidade de vida de crianças e jovens com dificuldade intelectual e desenvolvimental: Contributo para a educação inclusiva. Amadora: Fundação AFID Diferença.
Público-alvo:
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-10-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 14-10-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Manuel Vicente Silva Cunha Calado
Destinatários
Educadores de Infância, professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A inteligência artificial (IA) está a transformar rapidamente a forma como aprendemos e ensinamos, oferecendo novas oportunidades para tornar o processo educativo mais dinâmico, personalizado e eficaz. Para os docentes, é fundamental manter-se constantemente atualizados, uma vez que a evolução tecnológica é extremamente rápida e as ferramentas disponíveis mudam com frequência. Conhecer e compreender a IA na prática educativa é essencial para garantir uma educação de qualidade, ética e alinhada com os desafios do século XXI. O ChatGPT é uma das ferramentas mais inovadoras neste campo, oferecendo múltiplas oportunidades para dinamizar, apoiar e personalizar o processo de ensino-aprendizagem. A sua utilização consciente permite criar materiais didáticos de forma mais eficiente, promover a diferenciação pedagógica e incentivar a autonomia dos alunos, ao mesmo tempo que suscita reflexões importantes sobre ética, fiabilidade e desenvolvimento do pensamento crítico. Esta ação está estruturada de forma a apresentar o ChatGPT como recurso pedagógico, integrando exemplos práticos e concretos que ilustram as suas funcionalidades e potencial na sala de aula. O objetivo é fomentar práticas educativas inovadoras, conscientes e alinhadas com os objetivos de aprendizagem, promovendo uma utilização ética e responsável da IA no contexto educativo.
Objetivos
Familiarizar os participantes com as funcionalidades básicas do ChatGPT; Explorar a utilização prática da ferramenta no contexto educativo, como apoio à planificação, avaliação e atividades de aprendizagem; Desenvolver estratégias para integrar o ChatGPT em diferentes níveis e áreas curriculares; Refletir sobre limites, riscos e aspetos éticos da utilização de IA generativa no ensino; Promover uma visão crítica e criativa sobre o papel do professor na era da inteligência artificial.
Conteúdos
Introdução ao ChatGPT - O que é o ChatGPT e como funciona? - Exemplos de utilização no quotidiano e no contexto escolar. Utilização Pedagógica do ChatGPT - Criação de materiais de apoio ao ensino; - Apoio à diferenciação pedagógica e personalização da aprendizagem; - Desenvolvimento de atividades interativas e criativas. Contexto Prático - Exploração de cenários educativos com o ChatGPT - Exercícios de criação de conteúdos e planeamento de aulas com a ferramenta. Questões Éticas e Limitações - Fiabilidade e verificação da informação; - Privacidade e proteção de dados; Reflexão e Perspetivas Futuras - Impacto do ChatGPT no papel do professor e do aluno; - A importância de uma utilização consciente, crítica e responsável
Metodologias
Apresentação, discussão e reflexão do tema. Recurso a casos práticos de estratégias e recursos de resposta em contexto escolar. Reflexão e debate acerca de estratégias a implementar.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Nas sessões online síncronas, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos.
Anexo(s)
Observações
Nota: Sendo uma sessão totalmente online síncrona, é obrigatório que os formandos tenham computador ou equipamento similar com som e câmara, que deve permanecer ligado durante toda a sessão. Bibliografia: Comissão Europeia. (2024). Plano de Ação para a Educação Digital 2024-2027: Adaptando-se à era da Inteligência Artificial. Serviço das Publicações da União Europeia. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/action-6 Comissão Europeia. (2025). Diretrizes éticas para educadores sobre o uso da IA. https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/digital-education/action-plan/ethical-guidelines-for-educators-on-using-ai Conselho da União Europeia. (2025). Legislação para utilização da inteligência artificial. https://www.dge.mec.pt/noticias/conselho-da-uniao-europeia-aprova-legislacao-para-utilizacao-da-inteligencia-artificial Franqueira, A. S., Souza, E. G., & Wanderley, T. G. (2024). Inteligência artificial na educação: tendências atuais e perspectivas futuras. Revista Caderno Pedagógico, 21(5), 1-21. https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/4148/2920/10584 Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia. (2024). Regulamentação da inteligência artificial na União Europeia: Uma análise do AI Act. https://www.gee.gov.pt/pt/documentos/estudos-e-seminarios/artigos/10243-gee-em-analise-regulamento-da-inteligencia-artificial/file Governo de Portugal. (2022). Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. INCoDe 2030. https://www.incode2030.gov.pt/aip-2030/ Parlamento Europeu. (2023). Lei da UE sobre IA: primeira regulamentação de inteligência artificial. https://www.europarl.europa.eu/pdfs/news/expert/2023/6/story/20230601STO93804/20230601STO93804_pt.pdf União Europeia. (2024). Regulamento sobre Inteligência Artificial. https://www.compete2030.gov.pt/comunicacao/noticias-pt-informacao/comissao-europeia-aprova-regulamento-sobre-inteligencia-artificial.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-10-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Andrea Isabel Pereira César Osório
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da Transição digital na Educação. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.
Objetivos
- Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); - Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; - Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; - Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. - Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. - Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) - Apresentação dos formandos e formadores. - Apresentação da formação. - Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. - Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. - Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.
Metodologias
Presencial: A oficina irá decorrer na modalidade de B-Learning com sessões presenciais e sessões online síncronas, com a seguinte distribuição: 15h presenciais e 10 horas online síncronas. O formador irá recorrer às plataformas de gestão de aprendizagem e de videoconferência para a dinamização das sessões online síncronas. Trabalho autónomo: 25 horas de trabalho autónomo: para planificação, experimentação e reflexão sobre uma aplicação prática efetuada no contexto educativo do professor relativamente a algumas das atividades planificadas e recursos construídos. Será utilizada a metodologia de aprendizagem por execução de tarefas que os formandos realizam ao longo da oficina de formação. Trabalho autónomo : 25 horas de trabalho autónomo para: Os formandos criam e implementam 2 atividades de aprendizagem, em contexto disciplinar e/ou interdisciplinar, integrando os conteúdos explorados nas sessões conjuntas. Durante as sessões de formação refletem e participam nas tarefas em curso. Como trabalho final, criam um cenário de aprendizagem com recurso aos LED, incluindo atividades experimentadas com os alunos, e elaboram o seu Relatório de Reflexão Crítica Individual, submetendo-os em local próprio.
Avaliação
O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Os formandos serão classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC nº 3/2007, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, com base em: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas (presenciais e não presenciais) e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos - Trabalho de aplicação de conteúdos (60%), onde se incluiu o Reflexão final
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 54/2018 (2018, de 6 de julho), http://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/dl_54_2018.pdf Decreto-Lei n.º 55/2018 (2018, de 6 de julho), https://dre.pt/home/-/dre/115652962/details/maximized Magazine ME. Perfil dos Alunos para o Século XXI. Lisboa: Ministério da Educação, 2017, https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf “Future Classroom Lab”, http://fcl.eun.org/ Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org) Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leadersand teachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdf Bannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for schoolleaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdf Carravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital.file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdf European Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework.https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-10-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-10-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 20-10-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 27-10-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 03-11-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 10-11-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 17-11-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 24-11-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 15-12-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Carlos Alberto de Jesus Carvalho
Destinatários
Professores/Formadores e Técnicos de Orientação RVCC
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro Qualifica do AE de Cister/Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Esta ação formativa pretende promover uma compreensão aprofundada dos processos reflexivos envolvidos na leitura, recolha e validação de portefólios RVCC nível secundário, com a IA (como ChatGPT) a funcionar como ferramenta auxiliar. Ao orientar os formandos na identificação de evidências e validação de competências, pretende-se mostrar de que forma a IA pode tornar estes processos mais eficientes, sistemáticos e reflexivos — sempre preservando o papel crítico e orientador dos formadores. A abordagem inclui a comparação prática entre métodos tradicionais e assistidos por IA, através de cenários formativos que simulam contextos reais do RVCC. Os participantes testarão diferentes métodos, permitindo perceber os ganhos em eficácia e a necessidade de cuidados no uso da IA. Além disso, serão discutidos os riscos éticos associados — como viés algorítmico, falta de transparência, perda de autonomia e integridade académica — sublinhando que uma utilização inadequada da IA pode desvirtuar o processo de validação de competências e comprometer a autenticidade do portefólio.
Objetivos
Esta ação formativa tem como objetivo aprofundar os processos reflexivos de leitura, recolha e validação de portefólios RVCC, em que a IA (como ChatGPT) atua como apoio tecnológico — não substituto do trabalho humano. Pretende-se mostrar que a IA pode tornar esses procedimentos mais eficientes, consistentes e sistemáticos, sem comprometer a intervenção crítica dos formadores. Utilizam-se cenários formativos simulados para comparar os métodos tradicionais com aqueles assistidos por IA, evidenciando ganhos de precisão e velocidade. Ao mesmo tempo, alerta-se para os perigos de dependência excessiva na IA: a perda de autenticidade, quando os formandos delegam a autoria à IA, e a erosão da reflexão crítica. A componente ética é central nesta formação: discute-se o risco de viés algorítmico, plágio inadvertido, dependência tecnológica e redução da autonomia do formando. Reflete-se sobre o papel do formador como orientador ético, que garante que a IA seja utilizada como auxílio — jamais como substituto — mantendo a integridade e autenticidade do processo de validação. Este modelo pedagógico que combina prática tecnológica com reflexão crítica e ética pretende preparar os formadores RVCC para integrar a IA de forma consciente e responsável, promovendo literacia digital, inovação educativa e preservando a profundidade reflexiva e integridade formativa.
Conteúdos
A ação formativa inicia-se com um trabalho colaborativo em pequenos grupos, onde cada equipa analisa portefólios utilizando dois métodos: o tradicional (manual) e o assistido por IA. Os participantes identificam evidências, atribuem pontuações e comparam os resultados, experienciando diretamente as diferenças entre ambas as abordagens. O uso da IA demonstrará ganhos em rapidez e consistência, mas também permitirá perceber limitações e fragilidades no processo. Este trabalho coletivo estimula a partilha de práticas, favorece o pensamento crítico e reforça a responsabilidade pedagógica. No final da sessão, discute-se o risco de perda de autenticidade, quando os formandos confiam excessivamente na IA, e a erosão da reflexão crítica, dado que o uso constante da IA pode reduzir o esforço cognitivo individual — fenómeno conhecido como “cognitive offloading”, descrito em estudos de Gerlich (2025) e outros como causador de diminuição de capacidade de análise independente e pensamento autónomo. Esta abordagem metodológica assegura uma formação prática e reflexiva, combinando tecnologia com sensibilização ética — preparando os formadores do RVCC para utilizar a IA de forma consciente, preservando a integridade, autenticidade e profundidade dos portefólios.
Anexo(s)
Observações
ANQEP. (s.d.). Referencial de competências-chave para a educação e formação de adultos – Nível Secundário. Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional. https://www.anqep.gov.pt/np4/342.html Ferraz, A. P. C. M., & Belhot, R. V. (2010). Taxonomia de Bloom: Revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais. Gestão & Produção, 17(2), 421–431. https://www.scielo.br/j/gp/a/bRkFgcJqbGCDp3HjQqFdqBm/?format=pdf&lang=pt Figueiredo, I. (2009). O processo de RVCC de nível secundário e a orientação para a aprendizagem ao longo da vida [Dissertação de mestrado, Universidade de Coimbra]. Repositório da Universidade de Coimbra. https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/15633 Gerlich, M. (2025). AI tools in society: Impacts on cognitive offloading and the future of critical thinking. Societies, 15(1), 6. https://doi.org/10.3390/soc15010006 Conteúdos elaborados com apoio do ChatGPT (OpenAI, 2025), utilizados como suporte à análise e revisão
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-09-2025 (Quarta-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 15-10-2025 (Quarta-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Maria Manuela de Jesus Faustino Prata
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas da Nazaré e Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Estas Jornadas assumem-se como um espaço privilegiado de reflexão e de valorização do património, da cultura e da identidade local da Nazaré, criando pontes entre a comunidade educativa e o meio envolvente. A ação insere-se no quadro do desenvolvimento do currículo português, promovendo a integração das Aprendizagens Essenciais (AE) com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), valorizando competências como o pensamento crítico, a criatividade, a cidadania e a consciência cultural. Ao explorar o património natural, histórico e cultural da Nazaré, pretende-se estimular a implementação de projetos inter e transdisciplinares, favorecendo a articulação entre diferentes áreas do saber e reforçando o papel da escola como promotora de uma educação contextualizada e significativa.
Objetivos
Conhecer e valorizar o património e a cultura locais como recursos pedagógicos. Reconhecer o impacto das novas dinâmicas de desenvolvimento turístico na Nazaré e a sua relação com a sustentabilidade e a cidadania ativa. Promover práticas pedagógicas integradoras, com potencial de ligação entre diferentes disciplinas, contribuindo para o desenvolvimento de competências do PASEO. Estimular o desenho e implementação de projetos educativos interdisciplinares com base no contexto local, favorecendo aprendizagens significativas e colaborativas. Sensibilizar os docentes para a utilização de metodologias ativas, centradas no aluno, que permitam ligar os conteúdos curriculares ao meio envolvente.
Conteúdos
Origens e evolução histórica da Nazaré: da Pederneira ao Sítio. As Ondas Gigantes da Nazaré: impacto cultural, social e económico. Património cultural e religioso: expressão da identidade local. Dinamização turística e sustentabilidade: oportunidades e desafios para o futuro.
Metodologias
Metodologias: visitas de exploração patrimonial, debates temáticos, trabalho colaborativo interdisciplinar e elaboração de propostas de integração curricular em AE.
Modelo
Certificação dos formandos condicionada à frequência da totalidade da formação. Preenchimento de formulário de avaliação da ação.
Anexo(s)
Observações
Ana Adelaide Hilário
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-09-2025 (Terça-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Samuel Carvalho Branco
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Externato Cooperativo da Benedita / CFAECAN
Enquadramento
A rápida evolução das tecnologias digitais, em especial da Inteligência Artificial (IA), está a transformar de forma significativa o panorama educativo em todos os níveis de ensino. Neste contexto, é fundamental que todos os professores, independentemente do seu grupo disciplinar, desenvolvam competências para integrar ferramentas digitais e de IA nas suas práticas pedagógicas, promovendo aprendizagens mais personalizadas, motivadoras e alinhadas com os desafios do século XXI. Esta ação de curta duração irá proporcionar aos docentes uma oportunidade de atualização, reflexão e experimentação prática de recursos inovadores, reduzindo a lacuna digital e promovendo uma cultura escolar de inovação e colaboração.
Objetivos
Objetivo Geral: - Capacitar os professores para a integração crítica e criativa de tecnologias digitais e de Inteligência Artificial (IA) no processo de ensino-aprendizagem, promovendo práticas pedagógicas inovadoras e eficazes. Objetivos Específicos: - Reconhecer o potencial educativo das tecnologias digitais e da IA em diferentes áreas curriculares. - Identificar exemplos concretos de aplicação de ferramentas digitais e de IA na sala de aula. - Experimentar a criação de recursos educativos adaptados à realidade de cada docente ou área disciplinar. - Refletir sobre as oportunidades, desafios e questões éticas associadas à utilização de tecnologias educativas e da IA.
Conteúdos
1. Tendências e potencialidades da tecnologia educativa e da IA na Educação • Breve panorama sobre o impacto das tecnologias digitais e IA no ensino. • Exemplos inspiradores em diferentes disciplinas e contextos escolares. 2. Exploração prática de ferramentas digitais e de IA • Ferramentas para personalização, avaliação formativa, colaboração e criatividade. • Plataformas e recursos de fácil utilização para docentes de todas as áreas. 3. Desafios, ética e boas práticas • Reflexão sobre os limites, desafios e responsabilidades do uso de tecnologias em contexto educativo. • Orientações para uma utilização ética e segura das tecnologias e da IA em contexto escolar.
Metodologias
- Sessão interativa, alternando exposição teórica com demonstração prática das ferramentas e recursos. - Realização de atividades práticas (individuais ou em pequenos grupos) utilizando plataformas de IA e de tecnologia educativa. - Espaço para partilha de experiências, discussão de dúvidas e adaptação dos exemplos às realidades específicas dos formandos. - Apoio presencial do formador, promovendo a reflexão crítica e a autonomia dos participantes. - Utilização preferencial de ferramentas de fácil acesso e com potencial de aplicabilidade imediata em contexto de sala de aula. Esta ação responde à necessidade de atualização contínua dos docentes e contribui para a democratização do acesso à inovação pedagógica em todas as áreas do ensino.
Modelo
Preenchimento de formulário de avaliação da ação.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-09-2025 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Marisa Costa Ferreira
Destinatários
Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Externato Cooperativo da Benedita / CFAECAN
Enquadramento
A comunicação externa do ECB, realizada através do website institucional e das redes sociais, constitui uma ferramenta essencial para fortalecer o relacionamento com a comunidade educativa. Além de promover a transparência e a partilha de informação, desempenha um papel estratégico na valorização da imagem da escola e na captação de novos alunos.
Objetivos
Neste sentido, esta ACD visa capacitar os docentes com conhecimentos e competências práticas que lhes permitam contribuir de forma autónoma para a produção de conteúdos de divulgação (texto e imagem), alinhados com a identidade visual e comunicacional da escola. A formação abordará princípios básicos de comunicação digital, técnicas de escrita para redes sociais (copywriting), e a utilização da ferramenta Canva para a criação de materiais visuais atrativos, promovendo uma comunicação mais coesa, envolvente e eficaz.
Conteúdos
- Compreensão da importância e do impacto da divulgação online de atividades e projetos. - Criação de mensagens claras, concisas, apelativas e adequadas ao público-alvo. - Domínio das ferramentas essenciais para a criação e edição de designs visuais. - Desenvolvimento de conteúdos completos, combinando copy e imagem, prontos para publicação.
Metodologias
A formação combinará a exposição de conceitos essenciais com demonstrações práticas no Canva. A metodologia será predominantemente ativa, através de exercícios práticos orientados e um desafio final de criação de publicações completas, culminando em partilha e feedback construtivo.
Modelo
Para terem direito a certificação os formandos terão de frequentar a totalidade das horas da ação de formação. Os formandos preencherão um questionário de satisfação da formação.
Anexo(s)
Observações
Colaboração de Rui André Moreira Pereira
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-09-2025 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Marco António Moniz de Lemos
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas da Benedita /Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Esta ação de curta duração tem como finalidade dar a conhecer aos docentes a identidade, os princípios orientadores e a dinâmica organizacional do agrupamento de escolas. A formação inclui uma apresentação da missão e do projeto educativo, bem como uma visita às diferentes escolas que o integram, proporcionando um contacto direto com a realidade local e os contextos educativos específicos
Objetivos
Promover o conhecimento da missão, visão e valores do agrupamento de escolas - princípios e eixos estratégicos do projeto educativo do agrupamento. Favorecer a integração dos docentes e técnicos na cultura organizacional do agrupamento. Estimular o sentimento de pertença e de identidade institucional. Facilitar o reconhecimento das especificidades dos contextos educativos locais, sociais e culturais - Reconhecer as características e potencialidades/constrangimentos das escolas que integram o agrupamento
Conteúdos
Sessão plenária; Visita a cada estabelecimento de ensino, em que existirá uma breve apresentação da mesma e do contexto local.
Avaliação
Para terem direito a certificação os formandos terão de frequentar a totalidade das horas da ação de formação. Os formandos preencherão um questionário de satisfação da formação.
Modelo
Os formandos preencherão um questionário de satisfação da formação
Observações
A ação contará com a participação de convidados em cada freguesia de influência do agrupamento para apresentação do contexto local.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-09-2025 (Terça-feira) | 09:15 - 13:15 | 4:00 | Presencial |
Formador
Marco António Moniz de Lemos
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas da Benedita/Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A constante evolução das práticas educativas exige que os professores estejam em permanente atualização e formação, promovendo estratégias de ensino mais eficazes, colaborativas e centradas no aluno. Neste contexto, torna-se essencial criar espaços formativos que valorizem a partilha entre pares, a articulação curricular e a inovação pedagógica. Esta ação de formação propõe-se como uma resposta concreta a essas necessidades, promovendo workshops práticos dinamizados por cada departamento curricular, onde serão exploradas atividades significativas, experimentais e transferíveis para os contextos de sala de aula. Através da transversalidade e da interdisciplinaridade, pretende-se fomentar uma cultura de colaboração e de reflexão sobre as práticas educativas, alinhada com os desafios atuais da escola e os princípios da autonomia e flexibilidade curricular.
Objetivos
Promover a partilha de práticas pedagógicas inovadoras entre docentes de diferentes departamentos curriculares. Estimular a interdisciplinaridade e o trabalho colaborativo, através da realização de oficinas práticas com enfoque nas áreas disciplinares específicas. Favorecer a aplicação de metodologias ativas e estratégias diferenciadas, com impacto direto na motivação e sucesso dos alunos. Contribuir para o desenvolvimento profissional dos docentes, valorizando o saber-fazer e a experimentação pedagógica. Criar oportunidades para a reflexão crítica sobre a prática docente, no âmbito da gestão flexível do currículo e da diversificação das aprendizagens.
Conteúdos
Metodologias ativas; Trabalho colaborativo; Articulação curricular; Inovação pedagógica.
Metodologias
Dinamização de Workshops, com atividades propostas pelos vários departamentos; Partilha de metodologias ativas para as aprendizagens e promotoras da participação ativa do aluno; Momento de apresentação e discussão das atividades realizadas nos Workshops.
Modelo
Para terem direito a certificação os formandos terão de frequentar a totalidade das horas da ação de formação. Os formandos preencherão um questionário de satisfação da formação. Os formandos preencherão um questionário de satisfação da formação.
Observações
Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória; Aprendizagens Essenciais das várias áreas disciplinares; Plano de Ação para a Educação Digital (2021-2027). https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus- topics/digital-education/digital-education-action-plan
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-07-2025 (Quinta-feira) | 09:15 - 13:15 | 4:00 | Presencial |
Formador
Ana Margarida Martins Nunes
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto e CFAE dos concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A presente ação de formação nasce da necessidade de fomentar uma cultura de partilha de práticas pedagógicas, privilegiando abordagens inovadoras aos conteúdos curriculares e promovendo a avaliação formativa como motor das aprendizagens. Pretende-se, ainda, incentivar o desenvolvimento do trabalho colaborativo entre docentes, através da partilha de recursos e experiências vivenciadas em contexto de sala de aula, potenciando assim a melhoria contínua das práticas educativas.
Objetivos
Contribuir para criar dinâmicas de trabalho colaborativo na escola, que favoreçam a partilha de práticas pedagógicas de aprendizagem ativa em sala de aula e/ou na escola.
Conteúdos
A formação será dividida em 3 sessões de 60 minutos, que contemplam a partilha de práticas no âmbito de Articulação curricular; Cenários de aprendizagem; Desafios criativos; Inclusão; Inteligência Artificial Generativa na educação e Partilha das formações Erasmus+. Apresentação e reflexão sobre os projetos das áreas anteriores: Astro Ovo – Desafio criativo disponível em https://www.esero.pt/projetos- escolares/astro_ovo#intro O Programa Erasmus+ e a estratégia de internacionalização das escolas disponível em https://padlet.com/cfaecentrooeste/a-o-367-dissemina-o-de-projetos-europeus-o- programa-erasmus--t0cuih8b1kgx3l48 Ordem dos Psicólogos Portugueses (2021). Contributo Científico OPP - Vigilância da Saúde dos Trabalhadores Expostos a Factores de Risco Psicossocial no Local de Trabalho. Lisboa. disponível em https://recursos.ordemdospsicologos.pt/files/artigos/contributo_cient fico_opp_guia_tcnico_vigilncia_da_sade_riscos_psicossociais_no_trabalho.pdf Projeto Proliteracias desenvolvido no Agrupamento disponível em https://sitiobiblioteca.wixsite.com/be-smporto/services-1
Metodologias
Enquadramento da ação Partilha de práticas Debate
Modelo
A certificão depende da frequência do número total de horas da ação.
Anexo(s)
acd-_-requerimento_-progtematicoacd_-jornadas-aesmp_16-07-25.pdf
Observações
Astro Ovo – Desafio criativo disponível em https://www.esero.pt/projetos- escolares/astro_ovo#intro O Programa Erasmus+ e a estratégia de internacionalização das escolas disponível em https://padlet.com/cfaecentrooeste/a-o-367-dissemina-o-de-projetos-europeus-o- programa-erasmus--t0cuih8b1kgx3l48 Ordem dos Psicólogos Portugueses (2021). Contributo Científico OPP - Vigilância da Saúde dos Trabalhadores Expostos a Factores de Risco Psicossocial no Local de Trabalho. Lisboa. disponível em https://recursos.ordemdospsicologos.pt/files/artigos/contributo_cient fico_opp_guia_t cnico_vigil ncia_da_sa de_riscos_psicossociais_no_trabalho.pdf Projeto Proliteracias desenvolvido no Agrupamento disponível em https://sitiobiblioteca.wixsite.com/be-smporto/services-1
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-07-2025 (Quarta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Ana Margarida Martins Nunes
Destinatários
Pessoal não docente;
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas São Martinho do Porto-CFAECAN
Enquadramento
A presente ação de formação nasce da necessidade de fomentar uma cultura de partilha de práticas pedagógicas, privilegiando abordagens inovadoras aos conteúdos curriculares e promovendo a avaliação formativa como motor das aprendizagens. Pretende-se, ainda, incentivar o desenvolvimento do trabalho colaborativo entre profissionais, através da partilha de recursos e experiências vivenciadas em contexto de sala de aula, potenciando assim a melhoria contínua das práticas educativas.
Objetivos
Contribuir para criar dinâmicas de trabalho colaborativo na escola, que favoreçam a partilha de práticas pedagógicas de aprendizagem ativa em sala de aula e/ou na escola.
Conteúdos
A formação será dividida em 3 sessões de 60 minutos, que contemplam a partilha de práticas no âmbito de Articulação curricular; Cenários de aprendizagem; Desafios criativos; Inclusão; Inteligência Artificial Generativa na educação e Partilha das formações Erasmus+. Apresentação e reflexão sobre os projetos das áreas anteriores: Astro Ovo – Desafio criativo O Programa Erasmus+ e a estratégia de internacionalização das escolas Ordem dos Psicólogos Portugueses (2021). Contributo Científico OPP - Vigilância da Saúde dos Trabalhadores Expostos a Factores de Risco Psicossocial no Local de Trabalho. Lisboa. Projeto Proliteracias desenvolvido no Agrupamento
Metodologias
Enquadramento da ação Partilha de práticas Debate
Avaliação
Para terem direito a certificação os formandos terão de frequentar a totalidade das horas da ação de formação.
Modelo
Os formandos preencherão um questionário de satisfação da formação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-07-2025 (Segunda-feira) | 17:00 - 18:00 | 1:00 | Presencial |
Formador
Ana Paula Príncipe Cardoso
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça/ Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente Atualmente, a promoção da leitura, enquanto competência transversal a todas as áreas do saber, a criação e o desenvolvimento de leitores e de cidadãos responsáveis e críticos são desafios que exigem conhecimento e atualização constante. As bibliotecas assumem-se como plataformas de recursos formativos, potenciadoras de boas práticas profissionais, facilitadoras da formação dos docentes de todos os níveis de Ensino. Neste sentido, a Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça (RBCA) estabeleceu como temática central da 11.ª edição do Seminário “A arte de ler… Camões”, escolha incontornável no contexto da Comemoração do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões. Assim, com o seminário “Da Arte de Ler…Camões” através de uma abordagem e reflexão inter e transdisciplinar pretende-se a atualização, a problematização, o alargamento e o aprofundamento de conhecimentos científicos e pedagógico-didáticos e de competências profissionais a partir da (re)atualização da obra e do pensamento de Camões sobre o seu (e nosso) tempo e sobre o Homem. O seminário apresenta -se comouma ferramenta pedagógica valiosa para educadores e docentes de todas as áreas disciplinares, favorecendo a interdisciplinaridade, a transversalidade e a integração dos saberes, a formação de leitores críticos, criativos e sensíveis num contexto em que a educação deve ser assumida como um processo onde se constroem, de forma participada e conjunta, conhecimentos, capacidades e atitudes fundamentais para o desenvolvimento de cidadãos plenos.
Objetivos
1. Promover uma visão agregadora da figura de Luís de Camões e da obra camoniana, de acordo com o estado presente dos Estudos Camonianos. 2. Propor novos modos de comunicação e novas abordagens à obra camoniana em contexto educativo, criando pontes entre diversas disciplinas dos vários níveis de ensino. 3. Atualizar os percursos profissionais dos educadores e docentes dos restantes níveis de ensino face à sua missão e às exigências da sociedade da informação e do conhecimento, promovendo um perfil de base humanista. 4. Contribuir para a mudança de práticas, proporcionando o debate e a reflexão sobre o papel da leitura e de diferentes linguagens e expressões artísticas na escola da sociedade moderna. 5. Contribuir para o reforço das competências e conhecimento dos agentes educativos, mobilizando-os para a importância do papel das bibliotecas, enquanto espaços propiciadores de trabalho colaborativo para a formação de cidadãos ativos, críticos e informados.
Conteúdos
A formação totaliza 15 horas, repartidas em sessões teóricas (palestras e/ou mesas-redondas) e oficinas, asseguradas por especialistas convidados, de acordo com a seguinte proposta: 1- Apresentação do seminário, introdução ao tema e organização das atividades; 2- Oportunidades e desafios “Da Arte de Ler… Camões” para agentes educativos e culturais no contexto educativo atual; 3- (Re)Construção da biografia camoniana e da época em que viveu; 4- Exploração da obra camoniana em múltiplas vertentes- literária, artística, histórico-cultural, social, científica, filosófica e axiológica; 4- O contributo da obra camoniana para o envolvimento/motivação dos discentes na aquisição de conhecimentos e desenvolvimento de capacidades e competências, tendo como referência as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. 5- O papel da obra camoniana como potenciadora da sensibilidade estética e artística, da imaginação, da criatividade, do (auto)conhecimento; 6- Reflexão, sistematização, avaliação.
Metodologias
A ação prevê comunicações/mesas-redondas e debates e oficinas práticas dirigidas a docentes de cada nível de ensino, em torno da temática central e dos conteúdos definidos. Prevê, ainda, a dinamização de oficinas temáticas, com vista ao desenvolvimento de estratégias promotoras de competências, valores e literacias múltiplas, tendo como referência as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Avaliação
A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação daparticipação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%) Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular - de 5 a 6,4 valores; Insuficiente - de 1 a 4,9 valores.
Modelo
Os formadoras são acreditadas nestas áreas e possuem uma vasta experiência na realização deste Curso de Formação que se repete todos os anos no concelho, sendo cada ano dedicado a um tema/área específica
Bibliografia
Anastácio, V. (2020). Leituras potencialmente perigosas e outros estudos sobre Camões e a sua época. Caleidoscópio. Bernardes, J. A.C. (2022). A Oficina de Camões: apontamentos sobre Os Lusíadas. Coimbra. Dias, J. S. da S. (1981). Camões no Portugal de Quinhentos. Biblioteca Breve: série literatura, 60. Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Ministério da Educação e Ciência. Macedo, J. B. de. (1996). A sociedade no tempo de Camões. Clio: Revista do Centro de História da Universidade de Lisboa, 1, 9–14. Edições Colibri. Martins, G. de O. et al. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Ministério da Educação, Direção Geral de Educação. http://hdl.handle.net/10400.26/22377 Monteiro, R. (coord.) (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Ministério daEducação.https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos_Curriculares/Aprendizagens_Essenciais/estrategia_cidadania_original.pdf. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quadro estratégico:2021-2027.Ministério da Educação. https://rbe.mec.pt/np4/file/890/qe__21.27.pdf. Silva, V. M. de A. e (coord).(1993). Dicionário de Luís de Camões. Caminho
Anexo(s)
Observações
A sua inscrição só será considerada definitiva, após a submissão nesta plataforma do comprovativo do pagamento, e da sua validação pelos Serviços. Dados para pagamento: Valor da Inscrição 10€ Agrupamento de Escolas de Cister N.º da Conta: 40214825305 IBAN: PT50 0045 5020 40214825305 42 BIC/SWIFT: CCCMPTPL
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 19:30 | 1:30 | Presencial |
Formador
Maria Helena Pirona Ramos Rodrigues
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça/ Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente Atualmente, a promoção da leitura, enquanto competência transversal a todas as áreas do saber, a criação e o desenvolvimento de leitores e de cidadãos responsáveis e críticos são desafios que exigem conhecimento e atualização constante. As bibliotecas assumem-se como plataformas de recursos formativos, potenciadoras de boas práticas profissionais, facilitadoras da formação dos docentes de todos os níveis de Ensino. Neste sentido, a Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça (RBCA) estabeleceu como temática central da 11.ª edição do Seminário “A arte de ler… Camões”, escolha incontornável no contexto da Comemoração do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões. Assim, com o seminário “Da Arte de Ler…Camões” através de uma abordagem e reflexão inter e transdisciplinar pretende-se a atualização, a problematização, o alargamento e o aprofundamento de conhecimentos científicos e pedagógico-didáticos e de competências profissionais a partir da (re)atualização da obra e do pensamento de Camões sobre o seu (e nosso) tempo e sobre o Homem. O seminário apresenta -se comouma ferramenta pedagógica valiosa para educadores e docentes de todas as áreas disciplinares, favorecendo a interdisciplinaridade, a transversalidade e a integração dos saberes, a formação de leitores críticos, criativos e sensíveis num contexto em que a educação deve ser assumida como um processo onde se constroem, de forma participada e conjunta, conhecimentos, capacidades e atitudes fundamentais para o desenvolvimento de cidadãos plenos.
Objetivos
1. Promover uma visão agregadora da figura de Luís de Camões e da obra camoniana, de acordo com o estado presente dos Estudos Camonianos. 2. Propor novos modos de comunicação e novas abordagens à obra camoniana em contexto educativo, criando pontes entre diversas disciplinas dos vários níveis de ensino. 3. Atualizar os percursos profissionais dos educadores e docentes dos restantes níveis de ensino face à sua missão e às exigências da sociedade da informação e do conhecimento, promovendo um perfil de base humanista. 4. Contribuir para a mudança de práticas, proporcionando o debate e a reflexão sobre o papel da leitura e de diferentes linguagens e expressões artísticas na escola da sociedade moderna. 5. Contribuir para o reforço das competências e conhecimento dos agentes educativos, mobilizando-os para a importância do papel das bibliotecas, enquanto espaços propiciadores de trabalho colaborativo para a formação de cidadãos ativos, críticos e informados.
Conteúdos
A formação totaliza 15 horas, repartidas em sessões teóricas (palestras e/ou mesas-redondas) e oficinas, asseguradas por especialistas convidados, de acordo com a seguinte proposta: 1- Apresentação do seminário, introdução ao tema e organização das atividades; 2- Oportunidades e desafios “Da Arte de Ler… Camões” para agentes educativos e culturais no contexto educativo atual; 3- (Re)Construção da biografia camoniana e da época em que viveu; 4- Exploração da obra camoniana em múltiplas vertentes- literária, artística, histórico-cultural, social, científica, filosófica e axiológica; 4- O contributo da obra camoniana para o envolvimento/motivação dos discentes na aquisição de conhecimentos e desenvolvimento de capacidades e competências, tendo como referência as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. 5- O papel da obra camoniana como potenciadora da sensibilidade estética e artística, da imaginação, da criatividade, do (auto)conhecimento; 6- Reflexão, sistematização, avaliação.
Metodologias
A ação prevê comunicações/mesas-redondas e debates e oficinas práticas dirigidas a docentes de cada nível de ensino, em torno da temática central e dos conteúdos definidos. Prevê, ainda, a dinamização de oficinas temáticas, com vista ao desenvolvimento de estratégias promotoras de competências, valores e literacias múltiplas, tendo como referência as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Avaliação
A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação daparticipação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%) Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular - de 5 a 6,4 valores; Insuficiente - de 1 a 4,9 valores.
Modelo
Os formadoras são acreditadas nestas áreas e possuem uma vasta experiência na realização deste Curso de Formação que se repete todos os anos no concelho, sendo cada ano dedicado a um tema/área específica
Bibliografia
Anastácio, V. (2020). Leituras potencialmente perigosas e outros estudos sobre Camões e a sua época. Caleidoscópio. Bernardes, J. A.C. (2022). A Oficina de Camões: apontamentos sobre Os Lusíadas. Coimbra. Dias, J. S. da S. (1981). Camões no Portugal de Quinhentos. Biblioteca Breve: série literatura, 60. Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Ministério da Educação e Ciência. Macedo, J. B. de. (1996). A sociedade no tempo de Camões. Clio: Revista do Centro de História da Universidade de Lisboa, 1, 9–14. Edições Colibri. Martins, G. de O. et al. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Ministério da Educação, Direção Geral de Educação. http://hdl.handle.net/10400.26/22377 Monteiro, R. (coord.) (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Ministério daEducação.https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos_Curriculares/Aprendizagens_Essenciais/estrategia_cidadania_original.pdf. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quadro estratégico:2021-2027.Ministério da Educação. https://rbe.mec.pt/np4/file/890/qe__21.27.pdf. Silva, V. M. de A. e (coord).(1993). Dicionário de Luís de Camões. Caminho
Anexo(s)
Observações
A sua inscrição só será considerada definitiva, após a submissão nesta plataforma do comprovativo do pagamento, e da sua validação pelos Serviços. Dados para pagamento: Valor da Inscrição 10€ Agrupamento de Escolas de Cister N.º da Conta: 40214825305 IBAN: PT50 0045 5020 40214825305 42 BIC/SWIFT: CCCMPTPL
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 19:30 | 1:30 | Presencial |
Formador
Paula da Conceição Rodrigues Ribeiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça/ Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente Atualmente, a promoção da leitura, enquanto competência transversal a todas as áreas do saber, a criação e o desenvolvimento de leitores e de cidadãos responsáveis e críticos são desafios que exigem conhecimento e atualização constante. As bibliotecas assumem-se como plataformas de recursos formativos, potenciadoras de boas práticas profissionais, facilitadoras da formação dos docentes de todos os níveis de Ensino. Neste sentido, a Rede de Bibliotecas do Concelho de Alcobaça (RBCA) estabeleceu como temática central da 11.ª edição do Seminário “A arte de ler… Camões”, escolha incontornável no contexto da Comemoração do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões. Assim, com o seminário “Da Arte de Ler…Camões” através de uma abordagem e reflexão inter e transdisciplinar pretende-se a atualização, a problematização, o alargamento e o aprofundamento de conhecimentos científicos e pedagógico-didáticos e de competências profissionais a partir da (re)atualização da obra e do pensamento de Camões sobre o seu (e nosso) tempo e sobre o Homem. O seminário apresenta -se comouma ferramenta pedagógica valiosa para educadores e docentes de todas as áreas disciplinares, favorecendo a interdisciplinaridade, a transversalidade e a integração dos saberes, a formação de leitores críticos, criativos e sensíveis num contexto em que a educação deve ser assumida como um processo onde se constroem, de forma participada e conjunta, conhecimentos, capacidades e atitudes fundamentais para o desenvolvimento de cidadãos plenos.
Objetivos
1. Promover uma visão agregadora da figura de Luís de Camões e da obra camoniana, de acordo com o estado presente dos Estudos Camonianos. 2. Propor novos modos de comunicação e novas abordagens à obra camoniana em contexto educativo, criando pontes entre diversas disciplinas dos vários níveis de ensino. 3. Atualizar os percursos profissionais dos educadores e docentes dos restantes níveis de ensino face à sua missão e às exigências da sociedade da informação e do conhecimento, promovendo um perfil de base humanista. 4. Contribuir para a mudança de práticas, proporcionando o debate e a reflexão sobre o papel da leitura e de diferentes linguagens e expressões artísticas na escola da sociedade moderna. 5. Contribuir para o reforço das competências e conhecimento dos agentes educativos, mobilizando-os para a importância do papel das bibliotecas, enquanto espaços propiciadores de trabalho colaborativo para a formação de cidadãos ativos, críticos e informados.
Conteúdos
A formação totaliza 15 horas, repartidas em sessões teóricas (palestras e/ou mesas-redondas) e oficinas, asseguradas por especialistas convidados, de acordo com a seguinte proposta: 1- Apresentação do seminário, introdução ao tema e organização das atividades; 2- Oportunidades e desafios “Da Arte de Ler… Camões” para agentes educativos e culturais no contexto educativo atual; 3- (Re)Construção da biografia camoniana e da época em que viveu; 4- Exploração da obra camoniana em múltiplas vertentes- literária, artística, histórico-cultural, social, científica, filosófica e axiológica; 4- O contributo da obra camoniana para o envolvimento/motivação dos discentes na aquisição de conhecimentos e desenvolvimento de capacidades e competências, tendo como referência as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. 5- O papel da obra camoniana como potenciadora da sensibilidade estética e artística, da imaginação, da criatividade, do (auto)conhecimento; 6- Reflexão, sistematização, avaliação.
Metodologias
A ação prevê comunicações/mesas-redondas e debates e oficinas práticas dirigidas a docentes de cada nível de ensino, em torno da temática central e dos conteúdos definidos. Prevê, ainda, a dinamização de oficinas temáticas, com vista ao desenvolvimento de estratégias promotoras de competências, valores e literacias múltiplas, tendo como referência as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Avaliação
A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo em conta a apreciação daparticipação nas atividades realizadas nas diferentes sessões atividades (40%) e do Relatório Individual Final (60%) Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular - de 5 a 6,4 valores; Insuficiente - de 1 a 4,9 valores.
Modelo
Os formadoras são acreditadas nestas áreas e possuem uma vasta experiência na realização deste Curso de Formação que se repete todos os anos no concelho, sendo cada ano dedicado a um tema/área específica
Bibliografia
Anastácio, V. (2020). Leituras potencialmente perigosas e outros estudos sobre Camões e a sua época. Caleidoscópio. Bernardes, J. A.C. (2022). A Oficina de Camões: apontamentos sobre Os Lusíadas. Coimbra. Dias, J. S. da S. (1981). Camões no Portugal de Quinhentos. Biblioteca Breve: série literatura, 60. Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Ministério da Educação e Ciência. Macedo, J. B. de. (1996). A sociedade no tempo de Camões. Clio: Revista do Centro de História da Universidade de Lisboa, 1, 9–14. Edições Colibri. Martins, G. de O. et al. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Ministério da Educação, Direção Geral de Educação. http://hdl.handle.net/10400.26/22377 Monteiro, R. (coord.) (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Ministério daEducação.https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos_Curriculares/Aprendizagens_Essenciais/estrategia_cidadania_original.pdf. Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Quadro estratégico:2021-2027.Ministério da Educação. https://rbe.mec.pt/np4/file/890/qe__21.27.pdf. Silva, V. M. de A. e (coord).(1993). Dicionário de Luís de Camões. Caminho
Anexo(s)
Observações
A sua inscrição só será considerada definitiva, após a submissão nesta plataforma do comprovativo do pagamento, e da sua validação pelos Serviços. Dados para pagamento: Valor da Inscrição 10€ Agrupamento de Escolas de Cister N.º da Conta: 40214825305 IBAN: PT50 0045 5020 40214825305 42 BIC/SWIFT: CCCMPTPL
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 07-07-2025 (Segunda-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 08-07-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 19:30 | 1:30 | Presencial |
Formador
Anete Noronha Duarte Catulo
Destinatários
Pessoal não docente
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
EPADRC/Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A IV Conferência sobre Happy Schools em Portugal vem na sequência do trabalho desenvolvido em Portugal pela RIPEF (Rede Informal Portugal para Escolas Felizes), que surgiu na 1a Edição (2020) do Programa Happy Schools, criado pela Direção-Geral da Administração Escola em parceria com o Instituto Universitário Atlântica. Em 2023 a RIPEF transformou-se na Associação Happy Schools Portugal. Recordar que a 1.ª Conferência decorreu em 2022 em Lisboa, no Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira e a 2.ª Conferência decorreu em 2023 em Pombal, no Cine-Teatro Municipal, com o apoio do Pelouro de Felicidade. A 3.ª Conferências decorreu no Cine-Teatro Municipal de Alcanena. Todas as conferências tiveram o apoio institucional da Comissão Nacional da UNESCO. Resultado dos trabalhos desenvolvidos, os colaboradores do Programa Happy Schools têm realizado várias parcerias com a UNESCO Paris em artigos, relatórios e no apoio à criação de Programas Happy Schools noutros países, com o objetivo de desenvolver um movimento global para Happy Schools. Nesta 4.ª Conferência pretendemos seguir a linha anterior das outras conferências, explorando a investigação realizada por especialistas universitários, ao mesmo tempo que partilhamos conhecimento, boas práticas e projetos enquadrados no modelo UNESCO para Happy Schools. No entanto, dado que o projeto em Portugal está a alcançar alguma maturidade, achámos que seria interessante abordar as Boas Práticas das Escolas que pretendem investir mais numa cultura de Happy School.
Objetivos
Compreender e aprofundar conhecimentos acerca do modelo seguido pela da UNESCO Happy Schools, o qual se divide em 4 categorias: Princípios, Pessoas, Processos e Espaços. Conhecer as potencialidades da promoção e o desenvolvimento de Happy Schools no que se refere ao seu contributo para o bem-estar, a saúde, a disciplina, o sucesso escolar, o trabalho digno, a cooperação, a concretização de projetos, a paz, etc. Partilhar momentos de reflexão mais colaborativa, partilha de boas práticas e definição de perspetivas futuras, motivação para a disseminação do modelo num número cada vez maior de Escolas, projetos e ações. Aceder à apresentação da validação de uma escala para medir a felicidade na Escola.
Conteúdos
Os conteúdos abordados centram-se nas seguintes Dimensões: Transformar o ambiente escolar, tornando-o num espaço mais acolhedor, inclusivo e positivo, que potencie o sucesso escolar dos alunos, promova uma educação de qualidade e contribua para a saúde e vitalidade da comunidade escolar como um todo; Estimular o Desempenho e Sucesso Académico: contextos escolares positivos e inclusivos facilitam e promovem a participação ativa dos alunos nas aulas e contribuem para um maior envolvimento destes no processo de aprendizagem; Promover lideranças positivas e empáticas: organizações positivas e eficazes são construídas por lideranças inspiradoras, cooperantes que envolvem todos nos processos de decisão, criam espaços de aprendizagem criativos e inovadores e promovem a criação de ambientes saudáveis. Potenciar a Inovação e a Criatividade: alunos que se sentem apoiados e felizes, estão mais motivados para pensar de forma inovadora, tendendo a tornarem-se adultos mais produtivos e satisfeitos profissionalmente, contribuindo positivamente para a economia; Desenvolver Competências Sociais e Emocionais: promover competências como a empatia, a resolução de conflitos, o trabalho em equipa, entre outras, são fundamentais para o sucesso na vida adulta e para os desafios sociais e profissionais na atualidade; Promover a Saúde Mental e Bem-Estar: criar um ambiente escolar positivo e inclusivo contribuiu para mitigar os efeitos das pressões sociais, do bullying, do isolamento, concorrendo igualmente para uma redução do absentismo e abandono escolar; Promover práticas de inclusão e a interculturalidade: ambientes escolares promotores da inclusão e da cooperação geram um sentimento de pertença entre os elementos da comunidade escolar, melhorando a atmosfera escolar e incentivando uma cultura de apoio mútuo e respeito pelas diferenças; Preparar para a Diversidade do Mundo Real: a exposição a dirigentes perspetivas e experiências, num ambiente seguro e positivo contribui para a construção de cidadãos globais empáticos e bem informados; Estimular a Resiliência face às Mudanças Globais: num mundo em contante mudança, um ambiente escolar positivo e feliz contribui para fomentar a resiliência, dotando alunos com estratégias e ferramentas para enfrentarem as mudanças e incertezas de forma eficaz.
Metodologias
A IV Conferência enquadra-se nos ODS 4 e 8. O modelo seguido é o da UNESCO Happy Schools, o qual se divide em 4 categorias: Princípios, Pessoas, Processos e Espaços. De acordo com a investigação e o trabalho já desenvolvido, acredita-se que a promoção e o desenvolvimento de Happy Schools contribui para o bem-estar, a saúde, a disciplina, o sucesso escolar, o trabalho digno, a cooperação, a concretização de projetos, a paz, etc. Estas conferências pretendem ser momentos de reflexão mais colaborativa, partilha de boas práticas e definição de perspetivas futuras, motivação para a disseminação do modelo num número cada vez maior de Escolas, projetos e ações. Nesta conferência em específico será apresentada a validação de uma escala para medir a felicidade na Escola.
Avaliação
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação.
Modelo
Resposta ao questionário de Avaliação no final da Ação, a preencher pelos formandos.
Bibliografia
https://unescoportugal.mne.gov.pt/pt/noticias/abertas-inscricoes-para-a-i-conferencia-sobre-happy-schools-em-portugal-da-formacao-a-intervencao I Conferência sobre Happy Schools em Portugal - Da Formação à Intervenção - Atlântica - Instituto Universitário (uatlantica.pt) www.uatlantica.pt “Why the world needs happy schools: global report on happiness in and for learning”. O relatório de acesso aberto, pode ser consultado em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000389119 Why the world needs happy schools: global report on happiness in and for learning, disponível em https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000389119.locale=en
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-05-2025 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 17-05-2025 (Sábado) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Ana Paula Rodrigues Malojo
Destinatários
Docentes de todos os grupos de recrutamento
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Docentes de todos os grupos de recrutamento.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A IV Conferência sobre Happy Schools em Portugal (Construir a Felicidade na diversidade) vem na sequência do trabalho desenvolvido em Portugal pela RIPEF (Rede Informal Portugal para Escolas Felizes), que surgiu na 1a Edição (2020) do Programa Happy Schools, criado pela Direção-Geral da Administração Escola em parceria com o Instituto Universitário Atlântica. Em 2023 a RIPEF transformou-se na Associação Happy Schools Portugal. Recordar que a 1a Conferência decorreu em 2022 em Lisboa, no Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira e a 2a Conferência decorreu em 2023 em Pombal, no Cine-Teatro Municipal, com o apoio do Pelouro de Felicidade. A 3a Conferências decorreu no Cine-Teatro Municipal de Alcanena. Todas as conferências tiveram o apoio institucional da Comissão Nacional da UNESCO. Resultado dos trabalhos desenvolvidos, os colaboradores do Programa Happy Schools têm realizado várias parcerias com a UNESCO Paris em artigos, relatórios e no apoio à criação de Programas Happy Schools noutros países, com o objetivo de desenvolver um movimento global para Happy Schools. Nesta IV Conferência pretendemos seguir a linha anterior das outras conferências, explorando a investigação realizada por especialistas universitários, ao mesmo tempo que partilhamos conhecimento, boas práticas e projetos enquadrados no modelo UNESCO para Happy Schools. No entanto, dado que o projeto em Portugal está a alcançar alguma maturidade, achámos que seria interessante abordar as Boas Práticas das Escolas que pretendem investir mais numa cultura de Happy School. No final, está prevista a publicação de um livro com textos dos oradores, em colaboração com o Projeto de Investigação “Perspetivas sobre a Felicidade. Contributos para Portugal no World Happiness Report (ONU).”
Objetivos
Transformar o ambiente escolar, tornando-o num espaço mais acolhedor, inclusivo e positivo, que potencie o sucesso escolar dos alunos, promova uma educação de qualidade e contribua para a saúde e vitalidade da comunidade escolar como um todo; Estimular o Desempenho e Sucesso Académico: contextos escolares positivos e inclusivos facilitam e promovem a participação ativa dos alunos nas aulas e contribuem para um maior envolvimento destes no processo de aprendizagem; Promover lideranças positivas e empáticas: organizações positivas e eficazes são construídas por lideranças inspiradoras, cooperantes que envolvem todos nos processos de decisão, criam espaços de aprendizagem criativos e inovadores e promovem a criação de ambientes saudáveis. Potenciar a Inovação e a Criatividade: alunos que se sentem apoiados e felizes, estão mais motivados para pensar de forma inovadora, tendendo a tornarem-se adultos mais produtivos e satisfeitos profissionalmente, contribuindo positivamente para a economia; Desenvolver Competências Sociais e Emocionais: promover competências como a empatia, a resolução de conflitos, o trabalho em equipa, entre outras, são fundamentais para o sucesso na vida adulta e para os desafios sociais e profissionais na atualidade; Promover a Saúde Mental e Bem-Estar: criar um ambiente escolar positivo e inclusivo contribuiu para mitigar os efeitos das pressões sociais, do bullying, do isolamento, concorrendo igualmente para uma redução do absentismo e abandono escolar; Promover práticas de inclusão e a interculturalidade: ambientes escolares promotores da inclusão e da cooperação geram um sentimento de pertença entre os elementos da comunidade escolar, melhorando a atmosfera escolar e incentivando uma cultura de apoio mútuo e respeito pelas diferenças; Preparar para a Diversidade do Mundo Real: a exposição a dirigentes perspetivas e experiências, num ambiente seguro e positivo contribui para a construção de cidadãos globais empáticos e bem informados; Estimular a Resiliência face às Mudanças Globais: num mundo em contante mudança, um ambiente escolar positivo e feliz contribui para fomentar a resiliência, dotando alunos com estratégias e ferramentas para enfrentarem as mudanças e incertezas de forma eficaz.
Conteúdos
A IV Conferência enquadra-se nos ODS 4 e 8. O modelo seguido é o da UNESCO Happy Schools, o qual se divide em 4 categorias: Princípios, Pessoas, Processos e Espaços. De acordo com a investigação e o trabalho já desenvolvido, acredita-se que a promoção e o desenvolvimento de Happy Schools contribui para o bem-estar, a saúde, a disciplina, o sucesso escolar, o trabalho digno, a cooperação, a concretização de projetos, a paz, etc. Estas conferências pretendem ser momentos de reflexão mais colaborativa, partilha de boas práticas e definição de perspetivas futuras, motivação para a disseminação do modelo num número cada vez maior de Escolas, projetos e ações. Nesta conferência em específico será apresentada a validação de uma escala para medir a felicidade na Escola.
Metodologias
A IV Conferência enquadra-se nos ODS 4 e 8. O modelo seguido é o da UNESCO Happy Schools, o qual se divide em 4 categorias: Princípios, Pessoas, Processos e Espaços. De acordo com a investigação e o trabalho já desenvolvido, acredita-se que a promoção e o desenvolvimento de Happy Schools contribui para o bem-estar, a saúde, a disciplina, o sucesso escolar, o trabalho digno, a cooperação, a concretização de projetos, a paz, etc. Estas conferências pretendem ser momentos de reflexão mais colaborativa, partilha de boas práticas e definição de perspetivas futuras, motivação para a disseminação do modelo num número cada vez maior de Escolas, projetos e ações. Nesta conferência em específico será apresentada a validação de uma escala para medir a felicidade na Escola.
Modelo
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas. Avaliação da ação através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos BIBLIOGRAFIA: https://unescoportugal.mne.gov.pt/pt/noticias/abertas-inscricoes-para-a-i-conferencia-sobre-happy-schools-em-portugal-da-formacao-a-intervencao I Conferência sobre Happy Schools em Portugal - Da Formação à Intervenção - Atlântica - Instituto Universitário (uatlantica.pt) www.uatlantica.pt “Why the world needs happy schools: global report on happiness in and for learning”. O relatório de acesso aberto, pode ser consultado em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000389119 Why the world needs happy schools: global report on happiness in and for learning, disponível em https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000389119.locale=en
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-05-2025 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 17-05-2025 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
José Carlos Vieira Bastos
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Os cursos profissionais são fundamentais na preparação dos jovens para o mercado de trabalho, exigindo formação contínua para os docentes, diretores de turma e diretores de curso. A complexidade da sua estrutura, incluindo a Formação em Contexto de Trabalho (FCT), requer competências específicas para gerir e acompanhar os alunos de forma eficaz, garantindo a articulação com empresas parceiras e o sucesso das experiências formativas. A Prova de Aptidão Profissional (PAP), etapa final do percurso, apresenta desafios de orientação e avaliação que exigem critérios claros e metodologias eficazes. Por sua vez, a mobilidade internacional, como os Estágios Erasmus+, oferece aos alunos oportunidades únicas, mas demanda dos docentes conhecimento especializado para gerir candidaturas, acompanhar alunos e avaliar resultados. Além disso, as constantes atualizações na legislação e nos normativos aplicáveis aos cursos profissionais tornam essencial o domínio dos regulamentos por parte dos formadores. Esta formação permitirá desenvolver competências pedagógicas e administrativas, promovendo práticas mais eficazes. Ao capacitar os profissionais, esta ação melhora a gestão dos cursos, promove o sucesso dos alunos e reforça o impacto do ensino profissional na empregabilidade e no desenvolvimento pessoal e académico.
Objetivos
- Compreender o enquadramento legal e estrutural dos cursos profissionais. - Familiarizar os professores com os normativos legais que regem os cursos profissionais. - Entender a importância e os procedimentos para a implementação da FCT. - Capacitar os professores para a gestão e monitorização da FCT. - Explorar o papel e a organização da Prova de Aptidão Profissional (PAP). - Desenvolver competências para a orientação e acompanhamento dos alunos durante a PAP. - Compreender o Quadro de Referência Europeu de Garantia da Qualidade para a Educação e Formação Profissional (EQAVET) e aplicá-lo à gestão e monitorização da qualidade dos cursos profissionais. - Conhecer as oportunidades de mobilidade internacional para os alunos dos cursos profissionais, com foco nos Estágios Erasmus. - Consolidar os conhecimentos adquiridos e refletir sobre a aplicação prática dos temas discutidos.
Conteúdos
Módulo 1: Introdução aos Cursos Profissionais - 5 horas online síncronas - Estrutura dos cursos profissionais (componentes de formação). Áreas de educação e formação abrangidas. Perfil de saída dos alunos. - Legislação e Normativos Referenciais de formação. Regulamentação específica. Documentação e procedimentos administrativos. Módulo 2: Formação em Contexto de Trabalho (FCT) - 6 horas online síncronas Definição e objetivos da FCT; Papel da FCT no desenvolvimento das competências profissionais, Responsabilidades da escola, empresa e aluno. Procedimentos de avaliação da FCT. Monitorização e acompanhamento dos alunos. Identificação e partilha de exemplos práticos de boas práticas. Módulo 3: Prova de Aptidão Profissional (PAP)- 6 horas online síncronas Objetivos e importância da PAP. Processo de planeamento e desenvolvimento da PAP. Avaliação e critérios de sucesso da PAP. Metodologias de acompanhamento. Exemplos práticos de projetos bem-sucedidos. Estrutura de relatórios e apresentações da PAP. Módulo 4: EQAVET - 3 horas online síncronas 1. Objetivos e princípios do EQAVET. Indicadores de qualidade aplicados à educação e formação profissional. Benefícios da implementação do EQAVET nas escolas. 2. Estrutura e aplicação prática: Ciclo de qualidade do EQAVET: planeamento, implementação, avaliação e revisão. Ferramentas e metodologias para monitorizar e melhorar a qualidade dos cursos profissionais. 3. A ligação entre o EQAVET e a FCT, PAP e Estágios Erasmus: Como o EQAVET pode ser aplicado na supervisão e avaliação destas componentes dos cursos profissionais. Módulo 5: Estágios Erasmus e Mobilidade Internacional - 3 horas online síncronas O programa Erasmus+ e suas oportunidades. Procedimentos para candidaturas. Gestão dos estágios internacionais: parcerias e acompanhamento dos alunos. Partilhas de implementação de Projetos Módulo 6: Síntese e Reflexão - 2 horas online síncronas Apresentação do Trabalho de grupo , reflexão e discussão; Reflexão sobre os desafios e soluções na implementação dos cursos profissionais. Avaliação final da formação e feedback dos participantes.
Metodologias
A Ação de formação decorrerá em regime e-learning, recorrendo a uma metodologia de cariz teórico-prática, com recurso a dinâmicas que promovam o envolvimento dos participantes em atividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre os temas propostos e as práticas profissionais, com vista à otimização e concretização dos objetivos delineados, através de : apresentação de conteúdos e conceitos, textos de natureza concetual, documentos de referência, nomeadamente normativos e legislação; partilha e discussão de boas práticas das diferentes escolas e ainda a realização de trabalhos individuais e em grupo. A componente de reflexão e debate assumirá um papel decisivo. Atividades e tarefas de natureza prática com apresentação de produção escrita e oral (incluindo propostas de intervenção e organização do trabalho docente nos CP), com partilha e debate entre os formandos.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.o 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, tendo por base: - participação, contributos e realização das atividades propostas nas sessões (40%); - trabalho em grupo, com uma proposta de melhoria numa das dimensões abordadas (40%); - Reflexão final crítica acerca dos conteúdos e atividades desenvolvidos bem no impacto dos mesmos na sua prática letiva e nas aprendizagens dos alunos (20% )
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Correia, A. C L., Lagartixa, C. & Coelho, J. P. (2021). Enquadramento da Avaliação Pedagógica: Cursos Artísticos Especializados de Nível Secundário e Cursos Profissionais. Texto de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Lisboa: Ministério da Educação/Direção-Geral da EducaçãoAzevedo, Joaquim (2018). Relançar o ensino profissional, trinta anos depois. Porto: UCP. Cedefop (2022) The future of vocational education and training in Europe. Luxembourg: CEDEFOP.CNE (2022). Recomendação nº 1/2022, Perspetivar o futuro do Ensino Profissional, Diário da República, nº 6, 2ª série, 10 de janeiro, página 37.Portaria n.º 235-A/2018, de 23 de agosto/Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (2017). Ministério da Educação/Direção Geral da EducaçãoCatálogo Nacional de Qualificações (CNQ)
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, apresente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 06-05-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 21:45 | 3:30 | Online síncrona |
| 3 | 03-06-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 17-06-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 19-06-2025 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 24-06-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 01-07-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 03-07-2025 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:45 | 3:30 | Online síncrona |
Formador
Selma Filipa Ferreira Fidalgo Cardoso
Destinatários
Assistente operacional, Encarregado operacional,Assistente técnico,Chefe de serviços de administração escolar ,Técnico superior-outro, Coordenador técnico
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Esta formação, pretende promover a aquisição de competências do pessoal não docente, nomeadamente dos assistentes operacionais, no âmbito da educação inclusiva, equidade e diversidade. O desempenho das suas funções requer que interajam na escola, tanto com os professores como com os alunos e encarregados de educação, de uma forma responsável e assertiva, onde a capacitação desempenha um papel fundamental. Atualmente, tem aumentado significativamente o número de crianças/alunos com necessidades específicas, criando desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente dos AO.O Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, alterado pela Lei n.º 116/2019, de 13 de setembro, identifica os assistentes operacionais, como recursos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão, preferencialmente com formação específica.
Objetivos
Contribuir para a melhoria da qualidade de intervenção dos AO numa escola que se pretende inclusiva; Dar a conhecer os princípios da educação inclusiva, de acordo com a legislação em vigor; Adquirir e desenvolver competências que promovam práticas ajustadas às necessidades e características individuais de cada criança/aluno com Multideficiência; Compreender a importância de manter a confidencialidade das informações dos alunos e entender as questões de privacidade relacionadas com a educação inclusiva; Compreender a Multideficiência, identificar as principais dificuldades que podem surgir na atuação com as crianças/alunos com Multideficiência; Identificar formas ajustadas de agir nas diferentes situações/contextos com as crianças/alunos com Multideficiência.
Conteúdos
Caracterizar a Multideficiência e as suas implicações no comportamento do dia a dia. Comorbilidades e o seu impacto no comportamento. A importância do papel do Assistente Operacional na intervenção com crianças e jovens com Multideficiência, nas diferentes áreas de comportamento e necessidades. Estratégias de intervenção com crianças e jovens com Multideficiência: na sala de aula; no intervalo/recreio; no refeitório/almoço; na higiene pessoal; nas rotinas.
Metodologias
Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta aos objetivos definidos anteriormente. Metodologias ativa, momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados através da apresentação de temas, reflexão e debate.
Avaliação
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas e da pequena reflexão individual.
Modelo
Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos, relatório do Formador.
Bibliografia
DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 Toolkit for Inclusive Schools (https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools.htm) Inclusive Schooling (http://www.wholeschooling.net/InclTchingWeb/SLC/11/11txt.html) Embracing Diversity: Toolkit for Creating Inclusive, Learning Friendly Environments (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/137522e.pdf) Decreto-Lei nº 54/2018, 6 julho Amaral, I., Saramago, A., Gonçalves, A., Nunes, C. Duarte, F. (2004).Avaliação e Intervenção em Multideficiência. Ministério da Educação. Direção Geral da Inovação e Desenvolvimento
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2025 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 14-04-2025 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Cátia Rebelo de Sousa
Destinatários
Chefe de serviços de administração escolar, Assistente técnico, Coordenador técnico, Encarregado operacional, Assistente operacional
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça
Enquadramento
Esta Ação integra o Plano de Formação do CFAE e surgiu no âmbito das necessidades identificadas no diagnóstico efetuado no ano transato pelo CFAE, pelas diferentes Unidades Orgânicas associadas e pelas Câmaras Municipais. Considera-se essencial que os Assistentes Técnicos e Operacionais desenvolvam um conjunto de competências digitais, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos Assistentes do sistema educativo e formativo nacional e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de apoio e suporte ao ensino e à aprendizagem. Este curso de formação, pretende capacitar os assistentes operacionais e técnicos de competências digitais que lhes permitam desenvolver os níveis de literacia digital, tanto em contexto de trabalho como na sua vida pessoal e social.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver a sua literacia digital. Promover o desenvolvimento das CD dos assistentes, tendo em vista as 5 áreas do Quadro Europeu de Competência Digital para Cidadãos: Reconhecer que a competência digital faz parte do Quadro de Competências-chave para a Aprendizagem ao Longo da Vida e está interligada com outras competências; Capacitar os assistentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes áreas de trabalho profissional; Capacitar os assistentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; Capacitar os assistentes para a implementação de atividades promotoras do desenvolvimento dos seus níveis de literacia digital.
Conteúdos
Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano Nacional de Transição Digital. Levantamento do nível de proficiência digital dos formandos, tendo como base o Quadro Europeu de Competência Digital para Cidadãos, com exemplos de conhecimentos, capacidades e atitudes. Literacia de informação e de dados; Comunicação e colaboração Criação de conteúdo digital Segurança Resolução de problemas. A competência digital faz parte do Quadro de Competências-chave para a Aprendizagem ao Longo da Vida e está interligada com outras competências proceder-se-á consolidação de atividades profissionais com tecnologias digitais em diferentes situações de intervenção profissional.
Metodologias
A ação decorrerá em regime presencial. Apresentação dos documentos enquadradores das políticas associadas ao Plano Nacional de Transição Digital; Identificação do nível de proficiências dos alunos; Apresentação dos conteúdos, reflexão, análise e discussão, e aplicação prática através de tarefas propostas.
Avaliação
Avaliação quantitativa e qualitativa (1 a 20) 60%_ participação 40% _Testes/trabalhos escritos Reflexão Final individual (Relatório do Formando)
Modelo
Preenchimento de questionário de avaliação de satisfação no final da Ação. Relatório do(a) formador(a).
Bibliografia
Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/homepage.html Portugal Digital. Formar pessoas para o digital. Disponível em https://portugaldigital.gov.pt/formar-pessoas-para-o-digital/ Quadro Europeu de Cidadãos, disponível em https://digital.dge.mec.pt/sites/default/files/documents/2023/237-afcfb229158fb9121960b0b96ea215d4.pdf
Anexo(s)
Observações
As datas de início e de fim são apenas indicativas. A calendarização definitiva da Ação será definida em conjunto entre o CFAE, o formador e a(s) Direção (ões) do (s) Agrupamento(s) dos inscritos.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-04-2025 (Quinta-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 10-04-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-04-2025 (Segunda-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 4 | 14-04-2025 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 15-04-2025 (Terça-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 15-04-2025 (Terça-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Selma Filipa Ferreira Fidalgo Cardoso
Destinatários
AO - Assistente operacional; AT - Assistente técnico; CSAE - Chefe de serviços de administração escolar; CT - Coordenador técnico; EO - Encarregado operacional e TSO - Técnico superior-outro
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Esta formação, pretende promover a aquisição de competências do pessoal não docente, nomeadamente dos assistentes operacionais, no âmbito da educação inclusiva, equidade e diversidade. Atualmente, tem aumentado significativamente o número de crianças/alunos com necessidades específicas, criando desafios permanentes à comunidade escolar que levam à necessidade de se repensarem os papéis e competências de todos os agentes educativos, nomeadamente dos AO.O Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, alterado pela Lei n.º 116/2019, de 13 de setembro, identifica os assistentes operacionais, como recursos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão, preferencialmente com formação específica. O desempenho das suas funções requer que interajam na escola, tanto com os professores como com os alunos e encarregados de educação, de uma forma responsável e assertiva, onde a capacitação desempenha um papel fundamental. De acordo com a Portaria número 245-A/2020, de 16 de outubro a escola inclusiva a promoção do sucesso escolar implica um trabalho contínuo de elevação dos padrões de qualidade, assumindo o pessoal não docente das escolas um papel essencial para o cumprimento desse objetivo. Os assistentes operacionais são elementos fundamentais na promoção da inclusão nos diversos contextos escolares, revelando-se fundamental dota-los de conhecimentos e estratégias que lhes permitam atuar junto das crianças/alunos que requerem um atendimento mais específico e personalizado, tanto em parceria com outros profissionais, como individualmente, com destaque para as crianças/alunos que apresentam Perturbação do Espetro de Autismo.
Objetivos
Contribuir para a melhoria da qualidade de intervenção dos AO numa escola que se pretende inclusiva; Dar a conhecer os princípios da educação inclusiva, de acordo com a legislação em vigor; Compreender a importância de manter a confidencialidade das informações dos alunos e entender as questões de privacidade; Adquirir e desenvolver competências que promovam práticas ajustadas às necessidades e características individuais de cada criança/aluno, bem como a sua valorização pessoal e profissional; Compreender a Perturbação do Espetro de Autismo; Identificar as principais dificuldades que podem surgir na atuação com crianças e jovens com Multideficiência e identificar formas ajustadas de agir nas diferentes situações/contextos.
Conteúdos
Caracterizar a Perturbação do Espetro de Autismo e as suas implicações no comportamento do dia a dia. Comorbilidades e o seu impacto no comportamento. A importância do papel do Assistente Operacional na intervenção com crianças e jovens com Perturbação do Espetro de Autismo, nas diferentes áreas de comportamento e necessidades. Estratégias de intervenção: na sala de aula; no intervalo/recreio; no refeitório/almoço; na higiene pessoal; nas rotinas; na intervenção no controle de comportamentos.
Metodologias
Partilha de metodologias e estratégias para dar resposta aos objetivos definidos anteriormente. Metodologias ativa, momentos de operacionalização práticas dos conteúdos abordados através da apresentação de temas, reflexão e debate.
Avaliação
A certificação dos formandos depende do cumprimento integral das horas e da pequena reflexão individual.
Modelo
Avaliação da ação é efetuada através de questionário de satisfação a preencher pelos formandos e do Relatório do Formador.
Bibliografia
DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 Toolkit for Inclusive Schools (https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools.htm)Inclusive Schooling (http://www.wholeschooling.net/InclTchingWeb/SLC/11/11txt.html) Embracing Diversity: Toolkit for Creating Inclusive, Learning Friendly Environments (http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/137522e.pdf) Decreto-Lei nº 54/2018, 6 julho.Carvalho, A. F., Onofre, C. T. (2007). Aprender a Olhar para o Outro: Inclusão da Criança com Perturbação do Espectro Autista na Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC - Ministério da Educação.
Anexo(s)
REGISTO DE ACREDITAÇÃO DA AÇÃO
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-04-2025 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 10-04-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Andrea Isabel Pereira César Osório
Destinatários
Chefe de serviços de administração escolar, Assistente técnico, Coordenador técnico, Encarregado operacional, Assistente operacional
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas de Cister e CFAE dos Concelhos de Alcobaça
Enquadramento
Esta Ação integra o Plano de Formação do CFAE e surgiu no âmbito das necessidades identificadas no diagnóstico efetuado no ano transato pelo CFAE, pelas diferentes Unidades Orgânicas associadas e pelas Câmaras Municipais. Considera-se essencial que os Assistentes Técnicos e Operacionais desenvolvam um conjunto de competências digitais, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos Assistentes do sistema educativo e formativo nacional e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de apoio e suporte ao ensino e à aprendizagem. Este curso de formação, pretende capacitar os assistentes operacionais e técnicos de competências digitais que lhes permitam desenvolver os níveis de literacia digital, tanto em contexto de trabalho como na sua vida pessoal e social.
Objetivos
Esta ação de formação pretende desenvolver um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver a sua literacia digital. Promover o desenvolvimento das CD dos assistentes, tendo em vista as 5 áreas do Quadro Europeu de Competência Digital para Cidadãos: Reconhecer que a competência digital faz parte do Quadro de Competências-chave para a Aprendizagem ao Longo da Vida e está interligada com outras competências; Capacitar os assistentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes áreas de trabalho profissional; Capacitar os assistentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; Capacitar os assistentes para a implementação de atividades promotoras do desenvolvimento dos seus níveis de literacia digital.
Conteúdos
Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano Nacional de Transição Digital. Levantamento do nível de proficiência digital dos formandos, tendo como base o Quadro Europeu de Competência Digital para Cidadãos, com exemplos de conhecimentos, capacidades e atitudes. Literacia de informação e de dados; Comunicação e colaboração Criação de conteúdo digital Segurança Resolução de problemas. A competência digital faz parte do Quadro de Competências-chave para a Aprendizagem ao Longo da Vida e está interligada com outras competências proceder-se-á consolidação de atividades profissionais com tecnologias digitais em diferentes situações de intervenção profissional.
Metodologias
A ação decorrerá em regime presencial. Apresentação dos documentos enquadradores das políticas associadas ao Plano Nacional de Transição Digital; Identificação do nível de proficiências dos alunos; Apresentação dos conteúdos, reflexão, análise e discussão, e aplicação prática através de tarefas propostas.
Avaliação
Avaliação quantitativa e qualitativa (1 a 20) 60%_ participação 40% _Testes/trabalhos escritos Reflexão Final individual (Relatório do Formando)
Modelo
Preenchimento de questionário de avaliação de satisfação no final da Ação. Relatório do(a) formador(a).
Bibliografia
Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/homepage.html Portugal Digital. Formar pessoas para o digital. Disponível em https://portugaldigital.gov.pt/formar-pessoas-para-o-digital/ Quadro Europeu de Cidadãos, disponível em https://digital.dge.mec.pt/sites/default/files/documents/2023/237-afcfb229158fb9121960b0b96ea215d4.pdf
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-04-2025 (Quarta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 10-04-2025 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 10-04-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 11-04-2025 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 11-04-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Samuel Carvalho Branco
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da Transição digital na Educação. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.
Objetivos
- Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); - Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; - Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; - Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. - Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. - Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) - Apresentação dos formandos e formadores. - Apresentação da formação. - Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. - Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. - Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.
Metodologias
Presencial: A oficina irá decorrer na modalidade de B-Learning com sessões presenciais e sessões online síncronas, com a seguinte distribuição: 15h presenciais e 10 horas online síncronas. O formador irá recorrer às plataformas de gestão de aprendizagem e de videoconferência para a dinamização das sessões online síncronas. Trabalho autónomo: 25 horas de trabalho autónomo: para planificação, experimentação e reflexão sobre uma aplicação prática efetuada no contexto educativo do professor relativamente a algumas das atividades planificadas e recursos construídos. Será utilizada a metodologia de aprendizagem por execução de tarefas que os formandos realizam ao longo da oficina de formação. Trabalho autónomo : 25 horas de trabalho autónomo para: Os formandos criam e implementam 2 atividades de aprendizagem, em contexto disciplinar e/ou interdisciplinar, integrando os conteúdos explorados nas sessões conjuntas. Durante as sessões de formação refletem e participam nas tarefas em curso. Como trabalho final, criam um cenário de aprendizagem com recurso aos LED, incluindo atividades experimentadas com os alunos, e elaboram o seu Relatório de Reflexão Crítica Individual, submetendo-os em local próprio.
Avaliação
O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Os formandos serão classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC nº 3/2007, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, com base em: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas (presenciais e não presenciais) e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos - Trabalho de aplicação de conteúdos (60%), onde se incluiu o Reflexão final
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 54/2018 (2018, de 6 de julho), http://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/dl_54_2018.pdf Decreto-Lei n.º 55/2018 (2018, de 6 de julho), https://dre.pt/home/-/dre/115652962/details/maximized Magazine ME. Perfil dos Alunos para o Século XXI. Lisboa: Ministério da Educação, 2017, https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf “Future Classroom Lab”, http://fcl.eun.org/ Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org) Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leadersand teachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdf Bannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for schoolleaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdf Carravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital.file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdf European Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework.https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
A data de início de de fim da ação são apenas indicativas. A Calendarização definitiva será divulgada brevemente.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-03-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 24-03-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:45 | 3:15 | Presencial |
| 3 | 31-03-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:45 | 3:15 | Presencial |
| 4 | 07-04-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 05-05-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:45 | 3:15 | Presencial |
| 6 | 12-05-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 19-05-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:45 | 3:15 | Presencial |
| 8 | 26-05-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Andrea Isabel Pereira César Osório
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da Transição digital na Educação. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.
Objetivos
- Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); - Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; - Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; - Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. - Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. - Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) - Apresentação dos formandos e formadores. - Apresentação da formação. - Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. - Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. - Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.
Metodologias
Presencial: A oficina irá decorrer na modalidade de B-Learning com sessões presenciais e sessões online síncronas, com a seguinte distribuição: 15h presenciais e 10 horas online síncronas. O formador irá recorrer às plataformas de gestão de aprendizagem e de videoconferência para a dinamização das sessões online síncronas. Trabalho autónomo: 25 horas de trabalho autónomo: para planificação, experimentação e reflexão sobre uma aplicação prática efetuada no contexto educativo do professor relativamente a algumas das atividades planificadas e recursos construídos. Será utilizada a metodologia de aprendizagem por execução de tarefas que os formandos realizam ao longo da oficina de formação. Trabalho autónomo : 25 horas de trabalho autónomo para: Os formandos criam e implementam 2 atividades de aprendizagem, em contexto disciplinar e/ou interdisciplinar, integrando os conteúdos explorados nas sessões conjuntas. Durante as sessões de formação refletem e participam nas tarefas em curso. Como trabalho final, criam um cenário de aprendizagem com recurso aos LED, incluindo atividades experimentadas com os alunos, e elaboram o seu Relatório de Reflexão Crítica Individual, submetendo-os em local próprio.
Avaliação
O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Os formandos serão classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC nº 3/2007, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, com base em: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas (presenciais e não presenciais) e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos - Trabalho de aplicação de conteúdos (60%), onde se incluiu o Reflexão final
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 54/2018 (2018, de 6 de julho), http://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/dl_54_2018.pdf Decreto-Lei n.º 55/2018 (2018, de 6 de julho), https://dre.pt/home/-/dre/115652962/details/maximized Magazine ME. Perfil dos Alunos para o Século XXI. Lisboa: Ministério da Educação, 2017, https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf “Future Classroom Lab”, http://fcl.eun.org/ Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org) Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leadersand teachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdf Bannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for schoolleaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdf Carravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital.file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdf European Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework.https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-02-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 26-02-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 12-03-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 19-03-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 26-03-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 02-04-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 23-04-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 30-04-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 07-05-2025 (Quarta-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Andrea Isabel Pereira César Osório
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da Transição digital na Educação. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.
Objetivos
- Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); - Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; - Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; - Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. - Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. - Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) - Apresentação dos formandos e formadores. - Apresentação da formação. - Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. - Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. - Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.
Metodologias
Presencial: A oficina irá decorrer na modalidade de B-Learning com sessões presenciais e sessões online síncronas, com a seguinte distribuição: 15h presenciais e 10 horas online síncronas. O formador irá recorrer às plataformas de gestão de aprendizagem e de videoconferência para a dinamização das sessões online síncronas. Trabalho autónomo: 25 horas de trabalho autónomo: para planificação, experimentação e reflexão sobre uma aplicação prática efetuada no contexto educativo do professor relativamente a algumas das atividades planificadas e recursos construídos. Será utilizada a metodologia de aprendizagem por execução de tarefas que os formandos realizam ao longo da oficina de formação. Trabalho autónomo : 25 horas de trabalho autónomo para: Os formandos criam e implementam 2 atividades de aprendizagem, em contexto disciplinar e/ou interdisciplinar, integrando os conteúdos explorados nas sessões conjuntas. Durante as sessões de formação refletem e participam nas tarefas em curso. Como trabalho final, criam um cenário de aprendizagem com recurso aos LED, incluindo atividades experimentadas com os alunos, e elaboram o seu Relatório de Reflexão Crítica Individual, submetendo-os em local próprio.
Avaliação
O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Os formandos serão classificados nas escola de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC nº 3/2007, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, com base em: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas (presenciais e não presenciais) e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos - Trabalho de aplicação de conteúdos (60%), onde se incluiu o Reflexão final
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 54/2018 (2018, de 6 de julho), http://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/dl_54_2018.pdf Decreto-Lei n.º 55/2018 (2018, de 6 de julho), https://dre.pt/home/-/dre/115652962/details/maximized Magazine ME. Perfil dos Alunos para o Século XXI. Lisboa: Ministério da Educação, 2017, https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf “Future Classroom Lab”, http://fcl.eun.org/ Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org) Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leadersand teachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdf Bannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for schoolleaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdf Carravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital.file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdf European Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework.https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º 4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
A data de início de de fim da ação são apenas indicativas. A Calendarização definitiva será definida posteriormente pelo Formador.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-02-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 24-02-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 20:15 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 10-03-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 17-03-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 24-03-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 31-03-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 05-05-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 12-05-2025 (Segunda-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 23-05-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Patrícia Margarida Anselmo da Silva Breites
Destinatários
TSO - Técnico superior-outro, TSP - Técnico superior-psicólogo
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
Na sequência dos anos letivos anteriores, esta ação dará continuidade ao trabalho desenvolvido pelas Equipas Multidisciplinares de Apoio à Educação Inclusiva (EMAEI) na formação dinamizada no ano letivo de 2023/2024. A avaliação da formação que tem vindo a ser desenvolvida, tem registado elevados índice de satisfação nos formandos e impacto positivo nas suas práticas colaborativas em rede, entre escolas, bem como pelos momentos de reflexão sobre os diversos temas abordados, alguns dos quais com recurso a especialistas convidados. Esta ação irá manter o envolvimento destas estruturas de apoio de todos os Agrupamentos de Escolas da área do CFAE Centro Oeste (Bombarral, Caldas da Rainha, Cadaval, Óbidos e Peniche), numa continuidade de trabalho colaborativo em rede. Pretende-se continuar a reforçar o trabalho de aprofundamento das questões organizacionais e pedagógicas para a promoção da educação inclusiva, reconhecendo e valorizando a diversidade nas dinâmicas pedagógicas que favoreçam a aprendizagem de todos os alunos. Este modelo de formação, desenvolvido desde 2017/2018 têm-se revelado muito importante por estimular o conhecimento e reflexão critica sobre políticas e orientações nacionais e internacionais, pela partilha de práticas entre as EMAEI e pela ação junto da comunidade docente de cada agrupamento. Pretendemos manter o foco na implementação de Ações de Curta Duração (ACD) ou módulos de formação, decorrente de temáticas emergentes
Objetivos
Revisitar e analisar práticas organizacionais implementados em torno das adaptações curriculares significativas e não significativas no âmbito das medidas adicionais de suporte à aprendizagem e inclusão; - Aprofundar práticas de gestão curricular, no âmbito dos Planos Individuais de Trabalho (PIT), no âmbito das medidas adicionais para alunos com Adaptações curriculares significativas, de preparação sócio laboral. - Refletir sobre o papel e ação do professor de educação especial no apoio aos alunos com Necessidades Educativas e respetivos docentes dos Conselhos de Turma, favorecendo uma perspetiva inclusiva de intervenção. - Aprofundar a articulação dos técnicos especializados (psicólogos, terapeutas, técnicos de serviço social …) reforçando a sua ação especifica no contexto do trabalho educativo interdisciplinar, reforçando uma visão holística e inclusiva. - Preparar e implementar Ações de Curta Duração em várias modalidades (workshops, tertúlias, grupos de discussão), para aprofundamento de temas específicos de interesse coletivo.
Conteúdos
1. Apresentação da ação de formação no quadro do trabalho em rede: objetivos, metodologia e avaliaçãoAnálise reflexiva da situação e contexto de cada EMAEI, no início do ano letivo no que se refere à organização da escola para a diversidade (ponto da situação); Definição das temáticas pertinentes e prioritárias a desenvolver em cada agrupamento (Planeamento) – 3h 2. Adaptações curriculares significativas e não significativas como medidas de gestão curricular para alunos com Necessidades Educativas: análise e aprofundamento de modelos e prática de elaboração – 6h 3. Planos Individuais de Transição (PIT) como plano curricular para alunos em transição para a vida pós-escolar – 6h 4. A coadjuvação docente no apoio aos alunos e aos docentes das turmas, como estratégia inclusiva de ação pedagógica - perspetivas e práticas - 3h 5. Partilha de práticas inclusivas observadas em outros países no âmbito de projetos ERASMUS+, desenvolvidos por docentes dos Agrupamentos de Escolas. 3h 6. Os Centro de Apoio à Aprendizagem nos diferentes agrupamentos – Partilha de práticas. Avaliação da ação e perspetivas de continuidade para o próximo ano letivo – 4h
Metodologias
Será adotada uma metodologia ativa de trabalho, através de sessões reflexivas em torno das temáticas previstas, com recurso a apresentações de informação e a dinâmicas de trabalho colaborativo entre pares, com partilha de recursos e conclusões em grande grupo. Em todas as sessões serão criados momentos de partilha de experiências a práticas entre EMAEIs, procurando valorizar práticas de referência que possam constituir ponto de reflexão. Criação de grupos de trabalho para a elaboração de planos de formação, workshops e tertúlias, preparando temáticas especificas para os Agrupamentos de Escolas. Convite a especialistas para colaboração na reflexão, proporcionando momentos de debate. Todos os matérias e recursos produzidos serão partilhados numa ferramenta digital do CFAE, ficando acessíveis a todos os formandos
Avaliação
dos números 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2005, de 6 de maio, valorizando-se a lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência na: . Participação – 20% . Mobilização do conhecimento – 40% . Pensamento crítico – 40%
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN
Bibliografia
Perfil do Aluno à Saída de Escolaridade do Aluno (PASEO) DGE (2018). Manual de Apoio à Prática; Abordagem Personalizada da Aprendizagem e Formação Profissional Inclusiva (PALSSEN) Projeto internacional KA2 – Co-fundad by the ERASMUS+ Programme of the European Union. (2024)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, a presente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-02-2025 (Terça-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 18-02-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 12-03-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 30-04-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 06-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 13-05-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 21-05-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 8 | 02-06-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Zélia Maria Lopes Marques
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e do grupo de recrutamento 360
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e do grupo de recrutamento 360. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas/os práticas pedagógicas, interfaces comunicativas, fundamentos humanistas em que todos são parte do sistema e desenvolvem um diálogo igualitário, um pensamento e uma consciência próprios. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem os agentes educativos para a inclusão. Esta formação procura apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas inclusivas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.
Objetivos
• Explorar os documentos legislativos (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas mais inclusivas • Aplicar colaborativamente os princípios subjacentes ao desenho universal para a aprendizagem e à abordagem multinível • Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e a diversidade de todos alunos • Conceber instrumentos de suporte à recolha de informação que contribuam para a tomada de decisão. • Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar – Planear – Agir - Rever • Produzir e aplicar em contexto de sala de aula instrumentos de avaliação e planificação das aprendizagens • Partilhar experiências facilitadoras do um processo ensino-aprendizagem inclusivo • Explorar colaborativamente práticas educativas inovadoras
Conteúdos
Módulo 1. Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração integrada dos documentos de política educativa (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) Módulo 2. Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (DUA) Módulo 3. Valorização da diversidade em sala de aula – criação e partilha de recursos • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico • O que ensinar e porquê, como, quando, com que prioridades, com que meios, com que organização e com que resultados: exercícios práticos Módulo 4. Avaliação formativa enquanto processo regulador do ensino e da aprendizagem • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino
Metodologias
A metodologia de formação é de cariz teórico-prática, propondo-se dinâmicas que visam encorajar o envolvimento dos participantes em atividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre a temática, com vista à otimização e concretização dos objetivos propostos para esta ação de formação, em regime de frequência b-learning, nomeadamente: - Apresentação de conteúdos e conceitos; - Partilha de experiências; - Trabalho(s) de grupo; - Reflexão e debate de ideias; No desenvolvimento do trabalho autónomo pretende-se que os formandos apliquem instrumentos e conhecimentos adquiridos, no âmbito da formação, em contexto escola/sala de aula, tendo presente o ciclo: avaliar o contexto, planear, aplicar, rever, ajustar. Trabalho autónomo (25h) Sessão 1 (presencial)- Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (5h) Enquadramento teórico Desenvolvimento de atividades práticas Reflexão crítica Sessão 2 e 3 (on-line síncronas) - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas (5h- 2 sessões de 2h30 cada) Enquadramento teórico Desenvolvimento de atividades práticas Reflexão crítica Sessão 4 e 5 (on-line síncronas) - Valorização da diversidade em sala de aula – criação e partilha de recursos (5h- 2sessões de 2h30 cada) Enquadramento teórico Desenvolvimento de atividades práticas Reflexão crítica Sessão 6 e 7 (on-line síncronas) - Avaliação formativa enquanto processo regulador do ensino e da aprendizagem (5h- 2sessões de 2h30 cada) Enquadramento teórico - Desenvolvimento de atividades práticas Reflexão crítica Sessão 8 (presencial)- Apresentação de relatórios individuais desenvolvidos durante o trabalho autónomo e reflexão critica sobre os mesmos(5H) Sessões presenciais conjuntas: 2 sessões – 10 horas: primeira sessão (5 h) e última sessão (5h – apresentação dos trabalhos finais da formação) Sessões online síncronas: 6 (15H- 2h30 cada sessão)
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos, o trabalho e a reflexão final final individual elaborado pelos formandos.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
- DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022 - Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N. (2021), Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora. - European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders • Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022 - Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022 - UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education Acesso em 02/02/2022
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, apresente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento ,independentemente do disposto no n.º 2.”
As datas de começo e término são indicativas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-02-2025 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:45 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 20-02-2025 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 27-02-2025 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 06-03-2025 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 13-03-2025 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 20-03-2025 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 27-03-2025 (Quinta-feira) | 18:15 - 21:45 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 29-04-2025 (Terça-feira) | 18:15 - 21:15 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Maria João Sousa Pinto dos Santos
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Alcobaça e Nazaré
Enquadramento
A OMS define saúde mental como um estado de bem-estar no qual o individuo percebe o seu próprio potencial, é capaz de lidar com o stress normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutífera e contribuir para a sua comunidade. A investigação revela que os agentes escolares são um grupo vulnerável ao stress laboral (Saakvitne et al., 2000). Estudos em contexto nacional dão conta que 55% dos professores experienciam níveis significativos a elevados de stress profissional (Reisa, et al. 2018). Se este era já um cenário crítico, a vivência da pandemia veio agravá-lo, sendo que conclusões do estudo Saúde Psicológica e Bem-estar, do ME indicam que pelo menos metade dos professores acusa sinal de sofrimento psicológico em pelo menos uma das medidas consideradas (ME, 2022, p. iv). Torna-se fundamental ter em conta o Programa de Apoio à Promoção e Educação para a Saúde, que ressalva a importância de promover a literacia em saúde, promover atitudes e valores que suportem comportamentos saudáveis e criar condições para uma Escola Promotora de Saúde (EPS), capacitando os docentes para o conceito global de saúde e doença mental e desenvolver conhecimentos que respondam em contexto escolar aos sinais e sintomas de sofrimento psicológico e/ou doença mental. Como no Programa de Apoio à Promoção e Educação para a Saúde e no Referencial de Educação para a Saúde do ME, dando corpo ao que a OMS definiu como EPS uma escola que fortalece sistematicamente a sua capacidade de criar um ambiente saudável para a aprendizagem. A EPS é, assim, um espaço em que todos os membros da comunidade escolar trabalham, em conjunto, para proporcionar ( ) experiências e estruturas integradas e positivas que promovam e protejam a saúde, a mental incluída
Objetivos
Discutir a importância da promoção e educação para a saúde em contexto escolar Conhecer os objetivos e importância da saúde mental em contexto escolar Compreender conceitos básicos sobre a evolução do sofrimento psicológico; Conhecer conceitos básicos relativos à identificação e caracterização de diferentes quadros psicopatológicos; Desenvolver competências de observação e comunicação interpessoal com pessoas em sofrimento psicológico Identificar diferentes respostas de cuidados de saúde mental adequados às necessidades de pessoas em sofrimento psicológico Delinear estratégias colaborativas de atuação em contexto e para o contexto
Conteúdos
1. SAÚDE E SAÚDE MENTAL 1.1. Sofrimento psicológico e doença mental/ psiquiátrica 1.2. Origem da Doença Mental 1.3. O modelo de vulnerabilidade-stress 1.4. O continuum da Saúde Mental 2. PROBLEMAS DE SAÚDE MENTAL 2.1. Perturbações de Ansiedade 2.2. Perturbações Depressivas 2.3. Perturbações Bipolares 2.4. Perturbações do Espectro da Esquizofrenia 2.5. Perturbações do Comportamento Alimentar 2.6. Dependências 3. O IMPACTO DAS DOENÇAS MENTAIS 3.1. A importância da saúde mental no exercício da profissão de professor 3.2. Desafios à saúde mental do exercício da profissão de professor 4. COMPETÊNCIAS DE PRIMEIROS SOCORROS 4.1. Aprender 4.2. Parar 4.3. Olhar 4.4. Escutar 4.5. Apoiar 4.5.1. Onde obter apoio e quais as diferentes tipologias? 4.6. Recuperar 5. COMPETÊNCIAS DE AUTO-AJUDA 5.1. Estratégias contextualizadas para selecionar e adaptar formas de atuação com base em evidência de modo a corresponderem às necessidades identificadas em contexto e para o contexto
Metodologias
O curso foi organizado para ser desenvolvido na modalidade B-Learning, através de sessões presenciais e de sessões online, com recurso a uma plataforma de e-learning, de acordo com as especificações e os standards de e-learning. Inter-relacionando as sessões presenciais, as sessões online estarão sempre disponíveis, podendo o formando aceder aos conteúdos a qualquer hora e em qualquer lugar, de acordo com a sua disponibilidade, disponibilizados, na sua totalidade, na plataforma e-learning:Sessões presenciais em que são apresentados/discutidos os temas inter-relacionando com as sessões online e vice-versa Sessões online síncronas através de videoconferências, chats, entre outros. Esta modalidade tem a vantagem de se poderem realizar sessões em tempo real, seja qual for o local em que o formando se encontre. Sessões online assíncronas com suporte em e-mail, fóruns, fóruns, podendo o formando estudar quando quiser, flexibilizando e gerindo as aprendizagens de acordo com a sua disponibilidade, fomentando a proatividade, formulando perguntas ao formador com respetivo feedback por e-mail/ ou sistema de mensagens e outras ferramentas de feedback
Avaliação
Os formandos serão avaliados de 0 a 10 valores, conforme Carta Circular n.º 3 de 2007, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pelos formadores e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação nas sessões, bem como em função da estruturação de um portefólio (grupo) e de uma de reflexão crítica (individual), que aborde os conteúdos trabalhados e evidenciem a aplicação das temáticas abordadas.
Modelo
Questionário de Avaliação da Satisfação aplicado aos formandos no final da Ação, Relatório do(a) formador(a) e do CFAECAN.
Bibliografia
Carvalho, A. et al (2019). Saúde Mental em Saúde Escolar. Manual para a Promoção de Aprendizagens Socioemocionais em Meio Escolar. DGS. Disponível em http://aeesgueira.edu.pt/attachments/article/47/826_DGS_Manual_Saúde_Mental_em_Saúde_Escolar.pdf]DGE, 2014. Programa de Apoio à Promoção e Educação para a Saúde (PAPES). Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Esaude/papes_doc.pdfDGEEC, 2022. Relatório do estudo Observatório Escolar: Monitorização e Ação | Saúde Psicológica e Bem-estar. Disponível em https://www.dgeec.mec.pt/np4/1357.htmlReis, S., Gomes, A.R., & Simães, C. (2018). Stress e burnout em professores: Importância dos processos de avaliação cognitiva. Psicologia, Saúde & Doenças, 19(2), 208-221. doi: http://dx.doi.org/10.15309/18psd190204.WHO, 2022. Health Promoting Schools. Disponível em https://www.who.int/health-topics/health-promoting-schools#tab=tab_1
Anexo(s)
Observações
Ao abrigo do n.º 5, do art.º 3.º, do Despacho n.º4840/2023, de 21 de abril, 3.ª alteração do Despacho n.º 779/2019, de 8/01, apresente ação de formação é excecionalmente considerada “como efetuada na dimensão científico-pedagógica de todos os grupos de recrutamento, independentemente do disposto no n.º 2.”
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-02-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 10-02-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 3 | 24-02-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 03-03-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 5 | 10-03-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 17-03-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 24-03-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 8 | 31-03-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 9 | 05-05-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |